• Sonuç bulunamadı

“Se o sítio do Rio de Janeiro constitui-se de montanha e mar, e a cidade, de pedra, tijolo e cal, o que transforma essa cena em paisagem é o observador, que emoldura a vista, que seleciona, ilumina ou sombreia os elementos que a compõem, conferindo- lhe sentido” (MARTINS, 2001:16).

Na contemporaneidade, vários autores apontam que o movimento turístico tem procurado cada vez mais pelo “diferente”, pelo “outro”, fazendo com que novas formas de turismo ganhem evidência. Para Barretto (2007:23), à medida que as preferências dos turistas se modificam – como, por exemplo, o declínio do interesse pelo turismo chamado sol e praia –, o mercado “se vê obrigado” a criar produtos especializados que respeitem o meio ambiente e o patrimônio, que estimulem as manifestações culturais e que permitam a reafirmação da identidade local:

Perceber essa forma de experiência turística caracterizada pela promoção do “outro” parece de extrema relevância (...), na medida, principalmente, em que isso tem se configurado tanto como alternativas econômicas valiosíssimas para as comunidades turísticas quanto para a própria revitalização cultural dessas populações em si, muitas vezes apresentando declínio indesejável de produção cultural em face dos problemas impostos pelo trabuco do capitalismo global (GRUNEWALD, 2003:143).

Sob esta égide, trabalhar o turismo de cunho cultural inaugura possibilidades para a revitalização patrimonial e indica novas perspectivas para o setor, promovendo não somente o desenvolvimento econômico e social como, também, uma maior satisfação dos turistas, proporcionando a estes um maior acesso a produtos que atendam às suas necessidades.

Neste trabalho, partiu-se do principio que o turismo cultural na cidade do Rio de Janeiro poderia ser uma possibilidade para o fomento da atividade turística na localidade, que vem perdendo espaço nos últimos anos para outros destinos. Assim, buscou-se primeiramente na literatura especializada e nos documentos que norteiam o setor, um embasamento acerca das questões que atravessam o tema desta dissertação. Depois, num segundo momento, se delineou a prática mercadológica das empresas receptivas localizadas na “Cidade Maravilhosa”, relacionadas ao segmento cultural, e, juntamente com graduados da área, fez-se uma reflexão sobre a questão.

Em relação à pesquisa de campo, vale ressaltar a dificuldade no levantamento das informações junto às empresas. Não ficou claro se a sobrecarga de trabalho, que apareceu na fala da maioria dos operadores receptivos, era a verdadeira razão para a negativa em responder à pesquisa, ou se as pesquisas acadêmicas ainda não são percebidas pelo mercado turístico como ferramentas que auxiliam o crescimento do setor.

O que se observou por parte do mercado foi um olhar cristalizado, pois, ao se levantar os produtos ofertados pelas operadoras turísticas locais, viu-se a reprodução dos estereótipos relacionados ao segmento “sol e praia”, a hegemonia de atrativos como Corcovado e Pão de Açúcar e pouca preocupação em ofertar produtos relacionados ao turismo cultural.

Apesar de muitos operadores ainda relegarem a um segundo plano o turismo cultural no Rio de Janeiro, por perceberem-no como uma localidade que “tem como seu ‘carro-chefe’ os atrativos naturais”, é importante que o mercado turístico carioca, caso queira permanecer no topo do “ranking” das cidades mais visitadas no Brasil, se abra para novas possibilidades. Como destaca Gastal (1999:35):

O turismo cultural era, até bem pouco tempo, apenas uma das segmentações pelas quais os teóricos e estatísticos procuram qualificar a diferentes motivações nos deslocamentos das pessoas. Hoje, o fator cultural ganhou novos espaços de práticas e teorizações, estando presente nos projetos turísticos tanto na sua concepção inicial, no planejamento, como nos desdobramentos da gestão e do marketing turístico.

É importante que tais pressupostos, que já aparecem no discurso de alguns atores e em documentos importantes do turismo, sejam efetivamente percebidos na prática das empresas responsáveis pela construção e distribuição dos produtos turísticos. A conjunção entre turismo e cultura torna-se cada vez mais necessária, assim, os operadores, que estão à frente das ações diretas de comercialização para o mercado consumidor, devem buscar compreender este novo turista, concentrando maiores esforços na melhoria da qualidade da oferta e na diversificação dos produtos.

