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2. AVRUPA SOSYAL POLİTİKASININ GELİŞİMİNDE ROL OYNAYAN

2.1. İşçi Hareketleri / Sosyal Hareketler

Edwards (1999) iniciou o estudo sistemático da avaliação dinâmica dos movimentos laringeanos na esteira com diferentes velocidades desenvolvendo a seguinte graduação:

GRAU A: Abdução máxima da aritenóide. GRAU B: Abdução parcial da aritenóide.

GRAU C: Colapso da aritenóide dentro do lúmem laringeano.

Beard (1996); Parente et al. (2002) e Parente e Martin (1995) afirmaram que o exame endoscópico, realizado com o cavalo em movimento na esteira, permite muitas vezes, a observação de mudanças dinâmicas não aparentes quando em descanso e que ocorrem unicamente durante o exercício máximo ou sub máximo. Morris e Seeherman (1990) afirmaram que o exame por videoendoscopia, realizado na esteira, oferece uma nova dimensão na pesquisa de doenças do TRA.

Ducharme et al. (1991); Kannegieter e Dore (1995); Parente et al. (1998) e Hada (2004) afirmaram que a mensuração simultânea do consumo de oxigênio e do fluxo aéreo durante estes eventos permitem também a quantificação dos efeitos potenciais das disfunções e obstruções do trato respiratório anterior na respiração e, possivelmente, também durante a performance, e que o melhor método para diagnóstico de problemas TRA é sem dúvida a videoendoscopia durante o exercício na esteira, preferencialmente, combinada com mensurações objetivas da mecânica respiratória.

A endoscopia no cavalo em posição quadrupedal, ainda que imediatamente realizada após o exercício, não é um substituto adequado para a videoendoscopia na esteira quando se procura determinar a importância clínica de certas alterações do trato respiratório anterior, especialmente a disfunção da aritenóide. Beard (1996) e Parente et al. (2002), afirmaram que estes casos, porém, são poucos em proporção ao número de animais que podem ser diagnosticados em descanso e que o exame na esteira é indicado para cavalos que mostraram limitações no fluxo aéreo ou produzem sons anormais que não podem ser identificados na endoscopia em descanso ou após o exercício. Art, Bayly e Lekeux (2002) e Knottenbelt e Pascoe (1994), enfatizaram a utilidade do exame videoendoscópico na esteira com altas velocidades para elucidar o grau real da disfunção laringeana, especialmente em eqüinos acometidos por HL de grau III e em alguns casos dos graus II e IV.

Concomitantemente ao exame videoendoscópico realizado em eqüinos na esteira, outros exames complementares, tais como a mensuração de parâmetros do fluxo respiratório, da ventilação e análise espectofométrica podem ser realizados simultaneamente; exames estes que também podem ser efetuados previamente nos eqüinos em descanso (KANNEGIETER; DORE, 1995). Morris (1991a,b); Bentz et al. (2002); Kusano e Evans (2004) e Kushiro et al. (2004) confirmaram a opinião acima mencionada e afirmaram que os exames videoendoscópicos realizados na esteira podem ser valiosos em alguns casos, permitindo também que simultaneamente possam ser realizadas outras avaliações tais como do sistema músculoesquelético, cardíaco e respiratório. Dixon (1995) e Holcombe et al. (1996), porém, enfatizaram que os exames minuciosos e exaustivos realizados na esteira, não reproduzem, ainda exatamente, as condições da corrida, e, portanto, seus resultados podem ser imprecisos. Porém, a videoendoscopia permite a visualização dinâmica e direta das vias respiratórias durante o exercício e oferece a vantagem adicional de poder efetuar medições objetivas do nível de condicionamento físico do paciente, e, assim, diferenciar este fator como causa de intolerância ao exercício. Além do que, existem várias causas de obstrução respiratória intermitente que só ocorrem durante determinadas fases do exercício e só podem ser demonstradas pela videoendoscopia na esteira.

Parente e Martin (1995) descreveram a correlação entre os resultados obtidos pela endoscopia nos eqüinos em descanso e aqueles obtidos durante o exercício em alta velocidade e concluíram que o exame endoscópico realizado ao descanso pode não ser um bom indicador de problemas funcionais do TRA, e que uma abdução incompleta da cartilagem aritenóide esquerda, observada imediatamente após a deglutição, usualmente resulta no colapso dinâmico da mesma durante o exercício em alta velocidade. Estes resultados antagonizam aqueles publicados por outros autores nos quais a graduação da movimentação laringeana foi baseada na oclusão nasal ou na deglutição e, concluíram que a maioria dos cavalos afetados com HL idiopática de grau III podem manter uma abdução adequada das cartilagens aritenóides durante o exercício intenso. Porém, estudos mais recentes, (HOLCOMBE; DUCHARME, 2004; ROBERTSON; DUCHARME, 2005, STAUNTON KING, 2003) concluíram que a maioria dos eqüinos afetados com HL grau III não mantêm uma abdução adequada de suas aritenóides durante o exercício intenso e outras anormalidades paralelas, tais como o desvio axial dos ligamentos aritenoideo-epiglóticos e o colapso faringeano podem somente então ser reconhecidos pela videoendoscopia na esteira em altas velocidades, e não sendo detectadas com o animal em repouso.

Das diversas manobras utilizadas na endoscopia em descanso para detectar a movimentação das aritenóides, a avaliação realizada após a deglutição é a mais consistente, já que não é influenciada pelo tempo de duração nem pelo temperamento do cavalo, como acontece quando se efetua oclusão nasal. O grau de movimentação da cartilagem aritenóide obtida após a deglutição, é útil em predizer o grau de anormalidade que se observará quando o exame vídeo-endoscópico na esteira em alta velocidade é realizado; 85% dos eqüinos que não atingiram uma abdução total em ambas as aritenóides após a deglutição são candidatos para a laringoplastia (PARENTE e MARTIN, 1995).

Robertson e Ducharme (2005) descreveram algumas doenças diagnosticadas recentemente através da videoendoscopia em eqüinos na esteira com altas velocidades, tais como: o deslocamento ventral do ápice das aritenóides na sua articulação da linha média e dorsal da laringe e a retroversão epiglótica e o deslocamento axial dos ligamentos aritenoideo- epiglóticos. Lane (2004 a,b), descreveu que as obstruções do TRA são comumente complexas, acarretando o colapso dinâmico de múltiplas estruturas, que podem ser somente identificadas pelo uso da videoendoscopia na esteira de alta velocidade.