Embora o código penal da República não colocasse o homossexualismo como crime, os homossexuais eram considerados doentes e propensos à criminalidade, movidos por sua “paixão invertida”. Além disso, ainda havia eufemismos na lei que permitiam a repressão a essas pessoas, como os crimes contra a honra e honestidade das famílias, o ultraje ao pudor e a proibição ao travestismo. Um caso registrado foi o da espanhola Maria Perez:
Em 1931, um escândalo envolveu a jovem espanhola Maria Perez. Estabelecendo-se com a mãe em Jaú, interior de São Paulo, teve vários relacionamentos com moças da cidade, sendo enviada a um convento na Espanha. Com 21 anos, ela voltou ao Brasil, vestida de homem, e apaixonou-se por uma donzela da sociedade de Jaú, provocando enorme escândalo. Acabou fugindo com outra donzela, de dezesseis anos, para São Paulo, onde utilizava os nomes de Dorival da Rocha e Armando Silva, sendo presa pela polícia em Minas Gerais, juntamente com a sua esposa Idalina Averzano, por identidade falsa. (TORRÃO FILHO, 2000, p. 254)
De acordo com Mott (1987, p. 51), Maria Perez, que se utilizava também do nome Dorival Perez, foi presa por delito de falsa identidade “denunciada por um despeitado e desprezível pederasta” que apalpou seu pênis artificial – que esta trazia “sempre amarrado entre as coxas” –, acreditando ser ela um homem.
A travestilidade exercida por homossexuais, como o caso de Maria Perez, acabou por trazer ao imaginário social (também atualmente) a relação direta entre “inversão” de papéis e expressões de gênero (“inversão sexual”) e desejo sexual por pessoas do mesmo sexo. Os médicos da época tinham a crença de que os invertidos sexuais apresentavam características do sexo oposto; mulheres com bigode, voz grossa, que sabiam assobiar, em contraponto com as degeneradas, que eram as que acabavam por sucumbir ao vício das verdadeiras lésbicas, como afirma Caprio (1960, p. 5): “Muitas jovens inocentes e pouco esclarecidas são iniciadas nas práticas lésbicas por ignorarem tudo o que se refere ao homossexualismo, o que as torna presa fácil de lésbicas mais velhas e mais experimentadas”, ou mesmo que “muitos casamentos terminam em virtude da sedução da esposa por uma lésbica” (CAPRIO, 1960, p. 41).
Mesmo quando a realidade insistia em negar as teorias da moda, e a literatura mostrava casos diferentes, como a feminina Léonie, o forte Amaro ou o cangaceiro seu Manuel, os médicos não modificavam suas opiniões. Não as modificavam porque eram isto mesmo, opiniões, fé, e contra elas a realidade não oferece argumentos convincentes. A ciência nunca foi neutra
e quando ela é baseada em seus próprios preconceitos, pesquisadores constantemente chegam a conclusões absurdas. (TORRÃO FILHO, 2000, p. 255)
Outras duas conhecidas mulheres lésbicas das últimas décadas no Brasil foram Elisabeth Bishop, considerada umas das maiores poetas contemporâneas dos Estados Unidos, que chegou ao Brasil em 1951, e a arquiteta Maria Carlota Costellat Macedo Soares, ou somente Lota, responsável pela construção do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, considerada a ovelha negra de uma tradicional família carioca. Recebida por Lota ao chegar ao Rio, Elisabeth ficou hospedada com ela, alternando-se entre essa cidade, Petrópolis e Ouro Preto. Uma violenta crise alérgica que ocorreu com Elisabeth, por comer um caju, a fez permanecer aos cuidados de Lota, tendo início uma relação entre elas. Bishop permaneceu no Brasil por conta do tumultuado romance que durou quinze anos e se deteriorou, terminando com o suicídio de Lota, que ingeriu uma grande quantidade de remédios (TORRÃO FILHO, 2000; TREVISAN, 2002).