Ratificamos o apontado por Silva (2006:s/p), que acredita que o patrimônio histórico-cultural

forma um conjunto de atrativos que possibilita ao visitante conhecer melhor a história do local que está sendo visitado, bem como vivenciar experiência e ainda de desfrutar momentos de reflexão e observação, que servem para o crescimento cultural e espiritual dos indivíduos. Gerando assim um sentimento de orgulho para as comunidades e de admiração por parte dos visitantes, bem como uma aura de respeito entre os diferentes grupos.

Wainberg (1999:15) sustenta que aquilo que toda cidade deve vender é o seu caráter único, o seu patrimônio cultural. Para ele, é assim que se consolidam as imagens turísticas das cidades: “o turista busca (...) os elementos da paisagem, os espaços construídos, e o movimento da vida”.

O Rio de Janeiro ainda é um dos “produtos” mais importantes para o turismo nacional. Por isso, é merecedor de um olhar atento por parte da sociedade. Como indicado pelo Plano de turismo da cidade, o Rio Mais (2007:4), a localidade é rica em atrativos e destaca-se no cenário do turismo cultural brasileiro:

A diversidade dos atrativos do Rio de Janeiro dá ao setor turístico uma característica única pelas interfaces e negócios que pode fazer com outros setores. O Rio se integra com a cultura, com o meio ambiente, o esporte, o entretenimento e o lazer, com a economia, a gastronomia, a saúde, os transportes e outras áreas de desenvolvimento, ampliando assim seu potencial empresarial. Sua história e equipamentos culturais ainda são muito pouco divulgados. O Rio é a terra da música, do samba e da bossa nova, o grande palco nacional e internacional para lançamento de novos talentos. Aqui temos os principais espaços culturais nacionais instalados: Museu Nacional de Belas Artes, Biblioteca Nacional, Museu Histórico Nacional e outros atrativos relevantes.

Entendemos que a importância desta pesquisa reside na reunião, sistematização e análise de dados da oferta turística, tendo em vista a necessidade do aprofundamento da discussão do tema, para orientar a elaboração de ações efetivas de fomento ao turismo cultural. Como apontado pelos graduados na área, é fundamental que os planejadores ou gestores turísticos considerem tal cenário. A cidade “porta de entrada do país” deve ficar atenta para o crescimento do segmento, passando a ofertar produtos mais qualificados, no intento de atrair visitantes e investimentos.

REFERÊNCIAS

ALLIS, T. Turismo, patrimônio cultural e transporte ferroviário: um estudo sobre ferrovias turísticas no Brasil e na Argentina. Disponível em:

www.teses.usp.br/teses/disponiveis/84/84131/tde-11092007-112140/ - 13k -. Acesso em: 22 de julho de 2007.

ANICO, M. A pós-modernização da cultura: património e museus na contemporaneidade. Horiz. antropol., Jan./June 2005, vol.11, no.23, p.71-86.

AVIGHI,C. M. Turismo, Globalização e Cultura in LAGE, B. e MILONE, P. Turismo: Teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2001.

BARREIROS, E. As representações sociais da “Cidade Maravilhosa”: o Rio do turismo. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Programa de Pós - graduação em Psicologia Social, 2005. BARRETTO, M. Turismo e legado cultural: as possibilidades do planejamento. Campinas, SP: Papirus, 2000.

_____Manual de Iniciação ao Estudo do Turismo. Campinas, SP: Papirus, 2001. _____O imprescindível aporte das Ciências Sociais para o planejamento e compreensão do Turismo. Horizontes Antropológicos: Porto Alegre, ano 9, n. 20, p. 15-29, outubro de 2003.

_____Cultura e Turismo: Discussões Contemporâneas. Campinas, SP: Papirus, 2007.

BANDUCCI JR. A & BARRETTO, M. (org.) Turismo e Identidade local: Uma visão Antropológica. São Paulo: Papirus, 2003.

BALANZÁ, I. M.; NADAL, M. C. Marketing e Comercialização de Produtos Turísticos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.

