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İslam'a Göre Kadınlarla İlgili Temel Meseleler

BÖLÜM 1: ARAŞTIRMANIN TEORİK ÇERÇEVESİ

1.2. İslam'a Göre Kadınlarla İlgili Temel Meseleler

Para correlacionar as atividades agrícolas regionais com as espécies químicas presentes na atmosfera de Ribeirão Preto, amostras de água de chuvas foram avaliadas por meio do método padronizado SPE/GC-MS. Estas amostras foram coletadas em eventos ocorridos no período de 03/08/2011 a 09/04/2012 na cidade de Ribeirão Preto-SP, com o coletor localizado no campus da USP-RP ilustrado na Figura 9. O gráfico da Figura 25 representa a variação da concentração de levoglucosano e COD nessas amostras durante o período da safra (de abril a novembro) e no período de entressafra (de dezembro a março).

71 03/08 /2011 22/08 /2011 31/08 /2011 11/09 /2011 21/09 /2011 06/10 /2011 08/10 /2011 10/10 /2011 14/10 /2011 16/10 /2011 23/10 /2011 25/10 /2011 26/01 /2012 02/02 /2012 11/02 /2012 15/03 /2012 27/03 /2012 09/04 /2012 -- -- -- 0,00 0,05 0,10 0,15 0,20 0,25 0,30 Levoglucosano COD Data do evento Le vo gl uc os an o (u g/ m L) 0 10 20 30 40 50 C O D (u g/m L)

Figura 25. Concentração de levoglucosano e COD presente em amostras de água de chuva

coletadas em Ribeirão Preto-SP durante o período de safra e entressafra de cana-de-açúcar.

As concentrações de levoglucosano variam de 0,023 a 0,29 g mL-1, sendo que as maiores concentrações foram observadas de agosto a outubro, isto é, na época da safra da cana. No período de entressafra, ficaram abaixo do limite de quantificação, pontos inseridos no gráfico com valor de 0,036; 0,032; 0,033; 0,027; 0,045; 0,030; 0,028; 0,028; 0,023; 0,024 e 0,024 g mL-1. Tal fato pode ser explicado pelo final da safra 2011/2012 ter sido antecipada para o começo de novembro devido às perdas da produção relacionadas ao grande período de estiagem na região sudeste, entre outros possíveis agravantes de produção como geadas, pragas e a falta de renovação dos canaviais. Com um período de entressafra maior, ou seja, com focos de queimada de palha da

72 cana-de-açúcar na região de Ribeirão Preto diminuindo, a emissão desse monossacarídeo é reduzida, uma vez que a principal fonte de levoglucosano para atmosfera na região é a queima da palha da cana-de-açúcar.

As maiores concentrações foram obtidas no mês de setembro, sendo iguais a 0,29 g mL-1 (11/09/2011) e 0,28 g mL-1 (21/09/2011). Tais meses coincidem com a intensa queimada da palha da cana-de-açúcar na região de Ribeirão Preto-SP, e consequentemente com maior emissão de material particulado para a atmosfera incluindo levoglucosano, COD entre outros.

De maneira análoga à concentração de levoglucosano, as maiores concentrações de COD presente nestas amostras coincidem com o período de safra, onde a queimada da palha da cana é intensa na região de Ribeirão Preto. A maior concentração de COD foi obtida no mês de agosto, sendo igual a 14,41 g mL-1 (03/08/2011). Para verificar a existência de correlação destas duas concentrações foi traçado o gráfico da Figura 26.

0 2 4 6 8 10 12 14 16 0,02 0,04 0,06 0,08 0,10 0,12 0,14 0,16 0,18 Le vo gl uc os an o (u g/ m L) COD (ug/mL)

73 O gráfico da Figura 26, nos permite afirmar que existe uma correlação linear entre as concentrações de levoglucosano e COD presente nestas amostras de água de chuva (r = 0,88) com 95% de confiança, o que indica que a queima de biomassa é uma importante fonte de COD para a atmosfera.

Outro fator importante, e que deve ser ressaltado, é que as maiores concentrações de COD e levoglucosano geralmente coincidem com eventos de pequena profundidade, ou seja, com pequeno volume de chuva. Eventos com maior profundidade diluem estes compostos das amostras. Para normalizar esse efeito do volume da amostra foi realizado o calculo da média ponderada pelo volume (MPV) para COD e levoglucosano, (Tabela 6).

