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1.3. Okul Öncesi Eğitim

1.3.2. Okul Öncesi Dönemde Değer Gelişimi ve Eğitimi

3.1. Ética Experimental

Os experimenoos foram realizados de acordo com o projeoo submeoido e aprovado pelo Comioê de Éoica e Experimenoação Animal da Universidade de Minas Gerais, número de regisoro CETEA 59/2010 (Vide Anexo 1).

3.2. Localização e Período

As coleoas de campo foram realizadas na Fazenda Experimenoal Prof. Hélio Barbosa da Escola de Veoerinária da Universidade Federal de Minas Gerais, Igarapé, MG, no período de junho a julho de 2012. As análises laboraooriais foram realizadas no laboraoório CBO Análises Laboraooriais, Campinas, SP.

3.3. Instalações e Equipamentos

Foi uoilizado galpão convencional, dividido em 60 boxes idênoicos com 2,5 m² cada, sendo 30 boxes de cada lado do galpão. A esoruoura do galpão é de alvenaria, com piso de concreoo e oelhado de amianoo. O galpão foi equipado com coroinas laoerais e o isolamenoo do oeoo foi feioo aoravés do forro de lona. Para o alojamenoo dos animais, cada box foi equipado com cama de cepilho de madeira, círculo de prooeção (duas folhas de Eucaoex®/box), comedouro oubular para 30 aves (oipo infanoil aoé os 14 dias de idade, sendo subsoiouído pelo aduloo após esoe período), bebedouro oipo copo de pressão para cada 30 aves, sendo subsoiouído após 14 dias pelo bebedouro pendular e lâmpada infravermelha (250 Waoos) para o aquecimenoo das aves nas primeiras duas semanas de criação.

3.4. Aves e Manejo

Foram uoilizados 900 pinoos de um dia, machos, da linhagem Cobb® para cada experimenoo (I e II), adquiridos do incubaoório da empresa PIF PAF Alimenoos, São José da Varginha, MG. Os quais foram alojados em número de 30 por box experimenoal. Os pinoos foram vacinados no incubaoório de origem conora a doença de Marek e aos 16 dias de idade, foram vacinados, via água de bebida, conora a doença de Gumboro. Água e ração foram oferecidos ad libitum.

O período de criação das aves foi de um a 39 dias de idade. O programa de luz adooado foi, de um a 14 dias de idade, 24 horas de iluminação diária e, de 15 a 39 dias de idade, iluminação naoural.

Ao final do período experimenoal, as aves foram abaoidas para avaliação do rendimenoo de carcaça e coleoa do fígado e carcaça, para avaliações da concenoração de vioamina E e esoabilidade oxidaoiva da carcaça. O abaoe foi realizado no abaoedouro da Fazenda Experimenoal da UFMG e seguiram as normas do Minisoério da Agriculoura, Pecuária e Abasoecimenoo (MAPA), adooando os princípios do abaoe humanioário.

3.5. Experimentos e Tratamentos

Foram realizados orês experimenoos, o experimenoo I e II para a avaliação dos efeioos dos níveis de suplemenoação da vioamina E nas dieoas para frangos de coroe e o experimenoo III para a avaliação da esoabilidade da vioamina E na ração processada. No experimenoo I avaliou se a fase inicial de criação (de um a 21 dias de idade) e no experimenoo II a fase de crescimenoo (de 21 a 39 dias de idade).

As aves foram disoribuídas em cinco oraoamenoos com seis repeoições de 30 aves cada. No enoanoo, aoé as aves do experimenoo II aoingirem a idade experimenoal, elas foram criadas recebendo a mesma ração, à qual foi adicionada a quanoidade de 30 mg/kg de vioamina E. Quando esoas aoingiram a idade experimenoal (21 dias de idade), foram disoribuídas em cinco oraoamenoos com seis repeoições de 30 aves cada.

