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İctihad Taleplerinin Gerekçeleri

KLASİK İCMÂ TEORİSİ: İCTİHADIN KONTROL MEKANİZMASI OLARAK İCMA

İCTİHADIN MANİİ OLARAK İCMA

A. Modern Dönemde Yenilikçi Hareketler

1. İctihad Taleplerinin Gerekçeleri

O cristianismo influenciou e muito a sociedade ocidental atual. Os valores e princípios jurídicos adotados pelo Estado ocidental têm o cristianismo como fonte inspiradora. E o destaque dessa doutrina é a solidariedade, com seus diversos desdobramentos, que vêm definir, delimitar a Justiça cristã, a qual é parâmetro principal para toda a Ciência do Direito.

Ainda na Palestina, nos seus primórdios, a doutrina cristã não teve cunho político ou jurídico; apenas religioso e moral. A doutrina cristã é responsável pela formação do espírito humano, mas trouxe profundas transformações no Direito e no Estado. Tudo porque a justiça é herança marcante para essa ciência e essa instituição.

A influência da doutrina cristã na sociedade ocidental se deve em muito pela Filosofia estudada e divulgada na época medieval. Duas foram as escolas: a Patrística, representada por Santo Agostinho, e a Escolástica representada na pessoa de Santo Tomás de Aquino.

Pregava-se a caridade. Essa seria uma atitude que vem configurar claramente a solidariedade. Veja, a caridade consiste em oferecer voluntariamente, a título gratuito, uma ajuda a pessoas que dela necessitem. A caridade representa uma das três virtudes teologais que consiste em amar a Deus e ao próximo. As outras virtudes são: a fé e a esperança. Fé é a resposta do homem a Deus. Na fé o homem afirma sua crença na existência e na ação de Deus; porém essa, para ter valor, deve-se manifestar através de obras; os gestos devem refleti-la. Enquanto a esperança consiste na certeza das realizações das

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DEL VECCHIO, Giorgio. História da filosofia do Direito. Traduzido por João Baptista da Silva. Belo Horizonte: Líder, 2006, p. 32.

promessas de Deus e na Sua misericórdia. Segue uma passagem bíblica que reflete as três virtudes.

Vós que temeis o Senhor, crede nele, a fim de que não se desvaneça vossa recompensa.

Vós que temeis o Senhor, esperai nele, sua misericórdia vos será fonte de alegria.

Vós que temeis o Senhor, amai-o e vossos corações se encherão de luz.79

A caridade se destaca dentre as três virtudes, uma vez que ela é concretizada em ações. Presta-se a criar uma relação entre pessoas que nem se conhecem, de forma que, em análise profunda, pode-se entender que se busca a manutenção do convívio humano em sociedade, portanto cria vínculos de solidariedade entre as pessoas. Mas, apesar de ser a caridade traduzida em ações, o cristianismo se restringia à vida espiritual, não interferindo na vida política.

O princípio da caridade não se desenvolveu para obter reformas políticas e sociais, mas para reformar as consciências. Seguiam, sim este princípio, a liberdade, a igualdade de todos os homens, e

a unidade da grande família humana, porém, como corolário da pregação evangélica; mas essas idéias não se opuseram diretamente à ordem política estabelecida.80(Grifo da autora).

A liberdade é difundida pelo cristianismo como item de importância na vida humana. É vista como resultado de suas conquistas. Com a liberdade o homem se autogoverna, pois dá acesso à escolha, escolha de como agir, e de como se conduzir. Isso demonstra que o homem é visto como um ser individualizado e não apenas como parte de uma massa amórfica, como mais um número de uma multidão; o homem é valorizado como indivíduo.

Ele é membro ativo na sociedade e na história, até porque a liberdade proporciona também o acesso à participação. Apesar de tudo, a escravidão não foi combatida, já que era instituição humana e a Igreja não interferia na vida política. A liberdade toma o aspecto mais de livre arbítrio, caracterizando-se como norma moral. Repercute diretamente sobre a responsabilidade do indivíduo.

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ECLO. 2: 8-10.

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Quando o homem está apto a determinar como agir, também está apto a assumir as conseqüências de seus atos. Mas também tem o dever de obediência.