Tabela 6. Média ponderada pelo volume para COD e levoglucosano para safra e entressafra

MP Período MPV ( g mL-1) RSD (%) n Levoglucosano safra 0,09 ± 0,03 32 12 entressafra 0,03 ± 0,01 19 6 COD safra 6,32 ± 2,61 41 10 entressafra 2,30 ± 0,41 18 6

Podemos verificar que no período de safra a concentração de levoglucosano foi superior ao período de entressafra (test t; P = 0,05).

Da mesma maneira para COD, de acordo com Coelho et al. 9, em períodos de safra, onde a queimada da palha da cana-de-açúcar é maior, a quantidade de material orgânico emitido para a atmosfera é superior aos períodos de entressafra. O gráfico da Figura 27 exibe a concentração de COD e de levoglucosano nestes períodos.

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ENTRESSAFRA SAFRA ENTRESSAFRA SAFRA

0,00 0,02 0,04 0,06 0,08 0,10 0,12 LEVOGLUCOSANO COD Le vo gl uc os an o (u g/ m L) 0 2 4 6 8 10 C O D (u g/m L)

Figura 27. Comparação da concentração média de levoglucosano e COD presente em

amostras de água de chuvas coletadas em Ribeirão Preto-SP no período de safra e entressafra de cana-de-açúcar.

Apesar do pequeno número de amostras com as análises de COD, essa tendência já foi observada para um número muito maior de amostras na cidade de Ribeirão Preto – SP, Coelho et. al., 9.

No período de safra a concentração média de COD e levoglucosano presente nas amostras de água de chuvas coletadas são superiores ao período de entressafra, confirmando a correlação estabelecida anteriormente.

O único trabalho da literatura encontrado sobre determinação de levoglucosano em amostras de água de chuva foi para amostras coletadas no Instituto de Física da Universidade de São Paulo, São Paulo, sendo que a concentração variou de 0,4 a 1,5 g mL-1 24. Os autores afirmam que esse

75 resultado é apenas qualitativo, uma vez que alegam que houve a evaporação da amostra durante seu transporte.

Neste presente trabalho, apresentamos um método com linearidade, precisão e exatidão para análise quantitativa de levoglucosano em amostras de água de chuva. A comparação entre as concentrações de levoglucosano nas amostras de água de chuva de Ribeirão Preto e São Paulo devem ser comparadas com cautela uma vez que Schkolnik et al. 24 interpreta seus resultados como qualitativos. Uma completa validação analítica para água de chuva se faz necessário.

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5. Conclusões

As otimizações das variáveis do processo de extração SPE, tais como fase extratora, vazão de percolação da amostra do eluente, volume de amostra, força iônica, solvente de eluição, massa do sorvente, resultaram em maiores taxas de extração e menor tempo de análise.

O método proposto, SPE/GC-MS com sorvente quitosana, comparado a outros métodos com técnicas de microextração, como a SBSE e a MEPS, apresentou maiores taxas de extração e menor tempo de extração (5 min).

Ja o método padronizado comparado com outros métodos da literatura que empregam a técnica de LLE para a extração de levoglucosano, apresentou baixo consumo de solvente orgânico (2,5 mL de metanol). Ainda podemos destacar outras vantagens do método SPE/GC-MS desenvolvido, tais como o desenvolvimento de cartuchos SPE (quitosana) reprodutíveis (CV inferiores a 15%) e de baixo custo, assim como extração simultânea para 12 amostras que contribuíram para resultados precisos e tempo de análise satisfatório.

O método SPE/GC-MS com fase extratora quitosana é um método inovador de análise de levoglucosano em amostras de água de chuva, uma vez que até presente momento nenhum outro trabalho tem realizado a análise quantitativa deste analito em matrizes aquosas. A maioria dos trabalhos apresentam resultados de medidas de levoglucosano realizadas em filtros que retêm o material particulado presente na atmosfera.

Para as análises de amostras de água de chuva observamos que a concentração MPV de levoglucosano na safra foi superior ao de entressafra (0,09 ± 0,03 µg mL-1 para safra e 0,03 ± 0,01 µg mL-1 para entressafra), ou

77 seja, levoglucosano tem emissão sazonal que pode ser identificado pela análise de amostras de água de chuva. Tal fato é justificado pela queimada da palha da cana-de-açúcar na região de Ribeirão Preto-SP.

O método SPE/GC-MS padronizado apresentou linearidade, precisão e exatidão adequadas, além de um preparo de amostra eficiente que permitiram a este trabalho trazer os primeiros resultados quantitativos de determinação de levoglucosano em amostras de água de chuva.

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