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B. Savunma Tanıklarının İddia Tanıklarıyla Aynı Koşullar Altında Davet

VI. SANIĞIN ÜCRETSİZ TERCÜMANDAN YARARLANMA HAKKI

Assume-se nesta subsecção, que temos uma implementação do modelo descrito nas secções anteriores, povoado com as fontes de informação já conhecidas e identificadas (secção 3.4.1), e incluindo: i) O preenchimento de toda as informações da estrutura UC proposta, para todas as disciplinas actualmente em vigor no DI; ii) Uma definição completa da estruturação curricular do curso, versão, perfis ou ramos, que reflictam a situação actual no DI; iii) e uma definição da oferta curricular de, por exemplo, 2 últimos anos, com as respectivas instâncias de UC (relacionadas com as UC acima), e com a sua informação preenchida.

Este cenário, com a implementação do modelo e respectivo povoamento indicado, desde que se obtenha a colaboração dos regentes do DI para o ponto ii, é algo perfeitamente possível de atingir em curto espaço de tempo, daí considerar-se uma utilização “imediata”. Assim, tendo por base as assumpções acima descritas, podem-se identificar algumas possíveis explorações “imediatas” do modelo proposto:

Cobertura temática de UCs – é possível obter detalhes dos temas a

abordar nas várias UC, seja via units ou topics, sendo por isso possível fazer comparações entre as várias UC definidas no curso;

Mapa temático detalhado do curso – igualmente, devido às relações

das UC, é possível obter um mapa muito detalhado dos tópicos (e unidades ACM) abordados no curso;

Verificação de cruzamentos de temas abordados nas UC do curso – tendo este detalhe, é possível verificar onde existem

de perceber se podem ser feitas optimizações, reutilização de recursos, etc.;

Cobertura de competências das UCs – da mesma forma que com os

temas, também com base nas actuais relações da UC, é possível fazer comparações sobre competências, sejam comparações entre UC, ou mesmo um mapa de competências do curso;

Identificação de skills expectáveis nos alunos – igualmente como

no ponto acima, tendo por base as competências, é possível efectuar distribuições das mesmas nos alunos que tenham frequentado determinadas disciplinas, ou que tenham frequentado, ou estejam a frequentar, determinado ano/semestre, etc.;

Validação dos objectivos do curso – dado a possibilidade de

definição de objectivos do curso e relação dos mesmos com skills a obter, é possível quer apoiar a definição de UC do curso (para cumprimento dos mesmos), quer o inverso, validação dos objectivos com base nas competências totais definidas;

Apoio às escolhas curriculares dos alunos – dado as relações de

temas e competências nas UC, e o mapa “provável” das mesmas no percurso dos alunos entre N disciplinas, é possível apoiar os alunos na escolha de disciplinas opcionais, dando a possibilidade de escolher quais as skills mais desejáveis ou temas mais interessantes a explorar para maximizar o seu percurso académico;

Distribuições de ECTS nas UC – é possível obter mapas de ECTS

entenda-se esforço (em horas ou ECTS), quer ao nível da sua distribuição global em todas as UC do curso ou em todos os temas a abordar no curso (dada a relação de ECTS nas units das UC). É possível também efectuar distribuições pelos tipos de ECTS (di:StudentWork) e pelos tipos de actividades extra das UC (di:cuActivity). Naturalmente, isto permite fazer comparações entre UC, mapas de distribuição no curso, nos anos / semestres do curso, por actividade ou tipo de esforço, etc.;

Apoio à ligação de referências bibliográficas – sabendo que as

referências têm ligações com temas (units), é possível apoiar a definição de referências em novas UC no sentido de reaproveitar conhecimento anterior. Aliás, considerando a existência possível no futuro de uma lista de referências com ligações acmA:unit (ou algo similar), é ainda possível propor referências ao regente que define a UC com base nos seu temas;

Apoio à definição temática de novas UC (ou revisões) – tendo um

corpo sólido definido de UC, instâncias de UC, uma base de

acmB:course, um curso definido, 2 anos de oferta curricular, etc., é

possível obter uma base interessante para apoio de novas definições ou revisões de UC. Com isto poderão ser efectuados em “tempo real”

mapas comparativos da definição em execução com outras UC, verificar a forma com esta nova UC afecta a cobertura de temas, competências, ECTS do curso, do ano, do semestre, etc.;

Comparações das iterações do curso – com base na oferta

curricular e instâncias de UC, é possível comparar os diferentes anos lectivos entre si ou entre iterações (ou seja, 1º vs. 2º ano, ou anterior 1º no vs. actual 1º ano, etc.). Isto permitirá chegar às diferenças ao nível da cobertura de temas (units e topics), competências, esforço, etc.;

Detalhes do percursos expectáveis dos alunos – igualmente

relacionado com o ponto anterior de apoio às escolhas dos alunos, é possível com base nas estruturas dos cursos e ofertas curriculares, estabelecer o percursos expectáveis dos alunos, indicando quais os temas cobertos e competências esperadas nos diversos anos e semestres, e sua diferenças. Imagine-se por exemplo um mapa de evolução comparativo, onde é possível definir um curso, ramos ou perfis, ou mesmo 2 tipos de alunos distintos (ex: diferentes escolhas de UC opcionais), organizados por anos/semestres, onde se mostra as diferenças de temas e competências adquiridas;

Comparações de cursos que utilizem a base ACM - tendo por base

a informação ACM (areas, units, topics, learning objectives), é possível comparar o curso (perfis, ramos, etc.) com outros cursos (portugueses ou não), que utilizem a mesma base;

Comparações de cursos com base nos ECTS – sabendo que os

ECTS é uma medida europeia, considera-se que poderá ser utilizado para comparações com os cursos das várias universidades que adoptaram Bolonha. Sendo estes associados às UC não só pela sua atribuição, mas também distribuição nas suas unidades temáticas e actividades (e via atributos Class, Study, Work, Oval), é possível estabelecer diversas comparações. Além das expectáveis comparações ECTS dos anos / semestres, caso existem mais detalhes no(s) outros(s) curso(s), é possível comparar, por exemplo, diferenças as próprias abordagens pedagógicas (enfoque no estudo vs. enfoque em trabalho, etc.), esforço nas diversas áreas temáticas, etc.;

Utilizações com alunos ERASMUS – existindo esta base de ECTS na

Europa, a situação dos alunos que desejam frequentar o programa ERASMUS [97] poderá ser apoiada pela utilização de um modelo deste tipo, permitindo detalhe nas escolhas das UC (relativo por exemplo aos temas a abordar, detalhes no esforço envolvido, competências pretendidas, etc.). Igualmente para os serviços académicos, este tipo de modelos poderá ser útil ao apoio dos alunos ERASMUS, caindo em situações do ponto anterior (i.e., comparar o curso de origem dos

alunos com o curriculum actual, via comparação da distribuição de ECTS, dos entre temas, das competências, etc.);

Apoio às transferências de alunos – existindo esta capacidade de

identificar claramente os temas e competências adquiridos por determinados percursos dos alunos, é possível apoiar os departamentos das universidades (foca-se naturalmente o DI) nos processos de transferências de alunos, quer dentro da universidade, quer entre universidades;

Apoio à normalização de CdC CS a nível nacional – Considera-se

que o actual CdC proposto neste modelo, poderá ser eventualmente uma base relevante para esforços nacionais de normalização de temas e competências entre as universidades que disponibilizam cursos de CS. Os benefícios deste tipo de normalização são claros, podendo inclusive apoiar eventuais esforços a nível europeu a serem desenvolvidos por entidades com a associação Informatics Europe23

[101].

Sugeriram-se então algumas das explorações possíveis, sem necessidade de revisão/extensão do modelo ou grande envolvimento (seja esforço ou tempo) na obtenção de dados para povoamento do mesmo, mostrando a sua utilidade e ao mesmo tempo tentando responder à premissa identificada no início desta secção.