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D. Milliyetlerine Göre Kişiler

4. Metinler Arası İlişkiler

O próximo passo é cadastrar as máquinas da rede no domínio, o que precisa ser feito manualmente em cada cliente. Nas estações com o Windows XP Professional, acesse o "Painel de Controle > Sistema >

Nome do Computador" e use a opção "Alterar...". No menu seguinte,

defina o nome da máquina e indique o domínio. Para ter acesso a esta opção você deve estar logado na estação cliente como administrador, conforme Figura 7.8.

Na tela de identificação que será aberta a seguir, você deve efetuar um login no servidor usando o login "administrator", "administrador" ou outra conta administrativa, com permissão para ingressar máquinas no domínio.

Fornecer a senha da conta administrativa ao cadastrar o cliente no domínio, prova que quem está fazendo a operação é o administrador, ou alguém autorizado por ele. Se qualquer um pudesse adicionar e remover máquinas do domínio, ele não seria muito diferente de um grupo de trabalho e a configuração perderia todo o sentido.

Lembre-se de que para encontrarem o domínio, as estações devem ter sido configuradas para utilizarem o endereço IP do servidor DNS interno e não o DNS do provedor ou qualquer outro servidor externo. Sem isso, você receberá uma mensagem de erro conforme mostrado na Figura 7.9, avisando que a estação não conseguiu encontrar o servidor. Nesse caso, altere a configuração de rede da estação, adicionando o endereço IP do servidor como DNS primário e tente novamente.

Mesmo que toda a configuração esteja correta, é normal que a conexão inicial demore um ou até dois minutos. Se tudo der certo, você é saudado com uma mensagem de boas vindas, conforme Figura 7.10.

Figura 7.10 – Tela de boas vindas do domínio

Quando a máquina passa a fazer parte do domínio, é criada uma "relação de confiança" entre ela e o servidor. Uma senha (chamada de "machine trust account password") é usada pela máquina para comprovar sua identidade ao contatar o servidor de domínio. Esta é uma senha interna, gerada automaticamente pelo sistema durante a conexão inicial.

Depois de reiniciar a estação, o default da tela de login passa a ser realizar o login no domínio em vez de na máquina local. Isso permite fazer logon usando qualquer uma das contas cadastradas no servidor. Continua disponível também a opção de fazer um login local, mas neste caso perde-se o acesso aos recursos relacionados ao domínio e é usado o perfil do usuário local, conforme mostrado na Figura 7.11.

Uma vez que a máquina é adicionada ao domínio, passa a existir uma distinção entre as contas locais (que são válidas quando é usada a opção de fazer logon na máquina local, na tela de logon) e as contas do domínio.

Quando o usuário se loga na estação, usando uma das contas cadastradas no servidor de domínio, ele é na verdade logado (na estação local) usando uma conta limitada, onde ele não tem permissão para compartilhar arquivos, para alterar as configurações da rede, nem para alterar a maior parte das configurações do sistema.

Para remover a máquina do domínio, é preciso acessar a mesma opção e mudar a opção de "Membro de Domínio" para "Membro de

Grupo de trabalho". O sistema solicita novamente a senha do servidor,

como uma forma de comprovar que o usuário está autorizado a realizar a operação. Isso evita que os usuários da rede desfaçam a configuração, removendo as máquinas do domínio.

Concluindo, nem todas as versões do Windows suportam o uso de um domínio. Como controladores de domínio são usados principalmente em redes de médio ou grande porte em empresas, a Microsoft não inclui suporte no Windows XP Home e no XP Starter, assim como no Vista Starter, Vista Home Basic e Vista Home Premium, de forma a pressionar as empresas a comprarem as versões mais caras.

A T I V I D A D E D E A P R E N D I Z A G E M

1 – No domínio que você criou na aula anterior, configure as políticas de senha para permitir senhas com 5 caracteres e que não precisem mesclar letras, números e caracteres em maiúsculo.

2 – Crie um usuário de nome aluno e senha cefet, que não deve expirar nem ser trocada.

Referências Bibliográficas

BATTISTI, Júlio. Windows Server 2003 - Curso Completo. Ed. Axcel Books. 2003.

Configurando um ambiente de testes com o Virtual Box. Em sejalivre.org, disponível em: <http://sejalivre.org/configurando-ambiente- testes-virtualbox/> Acesso em 05 março de 2015.

Configurando um servidor Windows. Em Hardware.com.br, disponível em: <http://www.hardware.com.br/tutoriais/configurando-servidor- windows/> Acesso em 23 de março de 2015.

MORIMOTO, Carlos E. Servidores Linux Guia Prático. Sul Editores. Rio de Janeiro. 2008.

Políticas de senha no Windows Server. Em Imasters.com.br, disponível em: < http://imasters.com.br/artigo/1142/seguranca/politicas-de-senha/> Acesso em 23 de março de 2015.

Proxy. Em Wikipedia, disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Proxy> Acesso em 05 de março de 2015.

Organizador

Professor Bruno Fernandes Guedes

Possui graduação em Tecnologia em Informática pelo Centro Universitário da Cidade (2002) e pós graduação em Tecnologia e segurança de banco de dados pela Universidade Estácio de Sá (2004). Obteve o título de mestre em Informática pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), na linha de pesquisa de Distribuição e Redes (2014).

É professor do ensino básico técnico e tecnológico do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET-RJ, UnED de Nova Iguaçu. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Hardware e Redes de computadores.