Bireyin Sözvarlığı
BKOV, 9) ağlamak
N. Canat, BKOV, 7)
7. Kovmak, uzaklaĢtırmak: ―Kurtuluş mücadelesini başlatarak çok sevdiği vatanından
Pode-se considerar que o setor automobilístico possui uma relação cliente- fornecedor bastante particular devido às severas exigências no que diz respeito à qualidade do produto e garantia da qualidade que os fornecedores devem apresentar a fim de que contratos possam ser firmados e mantidos ao longo do tempo. Por esse motivo, algumas normas, particulares a esse setor, foram desenvolvidas a fim de formalizar um modelo de gestão da qualidade com alguns avanços em relação a ISO 9000.
Dessa forma, obter os certificados como ISO/TS 16949 (QS-9000) e VDA 6.1 é uma exigência contratual para os fornecedores automotivos, sendo que a última trata-se de uma particularidade para as empresas automobilísticas alemãs.
Segundo a BSI (2006), a norma QS 9000 (Quality Sistem Requirements) é uma norma que nasceu pela mobilização de três empresas montadoras de veículos norte- americanas (Daimler Chrysler, General Motors e Ford) para garantir a qualidade de seus fornecedores, substituindo os padrões exigidos separadamente por cada organização.
O Sistema QS 9000 surgiu em 1994, complementando as normas da ISO 9001, a fim de atender a interesses específicos das montadoras automobilísticas americanas.
Divide-se em três partes, sendo a primeira elaborada a partir dos requisitos da ISO 9001, onde cada elemento foi enriquecido com requisitos adicionais do setor automobilístico.
A segunda parte compreende três requisitos específicos deste setor: Processo de Aprovação de Peças de Produção (PAPP), Melhoria Contínua e Capabilidade de Fabricação.
A terceira parte possui requisitos específicos de cada uma das montadoras. Apesar da QS 9000 ter representado um marco na garantia da qualidade para as empresas automobilísticas, considerando medidas e metodologias para melhoria contínua de desempenho e requisitando a utilização desta prática, sua validade expirou em dezembro de
2006, quando as três grandes norte-americanas migraram para o sistema ISO/TS 16949. A especificação técnica ISO/TS 16949 foi elaborada em 1999 e revisada em março de 2002, passando a ser denominada ISO/TS 16949:2002, pela International
Automotive Tast Force (IATF), que consiste de um grupo internacional de produtores de
veículos.
Junto à norma ISO 9001:2000, a ISO/TS 16949 especificam os requisitos para o desenvolvimento, produção, instalação e serviços referentes a bens automobilísticos.
Quanto à satisfação dos clientes, ambas as normas, QS 9000 e ISO/TS 16949, requerem um processo documentado para medição da satisfação do cliente, incluindo, também, a documentação de melhorias e a realização de dados de benchmarking em relação aos concorrentes. Segundo a IATF (2004), a ISO/TS 16949 adicionalmente requer:
a determinação de um método para monitorar a percepção do cliente; avaliação contínua dos dados;
demonstração de satisfazer os requisitos do cliente e a eficiência dos processos.
Quanto à motivação, autonomia e satisfação dos funcionários, a QS 9000 não faz referência à motivação do trabalhador, em contrapartida, a ISO/TS 16949 requer que as empresas desenvolvam um processo para medição da satisfação dos indivíduos, especificando que a organização deve:
possuir um processo para medição da satisfação a fim de alcançar objetivos da qualidade e melhorias contínuas dos processos;
promover a “consciência” da qualidade nos funcionários de todos os níveis hierárquicos;
conscientizar os indivíduos em relação à importância de suas atividades frente à estratégia organizacional.
A VDA 6.1 é uma norma desenvolvida pela indústria automotiva Alemã (Verband der Auftomobilindustrie) para certificação do sistema da qualidade dos fornecedores de montadoras como Volkswagen, Audi, BMW, Porsche, Mercedez-Bens entre outros.
A VDA baseia-se na norma ISO 9000:1994, incluindo os elementos da QS 9000, adicionando-se quatro elementos específicos:
Reconhecimento do risco do produto; Satisfação dos funcionários;
Disponibilidade de produtos; Histórico da qualidade do produto.
A VDA 6.1 contém um catálogo de perguntas para avaliação do Sistema da Qualidade, que em primeiro plano é destinado à avaliação de empresas fabricantes de produtos.
A VDA 6.2 é direcionada para a área de serviços em geral, abrangendo concessionárias, autopeças, logística de expedição, oficinas, empresas de consultoria, etc. Oferece para áreas de serviços informações importantes para a auto-análise, preparação de auditoria e certificação do sistema da qualidade.
A VDA 6.3, Auditoria de Processo, avalia a capacidade do processo basicamente quanto a medidas preventivas, medidas corretivas e melhoria contínua do processo. Grande parte da Auditoria de Processo consiste na determinação do escopo do processo e o seu ponto central é uma avaliação quantitativa semelhante a VDA 6.1 e 6.2.
A VDA 6.4, Auditoria de Meios de Produção – Ferramentas.
A VDA 6.5, Auditoria de Produto, abrange planejamento, realização, avaliação e documentação das auditorias de características quantitativas e qualitativas de produtos, antes da entrega para o próximo cliente.
A VDA 6.6, Auditoria de Serviço, tem como condição prévia o conhecimento e consciência dos desejos e fatores de satisfação dos clientes e seu uso sistemático para elaborar estratégias do negócio. Considera os clientes internos e externos e as questões relativas à industria automobilística devem ser respondidas com base em critérios, notas e fatores de avaliação.
O foco da certificação na norma ISO 9000:2000, QS 9000:1994 ou ISO/TS 16949:2002 está, em grande parte, ligado aos interesses de determinadas práticas com o fim de facilitar e aumentar o comércio através de um mecanismo de garantia de um consistente nível de qualidade do produto. Sob ponto de vista de constituir-se uma vantagem competitiva, a certificação é importante, mas não por muito mais tempo, porque o processo está proliferando em alta velocidade, tornando-se um requisito obrigatório, como já acontece na Europa.
Além disso, a implementação dessas normas pode ser um excelente começo para a implementação do GQT, pois os requisitos necessários para o sistema da qualidade servem como uma parte dos requisitos totais do GQT. Nas empresas onde já existe um ambiente de qualidade total pleno, deverão acontecer redundâncias que serão justificáveis se a certificação for necessária para os negócios e / ou melhorar o sistema de qualidade.