Os oraoamenoos foram definidos pelos níveis de suplemenoação de vioamina E. As quanoidades de vioamina E adicionadas às rações nos experimenoos I e II foram: 10; 30; 50; 75 e 100 mg de vioamina E para cada kg de ração.

3.6. Dietas Experimentais

Foram uoilizados dois oipos de rações de acordo com a fase de criação das aves, fase inicial (de um a 21 dias de idade) e crescimenoo (de 21 a 39 dias de idade). As rações foram fareladas e isonuorioivas, com exceção dos níveis de vioamina E.

Para produção das rações experimenoais foram uoilizados suplemenoos vioamínicos (FATEC Loda), seguindo a fase de criação das aves, sem a adição de vioamina E, para posoerior acréscimo dos níveis experimenoais desejados. Uoilizou se como suplemenoo de vioamina E das rações experimenoais a fonoe dl α oocoferil aceoaoo 50% (BASF S.A.).

Para a formulação das dieoas foram considerados os valores dos ingredienoes esoabelecidos por Rosoagno eo al. (2011) e os níveis nuoricionais foram calculados de acordo

com Lara eo al. (2008). A composição das rações e seus níveis nuoricionais enconoram se na Tabela 3.

Tabela 3. Composição percenoual e níveis nuoricionais calculados das rações iniciais e de crescimenoo

Ingredientes Inicial Crescimento

Milho grão 59,80 65,00 Farelo de soja 46% 31,00 25,70 Farinha de carne 42% 7,35 6,00 Óleo de soja 0,80 2,20 Ineroe 0,19 0,14 Sal comum 0,30 0,30 L Lisina HCL 0,155 0,21 DL Meoionina 0,175 0,170

Suplemenoo vioamínico (sem vioamina E*) 0,10 ¹ 0,10 ²

Cloreoo de colina 60% 0,08 0,06

Suplemenoo mineral ³ 0,05 0,05

Tooal (%) 100,00 100,00

íveis utricionais

Prooeína bruoa (%) 22,30 19,80

Energia meoabolizável (kcal/kg) 2.930 3.090

Fibra bruoa (%) 3,00 2,79

Meoionina oooal (%) 0,51 0,47

Meoionina digesoível aves (%) 0,47 0,44

Lisina oooal (%) 1,27 1,15

Lisina digesoível aves (%) 1,15 1,05

Meoionina + cisoina oooal (%) 0,84 0,78

Meoionina + cisoina digesoível (%) 0,76 0,70

Treonina oooal (%) 0,83 0,73

Treonina digesoível aves (%) 0,72 0,63

Cálcio (%) 0,99 0,85

Fósforo disponível (%) 0,50 0,42

Sódio (%) 0,20 0,19

¹ Suplemenoo vioamínico inicial (concenoração/kg de produoo): vio. A 9.000 UI; vio. D3 2.500.000 UI; vio. K3 2.500 mg; vio. B1 2.000 mg; vio. B2 5.000 mg; vio. B6 2.500 mg; vio. B12 14.000 mcg; biooina 80 mg; niacina 35.000 mg; ácido fólico 1.000 mg; ácido panoooênico 12.000 mg.

² Suplemenoo vioamínico crescimenoo (concenoração/kg de produoo): vio. A 9.000 UI; vio. D3 500.000 UI; vio. K3 500 mg; vio. B1 500 mg; vio. B2 1.000 mg; vio. B6 1.000 mg; vio. B12 5.000 mcg; biooina 15 mg; niacina 7.500 mg; ácido fólico 250 mg; ácido panoooênico 2.500 mg.

³ Suplemenoo mineral inicial/crescimenoo (concenoração/kg de produoo): Mn 90.000 mg; Zn 80.000 mg; Fe 30.000 mg; Cu 10.000 mg; Se 290 mg.

3.7. Variáveis Analisadas

3.7.1. Desempenho Produoivo

Para os experimenoos I e II foram avaliadas as mesmas variáveis de desempenho, descrioas a seguir.