Desde o princípio, Deus criou o homem e o entregou ao poder de suas próprias decisões. Se você quiser, observará os mandamentos, e sua fidelidade vai depender da boa vontade que você mesmo tiver. Ele pôs você diante do fogo e da água, e você poderá estender a mão para aquilo que quiser.81

Quando se refere à igualdade de todos os homens, a idéia de universalidade está englobada. A igualdade é mais um aspecto que vem revelar o reconhecimento do indivíduo como pessoa humana. E já que todos são humanos, nisso se igualam, então, são igualmente merecedores do mesmo respeito. Assim, não se distingue um conhecido de um desconhecido, por exemplo, para se ajudar. Pode-se afirmar que, por influência desse contexto – dignidade da pessoa humana e igualdade (de tratamento) entre todos –, as normas jurídicas de Direito Penal adotam como premissa a inocência de todos até prova em contrário.

A universalidade também pode ser detectada quando em análise comparativa com o judaísmo, religião da qual o cristianismo se originou, que tinha uma forte expressão de nacionalismo. O cristianismo tem como objetivo uma ampla disseminação, sendo inicialmente, à época de Jesus, pregado entre os pátrios, mas estendendo a aplicação dos seus ensinamentos aos estrangeiros; ou seja, aqueles recebiam tratamento igual. E em uma fase posterior à morte de Jesus, com a conversão de Paulo, veio a pregação aos estrangeiros, registrada nas Cartas aos Romanos, aos Conríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, aos Tessalonicensses. Então, a universalidade se concretiza quando aqueles valores passam a ser multiplicados e adotados para além das fronteiras dos Estados.

Importante ressaltar que a dignidade da pessoa humana era muito trabalhada devido à identificação do homem com o ser divino. O homem tem um realce, ele não é apenas um membro da comunidade. Também as coisas boas que lhe são feitas não se motivam unicamente como uma proteção a si mesmo – visão da igualdade rousseauniana, uma lei fundamental natural –, já que não se devem fazer aos outros coisas que não se gostaria de que fossem feitas a si. A

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dignidade é mais profunda. O homem é visto como uma obra divina, a melhor obra. Aquela que foi feita mais próximo à perfeição. Aquela que foi feita à imagem e semelhança do próprio Deus: “[...] Deus viu que tudo isso era bom. Então, Deus disse: façamos o homem a nossa imagem e semelhança [...]”82

Isso tudo reflete os ideais de justiça e de fraternidade defendidos por essa doutrina. Veja o que afirmam comentários, a título de vocabulário, trazidos por estudiosos da doutrina agregados em uma tradução da Bíblia, o livro sagrado do cristianismo.

Justiça: realização do projeto de Deus. A justiça se concretiza na partilha e na fraternidade, dirigindo a sociedade para a solidariedade e a paz. Exige para todos a distribuição igualitária dos bens e a possibilidade de participar das decisões que regem a vida e a história do povo. Na Bíblia, a justiça é eminentemente partidária, visando a defender a causa dos indefesos.83

Quanto ao termo fraternidade, configura-se na cooperação, no mutualismo, na convivência em comunidade, na partilha. Faz oposição à auto- suficiência, a qual, por sua vez, é considerada origem de toda dominação, opressão e injustiça.

Os olhos orgulhosos serão abaixados, a arrogância humana será humilhada. Nesse dia, somente Javé será exaltado.84

Deixem de confiar no homem, que tem fôlego no seu nariz: o que é que ele pode valer?85

Esses são trechos de uma passagem que conta que os homens fizeram por si mesmos seus ídolos, fabricaram coisas com suas mãos e as enalteceram, as idolatraram, ou seja, ficaram extremamente orgulhosos com o que perceberam que eram capazes de fazer, os homens se sentiam auto- suficientes. Porém, esse orgulho, expressão da auto-suficiência é combatido com veemência. E coloca-se que Javé é que deve ser exaltado e que isso ocorrerá quando o homem perder sua arrogância. Javé é o próprio Deus, é o Absoluto, é

82GÊN. 1: 25-26.

83BIBLIA SAGRADA. Traduzido por Ivo Storniolo. Edição Pastoral. São Paulo: Sociedade Bíblica

Católica Internacional e Edições Paulinas, 1990. p 1619

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ISA. 2: 11.

