• Sonuç bulunamadı

BÖLÜM 2: İRAN DIŞ POLİTİKASINI BELİRLEYEN UNSURLAR

2.1. İçsel Faktörler

2.1.4. Resmi İdeoloji

Na segunda fase do experimento se observou a influencia dos níveis de Se aplicados e das épocas de avaliação para os parâmetros analisados na gramínea submetida aos diferentes solos (Tabela 7). Os níveis de Se aplicados apresentaram efeito significativo para os teores de Ca na gramínea, sendo que com base na literatura consultada não se encontrou explicação para este comportamento.

Tabela 7. Minerais nas plantas de Brachiaria brizantha submetidas a tratamentos com aplicação de níveis de Selênio no solo e ao longo do tempo

P S K Ca Mg Cu Fe Mn Zn Se g.kg-1 mg.kg-1 µg.kg-1 0 0,8a 0,9a 32a 8a b 3,8a 5a 52a 94,2a 24a 4,09b 10 0,9a 1,1a 31a 9a 3,7a 5a 44a 94,6a 24a 27,39ab Doses de Se (g.ha-1) 20 0,8a 1,0a 32a 7b 3,9a 5a 47a 93,5a 24a 49,05a 30 0,8b 1,0a 39a 6b 3,1b 6a 53a 56b 24a 41,06a Épocas de Avaliação (dias) 80 0,9a 1,0a 24b 9a 4,6a 5b 42b 132a 24a 12,63b Médias acompanhadas de mesma letra na coluna não diferem estatisticamente entre si por

Os níveis crescentes de Se aplicados não apresentaram efeitos no teor de fósforo na planta, porém este aumentou de 0,8 para 0,9 g.kg-1 do primeiro para o segundo corte (p<0,0001) refletindo a adubação fosfatada de plantio, porém são interpretados como teores baixos considerando a faixa adequada para a Brachiaria

brizantha entre 0,8 e 3,0 g.kg-1 por Raij et al. (1996).

Considerando os requerimentos de fósforo para nutrição de bovinos em fase de terminação, os teores obtidos na gramínea foram suficientes para suprir a exigência, que se situa entre 5 a 11 g.dia-1 conforme o NRC (1996), de um animal a pasto consumindo 2,5% de seu peso vivo em massa seca de forragem.

Os baixos teores de fósforo na planta, apesar da fosfatagem realizada no plantio, podem estar relacionados ao processo de proteção ambiental da natureza, que consiste em manter baixo o pool de fósforo disponível para a planta por meio de fixação inorgânica e de imobilização microbiana em compostos orgânicos (STAUFFER e SULEWSKI, 2004).

O teor foliar médio de enxofre não apresentou efeito dos níveis de Se aplicados (média 1 g.kg-1), nem das épocas de avaliação sendo interpretados como teores médios considerando a faixa adequada de 0,8 a 2,5 g.kg-1 (RAIJ et al., 1996). Segundo o NRC (1996), os teores obtidos não foram suficientes para suprir as exigências de bovinos de corte que é de 0,15% de enxofre na massa seca (1,5 g.kg-1).

Os baixos teores são consequência da ausência do elemento na fertilização, pois o fato de competir pelos mesmos sítios de absorção que o Se (MALAVOLTA, 1980) não seria o responsável, uma vez que os níveis crescentes de Se aplicados não diferiram entre si (Tabela 7).

O teor foliar de potássio médio reduziu de 39 do primeiro corte para 24 g.kg-1 no segundo corte (p<0,0001), mesmo com a aplicação de adubação potássica na implantação e em cobertura. Não houve efeito dos níveis de aplicação de Se, porém os teores obtidos se classificaram de ideais a altos considerando a faixa adequada entre 12 e 30 g.kg-1 de potássio para o capim Braquiarão segundo Raij et al. (1996).

Apesar da redução dos teores de potássio na planta ao longo do tempo, esses teores foram maiores do que a exigência nutricional para bovinos de corte que é de 0,6% de potássio na massa seca (6 g.kg-1), segundo NRC (1996).

