V. ARAŞTIRMA ÜZERİNE YAPILAN ÇALIŞMALAR
1.3. İSLÂM HUKUKUNDA EVLİLİK VE İDDET NAFAKASI
1.3.3. Evlilik Nafakasının Kapsamı
1.3.3.3. Mesken
Elencou-se várias afirmativas acerca do modelo de estrutura curricular por competências para saber qual a percepção dos professores acerca do modelo proposto pelo Ministério de Educação – MEC. Para levantamento dessa percepção utilizou-se questões como múltiplas escolhas representadas na seguinte ordem: 1- Discordo totalmente; 2- Discordo parcialmente; 3- Concordo parcialmente e : 4- Concordo totalmente. Para efeito de análise, dicotomizamos as respostas em Discordância e Concordância.
As afirmativas seguiram a seguinte seqüência disposta na TAB. 1 a seguir:
TABELA 1
Percepção dos docentes sobre o modelo de estrutura curricular por competências
Itens Discriminados Discordância (%) Concordância (%) 1-O modelo de ensino por competências é inovador, pois visa
preparar o profissional como um todo para enfrentar os desafios do mercado de trabalho;
15,0 85,0
2-O modelo de ensino por competências promove o desenvolvimento de habilidades pessoais e profissionais, facilitando a empregabilidade dos técnicos que estão sendo formados;
10,0 90,0
3-O modelo de ensino por competências busca aprimorar as capacidades de articular, mobilizar e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho;
15,0 85,0
4-O modelo de ensino por competências promove tarefas mais
desafiadoras do que a simples transmissão de conhecimentos; 20,0 80,0 5-O modelo promove uma boa articulação entre as competências
trabalhadas nos módulos / disciplinas / semestres e a experiência vivenciada no estágio e/ou no campo profissional
20,0 80,0
Procurou-se agrupar as respostas dos docentes para se ter uma visão mais geral sobre a percepção que eles têm acerca do modelo por competências.
No geral, a média de discordância das assertivas é de 16,0% e 84,0% é a média de concordância.
Na seqüência TAB. 1 apresentou-se a seguinte afirmativa: 1-O modelo de ensino por competências é inovador, pois visa preparar o profissional como um todo para enfrentar os desafios do mercado de trabalho, 85,0% dos respondentes mostraram-se favoráveis, acreditam que modelo é inovador e favorece o preparo do profissional para o enfrentamento das exigências do mercado de trabalho. Em contrapartida 15,0% não deram crédito a essa afirmativa.
Evidentemente que esse modelo como ressaltado partiu de uma imposição do MEC através da Lei de diretrizes e Bases da educação (LDB), Lei Federal nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, através do Decreto Federal nº 2.208, de 17 de abril de 1997, e com fundamento no Parecer CNE/CEB 16/99, em seu Artigo 1º instituiu as Diretrizes Curriculares para a Educação Profissional de nível técnico, e em seu Parágrafo único determina: “A educação profissional, integrada a diferentes formas de educação, ao trabalho, à ciência e à tecnologia, objetiva garantir ao cidadão o direito ao permanente desenvolvimento de aptidões para vida produtiva e social.”
O CEFET-AM como os demais Centros de Educação Tecnológica cumpriu as determinações da LDB, como afirma o depoimento do E1:
O Ministério de educação a partir das suas resoluções, ele determinou às Instituições Federais a implantação desse novo modelo de ensino, tanto às Instituições, as Escolas Técnicas, que no momento ainda eram Escolas Técnicas e alguns Centros de educação Tecnológicas, quanto as agrotécnicas (Entrevistado nº 1).
Não se trata apenas de prerrogativas e atendimentos das mesmas, o novo modelo de ensino apesar de ter sido implantado de forma pouco democrática, se constitui em um modelo inovador, que surge como respostas às diversas mudanças ocorrentes no mundo como um todo que demandam dos profissionais competências como: lidar com situações imprevista,
saber comunicar-se e saber compreender o outro partilhando objetivos e normas organizacionais e; ter noção de como atender um cliente externo ou interno à organização levando em consideração a questão de saber trabalhar em equipe de forma organizada e articulada.
É essencial lembrar também que a competência como capacidade de ação envolve saberes, recursos cognitivos, utilizados pelo profissional em sua prática, mas não se limita somente a eles. A performance profissional, como atividade complexa, mobiliza competências para resolver problemas demandando improvisação e rapidez na decisão para agir (PERRENOUD, 2001)
Essas necessidades se refletem também na formação profissional, pois esses alunos serão os futuros profissionais e precisarão estar aptos para atender a essas diversidades, assim, o treinamento para o trabalho começa na própria escola, através de atividades que contemplem uma maior articulação entre teoria e a prática, simulando situações inusitadas na qual ele deverá dar respostas de forma ágil e criativa.
No que concerne a afirmativa 2 - O modelo de ensino por competências promove o desenvolvimento de habilidades pessoais e profissionais, facilitando a empregabilidade dos técnicos que estão sendo formados. Observou-se que a maioria dos professores, ou seja, 90,0% deles concordaram com a afirmativa, e somente 10,0% discordaram.
O mesmo ocorreu com a afirmativa 3 - O modelo de ensino por competências busca aprimorar as capacidades de articular, mobilizar e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho; 85,0% foram favoráveis a afirmativa e somente 15,0% foram desfavoráveis.
Na afirmativa 4- O modelo de ensino por competências promove tarefas mais desafiadoras do que a simples transmissão de conhecimentos. Obteve-se também a maioria
das respostas positivas, 80,0% dos professores mostrou-se favorável, concordando que o modelo promove tarefas mais desafiadoras, enquanto que 20,0% não concordaram.
A afirmativa 5- O modelo promove uma boa articulação entre as competências trabalhadas nos módulos / disciplinas / semestres e a experiência vivenciada no estágio e/ou no campo profissional apresentou os mesmos percentuais da alternativa anterior: 80,0% dos professores concordaram que o modelo de ensino promove uma boa articulação entre o que é ensinado na escola e o que é vivenciado na prática profissional e 20,0% não concordaram.
As noções que estruturam o modelo de competências no mundo do trabalho são a flexibilidade, a transferibilidade, a polivalência e a empregabilidade. Assim, a gestão por competências requer trabalhadores flexíveis para lidar com as mudanças no processo produtivo, capacidade para enfrentar imprevistos e serem passíveis de transferir-se de uma função a outra dentro da empresa, exigindo para tanto, a polivalência e constante atualização de suas competências para a ação correta e lhe possibilite a “empregabilidade” (DELUIZ, 2001, p. 14).
Nesse sentido, as competências ultrapassam os saberes mesmo os mais amplos, uma vez que não basta ser um simples detentor de saberes, posto que esses saberes serão colocados à prova continuamente e exigem para isso reflexão. Assim sendo, sem essa capacidade de mobilização, de atualização e de interação social desses saberes, não há competência, mas apenas conhecimentos acumulados (PERRENOUD, 2001b, p. 141).