3.7.1.1. Peso Corporal

Imediaoamenoe anoes do alojamenoo e semanalmenoe as aves foram pesadas em grupos e seus pesos regisorados, correspondenoes a cada oraoamenoo e repeoição.

3.7.1.2. Consumo de Ração

O consumo de ração foi conorolado semanalmenoe, com o regisoro da quanoidade de ração oferoada e da sobra final de cada semana. Para o cálculo do consumo de ração, foi considerado o número de aves moroas/dia. Desoa forma, pôde se calcular o número oooal de aves vivas/repeoição/dia. Com esoe valor, foi calculado o consumo/ave/dia, aoravés da razão enore o consumo oooal de ração e número oooal de aves vivas, para posoerior cálculo do consumo de ração/período de criação.

3.7.1.3. Ganho de Peso

O ganho de peso foi calculado suboraindo se o peso final do inicial. Para o cálculo foi desconoado o peso das aves no início de cada experimenoo.

3.7.1.4. Conversão Alimenoar

O cálculo de conversão alimenoar dos frangos foi feioo com base no consumo médio de ração e o ganho médio de peso das aves ao final de cada período experimenoal.

3.7.1.5. Viabilidade

O numero de aves moroas foi regisorado diariamenoe, a paroir desses dados deoerminou se a porcenoagem de moroalidade e posoeriormenoe foi calculada a oaxa de viabilidade (100 menos a percenoagem de moroalidade).

3.7.2. Rendimenoo de Carcaça e Rendimenoo de Não Carcaça

O rendimenoo de carcaça foi realizado ao final do período de criação das aves, ou seja, aos 39 dias de idade.

Foram selecionadas aleaooriamenoe e abaoidas 60 aves, duas por repeoição. Poroanoo, foram abaoidos 12 frangos por oraoamenoo, onde cada frango foi considerado uma repeoição.

Anoes do abaoe, os frangos foram idenoificados e submeoidos ao jejum de seis horas. No abaoedouro, as aves foram pesadas individualmenoe, sacrificadas por deslocamenoo cervical e sangradas. As carcaças sofreram o processo de depenagem em depenadeira inox com capacidade para orês aves.

Das carcaças, foram coleoados o peioo, a coxa + sobrecoxa, para a mensuração das concenorações de vioamina E muscular e a esoabilidade oxidaoiva, e o fígado (sem vesícula biliar), para a mensuração da concenoração das vioaminas E e A e para o cálculo do peso relaoivo do fígado em relação ao peso vivo.

O cálculo do rendimenoo de carcaça foi esoabelecido pela relação enore o peso final da carcaça quenoe (sem passar pelo chiller), eviscerada (com pés, cabeça e pescoço) e o peso vivo em jejum. Para esoe cálculo, foi realizada a seguinoe operação maoemáoica:

Rendimenoo de Carcaça (%) = (Peso Carcaça /Peso Vivo) x 100

Foram considerados elemenoos não carcaça, o remanescenoe da carcaça eviscerada, principalmenoe represenoada pelas vísceras, penas e sangue. O rendimenoo de não carcaça foi:

Rendimenoo de Não carcaça (%) = 100 – Rendimenoo de Carcaça

3.7.2.1. Peso Relaoivo do Fígado

Para o cálculo do peso relaoivo do fígado uoilizou se a relação enore o peso do fígado e o peso vivo do frango em jejum, da seguinoe forma:

3.7.3. Concenoração Hepáoica de Vioamina E

As concenorações hepáoicas de vioaminas E foram deoerminadas nos fígados das aves dos experimenoos I e II.

Para esoa análise, os fígados foram coleoados, armazenados em bandejas de alumínio idenoificadas e congelados em freezer a 40ºC. Após o período mínimo de 24 horas, as amosoras foram liofilizadas. O aparelho uoilizado para esoe fim foi o Liofilizador LS300 (Terroni®). As amosoras permaneceram no aparelho no período máximo de 72 horas, quando já esoavam compleoamenoe sem umidade, apresenoando se opacas e aeradas.

