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OÖGM, DÖGM ile MTÖGM Bağlı Okullarda KiĢilik Özellikleri Ölçeği Açımlayıcı Faktör Analiz

Beş Faktör Kişilik Özellikleri (Büyük Beşli)

H 5 c Öğretmenlerin kiĢilik özelliklerinin normatif bağlılıkları ile olan iliĢkisinde örgütsel adalet algılarının aracılık rolünün etkisi vardır.

5.2 ARAġTIRMANIN BULGULAR

5.2.4 Açımlayıcı Faktör Analiz

5.2.4.2 OÖGM, DÖGM ile MTÖGM Bağlı Okullarda KiĢilik Özellikleri Ölçeği Açımlayıcı Faktör Analiz

A dinâmica do mercado de trabalho peruano se acentua a partir de 1990, período em que o governo peruano implementa um drástico programa de estabilização econômica. Em 1991, deu-se um conjunto de reformas trabalhistas com o objetivo de aumentar o emprego, entre elas, a redução dos custos de demissão, através da redução dos encargos por indenização e a eliminação da estabilidade trabalhista, o que facilitou contratações temporárias. Todas estas medidas contribuíram para aumentar o emprego no Peru, especialmente o emprego autônomo. Também aumentou a mobilidade entre os estados de atividade, com a diminuição do número de ocupados permanentes ou por período determinado. Como comentado por Saavedra (1999, p. 5),

estas mudanças tiveram um efeito positivo sobre o crescimento do emprego assalariado nas empresas formais e o crescimento do emprego, em geral; o emprego temporário aumentou sua importância de maneira significativa (...). Apesar do crescimento global do emprego, alguns segmentos da força de trabalho, como os trabalhadores idosos acharam muito difícil sua inserção no mercado de trabalho, aumentando as suas taxas de desemprego e reduzindo as suas taxas de atividade.

Nestes últimos anos, o panorama do mercado de trabalho no Peru evidencia que os empregos são cada vez mais instáveis e de menor tempo de duração. A TAB. 4 mostra que, em 1995, do total das pessoas da PEA assalariada, 35,2% estavam empregadas na modalidade de contrato por prazo indeterminado; 30,8% eram eventuais e 32,5% trabalhavam sem nenhum tipo de contrato. Em 2001, apenas 26,3% do total de assalariados tinha contrato indefinido, ou seja, em seis anos, a proporção de ocupados que tinham estabilidade em seu emprego se reduziu em 8,9 pontos percentuais. Sendo que ocorreu um incremento na proporção de assalariados sem contrato, alcançando quase metade do total de assalariados (49,5%) no ano 2001. O panorama é ainda muito mais preocupante para o ano 2007, onde 55 de cada 100 ocupados trabalhavam sem contrato.

TABELA 4 - População ocupada assalariada de 14 anos e mais de idade, segundo tipo de contrato, Peru Urbano, 1995-2007

Tipo de contrato 1995 1997 2001 2005 2006 2007

Contrato indefinido 35,2 30,4 26,3 15,4 15,5 16,7

Contrato definido ou obra te 30,8 33,0 23,4 24,2 26,1 27,3

Sem contrato 32,5 34,1 49,5 59,2 57,6 55,2

Outro1/ 1,5 2,5 0,8 1,2 0,9 0,8

Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

1/ Inclui os que se encontram em estádio probatório. Fonte: INEI - Pesquisa Nacional de Domicílios, 1995-2007.

Por outro lado, a proporção de trabalhadores com menos de três meses de permanência no trabalho atual aumentou: passou de 17,4% em 1998 para 24,9% em 2001. Entretanto, a permanência por mais de um ano no trabalho atual foi

reduzida nestes últimos quatro anos em mais de 20 pontos percentuais, ao passar de 69,5%, em 1998, para 48,6%, em 2001. Em 2007, continuou diminuindo a porcentagem de ocupados que permanecem por mais de um ano no mesmo trabalho. Passou de cerca de 70 ocupados, em 1998, para 61 ocupados, enquanto os 39 ocupados restantes ou mudaram de ocupação, ou anteriormente eram desempregados ou estavam fora da PEA.

TABELA 5 - População total ocupada segundo tempo de permanência no trabalho atual, Peru Urbano, 1998-2007.

