3.1. Araştırmanın Amacı
3.7.2. Onur Ünlü Filmlerinde Erkeklik Krizinin Görünümleri
3.7.2.1. Polis
O projeto de intervenção de Olweus é mencionado na maioria das pesquisas internacionais e nacionais sobre o tema. No entanto, nelas não se levantam as condições de produção dos estudos relativas ao contexto social, histórico e cultural dos países escandinavos no qual nos essas pesquisas foram produzidas. Apesar dessas divergências em relação ao contexto brasileiro, há apenas duas décadas os estudos nacionais se iniciaram. Acredita-se ser de extrema relevância expor alguns fundamentos básicos desse trabalho inovador que obteve resultados encorajadores na década de 1970 e que, ainda na atualidade, norteia as pesquisas sobre o
Esse programa não só protegeu as crianças e adolescentes na escola, mas também combateu a ocorrência de condutas antissociais nas instituições educacionais. Seus objetivos alcançados, com resultados excelentes, foram:
a. reduzir ou eliminar tanto o bullying direto: a agressão física e o ataque verbal como o bullying indireto: o isolamento social e a redução da autoconfiança; b. alcançar uma melhor relação entre os pares na escola;
c. criar condições que permitam às vítimas e aos agressores exercer seus papéis funcionalmente melhor dentro e fora do contexto escolar.
Também houve benefícios para os pais na forma de uma redução do comportamento antissocial relativo aos colegas, por exemplo, vandalismo, condutas agressivas e outros problemas escolares.
As estratégias preventivas propostas por Olweus contemplaram, também, outros tipos de violência como, por exemplo, as atividades antissociais que são registradas nas regiões do entorno da escola. Portanto, o alcance desse programa vai além do ambiente escolar.
Para a família, o programa de Olweus contribuiu na redução do comportamento antissocial além do bullying, pois ele ajudou os pais no controle dos problemas de agressor e vítima, também no espaço doméstico e na comunidade.
Para os professores, foi constatada uma significativa melhora no “Clima escolar” (school climate). O programa coloca em evidência que no bullying há a necessidade de uma intervenção de pessoas capacitadas em lidar com situações específicas do fenômeno.
A apresentação desse programa de combate ao bullying foi realizada inicialmente em 20 escolas com a participação de 540 docentes. Era crucial que, antes do início da intervenção, se soubesse a opinião dos professores envolvidos e se haveria a disponibilidade e a possibilidade de realização da proposta e, ainda, se cada um
gostaria de utilizá-la na sua prática educativa. O corpo docente de cada instituição educacional selecionada considerou o programa adequado e aplicável.
A conscientização dos problemas do fenômeno por parte deles foi considerada como pré-requisito fundamental para obtenção de resultados satisfatórios, como também o envolvimento dos professores nas atividades sugeridas pelo autor.
O êxito do programa está vinculado ao reconhecimento do término desse tipo de violência e à eficácia da rede de apoio dos adultos envolvidos para atingir este objetivo principal: a eliminação do bullying.
Quanto à instauração do programa, o ideal é que a própria direção da escola exerça o apoio necessário para que isto ocorra. No entanto, se, por ventura, este apoio da diretoria não ocorrer, existe a possibilidade de um professor com a devida autonomia exercer essa função mediadora de apoio ao projeto antibullying. Enfim, se a direção da escola se mostrar contrária ao programa, mesmo assim os professores adeptos à causa podem, de forma personalizada, exercitar alguns itens específicos do programa dentro da sua sala de aula.
As medidas preventivas desenvolvidas nesse Programa de Intervenção ultrapassaram o âmbito do país em que foi executado. Olweus, além de membro do Centro de Estudos Avançados sobre Ciências Comportamentais de Stanford nos Estados Unidos, influenciou também trabalhos na América, Europa e Ásia.
A prevenção ocorre em diversos níveis: na escola, na sala de aula, com o agressor individual, com as vítimas e com os seus respectivos pais. As estratégias devem atingir todo o contexto da instituição educacional e reforçar importância de se ter um ETHOS, ou seja, uma identidade escolar compartilhada por todos.