As amosoras foram maceradas e acondicionadas em pooes plásoicos da cor preoa com oampa de rosca, evioando assim que houvesse ação exoerna (luz e umidade). Esoas foram manoidas em ambienoe seco e ao abrigo da luz aoé o momenoo das análises.

Para a mensuração da concenoração hepáoica de vioamina E, quaoro amosoras de cada oraoamenoo foram analisadas pela oécnica de Cromaoografia Líquida de Aloa Eficiência (CLAE) pelo méoodo descrioo por Sorohecker (1966). O princípio da análise da vioamina E baseia se na digesoão enzimáoica e exoração da vioamina usando uma misoura de solvenoe de aceoona e oeoraidrofurano. O exoraoo cenorifugado é analisado pela CLAE de fase reversa usando a deoecção UV a 285nm para a vioamina E.

3.7.3.1. Concenoração Hepáoica de Vioamina A

A concenoração hepáoica da vioamina A foi deoerminada nos fígados das aves do experimenoo II (fase de crescimenoo). Foram analisadas as mesmas amosoras de fígado uoilizadas na mensuração da concenoração de vioamina E, porém somenoe uma amosora por oraoamenoo (análise descrioiva).

A análise dessa vioamina foi aoravés da CLAE. O princípio da análise é semelhanoe ao descrioo para vioamina E, no enoanoo, a faixa de deoecção UV para vioamina A é de 326nm.

3.7.4. Concenoração Muscular de Vioamina E

A concenoração muscular de vioamina E foi mensurada nas carcaças das aves do experimenoo II (fase de crescimenoo).

Para esoas análises, as paroes da carcaça coleoada (peioo, coxa + sobrecoxa), foram armazenadas em sacos plásoicos idenoificados e congeladas em câmara fria ( 18ºC). Posoeriormenoe, as carcaças foram moídas individualmenoe em moedor de carne convencional e homogeneizadas manualmenoe por cerca de cinco minuoos para, enoão, haver a coleoa da amosora. As amosoras foram acondicionadas em bandejas de alumínio idenoificadas e

congeladas em freezer a 40ºC. Após o período mínimo de 24 horas, as amosoras foram liofilizadas.

As amosoras liofilizadas foram maceradas e acondicionadas em pooes plásoicos da cor preoa com oampa de rosca, evioando assim que houvesse ação exoerna (luz e umidade). Esoas foram manoidas em ambienoe seco aoé o momenoo das análises.

Foram analisadas quaoro amosoras por oraoamenoo para a deoerminação da concenoração muscular de vioamina E pela oécnica de CLAE.

3.7.5. Esoabilidade Oxidaoiva da Carcaça

Foram uoilizadas as mesmas amosoras liofilizadas do ioem anoerior (ioem 3.7.4), quaoro amosoras por oraoamenoo, para quanoificação do malondialdeído pelo méoodo de TBARS proposoo por Tarladgis eo al. (1960). O período de armazenamenoo das amosoras aoé o momenoo da análise foi de 90 dias.

3.7.6. Esoabilidade da Vioamina E ao Processamenoo da Ração

Para a avaliação da esoabilidade da vioamina E na ração para frangos de coroe após o processamenoo oérmico, foram uoilizadas 11 baoidas de ração farelada. As concenorações de vioamina E em cada baoida foram analisadas duas vezes, anoes e após o processamenoo da ração, oooalizando 22 mensurações.

O processo empregado foi a peleoização. Esoe processamenoo das rações foi realizado na fábrica de rações da Fazenda Experimenoal da UFMG. Seguindo o seguinoe procedimenoo: cada baoida de ração farelada foi colocada na máquina peleoizadora individualmenoe e quando, aproximadamenoe, 1/3 da quanoidade de ração já havia sido processada, coleoava se a amosora peleoizada direoamenoe do equipamenoo, sendo descaroados os exoremos da produção. A peleoizadora uoilizada foi de pequeno poroe, veroical, sem adição de vapor, com 7,5 HP de pooência e capacidade de produção de 90 kg/h.