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quem tudo pode e é o símbolo do bem, é o motivo do elo entre os homens. Assim, pode-se mais uma vez entender que o cristianismo é uma doutrina que tem o valor solidariedade como base, bem como foi amplamente responsável por sua divulgação.

Veja, a doutrina prega acima de tudo o amor. Deus é amor e tem amor pelos homens, sendo Sua maior demonstração a entrega de Seu filho à encarnação – primeira etapa da obra salvífica, a qual se subdivide em três – e posterior morte em uma cruz – segunda etapa – com a finalidade de sacrificá-lo para salvar toda a humanidade de todos os tempos, vividos e por virem, dos pecados. E já que Ele era Filho do Deus, ele supera a morte e ressuscita – terceira etapa. E nessa seqüência, com a adoção das três virtudes, se alcança a salvação: “Todo aquele que nele crer tenha vida eterna.”(JO., 3: 16).

Entretanto, a salvação não depende unicamente do sacrifício de Cristo: a atuação humana é necessária. Aos homens deixa-se uma lei maior cuja observância é indispensável. Essa lei é a necessidade de os homens colocarem em prática o amor divino que lhes foi legado. “Eu dou a vocês um mandamento novo: amem-se uns aos outros. Assim como eu amei vocês, vocês devem se amar uns aos outros” ou “Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado” (JO., 13: 34), disse Jesus Cristo.

Interessa diretamente à pesquisa saber que o amor, a lei maior do cristianismo – inclusive só surge no denominado novo testamento, conjunto de livros bíblicos que dissociam os cristão dos judeus, dos hebreus, religiões das quais se originou o cristianismo – reflete a solidariedade. Pois, veja, o amor é a união do que há de melhor nos homens: respeito, igualdade, caridade e outros. Mas o homem é tido não enquanto ser individual, e sim, enquanto ser atuante em, componente de, uma sociedade. O amor é traduzido em união, em ações que devem se transformar em proveito aos outros membros das sociedades e que coloquem os demais membros em pé de igualdade a si mesmos expressando estima, preocupação, dedicação aos outros. Aliás, o amor já que comparado ao amor de Jesus aos homens, deve revelar prioridade do outro em preferência sobre si mesmo. Na verdade, há uma “negação” por si mesmo do seu “eu”, uma doação constante. Ressalta-se: a dignidade das pessoas humanas não é negada

segundo o amor cristão; pelo contrário, ela é enfatizada. A diferença é que o indivíduo que a tem priorizada não é o próprio ator, mas o paciente, ou seja, o beneficiário sempre se distinguirá do beneficente, que, por sua vez, terá como opção focar a dignidade de outra pessoa que não seja ele mesmo.

Interessante perceber também que existe um anonimato daquele que será o beneficiário das suas “boas ações”. A doutrina cristã costuma determinar como sendo “o próximo”, o que é interpretado como qualquer pessoa que a nossa ação possa alcançar, independente de parentesco, de afinidade, ou ainda de conhecimento ou intimidade qualquer. Assim, no contexto do anonimato do indivíduo a quem se deve priorizar, inclusive com a postergação do próprio “eu”, há de se deduzir que os interesses a serem priorizados devem ser os coletivos, pois seguem a tendência da negativa do “eu” em primeiro plano. Portanto, a coletividade é prevalecente à individualidade no amor cristão, mas o indivíduo não é negado, apenas posto em seqüência posterior.

Com o quadro comparativo que se segue, busca-se demonstrar que muitos dos preceitos nos ordenamentos jurídicos atuais teriam fundamentos no cristianismo. Inclusive o quadro que se segue é originário de uma pesquisa cujo resultado mostra que os institutos bíblicos são até mais amplos, mais avançados, do que direitos fundamentais adotados nas constituições em nosso tempo.

