4.LEHİSTAN iLE YAPILAN SAVAŞLAR
4.7. Hâşimî
Espanha 11.127.212 12.567.422 13.226.905 12.500.027 13.631.759 França 6.230.867 6.900.700 7.908.045 8.017.276 8.451.835 Alemanha 5.770.998 6.655.101 7.731.928 7.382.721 7.473.181 Reino Unido 4.263.147 4.563.464 5.025.191 5.234.196 5.652.594 Angola 2.926.651 2.720.029 3.417.340 4.327.090 4.535.843 EUA / USA 1.838.088 2.185.126 2.454.375 2.903.820 3.178.318 Países Baixos 1.836.242 2.193.974 2.495.791 2.678.215 2.771.443 Itália 1.807.576 2.000.411 2.243.627 2.165.968 2.057.098 Brasil 889.202 1.318.813 1.582.128 1.780.371 1.881.236 Suíça 1.076.884 1.091.759 1.063.497 1.073.822 1.100.494 Marrocos 243.815 328.634 418.974 483.431 767.427 China / China 231.748 247.695 428.527 817.467 723.256 Moçambique 163.697 212.733 303.119 381.908 434.116 Rússia 160.728 196.112 228.604 324.340 413.583
Fonte: Banco de Portugal Fevereiro 2014
Podemos assim concluir que os países de maior abordagem pelas empresas no âmbito do SI PME, são de fato os países com mais fortes relações comerciais com o mercado nacional e também aqueles onde se identifica um maior esforço de diversificação dos destinos das exportações portuguesas.
70
4.5.2- Projetos Conjuntos de Internacionalização
De acordo com a informação disponível no Departamento Incentivos PME, datada de 28 de Abril de 2014, foram recebidas no âmbito dos Projetos Conjuntos de Internacionalização, cerca de 298 candidaturas correspondentes aos Concursos realizados no período de vigência do QREN e no quadro desta Modalidade de Projetos. Deste modo, o quadro a seguir apresenta a evolução desses concursos.
Quadro 20: Síntese Projetos Conjuntos SIPME
Fonte: Adaptada AICEP 2014
Da análise destes dados, podemos verificar que houve uma tendência crescente, tanto ao nível de candidaturas e projetos aprovados por concursos, como ao nível de investimento, investimento elegível e incentivo aprovado.
Assim, das 298 candidaturas registadas no período 2007/2013, 80,54% obtiveram parecer favorável.
Não tendo sido possível aprofundar o apuramento dos resultados de todo o período de vigência do QREN, o trabalho desenvolvido centrou-se na identificação do conjunto de iniciativas a desenvolver pelas associações empresariais no período de 2014/2015 (1º Semestre), correspondentes aos Projetos Conjuntos de Internacionalização aprovados no âmbito do AAC n.º 05/2012 (Fase 2).
Av_2/2007 Av_15/2008 Av_13/2009 Av_02/2010 Av_10/2011 Av_05/2012 (Fase 1) Av_05/2012 (Fase 2) 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 94,87% 99,09% 80,54% 91,67% 99,09% 37 34 30 28 34 28 43.679.495,35 364.394.913,24 426.564.855,80 22.470.077,92 50.663.561,23 46.370.337,35 Candidaturas recebidas 33 17.392.671,22 62.017.610,00 210.111.477,75 39.750.848,01 102.785.352,50 87.068.298,85 56.485.850,72 33 298 26 18.718.898,52 39.808.300,34 48.693.646,54 23.671.492,87 24.992.310,75 52.768.882,11 39 33 26 23 44.831.372,15 45.726.988,40 Projectos aprovados / homologados,
excluíndo desistências e anulações 23
Totais
Projectos com parecer favorável em
Comissão de Selecção 28
Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME
Incentivo Aprovado, excluíndo desistências e anulações
Contratos assinados
Taxa de Contratualização Investimento Total Aprovado, excluíndo desistências e anulações
Investimento Elegível Aprovado, excluíndo desistências e anulações 240 220 218 31 29
Projectos Conjuntos de Internacionalização
51 39 35 35 42 37 44 73.302.848,69 59.023.986,80 40.848.416,47 62 42 37 37
71 As atividades por mim realizadas relativamente aos Projetos a desenvolver pelas associações empresariais para o período de 2014/2015 (1º Semestre), consistiram essencialmente em: • Eliminar as despesas não elegíveis das listas dos Projetos Conjuntos de Internacionalização aprovados para esse período;
• Agrupar as despesas por associação e determinar o montante de investimento em promoção internacional realizado pelas associações promotoras nos mercados externos;
• Identificar as ações ou atividades das associações empresariais no mercado externo, nomeadamente estabelecer a correspondência dessas atividades com as principais tipologias de ações de promoção externas.