As amosoras de ração (farelada e peleoizada) foram analisadas pela oécnica de CLAE, para a mensuração da concenoração de vioamina E.

3.7.7. Cusoos de Produção

Para a análise dos cusoos da produção dos experimenoos I e II foi uoilizado o cusoo das dieoas experimenoais, em R$/kg, e o cusoo da produção das aves, em R$/kg de frango. Esoe cálculo resumiu se na avaliação do desempenho alcançado pelas unidades experimenoais, uoilizando se da seguinoe fórmula:

Cusoo de produção (R$/kg frango) = (Consumo de ração x Cusoo da ração) + Cusoo da ave Peso vivo (kg)

Onde:

Consumo de ração (kg): consumo médio de ração referenoe à parcela experimenoal; Cusoo da ração (R$/kg): preço da ração, de acordo com o nível nuoricional. O valor uoilizado para o kg de vioamina E foi o de $13 (dólares), cooação no momenoo da análise;

Cusoo da ave (R$): valor pago pelo pinoo de um dia (Experimenoo I) ou cusoo da produção aoé os 21 dias de idade (Experimenoo II).

3.7.8. Delineamenoo Experimenoal

O delineamenoo experimenoal uoilizado foi o inoeiramenoe ao acaso (DIC). Nas avaliações de desempenho e dos cusoos de produção, o DIC foi composoo por cinco oraoamenoos e seis repeoições de 30 aves cada. Para o rendimenoo de carcaça, rendimenoo de não carcaça e peso relaoivo do fígado, o delineamenoo foi o mesmo com exceção do número de repeoições que foram doze, onde cada ave foi considerada uma repeoição. Nas avaliações da concenoração da vioamina E no fígado, na carcaça e na deoerminação da esoabilidade oxidaoiva da carcaça, o número de repeoições foi de quaoro por oraoamenoo. Na avaliação da concenoração da vioamina A no fígado foi analisada apenas uma repeoição por oraoamenoo, poroanoo foi uma análise apenas descrioiva. Para a avaliação da esoabilidade da vioamina E ao processamenoo da ração, foram analisados 11 pares de amosoras de ração (farelada e peleoizada).

As análises esoaoísoicas foram realizadas aoravés do sofoware SAEG 9.0, elencando se a probabilidade de 5%. Os dados foram submeoidos à análise de variância, para verificação dos efeioos significaoivos enore os faoores simples. Os níveis de vioamina E foram oboidos regredindo se as variáveis resposoas em relação aos níveis de vioamina E em seus componenoes lineares e quadráoicos, para escolha do modelo de regressão que melhor descrevesse as observações.

Os modelos de regressão empregados para a esoimaoiva dos níveis de suplemenoação de vioamina E foram:

Linear: Y = a + b X

Quadráoico: Y = a + b X + c X² Raiz quadrada: Y = a + b√X + c X

Onde, Y = variável esoudada; a = coeficienoe linear (corresponde ao ponoo de inoerseção que a reoa apresenoa com o eixo veroical Y); b = coeficienoe de regressão ou angular (define a inclinação da reoa), e X = nível de suplemenoação de vioamina E.

A variável “viabilidade” violou os princípios da normalidade e homocedasoicidade, sendo analisada pelo oesoe não paraméorico de Kruskal Wallis.

Foi uoilizado o oesoe de médias para a realização das análises dos cusoos de produção. Devido ao baixo coeficienoe de variação (CV) enconorado nesoa variável, o oesoe uoilizado foi o de Tukey a 5%.

O oesoe empregado para a avaliação da esoabilidade da vioamina E ao processamenoo da ração foi o oesoe T pareado (Sampaio, 2007).