• Sonuç bulunamadı

2. GAZİPAŞA’NIN SOMUT OLMAYAN KÜLTÜREL MİRASLARI

2.3. Gazipaşa’nın Somut Olmayan Kültürel Mirasları

2.3.4. Doğa Ve Evrenle İlgili Bilgi ve Uygulamalar

2.3.4.5. Halk Mutfağı

Diante da pergunta feita aos orientadores sobre a contribuição do processo de orientação para o avanço científico do orientando foram obtidas as seguintes respostas:

“[...] no caso do mestrando o acompanhamento tem que ser mais de perto porque ele ainda tá, basicamente vai ser a primeira vez que ele vai ter contato com pesquisa científica, pode ter feito uma orientação, uma iniciação científica, mas é muito diferente porque em geral o tempo dedicado a uma iniciação científica é pequeno, então ele ainda não teve um contato, em geral né, depende do caso [...] Então ééé acho que inicialmente eu começo estudando a bibliografia pra entrar num problema, então tem que estudar os artigos e livros que tratam do assunto, então inicialmente a gente faz esse tipo de estudo, então eu peço pra estudar, né, algumas artigos ou livros e agente vai discute e eu tento ver se ele compreendeu tudo que tá ali até solidificar aquele conhecimento. Conhecimento que eu considero que é base pra ele dar um salto seguinte que eé trabalhar no projeto de pesquisa em si. E ai depois então, ele vai ver como, então eu tento deixar ele fazer isso sozinho até onde se consegue, que é pegar aquela ferramenta básica que ele teve, dos artigos e livros e tentar ver como usar aquilo pra atacar um problema específico [...] mas eu vou tentando deixar ele fazer as coisas de forma mais livre e ai de vez em quando ele emperra né, tem um passo que não, que ele não sabe o que fazer, ai agente discute eu tento apresentar o caminho e vai evoluindo dessa maneira, até, eventualmente o

problema ficar mais ou menos fechado, né, então... Essa é a ideia né, nem sempre funciona dessa maneira, mas acho que essa é a idéia que eu tenho de como que seria esse trabalho.” P1

“[...] ele tem que estudar pra superar determinados desafios [...] eu tenho que orientar para que ele consiga fazer aquelas medidas da melhor maneira possível ééé muitas vezes só, por exemplo, e muitas vezes só conversando e falando o quê que ele pode fazer.” P2

“Aqui todos os projetos de pesquisa é o orientador que passa para o aluno [...] então essa já é minha contribuição imediata e óbvia, então assim o projeto de pesquisa que ele está executando foi um projeto que eu passei pra ele. Falei olha, foi uma ideia que eu tive, e falo olha acho que isso aqui é uma coisa interessante né. De novo aquela coisa da motivação, então eu não vou motivar ele a fazer isso, ele que tem que tar motivado a querer fazer um trabalho e achar isso interessante, ai depois eu complemento essa motivação dele e vou guiando. [...] essa contribuição imediata é essa ai, então à medida que o processo vai caminhando eu vou guiando, ohhh faz isso, faz aquilo outro, que que cê acha que é o próximo passo, né, então no início é bem guiado eee depois eu vou transitando para invés falar dá esse passo eu vou perguntando qual que cê acha que é o próximo passo né, e ai no início se a proposta de um passo que eu considero que não é o melhor, então eu falo, não acho que esse é o melhor, vamos tentar fazer esse, eventualmente posso deixar ele dar o passo errado pra aprender que não ia pra lugar nenhum, ta vendo ai não funcionou vão pra cá e ai vai completando esse aprendizado.” P3

Já os alunos responderam que vêem a contribuição do orientador para o avanço deles na ciência como: a influência do jeito de trabalhar; a experiência; o entusiasmo; a importância do orientador por tê-lo apresentado aquela área de pesquisa; o avanço dele enquanto pesquisador depender do orientador; o orientador ter aberto as portas para a pesquisa. Já sobre o auxílio do orientador para a sua evolução enquanto pesquisadores eles responderam que essa relação os sensibiliza quanto a importância do aprendizado; a empolgação; disponibilidade; o acompanhamento e o fato não querer cometer os mesmos erros que vê no orientador.

Durante essa parte da entrevista um orientador refletiu que quando ele pensava sobre a contribuição recebida do orientador dele, quando ele vivenciou a condição de aluno, que esta foi marcante não só em termos de conhecimento, mas também em posturas nas quais ele se espelha até o presente, mesmo depois de um tempo. Ficou marcado o jeito que o orientador dele tinha de exercer essa atividade e, principalmente, o prazer que ele tinha em exercê-la.

Os meios de comunicação mais usados para a orientação são encontros presenciais, reuniões em grupo e e-mail. Foram ainda citados, por um orientador, um grupo de discussão por e-mail e um grupo pelo WhatsApp5. Foi unânime entre os orientadores a preferência pela orientação presencial por ser mais objetiva e pela eficiência de tirar as dúvidas durante as discussões. Entre os orientandos A3 prefere o uso do e-mail para minimizar tempo e por ter facilidade em se expressar por meio da escrita e, A2 relata que prefere essa modalidade devido a sua timidez, mas que também gosta dos encontros presenciais.

Quanto à frequência de encontros tanto orientadores quanto orientandos disseram que a mesma deve ser de acordo com a demanda da pesquisa, o orientador P2 afirmou encontrar seus orientandos praticamente todos os dias no laboratório, o P3 tem reuniões em grupo uma vez por semana e P1 disse que no máximo duas semanas sem encontros, em geral não muito mais que isso. Todos os orientandos de P3 ressaltaram ser importante as reuniões em grupo, porém acham que o intervalo de uma semana as torna exaustivas e pouco produtivas. Os orientandos de P1 afirmaram que os encontros por demanda são muito produtivos, assim como a flexibilidade do orientador em atendê-los em “conversas de corredor”, por exemplo, e, para os alunos de P2 o contato diário, mesmo que rápido, é muito importante para o desenvolvimento da pesquisa. Todos os orientandos foram enfáticos em dizer que o mais importante é que haja liberdade para procurar seu orientador quando sentir necessidade e que o mesmo esteja disposto a recebê-los.

5 WhatsApp Messenger é um aplicativo de mensagens multiplataforma que permite trocar mensagens pelo celular sem pagar por SMS (Short Message Service). Disponível em: https://www.whatsapp.com/?l=pt_br. Acesso em: 20 out. 2015.