A inclusão da família nessa intervenção preventiva teve resultados encorajadores, mostrando como é extremamente importante o envolvimento familiar no combate aos problemas de agressor e vítima.
A participação dos professores, como foi dito anteriormente, é um pré-requisito ímpar. Os docentes formam grupos de ação para que o projeto entre em prática e seja contínuo. Assim, um grupo representativo exerce ações necessárias ao desenvolvimento do processo de socialização dos alunos e de suas respectivas famílias, por meio de tarefas específicas para atingir os objetivos definidos no plano e, também, de um trabalho junto às famílias com reuniões sistemáticas mediadas pela equipe educacional responsável por tais ações.
Faz parte do programa, também, a instauração de uma maior supervisão e monitoramento através de adultos treinados para intervir em situações de vitimização, durante os horários de recreio e intervalos de aula, tendo como meta a melhora do ambiente escolar. É importante ressaltar que não adianta a escola, que aderiu ao projeto, apenas acrescentar adultos nesses espaços escolares. Olweus (1993) ressalta que, no bullying, há a necessidade de uma intervenção de pessoas capacitadas. Portanto, esse combate deve ser feito por adultos preparados para identificar e intervir em situações de bullying e outras formas de violência escolar. Além disso, é necessário o esclarecimento dos alunos de maneira eficaz de que a conduta do bullying não será mais aceita na instituição educacional. Após a identificação dos envolvidos, seus professores também deverão ser comunicados. Assim, eles ficarão cientes de quais alunos estão envolvidos nos problemas de agressor e vítima.
Para aumentar a segurança dos alunos, os adultos que supervisionam devem trocar informações sobre os acontecimentos que ocorrem durante o recreio. O professor que observa o bullying ou as tentativas do fenômeno deverá, além de interferir, também reportar o incidente para o professor da sala de aula do aluno envolvido. Desse modo, as tendências em relação à prática das intimidações podem ser descobertas e contra- atacadas mais precocemente.
O resultado dessa rede de comunicação entre os adultos treinados é que os docentes ou funcionários, que as vezes estejam ausentes durante as ocorrências dos episódios de bullying, possam, por meio dessa rede de comunicação, prestar mais atenção em seus alunos, e assim perceberem melhor o fenômeno, impedindo o seu aumento.
Mas, se ao invés disso, o professor banalizar o problema e não intervir a tempo, a consequência será um incentivo aos agressores porque nenhuma sanção adequada à situação será aplicada aos agressores. Portanto, a intervenção por adultos, de forma determinada e consistente, estabelece uma atitude importante: “Não
aceitamos bullying”. Essa intervenção manda um sinal claro para ambos, os agressores e os outros alunos que possam estar envolvidos em atividades de
bullying, mesmo os observadores ao assistirem a essa violência. As pesquisas
brasileiras confirmam essas situações. Nelas foi constatado que os próprios observadores podem influenciar diretamente na ocorrência do bullying, assumindo diferentes papéis durante a sua prática: seja intervindo e ajudando as vítimas, seja apoiando e incentivando os autores. Além disso, há a constatação de que a intervenção por parte dos adultos, nesses momentos críticos, é rara (FANTE, 2005; LOPES NETO, 2011).
Para Olweus, o bullying tende a ocorrer mais frequentemente em certas partes do
playground do que em outras. Além do pátio, os banheiros também são “áreas de risco”, e devem receber atenção extra. Outras áreas afastadas do pátio da escola onde o bullying pode acontecer, com pouca chance de intervenção dos adultos, deve receber uma vigilância especial ou serem interditadas se possível. Nas pesquisas brasileiras, o local de maior ocorrência do bullying foi a sala de aula, resultado que divergiu em relação às pesquisas pioneiras da Escandinávia (CUBAS, 2006a ; LOPES NETO, 2011).
