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HACETTEPE ÜNİVERSİTESİ EĞİTİM FAKÜLTESİ PSİKOLOJİK DANIŞMANLIK VE REHBERLİK ANABİLİM DALI

ÖFKE KONUSUNDA SAYIN PROF.DR. İBRAHİM YILDIRIM İLE YAPILAN RÖPORTAJ

HACETTEPE ÜNİVERSİTESİ EĞİTİM FAKÜLTESİ PSİKOLOJİK DANIŞMANLIK VE REHBERLİK ANABİLİM DALI

Evidenciou-se prevalência de 64,5%, 3,5%, 16,3% 2,8% e 12,7% do genótipo vacAs1m1, vacAs1m2, vacAs2m1, vacAs2m2 e vacA misto,respectivamente,na amostra geral estudada. Não houve associação significante entre os genótipos homA ou homB e as diferentes combinações alélicas vacA, como descrito na Tabela 9.

UNIVARIADA OR IC 95% p MULTIVARIADA OR IC 95% p DUP vs Gastrite homB

Câncer gástrico vs gastrite

homB

DUP vs Câncer Gástrico

homB 1,535 1,104 – 2,35 0,014 0,893 0,462 – 1,724 0,730 1,471 1,101 – 1,965 0,013 2,650 1,121 – 6,264 0,026 1,187 0,400 – 3,522 0,758 3,239 1,167 – 8,991 0,024

Tabela 9. Associação dos alelos vacA com os genótipos homA e homB

Alelos homB homA

n p n p vacA s1m1 (N=91) 28 0,246 57 0,277 vacA s1m2 (N= 5) 3 0,206 1 0,081 vacA s2m1 (N=23) 7 0,080 15 0,388 vacA s2m2 (N=4) 1 0,593 2 0,521 vacA misto (N=18) 8 0,209 10 0,423

5. DISCUSSÃO

O presente estudo buscou esclarecer a significância clínica da presença de um novo candidato a marcador de virulência do Helicobater pylori, o gene homB, que codifica a expressão de proteína da membrana externa da bactéria, no desenvolvimento de doença ulcerosa péptica, gastrite e câncer gástrico em pacientes do Hospital Universitário Walter Cantídio, Universidade Federal do Ceará. Foi evidenciado que o gene homB estava associado com doença ulcerosa péptica quando comparado com os grupos de câncer gástrico e gastrite. Além disso, não foi evidenciada associação entre o gene homB e câncer gástrico. O gene homA não foi fator de risco para nenhuma afecção gástrica estudada. No entanto, houve associação inversa do mesmo com ulcera péptica e gástrica. O genótipo vacA mais prevalente na amostra estudada foi o alelo vacAs1m1. Não houve associação entre os alelos vacA com o genótipo homB.

Existem poucos estudos na literatura avaliando o papel do gene homB no desenvolvimento de afecções gástricas. Um dos primeiros estudos foi realizado por Oleastro et al

(2008) em Portugal envolvendo 84 crianças e 106 adultos. Em crianças, a presença dos genes

homB, cagA e vacs1 foi significantemente associado com DUP e os genes homA e sabA “on”

foram associados à gastrite. Em adultos, o gene cagA foi o único associado com DUP. Somente no subgrupo com pacientes abaixo de 40 anos houve correlação significante entre o gene homB e DUP. Globalmente, o genótipo homB está associado significantemente com o genótipo vacAs1. Estudo envolvendo pacientes com gastrite, DUP e câncer gástrico no Ceará evidenciou que a combinação alélica mais prevalente foi vacAs1m1, considerada a mais virulenta (CAVALCANTE

et al., 2012), principalmente nos grupos de DUP e câncer gástrico. Similarmente, no presente estudo o genótipo vacAs1m1 foi o mais prevalente na amostra geral. Os genótipos vacA foram utilizados na análise multivariada como possível fator de confusão. No entanto, não houve associação significante entre o genótipo vacA e combinações alélicas com o genótipo homB ou

homA. Além disso, não se evidenciou associação do genótipo homA com gastrite.