O teor médio de cálcio aumentou (p=0,0002) passando de 6 g.kg-1 aos 30 dias para 9 g.kg-1 no segundo corte. Os teores obtidos apresentaram-se acima das exigências dos bovinos de corte, que segundo o NRC (1996) é de 6 a 14 g.dia-1.

Os níveis de Se aplicados apresentaram efeito (p=0,0560) quadrático negativo com ponto máximo atingido para a dose de 10 g.ha-1 (Figura 13) sendo interpretados como elevados considerando a faixa adequada entre 3 a 6 g.kg-1 (RAIJ et al., 1996).

Médias acompanhadas de mesma letra não diferem estatisticamente entre si por Tukey 10%

Figura 14. Teores médios de cálcio foliar em Brachiaria brizantha submetida a tratamentos com aplicação de níveis de Selênio no solo

O teor foliar de magnésio médio aumentou de 3,1 g.kg-1 no primeiro para 4,6 g.kg-1 no segundo corte (p<0,0001). Os níveis de Se aplicados não apresentaram efeitos (Tabela 7) e os teores obtidos foram adequados considerando a faixa para a

NRC (1996), a gramínea é capaz de suprir a exigência desse elemento que é de 0,1% na matéria seca (1 g.kg-1).

O teor médio de cobre reduziu (p=0,0095) passando de 6 aos 30 dias para 5 mg.kg-1 na segunda e mesmo com a redução, os teores obtidos situaram-se na faixa considerada adequada para a planta, de 4 a 12 mg.kg-1 (RAIJ et al.,1996). Não houve efeito dos níveis crescentes de Se aplicados (Tabela 7), porém houve interação entre tratamento x tempo (p=0,0669) em que somente a testemunha apresentou redução significativa no tempo (Tabela 8).

Tabela 8. Teores médios de Cobre foliar em Brachiaria brizantha submetidos a tratamentos com aplicação de níveis de Selênio no solo avaliados ao longo do tempo

Teores Foliares Médios de Cobre (mg.kg-1) Tempo

Doses de Se

(g.ha-1) 30 dias 80 dias

0 7Aa 4Ab

10 5Aa 5 Aa

20 5Aa 5Aa

Médias acompanhadas de mesma letra maiúscula na coluna e médias acompanhadas de mesma letra minúscula na linha não diferem estatisticamente entre si por Tukey 10%

O teor médio de ferro foliar reduziu (p<0,0001) do primeiro para o segundo corte de 53 para 42 mg.kg-1 passando de teor adequado para baixo considerando a faixa adequada entre 50 a 250 mg.kg-1 para a Brachiaria brizantha (RAIJ et al., 1996), porém não houve efeito dos níveis de Se aplicados (Tabela 7).

O teor médio de manganês foliar aumentou ao longo do tempo (p<0,0001) passando de 56 no primeiro para 132 mg.kg-1 no segundo corte, porém não houve efeito dos níveis de Se aplicados (Tabela 7). Os teores obtidos estão contidos na faixa considerada adequada de 40 a 250 mg.kg-1 por Raij et al. (1996). Segundo Rosolem (2005), a absorção é favorecida pela interação entre manganês e potássio, o que justificaria o aumento nos teores do elemento na planta acarretado pelas adubações potassicas de plantio e cobertura.

O teor de zinco foliar não respondeu para as épocas de avaliação nem para os níveis de Se aplicados, apresentando em média 24 mg.kg-1 que pode ser interpretado

como teor adequado considerando a faixa 20 a 50 mg.kg-1 para a Brachiaria brizantha segundo Raij et al. (1996).

Para os micronutrientes analisados visando os requerimentos nutricionais de bovinos de corte NRC (1996), os teores médios de ferro obtidos nos tratamentos com Se (10 e 20 g.ha-1) apresentaram se abaixo das exigências, que se encontra no intervalo de 50 a 100 mg.kg-1. Os teores de cobre e zinco encontraram-se dentro dos intervalos requeridos que são de 4 a 10 mg.kg-1 para o cobre, e de 20 a 40 mg.kg-1 para o Zn, porém os teores de manganês obtidos encontraram-se acima do intervalo requerido (20 a 50 mg.kg-1).

4.2.2 Parâmetros químicos foliares da Stylosanthes capitata cv. Campo Grande