Olweus ressalta que o seu programa antibullying deverá ser adaptado para cada instituição educacional e enfatiza que não lhe cabe tomar nenhuma posição do quanto de supervisão pode ser razoavelmente exigida dos professores. Esse é um problema para a negociação entre os gestores e os docentes de cada escola. O fator importante aqui é que a escola deve fornecer uma boa supervisão aos alunos por parte dos adultos, sejam eles professores ou outros profissionais da equipe. Outra medida que na época foi inédita e eficaz em situações de vitimização foi a denúncia por contato telefônico dentro da própria escola. O recomendado era que ela ocorresse de forma anônima para que a vítima fosse preservada de sofrer represálias.
Para Olweus, a situação ideal seria que o estudante vitimizado na escola abordasse naturalmente os problemas com seus pais, com os professores ou com ambos. Infelizmente, no entanto, o aluno agredido é, geralmente, ansioso e inseguro e não ousa dizer a ninguém sobre a situação. É o chamado “pacto de silêncio”, em parte por medo de vingança pelos seus agressores.
Alguns autores ressaltam a necessidade de investigação científica com relação aos observadores, porque eles representam uma grande parcela dos estudantes envolvidos no bullying e assim novas estratégias de prevenção poderiam ser estabelecidas (RODRIGUES PIEDRA et al. 2006).
Para Olweus (1993), é também possível que a vítima e seus pais tragam o problema para a atenção do professor da sala de aula, mas pode ocorrer que esse mesmo problema seja banalizado pelo docente não treinado para detectar o bullying.
Devido a essas questões, o contato telefônico sigiloso pode auxiliar os envolvidos como também suas famílias.
No contexto dos estudos de Olweus, há na escola um psicólogo e/ou um assistente social, o que geralmente não ocorre nas instituições públicas ou privadas brasileiras. Assim, levando em consideração essas diferenças, segundo o autor, uma estratégia adequada seria estabelecer com o psicólogo ou mesmo com um determinado professor, a disponibilização de um determinado horário para esse tipo de atendimento telefônico específico de suporte aos envolvidos no bullying. No entanto, se houver uma situação de maior gravidade, novos contatos podem ser feitos para que os envolvidos obtenham suporte para uma determinada situação ou mesmo uma convocação presencial com agendamento previsto com todos os envolvidos na situação de bullying escolar, visando à solução do conflito instaurado.
Os professores devem participar de grupos que tenham o objetivo de desenvolver atividades para melhorar o ambiente escolar. O objetivo é dinamizar o projeto e também melhorar o ambiente escolar. Esse grupo deve ser formado por cinco a 10 professores, que se reunirão de forma sistemática para relatarem e buscarem juntos soluções para os problemas de agressor e vítimas nos quais estão envolvidos em
sua prática, estabelecendo, assim, um “grupo de apoio”; com base nas experiências relatadas, eles identificam os problemas, se apoiam e ficam mais motivados a praticar o combate às situações de violência entre alunos. Além disso, essa rede de apoio mútuo fornece maior segurança e preserva o professor diante das situações adversas.
Uma cooperação bem próxima entre escola e família é claramente desejável se os problemas de agressor e vítima querem ser eficientemente contra-atacados. A cooperação pode ser organizada através de encontros de pais e professores, do qual todos os pais da escola sejam convidados a participar. O objetivo da interação escola / família é a participação das famílias nas respectivas reuniões sobre o tema; colaboração deles para resolução dos problemas dos alunos; incentivo à demanda de ajuda na escola para qualquer suspeita de envolvimento dos filhos no bullying como agente do fenômeno (vítima, agressor ou observador). Na perspectiva da interação família-escola, sabe-se que, quanto maior a relação de apoio mútuo, maior a probabilidade de êxito do programa antibullying.
Com relação à denúncia, é de suma importância a proteção e o apoio às vítimas para que elas se sintam livres para denunciar os agressores. O professor treinado saberá recrutar a ajuda dos alunos “neutros” (observadores) para dar um suporte positivo às vítimas. A escola deve estar preparada para lidar com situações de denúncia, caso contrário a situação poderá piorar com a instauração de insegurança nas vítimas.