No presente estudo evidenciou-se associação significante do gene homB com DUP em adultos independentemente da idade. No entanto, o gene homB não estava associado com os subgrupos de DUP, úlcera gástrica e úlcera duodenal, sendo este o primeiro estudo no Brasil a avaliar esta associação.

dispepsia não ulcerosa péptica do Iran e da Turquia, respectivamente, não evidenciaram diferença significante entre os grupos em relação a prevalência de homA ou homB, demonstrando que, na população estudada, o gene homB não foi um marcador importante para diferenciar gastrite de DUP (HUSSEIN et al., 2011).

No Brasil, somente um estudo avaliou a associação de homA e homB com DUP e gastrite (OLEASTRO et al., 2009). Esse estudo avaliou 415 amostras de pacientes de diversos países Orientais e Ocidentais (37 amostras do Brasil). Dessas 37 cepas , 15 foram positivas para

homA e homB (40,5%) as quais foram excluídas das análises estatísticas. Portanto, foram analisadas 22 cepas, sendo 10 pacientes com doença ulcerosa não péptica e 12 DUP. O gene

homB estava presente em 27,3% das amostras brasileiras de gastrite e em 70% das amostras de DUP, não tendo sido encontrada diferença estatística significante entre os grupos. O estudo citado, concluiu que as cepas homB positivas provenientes de países Ocidentais, quando analisadas em conjunto, foram significantemente associadas com DUP, confirmando achados anteriores, e que as cepas homB de países Orientais não foram associadas a DUP, apesar da elevada prevalência do mesmo nessa região. No presente estudo, 22,9% das amostras foram positivas para homA e homB, sendo tal prevalência maior do que a relatada na Coréia do Sul (0,4%) e no Irã (0,4%) e menor do que a prevalência de 40,5% encontrada no Sudeste do Brasil (ORLESTRO et al., 2009; ABADI et al., 2011; KANG et al., 2012). Além disso, quando as cepas positivas para homA e homB foram excluídas, foi encontrada uma prevalência para o gene

homB de 24,5% em pacientes com gastrite, de 47,4% em pacientes com DUP.

O presente estudo, após consulta a literatura atual, é o primeiro no Brasil a avaliar os genes do H. pylori homA e homB em pacientes com câncer gástrico. Não se evidenciou associação significante entre presença do gene homB e câncer gástrico, estando este gene associado somente com DUP. A prevalência de homB foi de 47,4% no grupo de DUP e de 21,2% em pacientes com câncer gástrico. Similarmente, estudo em Portugal não evidenciou uma associação significante do gene homB com câncer gástrico quando comparado com o grupo de DUP e prevalência de 33,3% e 65,6% , respectivamente (OLEASTRO et al., 2006).

Em contraste, Jung et al avaliaram a relevância da presença do gene homB nas cepas de

H. pylori em 286 pacientes com úlcera duodenal, gastrite e câncer gástrico provenientes dos EUA (173 pacientes) e Colômbia (113 pacientes). A prevalência dos genes homA, homB e cagA foi de 61,9%, 61,2% e 82,2%, respectivamente. A presença de homB foi significativamente associada

com câncer gástrico quando comparada a encontrada no grupo de úlcera duodenal (71,9% vs

52,1%). Não houve diferença significante em relação a prevalência de homA. Similarmente, estudo realizado no Iran, envolvendo 138 amostras de pacientes com gastrite (35 pacientes), DUP (62 pacientes) e câncer gástrico (41 pacientes) encontrou associação significante entre o genótipo

homB com câncer gástrico quando comparado ao grupo de gastrite e de úlcera péptica. Nesse estudo não foram encontradas amostras de cepas mistas (homB e homA simultaneamente). A prevalência de cagA não foi significativamente diferente entre os grupos estudados, evidenciando a importância clínica do status homB nessa população a fim de diferenciar as patologias gástricas citadas.

Estudo envolvendo amostras de 225 pacientes da Coréia do Sul com gastrite, DUP e câncer gástrico, não evidenciou diferença significante entre os grupos em relação a prevalência de

homB, postulando que a origem geográfica de H. pylori pode influenciar na associação desse gene com câncer gástrico. Os autores postularam a existência de uma hierarquia dos fatores de virulência e que nas cepas do Sudeste Asiático a presença de EPIYA-ABD CagA parece ser o principal fator determinante para o desenvolvimento de câncer gástrico (KANG J et al., 2012).