De acordo com Nádia Nogueira (2005, p. 34), em seu estudo sobre as lesbianidades no Rio de Janeiro na década de 1950-1960, feito a partir da relação amorosa entre Lota e Bishop, esse era um período no Brasil em que a mídia apregoava uma imagem “genérica da mulher destinada às prendas domésticas, balizada no estereótipo da esposa feliz, cercada de eletrodomésticos modernos, capazes de satisfazê-la nas atividades do privado”. Nesse contexto, as mulheres não eram bem vistas socialmente no mercado de trabalho, pois se acreditava que sua atividade prejudicaria o bem estar da família e a ordem social. As solteiras de classe média que trabalhavam eram vistas como mal amadas que não conseguiram arranjar um marido:
Às mulheres caberia apenas o privado, os afazeres domésticos, a limitação de consolidar o quadro familiar, as que fugissem desse estereótipo, que buscassem a autonomia, tinham pouco ou nenhuma visibilidade, poucas chances de praticar seus conhecimentos, limitada liberdade de ação. Uma mulher solteira que se relacionasse afetiva e sexualmente com outra mulher, tornava-se um fantasma social, percebida pela sociedade como uma pessoa sem respeito, indigna. (NOGUEIRA, 2005, p. 36)
Ainda de acordo com a autora, “no imaginário dos anos 1950, a relação amorosa entre duas mulheres foi vista como aberração, um perigo social, alguém capaz de matar e morrer por amor, dizia o discurso dominante dos médicos e juristas”. Por conta disso, as mulheres que tinham relações/práticas homoeróticas nesse período, especialmente aquelas de classe sócio-econômica mais alta, não freqüentavam locais públicos, encontrando-se em festas,
clubes e ambientes mais reservados e restritos a um pequeno grupo, enquanto aquelas de classes populares freqüentavam os espaços de boêmia e guetificados.
Havia uma sociabilidade pública diferenciada no Rio desse período, espaços alternativos composto por personagens que vagavam na noite em busca do inusitado. Os supostamente excluídos, marginalizados por suas escolhas, pela boêmia. Pessoas que encontraram em certos ambientes seu grupo de afinidade, e fizeram dele uma segunda casa, um lugar de encontro e também de troca cultural. (NOGUEIRA, 2005, p. 47)
Nogueira (2005, p. 54) relata que, nas décadas de 1950 e 1960, não havia lugares específicos para encontros homoeróticos entre mulheres, portanto, os locais freqüentados por elas eram os freqüentados pelos artistas, entre as vedetes, nos bailes de carnaval, nas boates onde cantavam as mulheres ousadas. Porém, elas relacionavam-se entre si com enorme discrição, “em função da repressão social e da possibilidade da incursão policial”. A autora ainda comenta que muitas reproduziam em suas relações os padrões de gênero tradicionais heteronormativos de masculinidade e feminilidade, especialmente entre as camadas sócio- econômicas mais baixas, sendo as que se vestiam com trajes masculinos as que tinham mais possibilidades de serem perseguidas pela polícia. Eram também as mulheres mais pobres as diagnosticadas como doentes ou anormais, por médicos, juristas e psiquiatras, e que foram internadas em asilos psiquiátricos e instituições afins por relacionarem-se homoeroticamente.
Uma tipologia que foi criada por médicos e advogados, nas primeiras décadas do século XX, foi a da mulher-homem, aquela que biologicamente possui os órgãos sexuais femininos, mas que sua conduta, comportamento e vestuário são masculinos. Esse tipo era um escândalo, passível de perseguição pela polícia. Outras foram obrigadas pela família a procurar médicos e psicoterapeutas. A perseguição só acabava quando o psicólogo
chamava a família e explicava que aquilo não era doença. Mas nem todos agiram assim. Muitas foram internadas em clínicas e hospitais, para serem
curadas da paixão por outra mulher. Não havia muitos lugares para freqüentar e conhecer pessoas e, ainda, a preocupação com a polícia, que prendia aquelas que estivessem de terno e gravata42. Não se falava sobre o
assunto com outras pessoas. Praticamente só os amigos homossexuais sabiam da vida delas. (NOGUEIRA, 2005, p. 59)
Segundo Torrão Filho (2000, p. 260), na década de 1960 houve uma luta inicial no Brasil contra e ditadura militar e, assim como em várias partes do mundo, movimentos por direitos civis e pela liberação sexual. A partir de 1970, surgiram os primeiros grupos de homossexuais, na luta contra o preconceito, muito mais encoberto e sutil no Brasil, escondido
atrás de uma suposta democracia, do que em outros países onde a luta inicial foi pela descriminalização da homossexualidade, como nos Estados Unidos. Em 1978 foi lançado o primeiro jornal gay do país, o Lampião, que durou até julho de 1981. Na mesma época surgiu o grupo Somos, que inicialmente não tinha uma participação ativa de lésbicas. Por isso, em 1979, foi criado o GALF – Grupo Ação Lésbica Feminista, como subgrupo do Grupo Somos.