BARBOSA, Y. M. História das viagens e do turismo. São Paulo: Aleph, 2002. BECKER, H. Segredos e truques da Pesquisa. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. BELTRÃO, O. Turismo: a Indústria do Século XXI. Osasco, SP: Novo século, 2001. BENI, M. C. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac,1998.

_____ Análise estrutural do turismo. São Paulo: Senac,2006.

BIGNAMI, R. A imagem do Brasil no turismo: construção, desafios e vantagem competitiva. São Paulo: Aleph, 2002.

BOYER, M. História do turismo de massa. Bauru, SP: EDUSC, 2003.

BRAGA, D (org.). Agência de Viagens e Turismo. Rio de Janeiro: Elsevier- Campus, 2008.

CALVINO, I. As cidades invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

CANCLINI, N. G. Consumidores e Cidadãos: Conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: UFRJ, 1995.

_____ O Patrimônio Cultural e a construção imaginária nacional. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Rio de Janeiro, n° 23, p. 94-115, 1990. CARLINI-COTRIM, Beatriz. Potencialidades da técnica qualitativa grupo focal em investigações sobre abuso de substâncias. Revista Saúde Pública, Junho 1996, vol.30, no.3, p.285-293.

CARLOS, A F. A e CRUZ, R. C. A. (orgs.). Turismo: espaço, paisagem e cultura. São Paulo: Hucitec, 1999.

CARTA DE TURISMO CULTURAL – ICOMOS. Disponível em http://www.dinf.unisc.br/universidade/estrutura_administrativa/nucleos/npu/npu_patri monio/legislacao/internacional/patr_cultural/cartas/turismo_cultural_1976.pdf.

Acesso em: 22 de agosto de 2007.

CASTRO, C. Narrativas e imagens do turismo no Rio de Janeiro. In: Antropologia urbana. Cultura e sociedade no Brasil e em Portugal. Gilberto Velho (org.), Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.

_____ A natureza turística do Rio de Janeiro. In: BANDUCCI JR., A. e BARRETO, M. (Orgs). Turismo e Identidade Local: Uma visão antropológica. São Paulo. Papirus, 2001.

CASTROGIOVANNI, A.C. & GASTAL, S. (Orgs.). Turismo urbano: cidades, sites de excitação turística. Porto alegre: Edição dos autores, 1999.

CHAUÍ, M. Cultura: Cultura, Socialismo e Democracia - Cultuar ou Cultivar Disponível em: http://www.fpa.org.br/td/td08 /td08_cultura.htm. Acesso em: 11 de Julho de 2008.

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm. Acesso em: 13 de dezembro de 2007.

COOPER, C. et al. Turismo - princípios e prática. Porto Alegre: Bookman, 2001. CORRÊA, M. Que tal Abolir a Cidade Maravilhosa? Disponível em: http://www.iets.org.br/biblioteca/Que_tal_abolir_a_Cidade_Maravilhosa.pdf. Acesso em: 22 de dezembro de 2006.

COSTA, A. Educação patrimonial como instrumento de preservação. Disponível em: http://www.trilhamundos.com.br/Portals/13/Artigo%20Alcidea.pdf. Acesso em: 12 de dezembro de 2007.

CRUZ, R. Política de turismo e território. São Paulo: Contexto, 2000. CUCHE, D. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: Edusc, 2002. CUNHA, Licínio, Introdução ao Turismo. Lisboa: Editorial Verbo, 2001. ____ Economia e Política de Turismo. Alfragide: McGraw-Hill, 1997.

DA MATTA, R. Ensaios de sociologia interpretativa. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. DANTAS, J. Qualidade no atendimento das agências de viagens: uma questão de gestão estratégica. São Paulo: Roca, 2002.

DIAS, R. Sociologia do turismo. São Paulo: Atlas, 2003.

DENCKER, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Turismo. São Paulo: Futura, 1998.

EMBRATUR. Anuário Estatístico 2004. Brasília, julho de 2004. Disponível em: <http:www.turismo.gov.br>. Acesso em: 20 de dezembro de 2006.

FEATHERSTONE, M. O desmanche da cultura: globalização, pós-modernismo e identidade. São Paulo: Studio Nobel, SESC, 1997.

FAYOS-SOLÁ, E. Tourism policy: a midsummer night’s dream? Tourism management. Vol. 17. p. 405 - 412, 1996.