No contexto da sala de aula, um importante auxílio no combate aos problemas de agressor e vítima é a criação de um “clima social” eficiente nas salas. Portanto, o professor e os alunos devem estar de acordo com poucas regras simples quanto ao
bullying. Embora devam já existir algumas regras gerais da escola e guias de
comportamento (linhas de comportamento inseridas dentro do próprio regimento interno da escola, como o estatuto do aluno), é de grande importância criar um conjunto de regras focando especificamente o bullying – tanto o direto quanto o indireto. Essas regras devem ser expressas de maneira o mais objetiva possível, firmando-se uma espécie de “contrato” com a turma. Após serem acordadas, devem ser afixadas nos quadros de aviso ou em algum outro lugar visível. O professor atua
como o mediador no debate sobre o tema na sala de aula, favorece a compreensão dos alunos sobre a gravidade do comportamento agressivo e suas consequências. Para se trabalhar a falta de conscientização do problema, que muitos alunos apresentam, podem-se utilizar várias ferramentas pedagógicas, que são desde textos literários até formas lúdicas de expressão como o teatro. Uma interpretação mais realista dos alunos pode ser de grande valor para se transferir a situação real do bullying. A encenação seguida para uma discussão em sala na qual se traga a realidade da peça para a realidade escolar. Assim, a utilização de dinâmicas que favoreçam a socialização fará com que, gradualmente, uma compreensão comum de como as regras devem ser interpretadas surja. Será mais fácil inserir os incidentes de bullying dentro de um contexto próprio.
As gratificações ou as sanções vão depender do resultado do comportamento dos alunos. As gratificações feitas através de elogios pelo professor funcionam como um incentivo aos alunos para apresentarem boas relações com os colegas e fortalecendo a relação professor/aluno.
Já as sanções devem ser bem administradas pelo docente, porque há a necessidade de se punir o aluno que não cumprir as regras estabelecidas na turma, mas, ao mesmo tempo, elas devem ser adotadas de forma a causarem desconforto nos alunos envolvidos sem ser agressivas. O importante é deixar claro que o professor está aplicando a sanção por causa de tal comportamento.
É importante para a turma ter um fórum de discussão para que haja o desenvolvimento e o esclarecimento das regras da turma contra o bullying e os tipos de sanções por violarem as regras. O conteúdo e a estrutura da reunião de turma são, de alguma forma, dependentes da idade e da maturidade dos alunos. Uma grande parte desses encontros de turma poderia talvez ser dedicado às relações sociais dentro da turma e na escola. Isso quer dizer, diferentes aspectos de interação entre os alunos, e interação entre alunos e adultos, para se promover uma intimidade maior, contato face a face entre os membros do grupo. A reunião de grupo deve ser organizada de certa forma que os alunos e o professor se sentem em cadeiras em círculos ou semicírculo. O professor é o líder natural do grupo. Os encontros da turma devem ser realizados regularmente, talvez uma vez por semana.
O aprendizado cooperativo é outro método de ensino sugerido para ser aplicado em sala de aula. Pesquisas têm mostrado que o método tem efeitos favoráveis não somente no aprendizado como na realização e também em outras áreas. Os estudantes que participam de grupos cooperativos tendem a aceitar mais as regras e ter uma posição mais positiva em relação um ao outro, a serem mais úteis e prestativos uns com os outros e a desenvolver menos preconceitos em relação aos membros do grupo de outras raças e nacionalidades do que as outras crianças e adolescentes. Nesse método, os alunos trabalham em pequenos grupos em tarefas comuns. Em suas instruções, o professor deve deixar claro para os alunos que é a
performance do grupo que conta e será avaliada. O objetivo é criar uma
dependência interativa positiva entre os alunos. A divisão dos grupos é muito importante, deve ser evitado que alunos que estejam em conflito permaneçam juntos durante o aprendizado cooperativo. Essas atitudes entre alunos foram trabalhadas em um programa pioneiro que ocorreu no Brasil, no início do século XXI, desenvolvido entre alunos. Algumas estratégias utilizadas no contexto da sala de aula basearam-se nos valores humanos da tolerância e da solidariedade que serão aprofundados mais adiante, ao se abordar a experiência brasileira com relação ao fenômeno bullying.