Permanência no trabalho atual 1998 1999 2001 2005 2006 2007 1-3 meses 17,4 17,9 24,9 18,5 18,2 21,6 4-6 meses 7,4 9,2 15,6 10,4 10,0 10,7 7-11 meses 5,7 6,8 10,9 5,8 5,9 6,6 Mais de 1 ano 69,5 66,1 48,6 65,3 65,9 61,1 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

Fonte: INEI - Pesquisa Nacional de Domicílios, 1998-2007.

A estrutura por categoria de posição na ocupação sofreu uma mudança significativa, como se observa na TAB. 6, passando de uma maior proporção de trabalhadores assalariados (operários e empregados), 49,6% em 1995, a uma menor proporção 43,7%, em 2001. As condições em 2007, ao que parece, foram favoráveis à geração de emprego assalariado, que ascendeu para 49,1%, ou seja, por cada 100 ocupados 49 eram assalariados (operario ou empregado). Os ocupados com posição da ocupação independente (autônomos e empregador ou patrão), em 1995, foram 39,9% e aumentaram para 43,4%, em 2001, ou seja, para cada 100 ocupados 43 deles dirigiam seu próprio negócio ou empresa. Em 2007, ao se aumentar o emprego assalariado, a porcentagem de ocupados independentes diminuiu para 38,8%.

TABELA 6 – População ocupada urbana de 14 anos e mais de idade, segundo categoria de ocupação, Peru urbano, 1995-2007

Categoría de ocupação 1995 1997 2001 2005 2006 2007

Operario 21,4 19,7 18,7 19,6 20,1 19,3

Empregado 28,2 28,3 25,0 27,3 28,6 29,8

Trab. independente 36,2 34,1 37,6 33,4 32,2 32,6

Emplegador ou patrono 3,7 5,6 5,8 6,1 5,4 6,2

Trab. Fam. não remunerado 5,7 7,1 7,8 8,3 8,1 7,0

Trabalhador domêstico 4,5 3,9 4,8 5,0 5,3 4,8

Outros 1/ 0,3 1,3 0,3 0,3 0,3 0,3

Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

Fonte: INEI - Pesquisa Nacional de Domicílios, 1995-2007.

Por outro lado, a proporção de trabalhadores familiares não remunerados, que aumenta quando o emprego diminui, passou de 5,7%, em 1995, para 7,8%, em 2001; em 2007, de cada 100 ocupados, sete desempenhavam trabalhos familiares não remunerados.

As informações precedentes sugerem que o mercado de trabalho peruano parece ser bastante dinâmico, ou seja, apresenta grandes variações nas porcentagens de permanência no mesmo emprego, na categoria da ocupação e os tipos de contrato que surgem produzem maior número de entradas e saídas do mercado de trabalho. Torna-se necessário, pois, estudar o comportamento do mercado de trabalho, com enfoque nessas transições, a fim de identificar e quantificar os fluxos realizados pelos indivíduos no mercado de trabalho. Com isto, será possível fornecer informações úteis para o desenho de políticas de emprego, visando uma maior permanência da PIA urbana peruana na condição de empregada ou ocupada, estabelecendo perspectivas futuras com base na estrutura demográfica da população.

Até 2007, a maioria dos estudos realizados no Peru sobre o comportamento do mercado de trabalho apresentava apenas um enfoque econômico, sem considerar as mudanças demográficas, sobretudo, na estrutura etária da população em idade ativa. Tais estudos explicam o comportamento do mercado de trabalho relacionando-o, geralmente, ao crescimento da economia e dando pouca ou nenhuma importância às mudanças da PIA.

Por outro lado, os indicadores do mercado de trabalho existentes, tais como a taxa de atividade, desemprego, emprego e subemprego, são estimados com informação de período, que dão conta apenas da situação do mercado de trabalho em determinado momento do tempo. Apesar da importância destes indicadores, eles não reproduzem totalmente o que acontece no mercado de trabalho peruano, ou seja, os movimentos contínuos que os indivíduos realizam entre os diferentes estados de atividade. Além disso, as estimativas de período medem estoques, ao passo que o estudo da mobilidade da força de trabalho forneceria indicadores baseados nos fluxos brutos entre os diferentes estados de atividade, complementando, desta forma, os estudos de período.

É assim que, aproveitando a existência de informação ainda não explorada sobre o estado de atividade da população em idade ativa para um período de 12 meses, de agosto de 2000 a julho de 2001, foi possível obter probabilidades de transição entre a condição de ativo e inativo, insumo básico para elaborar tabelas de vida de incremento e decremento.

3 PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO DA POPULAÇÃO