FERREIRA, A. B. de H. Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.

FILHO, J. Embratur omite a verdade, sobre a história do turismo: faz leitura

“politicista” dos fatos. Disponível em: http://www.obsturpr.ufpr.br/artigos/turismo24.pdf . Acesso em: 22 de janeiro de 2007.

FIGUEIREDO, A. A Função Turística do Patrimônio: questionamentos sobre a idéia de sustentabilidade do turismo cultural. Disponível em http://www.ivt- rj.net/caderno/anteriores/18/cvt18_43/cvt18_43.htm acesso em: 22 de junho de 2006.

FORTUNA, C (org.), Cidade, Cultura e Globalização. Oeiras: ed. Celta, 1999. FORTE, A. M. Turismo Cultural no Rio de Janeiro: um ponto de vista a partir do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. 2006. Dissertação do Mestrado Profissional em Bens Culturais e projetos Sociais. Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro: 2006.

FREIRE-MEDEIROS, B. & CASTRO, C. A Cidade e Seus Souvenires: O Rio de Janeiro Para o Turista Ter. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo v. 1, n.1, p. 34-53, Set. 2007.

FREIRE-MEDEIROS, B. A favela que se vê e que se vende: reflexões e polêmicas em torno de um destino turístico. Rev. bras. Ci. Soc., Oct. 2007, vol.22, no.65, p.61- 72 .Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102- 69092007000300006&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 21 de julho de 2008.

FUNARI, e PINSKY, J (orgs.). Turismo e patrimônio cultural. São Paulo: Contexto, 2002.

FUNARI, P. P. A. & PELEGRINI, S. C. A. Patrimônio Histórico e Cultural. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.

GASTAL, Susana (org.). Turismo: 9 propostas para um saber fazer. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002.

GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.

GETZ, D. O evento turístico e o dilema da autenticidade.In: THEOBALD, W (Org.). Turismo Global. São Paulo: SENAC, 2001.

GIL, A. C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 2007.

GIOLITO, O. Uma cidade em busca de Turistas: limites e possibilidades do Turismo em Nova Friburgo. 2006. Dissertação do Mestrado Profissional em Bens Culturais e projetos Sociais. Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro: 2006.

GOELDNER, C.; RITCHIE,J.& McINTOSH,R. Turismo: princípios, práticas e filosofias. Porto Alegre: Bookman, 2002.

GOLDEMBERG, M. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em ciências sociais. Rio de Janeiro: Record,1999.

GONÇALVES, J. R. Autenticidade, memórias e ideologias nacionais: o problema dos patrimônios culturais. Estudos Históricos, v. 1, n. 2, p. 264-275, 1988.

GRUNEWALD, R. Turismo e Etnicidade. Horizontes Antropológicos. Porto Alegre, ano 9, no. 20, p.141-159, outubro de 2003.

GUNTER, H. Como elaborar um questionário (Série Planejamento de pesquisa nas ciências sociais, N. 1). Brasília: UnB, 2003.

KUPER, A. Cultura: a visão dos antropólogos. Bauru, SP: Edusc, 2002.

HAGUETTE, T. M.F. A entrevista In: HAGUETTE, T. M.F. Metodologias qualitativas na sociologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. p. 86-91;

HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DPA, 2006. _____ Quem precisa da identidade? In: SILVA, T. Identidade e Diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2000.

HENNING, P. Memória, preservação e autenticidade: a colônia alemã-bucovina na Paraná. Dissertação de Mestrado. São Paulo: USP, 2007.

HOBSBAWN, E. A Era dos Extremos: o Breve Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

_____ A produção em massa das tradições. In: HOBSBAWN, Eric; RANGER, Terence (Org.). A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.

KOTLER, Philip et al. Marketing Público: como atrair investimentos, empresas e turismo para cidades, regiões, estados e países. São Paulo: Makron Books, 1994. KRIPPENDORF, J. Sociologia do Turismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1989.

IGNARRA, L. Fundamentos do turismo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.

IRVING, M. A. Turismo Ética e Educação Ambiental. In: Turismo: o desafio da sustentabilidade. IRVING, M. A.; AZEVEDO, Julia. São Paulo: Futura, 2002. p. 17- 34.