No programa antibullying de Olweus, a participação da família pode ser necessária em alguns momentos e nas atividades extraclasse. A intervenção dos pais ou responsáveis é sempre um método efetivo de influenciar no declínio do comportamento antissocial das crianças e dos adolescentes. O resultado do trabalho no nível da sala de aluna deve ser incluído nas reuniões de pais e mestres. Ao mesmo tempo, a interação família/escola deve ser mantida e aconselha-se que haja a participação dos pais neste processo de andamento do programa antibullying sempre que for necessário.
No âmbito individual, primeiramente é necessário estabelecer uma conversa séria entre o professor e os alunos envolvidos no bullying. O professor treinado, assim que perceber algum problema de agressor e vítima, deve intervir com diálogo entre os agentes do fenômeno para que ele cesse. O problema deve ser avaliado pelo professor, porque às vezes ele se resolve nessa conversa séria inicial ou a
gravidade da situação pode exigir outras atitudes, como encaminhamento do aluno para ajuda profissional. Seja qual for a situação, o sigilo deve ser sempre mantido para que haja a preservação da vítima. Se o agressor não colaborar em interromper as agressões, ele deve ser encaminhado à direção para uma conversa e/ou com os pais dos alunos envolvidos. O professor deverá avaliar cada situação e buscar a estratégia mais adequada para a resolução do problema. Outros profissionais da escola podem participar e ajudar nessas situações, por exemplo, o psicólogo ou outro professor da escola.
O papel da família já mencionado é de suma importância para todos os participantes do bullying. No caso dos agressores, os pais devem mostrar-lhes que não toleram esse tipo de conduta, e não se deve usar qualquer tipo de punição física. O importante é que, através do diálogo, o agressor mude o ser comportamento inadequado. Os pais das vítimas devem proporcionar ao filho a percepção de uma nova dinâmica no seu comportamento, ajudando-o na recuperação da sua autoconfiança e incentivando-o no desenvolvimento dos seus potenciais. Partindo disso, a vítima poderá ter uma nova imagem de si mesmo, desenvolver outras atividades e buscar novas amizades.
Conforme a gravidade dos conflitos entre agressor e vítima, a escola poderá intervir e realizar grupos de discussão, orientados por um terapeuta, com a participação das vítimas, agressores e seus pais, ou mesmo dividi-los de acordo com grupos que tenham problemas semelhantes.
Por muitas razões, é preferível resolver um problema identificado de agressor e vítima no local, usando as medidas descritas dentro da sala e da escola. Mas, se os problemas persistirem, apesar das repetidas tentativas de resolvê-los, uma mudança de classe ou de escola poderia ser uma solução.
A primeira solução a considerar deveria ser mudar o aluno agressor e não a vítima. No entanto, se tal solução não for viável, a possibilidade de mover a vítima para uma outra turma ou para uma outra escola deve ser considerada se tal arranjo parecer promissor. Sob todas as circunstâncias, tais mudanças devem ser planejadas
cuidadosamente e preparadas com os professores envolvidos e pais, consultando- se uns aos outros. Desse modo, as chances de resultados positivos aumentarão. Os resultados alcançados segundo Olweus, no seu programa antibullying, mostraram que as mudanças positivas ocorreram num período de dois anos ou mais. Houve uma redução de 50% com relação ao bullying. Além da diminuição do fenômeno, houve também a diminuição de outros tipos de violência escolar: vandalismo, furtos, roubos, agressões físicas, problemas com álcool e a rejeição da escola. Houve uma melhora no “clima escolar”: melhorou o processo de socialização dos alunos através de uma convivência menos conflitiva e atitudes positivas em relação ao rendimento escolar.
Além disso, Olweus constatou que, nos programas de intervenção que antecederam ao seu e nos quais os resultados obtidos foram insatisfatórios, isso ocorreu devido