Deste trabalho, resultou a lista de ações promocionais para 2014/2015 (1º semestre) publicitada no site oficial da AICEP, que desde já se junta a hiperligação.
http://www.portugalglobal.pt/PT/geral/Documents/DOCs2014/SI_PME_2014_2015.pdf
72 ASSOCIAÇÃO INTEGRALAR - INTERVENÇÃO DE EXCELENCIA N PO FC 2.209.368,95 1.655.988,13 1.132.493,56
Confederação dos Agricultores de Portugal PO FC 1.531.020,36 1.526.798,43 1.005.319,03
INOVCLUSTER- Associação do Cluster Agro-Industrial do Ce PO FC 1.072.591,31 601.001,24 434.204,68
Portugal Fresh - Associação para a Promoção das Frutas, L PO FC 1.275.233,13 1.114.572,05 772.373,36
Animaforum - Associação para o Desenvolvimento da Agro-I PO FC 324.347,72 264.054,00 153.202,10
ACRAL - Associação do Comércio e Serviços da Região do APO Algarve 357.801,15 174.728,40 130.797,23
AIM M P - Associação das Indústrias de M adeira e M obiliário PO FC 6.325.010,76 3.597.921,60 2.595.993,85
Associação Home From Portugal PO FC 1.741.630,42 1.707.580,42 1.268.057,17
Associação Empresarial de Paços de Ferreira PO Norte 784.298,68 516.747,00 346.100,25
APIM A - Associação Portuguesa da Indústria M obiliário e A PO FC 4.030.281,89 4.026.281,89 3.015.171,08
AIPI - ASSOCIAÇÃO DOS INDUSTRIAIS PORTUGUESES DE ILUM PO FC 1.379.118,88 1.274.918,88 897.839,16
APICER - Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica PO FC 609.037,47 552.877,50 366.058,13
ASSIM AGRA - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS INDUSTRIAIS D PO FC 3.530.544,34 3.253.176,47 2.329.882,35
Associação Portuguesa de Comerciantes de M ateriais de C PO FC 1.001.102,75 769.024,72 572.316,54
CEFAM OL ASSOCIAÇÃO NACIONAL INDUSTRIA DE M OLDES PO FC 1.334.844,10 1.304.310,00 943.936,35
AIM M AP - Associação dos Industriais M etalúrgicos, M etalom PO FC 579.619,97 574.390,42 384.293,35
ANEM E - Associação Nacional das Empresas M etalúrgicas e PO FC 495.479,60 488.691,00 320.774,25
Selectiva M oda - Associação de Promoção de Salões Inter PO FC 12.729.243,07 12.024.212,79 8.975.189,38
APICCAPS - Associação Portuguesa dos Industriais do Calça PO FC 21.555.330,96 21.154.830,96 15.345.861,60
APIC - Associação Portuguesa dos Industriais de Curtumes PO FC 1.426.135,00 1.311.899,40 879.866,55
ANIVEC/APIV - Associação Nacional das Indústrias de Vestu PO FC 3.872.946,25 3.648.579,37 2.712.723,62
Nersant - Associação Empresarial da Região de Santarém PO FC 327.848,43 284.869,20 138.340,61
Câmara Comércio e Industria Luso M exicana PO FC 393.205,40 385.898,52 242.823,78
AIDA - Associação Industrial do Distrito de Aveiro PO FC 712.745,52 626.061,92 318.988,96
Associação de Jovens Empresários Portugal-China PO FC 2.831.767,50 1.389.167,50 859.775,63
ANJE - Associação Nacional de Jovens Empresários PO FC 1.107.302,53 517.314,00 353.656,50
AIP - Feiras, Congressos e Eventos, Associação Empresarial PO FC 5.703.070,98 3.599.805,61 2.638.931,71
Associação Industrial Portuguesa - Câmara de Comércio e PO FC 2.044.886,12 1.515.171,39 1.119.501,70
AEP - Associação Empresarial de Portugal PO FC 8.064.583,27 6.439.792,80 4.479.264,60
Nerlei - Associação Empresarial da Região de Leiria PO FC 2.475.289,83 2.340.864,06 1.703.897,30
EXPOSALÃO - CENTRO DE EXPOSIÇÕES, SA PO FC 2.974.316,83 2.781.175,95 2.015.599,33
Investimento Elegível Incentivo
73
Fonte: Base de dados AICEP
Da lista de projetos apresentada, podemos verificar que estes foram financiados maioritariamente pelo POFC, com as exceções:
• Da ACRAL - Associação do Comércio e Serviços do Algarve, financiada pelo PO Algarve e onde se destaca a intervenção ao nível da Fileira Agro-alimentar e Bebidas;
• Da Associação Empresarial de Paços de Ferreira, financiada pelo PO Norte e onde assume maior peso a Fileira Casa, com especial ênfase no sector do mobiliário;
• Da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo - Turismo do Alentejo, financiada pelo PO Alentejo
• E, por último, da ASSOFT - Associação Portuguesa de Software, financiado pelo PO Lisboa, com destaque para a Fileira Tecnologias e Inovação.