A princípio a questão da homossexualidade era discutida apenas quanto ao aspecto de preconceito contra a orientação homossexual, sem muitas distinções entre mulheres e homens. [...] algumas lésbicas do Somos começaram a perceber que sua opressão específica só poderia ser realmente compreendida em relação à situação das mulheres em nossa sociedade e não mais como parte da repressão aos homossexuais. Neste sentido, elas passaram a se reunir em separado dos homens, formando o subgrupo lésbico feminista, e a desenvolver suas reflexões com base em textos feministas. Para essa separação também colaborou o sexismo dos bichas que nos encontros conjuntos monopolizavam as discussões e se referiam às mulheres pejorativamente como rachas ou rachadas. (MOTT, 1987, p. 156) Em 1980 foi fundado o Grupo Gay da Bahia — o mais consistente e de maior visibilidade surgido até hoje no país — por militantes homossexuais, dentre eles o antropólogo Luis Mott, que, em 1987, lançou Lesbianismo no Brasil. No terceiro capítulo dessa obra (“Lésbicas na atualidade”), Mott apresenta diversos relatos de mulheres que se referiam aos seus desejos homossexuais, mas que se viam oprimidas e temerosas de viver tal desejo por conta dos ideais culturais heteronormativos, na família e na sociedade em geral, e também diversos casos de lesbofobia implícita e explícita.
O movimento de lésbicas apareceu juntamente com o movimento feminista e de gays, contra o machismo e a desigualdade. Com a ascendência da epidemia de AIDS na década de 1980, muitas personalidades importantes acabaram assumindo sua homossexualidade ou bissexualidade depois de se saber infectadas pelo HIV, como os cantores Cazuza e Renato Russo, entre outros (TREVISAN, 2000). Após alguns anos, com a crescente infecção de homens e mulheres heterossexuais, a epidemia perdeu seu caráter de “peste gay”.
A partir da década de 1990, a visibilidade homossexual se tornou cada vez mais crescente nos meios de comunicação, através de telenovelas, programas de auditório, pesquisas acadêmicas e da Parada do Orgulho LGBTT, que, em 2007, foi a maior passeata do movimento homossexual do mundo43.
Contudo, até hoje, as mulheres homossexuais permaneceram obscurecidas, de tal forma que atualmente se realiza uma Caminhada de Lésbicas separadamente da Parada na cidade de São Paulo, em uma luta por visibilidade e reconhecimento:
Embora as mulheres tenham sido muito menos reprimidas do ponto de vista legal e policial, isso não pode ser confundido com aceitação e tolerância. Provavelmente trata-se mais de desconhecimento da sexualidade feminina, além de um certo desprezo dos homens, cuja sexualidade é tão marcada pela penetração [e por uma subjetividade tão marcada pela misoginia]. (TORRÃO FILHO, 2000, p. 280)
A partir dessa breve história sobre o homoerotismo entre mulheres nas sociedades ocidentais e na modernidade – com sua racionalização crescente da existência a partir da instauração dos discursos científicos – isto é, da scientia sexualis, pode-se perceber que foram se criando “verdades”, ou seja, estigmas e estereótipos sobre as lesbianidades, que formatam os discursos elucidados para esse estudo:
1. A respeito de: “o que lésbicas fazem não é sexo”, vemos discursos como: “a sexualidade feminina não era levada em conta”, “suas relações não eram consideradas um real ato sexual”, “sendo consideradas seres inferiores, suas relações eram possivelmente vistas como brincadeiras infantis”, “não eram tão reprimidas por não haver desperdício de sêmen”, “era, em grande parte das vezes, ignorada”, “a relação entre mulheres, foi descriminalizada em 1646 pelo fato de os inquisidores não se convencerem se era possível haver sexo entre mulheres”, “a Rainha Vitória dizia que o lesbianismo era tão infame que sequer era possível que existisse”.
2. Sobre o estereótipo: “lésbicas são mulheres masculinizadas”, deparamo-nos com: “inverter a ‘ordem’ da natureza”, “colocar-se ‘na posição de um homem’”, “a bruxaria e a homossexualidade foram associadas às ‘mulheres masculinas’”. “Urnide correspondia à mulher com impulso amoroso masculino, isto é, a mulher que amava mulheres”, “lésbicas possuíam características físicas específicas como ausência de menstruação, pêlos no corpo, e ‘a estranha capacidade de assobiar’”, “a medicina considerava um erro o lesbianismo, pois a agressividade sexual era considerada atributo masculino; ela negava a importância do desejo feminino, que deveria ser em sua passividade”, “Çacoaimbeguiras: ‘machão, mulher que não conhece homem e tem mulher, falando e pelejando como homem’.”.
