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İran Fetihleri

Belgede MUHTASAR İSLÂM TARİHİ (sayfa 111-117)

RÂŞİD HALİFELER DEVRİ (H. 11-41)

4. İran Fetihleri

No LABEME o acompanhamento do desempenho vegetal nos blocos TEVA, e da biodiversidade atraída por este tipo de cobertura em telhado verde modular, deu- se em dois momentos, no período do inverno, e no período do verão, considerando a região de João Pessoa-PB.

NO INVERNO

A instalação dos primeiros blocos TEVA, resultantes das moldagens experimentais, para compor o telhado verde modular ocorreu entre 05 e 16 de Maio

CAPÍTULO 5 – APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS

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de 2014, e foram acompanhados até 24 de setembro de 2014. Ou seja, a estação compreendida nesse intervalo foi o inverno, reconhecida como a estação chuvosa, pelos altos índices pluviométricos na região.

Há de se destacar aqui que esse telhado verde instalado, inicialmente, não compreendia a área total de 12 m², uma vez que ainda não havia blocos TEVA suficientes produzidos para essa instalação. Então, foram apenas os 25 blocos TEVA resultantes das primeiras moldagens, que foram vegetados, e dispostos sobre a laje da câmara úmida do LABEME e puderam ser acompanhados ao longo de quatro (4) meses.

Esses 25 blocos não foram vegetados ao mesmo tempo, mas num período menor do que 30 dias (entre 21-04-2014 e 15-05-2014), quando todos estavam prontos para serem instalados na laje da câmara úmida do LABEME. E no dia 16- 05-2014, os primeiros 25 blocos foram de fato instalados na laje do LABEME.

A disposição dos blocos obedeceu desde o início ao desenho do telhado verde proposto para a área, de modo que se instalaram os 25 blocos TEVA em forma de “U” (conforme, Figura 91), no aguardo dos demais blocos TEVA para completar a configuração proposta (12 m2).

Figura 91: Representação dos primeiros blocos TEVA dispostos na Laje do LABEME, para configurar o telhado verde modular.

Fonte: Acervo Próprio.

Mesmo nos 25 blocos TEVA iniciais é importante destacar que todas as espécies vegetais selecionadas na presente pesquisa foram cultivadas. A seguir serão destacadas às observações relativas ao acompanhamento deste período.

A primeira observação mostrou que o sistema radicular ultrapassou a base do bloco TEVA, como visto na Figura 92.

Figura 92: Permeabilidade dos blocos TEVA ao sistema radicular dos vegetais transplantados nos mesmos.

Fonte: Acervo Próprio.

Essa ocorrência revela a necessidade da utilização de uma barreira anti-raiz entre a base dos blocos TEVA e a laje impermeabilizada. Embora, neste período as raízes não tenham se fixado na laje, isto indicou a necessidade de uma maior proteção, para se ter uma maior garantia de que o sistema será preservado e nenhum dano se terá por conta das raízes.

A segunda observação é que esse tipo de cobertura (Telhado vede com blocos TEVA) favorece o desenvolvimento da biodiversidade, uma vez que neste curto período de acompanhamento foi possível encontrar, tanto animais, quanto outros vegetais, conforme se vê na Figura 93. Desta forma, confirma-se a formação de micro habitat.

Minhocas (Oligochaeta) atravessando

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Figura 93: Biodiversidade atraída pelo telhado verde com blocos TEVA instalados no LABEME (1ª fase de acompanhamento).

Fonte: Acervo Próprio.

Há de se notar que apesar de se visualizar um pouco de substrato sob o bloco TEVA, não ocorreu vazamento desse material nessas quantidades. Na verdade, isso se deu pelo fato de que, quando os primeiros blocos TEVA foram vegetados no horto do CBIOTEC, eles foram dispostos diretamente sobre a terra local, sem nenhum tipo de revestimento entre o solo e os blocos TEVA. Assim, a porção inferior dos blocos TEVA ficou impregnada de substrato do solo local, que foi sendo desprendida depois, formando os aglomerados que se vê nas imagens.

Outro fato interessante é que, devido à alta porosidade do bloco TEVA se percebe que até as minhocas conseguiram atravessar a base do bloco TEVA.

Os vegetais que apresentaram um melhor desempenho neste primeiro momento foram os seguintes: Coleus amboinicus (hortelã da folha grossa),

Kalanchoe brasiliensis (saião do verde), Kalanchoe crenata (saião do roxo); Plectranthus barbatus (boldo); Costus spicatus (cana de macaco); Aloe vera

(babosa); Alternanthera brasiliana (penicilina) e Cissampelos sympodialis (milona).

Caramujo (Gastropoda) sob bloco Embuá (Diplopoda) sob bloco

Alguns vegetais não resistiram até o final do ciclo de observação, e em outros casos se percebeu um amarelamento da folhagem, o que indicou falta de nutrientes. Desta forma, viu-se que diante da pouca quantidade de substrato no interior do bloco TEVA e do carregamento de nutrientes pela chuva, seria necessária uma reposição de substrato. Sendo assim, no dia 24 de Setembro de 2014, após três (3) meses foi feita uma única manutenção dos primeiros 25 blocos TEVA vegetados instalados na laje.

Na manutenção, no momento da retirada de alguns vegetais dos blocos TEVA, notou-se também uma boa fixação das raízes ao substrato, o que é bem positivo por alguns motivos, entre eles, a possibilidade do substrato não ser facilmente perdido pela ação das intempéries (ação dos ventos, por exemplo). Uma vez que como estão em coberturas, caso o substrato esteja seco e desprendido (e desprotegido) da vegetação os ventos podem gerar material particulado (poeira em suspensão), oriundo do substrato.

Observou-se que as hortelãs da folha grossa haviam se desenvolvido muito e estavam desproporcionais em relação às outras espécies, por isso, elas foram retiradas, e com as suas gemas apicais6 foram feitos replantios nos mesmos blocos

e reposições de vegetais em outros blocos TEVA. NO VERÃO

O telhado verde instalado no LABEME, na segunda etapa de acompanhamento, que inclui o período do verão, passou a cobrir a área dos 12 m² da laje impermeabilizada, ou seja, nesse período foi completado o projeto do telhado verde com a instalação de novos blocos TEVA moldados e vegetados. Sendo assim, o novo período de acompanhamento do telhado verde no LABEME teve duração de seis (6) meses (outubro/2014 até março/2015), praticamente incluindo todo o período de verão. As imagens da Figura 94 ilustram registros mensais (vista geral) desse telhado verde, em algumas das ocasiões em que ocorreu a manutenção e o acompanhado do desenvolvimento dos vegetais.

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Figura 94: Acompanhamento do telhado verde do LABEME completo com 12 m2 (2ª fase de acompanhamento).

Fonte: Acervo Próprio.

No período de verão, diferentemente do acompanhamento no período de inverno, foi fornecido água aos vegetais, pelo menos, três (3) vezes por semana. Isto foi importante, tendo em vista a redução das chuvas no período. Além disso, uma vez ao mês se visitava o telhado verde para a retirada de vegetais parasitas.

Para esse período foram registradas as seguintes observações:

06/10/14 06/11/14

06/12/14 06/01/15

1- Desenvolvimento de espécies7 vegetais espontaneamente, junto às plantas

cultivadas, entre outras observações (amarelamento de folhas, sistema radicular através da base do bloco, casulos de formigas etc.), conforme se vê nas imagens da Figura 95.

7 As espécies vegetais que se desenvolveram não foram identificadas, deste modo, estão indicadas por sp. e

sp¹. invasora junto a babosa¹ sp². invasora junto a babosa²

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