ISSA, Y. Produção do turismo e sítios simbólicos de pertencimento: inserção da comunidade local como fator de hospitalidade. V Seminário de Pesquisa em Turismo do MERCOSUL – SeminTUR Turismo: Inovações da Pesquisa na América Latina. Universidade de Caxias do Sul – UCS, Caxias do Sul: RS, 27 e 28 de Junho de 2008.

JEUDY. H-P. Espelho das cidades. Rio de Janeiro: Casa das Palavras, 2005. _____. Memórias do social. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990.

KOTLER, P. Marketing público: como atrair investimentos, empresas e turismo para cidades, regiões, estados e países. São Paulo: Makron Books, 1994.

LAGE, Beatriz H. G. & MILONE, P. C. Economia do Turismo. 2ªed. Campinas, São Paulo:Atlas, 2001.

LAGO, M. Modos de vida e identidade. Sujeitos no processo de urbanização da Ilha de Santa Catarina. Florianópolis: UFSC, 1996.

LAKATUS, E. & MARCONI, M. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. São Paulo: Atlas, 2001.

LEMOS, C. Futebol, Jornalismo e Promoções. INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Salvador/BA – 1 a 5 Set 2002.

LEMOS, L. Turismo: que negócio é este? Campinas: Papirus, 2001. LESSA, C. O Rio de todos os Brasis. Rio de Janeiro: Record, 2001.

LIMA, R. O conceito de cultura em Raymond Williams e Edward P. Thompson: breve apresentação das idéias de materialismo cultural e experiência. Disponível em: http://www.historia.uff.br/cantareira/edic_passadas/V8/artigo02.htm#_ftn6. Acesso em: 10 de janeiro de 2008.

LUCHIARI, M. Urbanização Turística: um novo nexo entre lugar e o mundo. In: SERRANO, C; BRUHNS, H; LUCHIARI, M. (Orgs.). Olhares Contemporâneos sobre o Turismo. Campinas: Papirus, 2000.

LICKORISH, L.; JENKINS, C. Introdução ao Turismo. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

MACHADO, B. A identidade cultural de fato e de direito. In Reflexões e contribuições para a educação patrimonial. Belo Horizonte: SEE/MG, 2002.

MAGALHÃES, J. A Relação entre as políticas de cultura e de turismo na Cidade de Ilhéus. 2003. 155 f. Projeto Experimental em Comunicação (Graduação em Jornalismo), Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2003.

MARTINS, L. O Rio de Janeiro dos viajantes: o olhar britânico (1800-1850). Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

MARTINS, A. & VIEIRA, G. Turismo e Patrimônio Cultural: possíveis elos entre

identidade, memória e preservação Disponível em: http://www.jf.estacio.br/revista/artigos/2ANNE_E_GUSTAMARA.pdf. Acesso em: 23

de Janeiro de 2007.

MENDES, M. A Malandragem no Imaginário Social Nacional - Um estudo sobre a construção do personagem Zé Carioca e suas relações com a cultura brasileira. INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. XXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – BH/MG: 2 a 6 Set 2003. MENDONÇA, T. Turismo e participação comunitária: ‘Prainha do Canto Verde, a “Canoa” que não quebrou e a “Fonte” que não secou?’ Dissertação (Mestrado em Psicossociologia de Comunidade e Ecologia Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Programa EICOS/IP, 2004.

MENESES, J. História & turismo cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

MESENTIER, L. O patrimônio no centro da metrópole: Rio de Janeiro, final do século XX. Disponível em: http://www.revista.iphan.gov.br/materia.php?id=99. Acesso em: 15. Jul. 2008.

MIDDLETON, V.T.C. e CLARKE, J, Marketing de Turismo – Teoria e prática, Rio de Janeiro: Campus, 2002.

MINISTÉRIO DO TURISMO. Sobre o Programa de Regionalização do Turismo.

Disponível em: http://institucional.turismo.gov.br/mintur/coroot/Imprensa%5CDiscurso/files/173EE69

5-E07D-D342-82C520248E846FDB.arquivo.doc. Acesso em 19 de dezembro de 2006.