Conforme já mencionado, estas exceções acontecem quando os projetos de determinada associação incidem apenas numa região, ao contrário dos projetos multi-regiões, que são financiados pelo POFC.
Podemos ainda conferir que, no conjunto dos 39 projetos aprovados, está previsto o envolvimento de cerca de 1.900 empresas, representativas das Fileiras Agro-alimentar e Bebidas, Casa, Equipamentos e Produtos Industriais, Moda, Multi-setorial, Outros setores,
Cont.
ANIET - Associação Nacional da Indústria Extrativa e Transf PO FC 532.116,82 202.739,17 132.340,21
Associação de Artesãos da Serra da Estrela PO FC 716.106,21 503.077,53 376.558,15
Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo - TurPO Alentejo 544.173,01 410.374,44 242.454,33
ANETIE - Associação Nacional das Empresas das Tecnologia PO FC 2.223.380,40 1.960.835,60 1.001.837,58
ASSOFT - Associação Portuguesa de Software PO Lisboa 490.680,00 453.442,50 273.646,16
Biocant - Associação de Transferência de Tecnologia PO FC 1.126.916,71 334.606,65 233.517,49
CEIIA - Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Au PO FC 1.283.841,84 712.383,00 504.721,61
PEM AS- Associação para a Valorização e Promoção da Ofer PO FC 1.068.134,34 1.068.134,34 799.300,76
102.785.352,50 87.068.298,85 62.017.610,00
Investimento Elegível Incentivo
74 Serviços e Distribuição, Tecnologias e Inovação, Veículos e Componentes, conforme quadro a baixo:
Quadro 21: Número total de Empresas envolvidas nos Projetos Conjuntos de Internacionalização (2014/2015), por Fileira.
Fonte: Base de dados AICEP
Conforme se depreende da leitura destes números, esta Modalidade de Projetos Conjuntos de Internacionalização é fortemente mobilizadora do universo empresarial para o esforço de promoção externa da economia portuguesa. Com a intermediação única das associações empresariais, num número reduzido de projetos, é possível alavancar a presença portuguesa nos mercados internacionais, sob múltiplas formas de promoção, como resulta da lista de ações promocionais para 2014/2015 (1º semestre).
http://www.portugalglobal.pt/PT/Paginas/ActividadePromocional.aspx N.º de empresas envolvidas Fileira 199 Agro-alimentar e bebidas 247 Casa 180 Equipamentos e P. Industriais 315 Moda 805 Multi-sectorial 48 Outros sectores 20 Serviços e Distribuição 66 Tecnologias e Inovação 20 Veículos e Componentes 1900
75
Quadro 22: Investimento Elegível
Fonte: Base de dados AICEP
Ao contrário do que sucede nos Projetos Individuais, na Modalidade de Projetos Conjuntos de Internacionalização verifica-se uma grande concentração do investimento elegível na Fileira Moda, com especial destaque para o setor do calçado. Este fato explica-se pela dinâmica própria do setor, em que a Associação que o representa – APICCAPS - Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos – lidera o esforço promocional externo de todo o sector, integrando um plano de feiras internacionais bastante alargado. Destaque também para o sector do têxtil e vestuário e para o projeto da Selectiva Moda – Associação de Promoção de Salões Internacionais de Moda. Finalmente, referência para as associações de âmbito nacional ou regional que desenvolvem projetos de cariz multissectorial, entre as quais são de salientar as duas grandes associações empresariais nacionais, AEP – Associação Empresarial de Portugal e AIP – Associação Industrial Portuguesa. Fileira Elegível Moda 38.139.523 Multi-sectorial 19.880.121 Casa 11.123.450 Equipamentos e Produtos In 6.942.470 Agro-alimentar e bebidas 5.337.142 Tecnologias e Inovação 2.748.885 Veículos e Componentes 1.780.517 Outros sectores 705.817 Serviços e Distribuição 410.374
76
Figura 5: Investimento Elegível por Fileira
Fonte: Base de dados AICEP
4. 6 – Dificuldades encontradas e formas de superação
As primeiras semanas para mim foram empolgantes, primeiro porque estava ansiosa em conhecer uma nova realidade prática daquilo que é o trabalho desenvolvido pela AICEP em particular o do Departamento em que que fiquei inserida, segundo pela minha curiosidade e necessidade de adquirir conhecimentos sobre a realidade das PME, saber quais eram os procedimentos que estas tinham de seguir para que lhes fosse concedido o incentivo, saber o que mais as empresas exportavam e para onde mais exportavam, eram tantas as questões que eu queria responder que nem pensei nas dificuldades que poderia vir a ter, e terceiro, porque com a realização do estágio, era uma maneira de me dedicar integralmente à elaboração do
38.139.523 19.880.121 11.123.450 6.942.470 5.337.142 2.748.885 1.780.517 705.817 410.374