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4. BOZULAN VE DEĞİŞEN KASABA

4.2. Kasabanın Boşalması

Em 2007, os est ados, no cumpriment o do que est abele- cem a Lei nº 8.142 e as normas do SUS, t iveram que ela- borar os seus respect ivos Planos Est aduais de Saúde para o período de 2008 a 2011. Embora não t enha sido previs- t a pelo Pact o, a conveniência da int egração do processo de pact uação dos municípios e do est ado, com a elabora- ção do Plano Est adual de Saúde, t ornou-se óbvia.

Por out ro lado, a inst ância f ederal do SUS espera a adesão dos municípios no processo de elaboração dos planos est aduais de saúde. Est a pode ser obt ida de diver- sas maneiras, cuj os ext remos são a discussão individual ent re cada est ado e cada um de seus municípios, e a

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discussão de cada est ado com t odos os municípios em seu t errit ório, colet ivament e. Qualquer f ormat o int er- mediário é possível.

Out ro desafi o é o de int egrar as conclusões das Conf erências Est aduais de Saúde a cada Plano Est adual de Saúde. Observa-se t odo t ipo de desenho, inclusive em f unção da composição dos municípios e da prát ica dos dif erent es est ados. Eles podem ser mais ou menos par- t icipat ivos, no âmbit o de cada um dos est ados e ent re est es e “ seus” municípios, mais ou menos normat ivos, dependendo da visão dos dif erent es coordenadores dos processos e com at ividades de comunicação mais ou me- nos adequadas. Uma visão mais prescrit iva e unif orme de planej ament o seria inviável num país com as caract erís- t icas do Brasil.

A elaboração de um novo Plano Est adual de Saúde de São Paulo para o quadriênio 2008 a 2011, além de cumprir uma defi nição legal, f oi necessária para a dis- cussão e o rest abeleciment o de prioridades e ações para o SUS no est ado. O obj et ivo maior do plano é o cont ínuo aperf eiçoament o do SUS e a consecução dos f undamen- t os do sist ema: a universalização, a int egralidade e a equidade da at enção à saúde no est ado de São Paulo.

Houve grandes avanços no desenvolviment o do SUS no est ado: ext ensão do acesso da população aos ser- viços de saúde, t ant o na at enção primária como naquela de maior complexidade e desenvolviment o da descen- t ralização e municipalização do sist ema. Est es avanços ocasionaram a percepção de novos problemas organiza- cionais e gerenciais, que exigem refl exão e novas est ra- t égias de enf rent ament o.

A elaboração do Plano ocorreu no cont ext o do Pact o pela Saúde, divulgado pela Port aria MS/ GM n.º 399/ 2006 e regulament ado pela Port aria MS/ GM n.º 699/ 2006, levando em cont a as premissas apont adas nos Pact os pela Vida, em Def esa do SUS e de Gest ão do

SUS. Decidiu-se ut ilizar uma est rat égia de elaboração do Plano, de modo a refl et ir a Polít ica de Saúde desenvolvi- da no est ado, de maneira part icipat iva e cont emplando a descent ralização regional na saúde (com envolviment o dos Depart ament os Regionais de Saúde – DRS e, em cada um dest es, com part icipação municipal).

A const rução do Pact o pela Saúde no est ado de São Paulo se deu em sint onia e simult aneament e à elaboração do Plano Est adual de Saúde. A SES iniciou esse processo com a elaboração de uma primeira versão do Plano Est a- dual de Saúde. Esse processo result ou em um document o com 9 eixos e suas respect ivas Diretrizes Estratégicas e Obj etivos, a saber:

EIXO I – Ampliação do acesso da população, com redução

de desigualdades regionais e aperf eiçoament o da quali- dade e resolubilidade das ações e serviços de saúde; Eixo II – Fort aleciment o e aperf eiçoament o da Capacida- de de Gest ão Est adual;

Eixo III – Gest ão da Educação e do Trabalho no SUS; Eixo IV – Redução da Mort alidade Inf ant il e Mat erna; Eixo V – Cont role de Riscos, Doenças e Agravos Priorit á- rios no Est ado de São Paulo;

Eixo VI – Desenvolviment o de serviços e ações de saúde para segment os da população mais vulneráveis aos riscos de doença ou com necessidades específi cas;

Eixo VII – Incent ivo ao desenvolviment o de ações de Pro- moção em Saúde no SUS;

Eixo VIII – Fort aleciment o da part icipação da Comunida- de e do Cont role Social na Gest ão do SUS;

Eixo IX – Tecnologias e Inovações em Saúde.

Essa primeira versão do Plano f oi submet ida à apreciação das equipes regionais e dos Secret ários Muni- cipais de Saúde, pois o planej ament o da Gest ão Est adual do SUS não se esgot a na ação da SES, mas depende de sua art iculação com os municípios. A part ir daí, em ação bipart it e, desencadeou-se um processo, por meio de Ofi -

C A D E R N O S F G V P R O J E T O S : G E S T Ã O E S A Ú D E 2

cinas Regionais ent re maio e j unho de 2007, part indo do diagnóst ico de sit uação de saúde regional, da defi nição das regiões de saúde e da const it uição dos Colegiados de Gest ão Regional.

Est e t ripé propiciou a ident ifi cação e explicação dos problemas priorit ários em cada região e as cont ribuições para o Plano Est adual de Saúde - PES. Em seguida, f oram realizadas Ofi cinas Regionais, em agost o/ 2007, para apoiar a elaboração dos Termos de Compromisso de Gest ão Municipal do Pact o pela Saúde. Cont ou-se com parceria realizada ent re a SES e universidades paulist as, que at uaram j unt o aos DRS e ao nível cent ral SES. O COSEMS cont rat ou consult ores para apoio aos municípios.

O processo de elaboração do PES obedeceu a seguint e sequência:

Elaboração de um document o preliminar, com ênf ase no diagnóst ico; Revisão do document o preliminar pelas Coordenadorias e áreas t écnicas da SES, observando a coerência ent re diagnóst ico e obj et ivos propost os; met as e indicadores selecionados;

Aj ust es de diret rizes, obj et ivos, ações est rat égicas, met as e indicadores de acompanhament o pelos Depart ament os Regionais de Saúde (DRS), int egrando os Colegiados de Gest ão Regional j unt ament e com os municípios;

Defi nição de prioridades regionais específi cas, não incluídas na versão pre- liminar do Plano Est adual;

Planej ament o do conj unt o de ações est rat égicas de saúde a serem ef et ua- das em cada região;

Consolidação das cont ribuições, gerando uma nova versão do PES submet ida a apreciação do pleno do Conselho Est adual de Saúde (CES) e da Comissão Int er- gest ora Bipart it e (CIB)

Concluída a elaboração do PES, passou-se à incorporação das deliberações da V Con- f erência Est adual de Saúde, realizada em out ubro de 2007. A inclusão das recomen- dações da Conf erência t ornou o PES mais próximo das necessidades da população e incluiu o Conselho Est adual de Saúde no processo, levando à aprovação do Termo de Compromisso da Gest ão Est adual (TCGE) e do Plano Est adual de Saúde em dezembro do mesmo ano.

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RESULTADOS DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DO PACTO