Vale ressaltar que a distribuição de homA e homB varia entre regiões geográficas distintas bem como a associação dos mesmo com afecções gástricas e que na maioria dos países Orientais o gene homB não está associado com DUP, enquanto que no ocidente existe essas associação (OLEASTRO et al., 2009).

Alguns estudos avaliaram de forma mais detalhada utilizando seqüenciamento genético, a importância do número de cópias dos genes homA e homB para o desenvolvimento de afecções gástricas. Estudo in vitro demonstrou que a presença de duas cópias do gene homB induziu processo inflamatório mais acentuado em células gástricas, quando comparada com a presença de somente uma cópia de homB. Em concordância, ao avaliar 58 das 190 amostras, evidenciou-se que as cepas com duas cópias homB estavam significantemente associadas com DUP e cepas com uma cópia homA com doença ulcerosa péptica. Possivelmente, o número de cópias do genes homA e

homB podem ser uma das explicações para a diferença entre cepas ocidentais de orientais já que as cepas Orientais possuem um baixo percentual de cópias duplas quando comparadas com as Ocidentais. O presente estudo não teve como objetivo avaliar o número de cópias dos genes homA

e homB.

importante avaliar em estudos posteriores detalhadamente o gene homB, levando em consideração o número de cópias do gene por meio de sequenciamento genético.

6. CONCLUSÃO

Foi demonstrado que, na amostra geral estudada, dentre os genótipos da família Hom de proteínas da membrana externa do Helicobacter pylori, o genótipo homA foi o mais prevalente, seguido do genótipo homB e finalmente, cepas consideradas mistas (positivas para

homA e homB).

Dentre os grupos estudados, o grupo de DUP apresentou a maior prevalência de

homB. Em relação ao fator de virulência vacA, a combinação alélica mais prevalente foi s1m1, consideradas cepas mais virulentas.

Não houve diferença significante entre os genótipos homA, homB em relação ao gênero ou idade dos pacientes em estudo. Houve uma associação significante entre o genótipo

homB e DUP, mesmo após análise estatística multivariada. O gene homA não foi fator de risco para nenhuma afecção gástrica estudada. No entanto, houve uma associação inversa com ulcera péptica e úlcera gástrica.

Os dados do presentes estudo sugerem que, na amostra populacional estudada, a presença do gene homB pode ser um preditor para DUP.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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YAMASAKI E.; WADA A.; KUMATORI A.; NAKAGAWA I.; FUNAO J.; NAKAYAMA M.; HISATSUNE J.; KIMURA M.; MOSS J.; HIRAYAMA T. Helicobacter pylori vacuolating cytotoxin induces activation of the proapoptotic proteins Bax and Bak, leading to cytochrome c release and cell death, independent of vacuolation. J. Biol. Chem., v.281: p.11250-11259, 2006.

8. APÊNDICES

APÊNDICE A

Genótipos homA e homB da membrana externa do Helicobacter pylori em pacientes com gastrite, úlcera péptica e câncer gástrico

Questionário para pacientes com câncer gástrico

CÓDIGO:________________ DATA:_____/_______/________ Preenchido por: ___________________

1.IDENTIFICAÇÃO

1.1 Paciente:__________________________________________ 1.2 Prontuário:______________

1.2 Sexo: 1.|__| Masculino 2.|__| Feminino 1.3 Idade: ________

1.4 Data de Nascimento ___/___/___

1.5 : Naturalidade__________________________ 1.6 Procedência __________________________ 1.7 Endereço: ______________________________________________________________________ 1.8 Fones contato: _______________________________ 1.9 Referência: ______________________ 1.10 Cidades: ___________________________________ 1.11 Estado: ________________________ 1.12 N º Lâmina da peça cirúrgica ____________________

2.HISTÓRIA CLÍNICA

2.1) Queixa Principal: _______________________________________________________________ 2.2)Data do início dos sintomas:_________________ 2.3) 1ª Consulta:__________________

2.4) Anemia: 1.|__|S Sim 2. |__| Não Hemoglobina:________ Hemácias:_________ Hematócrito:_______