MOESCH, M. Turismo e Lazer: conteúdos de uma única questão. In: Marcellino, N.C. (Org.). Formação e Desenvolvimento de Pessoal em Lazer e Esporte. Campinas, São Paulo: Papirus, 2002.

MOLETTA, V. Turismo Cultural. Porto Alegre: SEBRAE - RS,1998. MOLINA, S. O Pós-Turismo. São Paulo: Aleph, 2003.

MOTA, K. Marketing Turístico. São Paulo: Atlas, 2001.

MOTTA, M. Frente e verso da Política Carioca: o Lacerdismo e o Chaguismo. Disponível em: http://www.cpdoc.fgv.br/revista/arq/274.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2007.

MURTA, S. M.& ALBANO, C. A Interpretar o patrimônio: um exercício do olhar. Belo Horizonte: Ed. UFMG, Território Brasilis, 2002.

MYANAKI, J et al. (Org). Turismo e Cultura.. São Paulo: IPSIS, 2007.

NAME, L. Representações e experiências de viagens para o Rio de Janeiro: Questões Iniciais. II Simpósio Internacional – Visões Contemporâneas – Turismo – Lazer e Revitalização, Rio de Janeiro: UFRJ/RJ, Set. 2004.

OLIVEIRA, A. Turismo e desenvolvimento - Planejamento e Organização. São Paulo: Atlas, 2003.

OLIVEIRA, L. L. Cultura urbana no Rio de Janeiro. In: Rio de Janeiro: uma cidade na história / Coordenadora Marieta de Moraes Ferreira. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas, 2000. p.140- 149.

OMT - ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TURISMO (Org). Introdução ao Turismo. São Paulo: Roca, 1998.

____ Turismo Internacional – uma perspectiva Global. Porto Alegre, Bookman: 2003.

PAMPLONA, M. Revoltas, Republicas e Cidadania - Nova York e Rio de Janeiro na Consolidação da Ordem Republicana. Rio de Janeiro: Record, 2003.

PAZ, S. O futebol como patrimônio cultural do Brasil: estudo exploratório sobre possibilidades de incentivo ao turismo e ao lazer. Tese (Livre Docência) – Escola de

Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006. Disponível em: http://poseca.incubadora.fapesp.br/portal/comunicacao/outros-

ccom/dados/2006/orientador/p/. Acesso em: 20 de junho de 2006.

PETROCCHI, M & BONA, A. Agências de Turismo: Planejamento e Gestão. São Paulo: Futura, 2003.

PEREZ, X. Turismo Cultural: Leituras da Antropologia. Disponível em: http://home.utad.pt/~xperez/ficheiros/publicacoes/turismo_cultural/Turismo_Cultural_ Naya.pdf. Em: 10 de dezembro de 2007.

PIRES, M.J. Lazer e Turismo Cultural. Barueri, SP: Manole, 2002.

PISCITELLI, A. Exotismo e autenticidade: relatos de viajantes à procura de sexo, Disponível em: www.scielo.br/pdf/cpa/n19/n19a09.pdf. Acesso em: 22 de janeiro de 2008.

PICKARD, C. Rio de Janeiro - Porta de entrada do turismo brasileiro. Coleção Estudos da Cidade: Julho, 2003.

PLANO AQUARELA – Marketing Turístico Internacional do Brasil. Brasília: Ministério do Turismo/Embratur, 2005.

PLANO NACIONAL DE TURISMO 2003-2007. Disponível em: 200.189.169.141/site/arquivos/dados_fatos/Anuario/Plano_Nacional_do_Turismo.pdf Acesso em: 06 de julho de 2006.

PLANO DE TURISMO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO – Plano Maravilha, Diagnóstico I - Informe Executivo. Rio de Janeiro, 1997.

PROGRAMA DE REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO. Roteiros do Brasil. Programação e apoio à comercialização. Brasília: Ministério do Turismo, 2006.

QUINTELA, M. Museus, Cultura Popular e Turismo Cultural na cidade do Rio de

Janeiro: Algumas Reflexões. Disponível em: http://www.naya.org.ar/turismo/congreso/ponencias/maria_quintela.htm. Acesso em:

22 de janeiro de 2007.

RAMALHETE, A. Centros Históricos e Ordenamento do território em áreas

metropolitanas. Disponível em: