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ROMA EYALETİ OLMASINDAN İTİBAREN GALATYA EYALETİ İLE BİRLEŞTİRİLMESİNE KADAR KAPADOKYA BÖLGESİ

1.4. Romalılar ile Parthlar

A 1ª tenente Pollete é a responsável pela coordenadoria dos cursos oferecidos na EFSdPM. Sua função vai desde montar os pelotões (jargão militar para sala de aula) até verificar se a postura dos professores perante os alunos é adequada e controlar a folha de pagamento.

Dependendo do número de alunos que chegam à escola, é preciso montar o corpo docente, verificar quantos professores (ou instrutores) serão necessários e como será a carga horária.

Por exemplo, a disciplina Educação Física, que tem carga horária de quatro aulas semanais de 45 minutos, é dividida em dois módulos de duas aulas. Dependendo do número de pelotões que o edital irá gerar, a tenente calcula quantos professores ela terá que alocar. Para isso, existe um banco de dados de onde ela levanta quais são os professores disponíveis. Não necessariamente é o mesmo professor de uma mesma disciplina em editais diferentes.

Os professores podem ser civis ou militares, sendo que estes têm um limite máximo permitido de dez aulas semanais. A escolha do professor será de acordo com uma consulta ao banco de dados disponível que, de acordo com a tenente, é bastante extenso. Primeiramente, um candidato a professor na EFSdPM deve apresentar seu currículo; “Aqui é aberto, qualquer um pode apresentar o CV.”, afirma a tenente. As matérias são fundamentais e profissionais. As últimas específicas da profissão, só podem ser lecionadas por um PM. As fundamentais podem ser lecionadas tanto por civis como por militares. Uma vez avaliados os currículos, a ten. Pollete os encaminha pra cima na estrutura hierárquica da Escola, passando pelo capitão, major, comandante, até chegar à Diretoria de Ensino, órgão de apoio da estrutura da Polícia Militar. Os currículos aprovados são inseridos no banco de dados e, se houver oportunidade, pertencerá ao corpo docente de um edital.

Os instrutores são designados ou contratados (respectivamente para militares e civis) para apenas um edital. Assim, eles serão professores de apenas uma turma e, se for necessário, designados ou contratados novamente para uma próxima turma. Os civis são contratados pela fundação da USP ou, se forem funcionários públicos do estado (peritos, delegados, professores da rede pública), podem ser contratados por meio do estado, por um período determinado.

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O PM mantém suas atividades na unidade de origem enquanto é professor na EFSdPM. Sua disponibilidade na escola é de meio período, devendo este ser concedido pelo seu comandante.

De uma maneira geral, os instrutores são bastante dedicados e têm uma boa qualificação. Existe um curso na PM de técnicas de ensino, oferecendo preparação pedagógica para que os policiais estejam aptos a dar aulas. Esse curso é pré-requisito obrigatório para se candidatar a professor.

Em um edital pequeno, de aproximadamente 350 alunos, são necessários mais ou menos cem professores para atender à grade curricular. Uma vez que depois do início de uma turma, é formada outra no decorrer da primeira, elas se sobrepõem, não existindo o ano letivo. Isso depende sempre da determinação do governador; se ele estipula que um determinado número de policiais deve ser formado naquele ano superior à capacidade da escola de Pirituba, a Diretoria de Ensino (DE) deverá acomodar os soldados de 2ª classe em outras escolas.

Em setembro de 2005, quando foi realizada a entrevista com a chefe da Subseção de Coordenação, havia uma escola de formação funcionando no Butantã, além de outras na grande São Paulo e interior; a Diretoria de Ensino dirige à escola de Pirituba a capacidade máxima e a Divisão de Ensino da EFSdPM fica responsável por prestar o apoio técnico (orientação sobre corpo docente, reuniões pedagógicas, etc.) às outras escolas. É importante assinalar que a grade curricular é a mesma e que o objetivo é uniformizar a formação, independentemente da escola. Há, no entanto o desejo de centralizar todas as turmas no Centro de Formação de Pirituba.

No início de cada turma, a coordenadora faz um quadro de distribuição de tempo, que é uma planilha contendo as 36 semanas de curso, as matérias do currículo e o número de horas-aula semanais da cada matéria. O intuito desse quadro é organizar as informações para que ela possa saber quantos professores serão necessários. Antes do começo das aulas, é convocada uma reunião pedagógica com todos os professores.

Existe também uma ferramenta de controle denominada plano de seção. Nesse plano, o professor monta a aula, fazendo um resumo esquemático de aula com estrutura semelhante a um diário de classe. Os professores de uma mesma matéria têm que fazer em conjunto esse plano, para manter o mesmo padrão de aula.

Com relação à avaliação dos alunos, existe uma prova única cujo modelo é proposto aos chefes da seção de avaliação, da seção técnica e da divisão de ensino. Se a forma e o

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conteúdo desta estiverem de acordo com os padrões exigidos pela divisão de ensino, a proposta é aplicada e a prova pode ser aplicada.

No decorrer da formação de uma turma, ao início de cada semana, a coordenação planeja as aulas da semana subseqüente, montando um quadro de trabalho semanal. Esse quadro reflete a programação com os nomes das matérias e o nome do professor que deverá dar a aula. Os professores da turma têm acesso via internet ao planejamento semanal, para que tenha ciência de quando serão as aulas deles. Isso é feito com apenas uma semana de antecedência, pois, de acordo com a tenente que coordena o curso, o andamento das aulas depende de uma série de fatores como: existência de feriados (quando há feriado na quinta, por exemplo, às vezes o governador dá ponto facultativo na sexta e às vezes não), casos de doença dos instrutores, etc.

Ao fim de cada semana de aula, o professor preenche uma planilha que se chama de quadro de trabalho diário e que fica com o aluno responsável da sala (representante de sala). Nesse documento estão o nome da matéria, o nome do professor, o assunto da aula e a assinatura do professor. Baseando-se nestes documentos, a chefe da coordenação alimenta o sistema de pagamentos da escola, vinculado ao sistema de folha de pagamento da PM. Os instrutores recebem de acordo com o número de hora-aula prestadas no mês. No caso dos professores civis, a coordenadoria também é a responsável por encaminhar à DE documentos para que os mesmos recebam pelas aulas dadas.

Existe um professor responsável por cada disciplina (setor de docência). Se houver alguma alteração para o próximo biênio, esses representantes apresentam proposta de alteração de currículo. Apesar de o planejamento do curso de formação ser bienal, dentro de cada matéria, pode haver modificações pontuais anualmente. Todas as propostas devem ser encaminhadas à DE, que aprovará ou não a alteração. Há também, além das disciplinas da grade regular, palestras sobre saúde, psicologia, sociologia, temas jurídicos e função da corregedoria da PM, por exemplo, que são programadas pela coordenadoria.