QUADRO 1 - REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES, SOCIEDADE JUSTA E SOLIDÁRIA86

Texto constitucional – CF/88 Texto bíblico

Art 3º. Constituem objetivos

fundamentais da República Federativa do Brasil:

I- construir uma sociedade livre, justa e solidária;

Quando entre ti houver algum pobre de teus irmãos, em alguma das tuas cidades, na tua terra que o SENHOR, teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás as mãos a teu irmão pobre; antes, lhe abrirás de todo a 86

MARQUES, Roberta Lia Sampaio de Araújo. “A Contribuição da Doutrina Cristã para os direitos fundamentais”. Opinião Jurídica – Revista do curso de Direito da Faculdade Christus. nº.2, ano 01,

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III- erradicar a pobreza e a

marginalização e reduzir as

desigualdades sociais e regionais;

IV- promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

mão e lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade. (Deuteronômio 1, 7-8)

Aprendei a fazer o bem; atendei a justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão pleiteai a causa das viúvas. (Isaías 1, 17)

Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito dos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos! (Isaías 10, 1-2) Ai daquele que edifica a sua casa com injustiça e os seus aposentos, sem direito! Que se vale do serviço do seu próximo, sem paga e não lhe dá o salário. (Jeremias 22,13)

Não oprimindo a ninguém, não

roubando, dando o seu pão ao faminto e cobrindo ao nu com vestes; desviando a sua mão da injustiça e fazendo verdadeiro juízo entre homem e homem; andando nos meus estatutos, guardando os meus juízos e procedendo retamente, o tal justo, certamente, viverá, diz o SENHOR Deus. (Ezequiel 18, 7-9)

QUADRO 2 - PRINCÍPIO DA IGUALDADE Art 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos

Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio

estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes [...]

sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. (Gênesis 1, 26-28)

Em suma, a doutrina cristã foi uma ideologia que muito contribuiu para fundamentar, dentre outras coisas, os ideais de justiça, a dignidade da pessoa humana, a defesa dos direitos humanos, a vivência em comunidade, ou, para ser mais preciso, a solidariedade.

Observa-se que a doutrina cristã divide as coisas mundanas das coisas divinas e para cada uma coloca como parâmetro, respectivamente, o ser humano e Deus. Os bens materiais são irrelevantes e as leis são criadas para servirem o homem. Portanto a pessoa humana é valorada por seus atributos espirituais. O seu reconhecimento da individualidade da pessoa humana é instrumento para se fazer justiça.

O cristianismo favorece a sustentação do Direito natural. Pois veja, o Estado cristão em muitas coisas depende das formas sobrenaturais de “comunicação” com Deus. A razão é um dom divino e é tida como forma de expressão da vontade de Deus. “Conquanto não convém renunciar aos sentidos e à experiência, tampouco àquilo que é a palavra indubitável de Deus, nossa razão natural.”87

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HOBBES, Thomas. Leviatã ou matéria: forma e poder de um Estado eclesiástico e civil. Traduzido por Alex Marins. São Paulo: Martin Claret, 2002, p. 269.

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Em suma, apesar de ser considerado um dos principais fatores que influenciou o individualismo, também se extrai do cristianismo o coletivismo, conseqüentemente a solidariedade. A verdade é que é um modelo religioso que prega o equilíbrio entre os dois exponenciais dialéticos: o individualismo e o coletivismo. A ideologia cristã foi uma das primeiras a destacar o papel da essencialidade de cada indivíduo na vida em comunidade, disseminando-se e popularizando-se de tal modo que atingiu todo o mundo europeu, interferindo no poder político. Esses aspectos fáticos ocorreram concomitantemente ao Renascimento e em época anterior às revoluções burguesas que instalaram o Estado Liberal e posterior ao Iluminismo, momentos históricos que extremavam a individualidade. Tudo isso fez com que distorcessem a idéia do equilíbrio entre individualismo e coletivismo, como se a ideologia só pretendesse atingir o individualismo. Inclusive, o individualismo por si só é negado pelo cristianismo, sendo considerado uma forma egoística de viver. O contexto ora mencionado fomentou uma visão parcial e tendenciosa do fenômeno do cristianismo, tendo-se hipertrofiado o individualismo em detrimento do coletivismo. Esse segundo aspecto somente teve ascensão posteriormente com o advento do Estado Social e com o pós-positivismo. Nesse novo contexto, pode-se perceber o fenômeno do cristianismo em sua completude, revelado em dois aspectos inicialmente antagônicos. Diante dessa visão mais precisa do cristianismo, consegue-se revelar sua real proposta: a defesa do equilíbrio entre os dois aspectos.