3. Em relação à: “passividade e atividade na relação entre mulheres”, temos que: “a penetração nas relações entre mulheres era vista como um pecado muito grave”, “sodomia feminina só era vista de modo sério se ameaçasse o privilégio do órgão masculino, como nos casos em que eram utilizados ‘certos instrumentos para a função diabólica para excitar o desejo’”, “a sodomia perfeita só podia ocorrer entre duas mulheres se o clitóris fosse desenvolvido o suficiente para penetrar a parceira”, “os teólogos e doutores consideravam que o corpo feminino se instrumentalizava para cumprir o requisito da penetração com o uso de instrumentos segundo o modelo do membro viril”.
4. Em relação ao controverso estigma: “lésbicas são promíscuas ou formam casais românticos assexuados”, vimos, por um lado, que: “o termo ‘mulheres lésbicas’ podia ter uma conotação de iniciativa sexual e falta de vergonha”, “as lesbianas se entregavam às mais diversas práticas sexuais com escravas especialmente treinadas”, “safismo através da luxúria”, “para os médicos franceses, por exemplo, a maior parte das prostitutas eram lésbicas”; e, em contrapartida: “a relação entre mulheres só era aceita em ambiente “controlado” pelos homens – por exemplo, em banquetes com prostitutas que se relacionavam entre si, inclusive com utilização do olisbus, para o entretenimento dos homens e visando ao seu prazer”, “o fato de as mulheres terem sido relegadas à esfera privada, suas vidas circunscritas à família e ao mundo doméstico, impediu a formação, entre elas, de subculturas homossexuais” e “era inimaginável, para a maior parte dos homens, o prazer entre mulheres”.
5. E, finalmente, que “lésbicas tiveram uma relação frustrada com homens” é corroborado por: “as mulheres, mais freqüentemente as solteiras ou as viúvas impotentes, foram os alvos de acusações ligadas à homossexualidade”, “o preconceito contra as mulheres sem homem, solteironas, é algo que sobrevive no tempo”, “safismo por necessidade e safismo por temor”.
Como veremos adiante, tais teses, supostamente “científicas”, na verdade se revelam como subprodutos do machismo e do heterocentrismo naturalizados em nossa cultura, o que mostra o quanto isso é regulado pelo biopoder, e como, para tal, cria uma ferramenta poderosa deste: o sistema sexo/gênero/desejo/práticas sexuais.
Apenas para evidenciar esses estigmas e estereótipos de forma mais atualizada, ainda relaciono abaixo exemplos encontrados em sites da internet, nas comunidades virtuais do
Orkut, um dos sites de relacionamento mais conhecidos no Brasil (acessado em 29 de setembro de 2008):
Lésbicas... Que desperdício (10.390 membros)
Comunidade pra você que vê uma mulher linda, fica afim dela, mais fica sabendo que ela é Lesbica, e se ela não fosse estaria com certeza dando em cima dela, mais ahhh, tão gata, mais é Lesbica, que desperdício...
Pq toda lésbica é gostosa? (2.394 membros)
Para vc que concorda com essa verdade, e também quer ser amigo ou se relacionar com as lésbicas, esta é a comunidade certa! Como as lésbicas e as bissexuais podem ser tão lindas, sensuais e gostosas??? Sempre fico abismado com o bom gosto nos perfis, onde na maioria das vezes, as fotos delas são as mais sensuais, sem passar pela vulgaridade. Transparecem inteligência, bom gosto e sensualidade. Fico admirado com a beleza delas, e as vezes, com sua frieza com os homens heteros que tanto as desejam! Se elas soubessem o tanto de carinho que daríamos a elas...
Fui xavecar e era lésbica (1.769 membros)
Descrição: Nem topou um ménage. Pô.
Cadê o Peru? (1.172 membros)
Descrição: Comunidade destinada a todos aqueles q ODEIAM o fato de estar ''na moda'' meninas se beijarem!
Se a concorrencia jah estava dificil soh entre homens, imagina com mulheres tb! Se vc jah tomo bota de uma mina pq ela kiria bja sua AMIGA, entre aki! Se vc acredita que kem gosta de peru eh viado, pq mulher gosta de dinhero, entra aki!
Se vc acredita na teoria da evolução e acha q dentro de anos os homens nasceram sem penis por naum usa-los mais (assim como o dente do ciso) entrem aki tb!
*Essa comunidade não apoia o preconceito e afins! Apenas a indignação à ''moda'' gay*
Mais uma decepção viro lésbica (1.554 membros)
Descrição:
pra quem entende né ? :x
ps: que fique bem claro homens não entram
A Docinho é sapatão (860 membros)
Descrição: Um Dia desses Eu Liguei a TV... E tava passando...