2.5) Dor: 1.|__| Queimação 2.|__| Pontada 3.|__|”Roendo” 4. |__| Tipo “fome”

5. |__| Outra: _________________________________________ 2.6) Localização: 1.|__| Epigástrica 2.|__|Hipocôndrio direito 3.|__| Costas

4.|__| Outra:________________________________________ 2.7) Dor noturna: : 1.|__| Freqüente 2.|__| Rara 3.|__| Nunca

2.8)Relação com o estresse: 1. |__| Sim 2.|__| Não

2.9)Alívio da Dor: 1. |__| Alimentação 2. |__| Antiácidos 3. |__| Antagonista H2 4. |__| Inibidor de bomba de próton 5. |__| Outros: __________ 2.10) Hematêmese : 1. |__| Sim 2. |__| Não. 2.11) Melena: 1. |__| Sim 2.|__| Não 2.12) Perda de peso: 1. |__| Sim 2. |__| Não Quantos quilos? _______ Há quanto tempo? _________

2.13) Saciedade precoce: 1. |__| Sim 2. |__| Não 2.14) Azia: 1. |__| Sim 2. |__| Não 2.15) Disfagia: 1. |__| Sim 2. |__| Não 2.16) Vômito: 1. |__| Sim 2. |__| Não 2.17) Ascite: 1. |__| Sim 2. |__| Não 2.18) Icterícia: 1. |__| Sim 2. |__| Não 2.19) Outro: _______________

2.20)

Comorbidades:___________________________________________________________________ 2.21) Tipo sanguíneo: _____ 2.22) Transfusões sanguíneas: 1. |__| Sim _____________________ 2. |__| Não

2.23) Cirurgia gástrica anterior: 1.|__| Sim Qual?_________________ Há quanto tempo?_______ 2.|__| Não

2.24) Endoscopia; TC; US : 1. |__| Sim 2. |__| Não

Resultados:__________________________________________________________________________ ________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________ ___________________________

2. 25) Infecção por H. pylori: 1. |__| Sim 2.|__| Não 3.|__| Não informa 2.26)Doença de Ménétrier: 1.|__| Sim 2. |__| Não 3.|__| Não informa 2.27) Uso freqüente de AINES (Anti-inflamatórios Não-Esteroidais)? 1.|__|Sim. Qual? _________________________ 2.|__| Não 2.28) Em uso atual (Últimos 30 dias)? 1. |__| Sim 2. |__| Não

2.29) Fumante (atual) 1.|__| Sim Idade de início:______ Quantos maços/dia:________________ O que fuma?___________ Há quanto tempo?__________ Se parou, há quanto tempo?___________ 2.|__| Não

2.30) Etilista? 1.|__| Sim Idade de início:_________ Quantidade: ___________

O que bebe? _______________ Há quanto tempo?__________ Se parou, há quanto tempo?_________ 2.|__| Não

2.31) Uso freqüente de antibióticos? 1. |__| Sim 2.|__| Não

2.32) Em uso atual (Últimos 30 dias)? 1. |__| Sim Qual _____________ 2.|__| Não 2.33) Uso freqüente de anti-secretores? 1. |__| Sim Qual:_____________ 2.|__| Não 2.34) Em uso atual (Últimos 30 dias)? 1. |__| Sim Qual:_____________ 2.|__| Não

3. HISTÓRIA FAMILIAR

3.1) História de úlcera na família? 1. |__| Sim; Qual o parentesco? _________________________ 2. |__| Não

3.2) Câncer gástrico na família? 1. |__| Sim; Qual o parentesco?

1.1|__| Irmão (ã); 1.2 |__| Tio/Tia; 1.3|__| Pai; 1.4|__| Mãe; 1.5|__| Avô/Avó; 1.6 |__| Filho(a); 1.7 |__|Pai e Mãe Qual a idade de aparecimento do Câncer?_____________

2. |__| Não

3.3) Câncer na família em outros sítios? 1.|__| Sim Quem?_________Local __________________ 2.|__| Não

4.CONDIÇÕES PSICO-SOCIAIS

4.1 Tipo de moradia: 1.|__| Alvenaria; 2. |__|Taipa; 3.|__| Madeira; 4.|__|Papelão; 5.|__| Outro