AS MENINAS SUPER PODEROSAS Eu notei q a Docinho...
Se irrita muito facil...
Principalmente com coisas de Menina... Ta sempre Extressada...
COm a Raiva da Vidaa... Querendo BAter... Quebrar...
Humilhar... Matar... Parece Ate...! SApatao... Eu acho e vc?
Odeio homem tarado por lésbica (194 membros)
Não é irritante qdo um homem se exita apenas por ver 2 minas se beijando?? Ou qdo tentam ficar com as 2 mulheres e se acha o foda?!?!?!?! Esses homens que pensam que lésbicas são ''putas'' ou são objetos de prazer, estão errados... Odeio homens tarados por lésbicas!!!
Lesbianismo no Pornô é Arte! (66 membros)
Fala Sério! Tem coisa mais artístico que duas mulheres se beijando?
Sapatão 44 bico largo (62 membros)
Descrição:
1-Por que quase todas as cantoras brasileiras são chegadas num velcro-com velcro?
2-Falar a verdade, qual é a graça de ficar ralando checa com checa?
3-Homem com homem é foda, mas pelo penos tem alguma coisa para encaixar. Já mulher com mulher... dá jacaré!
4- Que recado você gostaria de mandar pra artista mulher que não gosta de homem?
5- Quais são as 5 maiores sapatões nacionais? E internacionais?
É lésbica porque não viu meu pinto (1.445 membros):
ESSA COMUNIDADE EXISTE PRA MOSTRAR A TODAS AS MULHERES QUE OPTARAM POR SER LESBICA QUE NA VERDADE ELAS ESCOLHERAM ESSA OPCAO POR NAO TEREM TIDO UM PINTO COMO O MEU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Fórum desta última comunidade, com supressões de alguns membros, e 14 postagens exemplificativas de 87:
Garota 1: essa comunidade dá vontade de rir...
Hauahuahauahuahauahuahau q comunidade ridícula!!!! sabe oq vcs são??? um bando de necessitados. Nunca conseguem comer ninguem. E o otário dono da comunidade, criou essa merda pq levou um chute bem dado no traseiro da menina q ele tava afim que se disse lésbica. Ou pior ainda... deu em cima de uma quer era assumida, que por sinal devia ser linda e levou um belo chutão na bunda pq não ia conseguir satisfaze-la. Hauhauhauahuahauahua Se liguem seus estúpidos!!!! Pra lésbicas, suas picas só servem pra mijar, pq não empolga nenhuma. Sabe aquela coisa: elas não precisam de vcs?... eh bem isso... Imagino o que deve passar pela cabeça de vcs... o carrão novo que vai ganhar do papai, ou a facul levada mal e porcamente paga com o dinheiro da mamãe.Ah eh... tem que ficar ligado sempre no tempo pra ver qd vai dar pra pegar onda na praia neh?... e a que horas vai passar o filme do stalone na Tv. Só pode ser isso que passa pela cabeça de um estúpido que teve a capacidade de criar uma comunidade como essa (e nas dos outros que entraram). O pior, eh que se vcs pegam
alguem, devem ser aquelas patys, que vivem no shopping center, e só sabem ler horóscopo no jornal, pra ver se o clima eh favorável pra ela dar pro playboyzinho do andar de cima. Pra ter capacidade de criar uma comunidade como essa, só sendo um playboy mto burro... um exemplo é o fórum... nossa... qts tópicos mesmo? claro! não tem o que falar... Boa punhetada pra vcs... Não se esqueçam de comprar uma playboy nova, pq a que vcs usam jah deve estar toda borrada neh? ahuahauhauahauhauahuahauahauahua
Garoto 1: mais uma Lesbica tentando ser passar por Homem!!!
Aew Viu galera o tanto de lesbica que tem nesse mundo, mais fazer um movimento dee libertaçao das lesbicas, mostrando seu Pinto!!!hehehhe
Garoto1: HEHEHE Vc e Muito inteligente
Aqui vc e tao inteligente que fica brigando no orkut que e uma coisa tao patetica, que naum serve de base pra nada!!mais aqui eu naum sou contra lesbicas naum a naum ser que elas naum me deixem participar da brincadeira!!!!!HEHEHEHEHE Falou sabio!!hehe
Garota 1: rs
1° ninguem precisa de uma pica nojenta pra satisfazer nenhuma mulher.Portanto, não serve pra nada como jah disse acima. Não faço questão nenhuma de ter um negócio nojento que eh inútil... pq mulher, sabe tratar