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Finansal Raporlama Kalitesini Etkileyen İşletmeye Özgü Faktörler İşletmelerin finansal raporlama kaliteleri üzerinde etkisi bulunan

İŞLETMESEL RAPORLAMA FIRM SPECIFIC REPORTING

3. Finansal Raporlama Kalitesini Etkileyen İşletmeye Özgü Faktörler İşletmelerin finansal raporlama kaliteleri üzerinde etkisi bulunan

As entrevistas com alunos egressos da PUC/SP indicam que eles escolheram o curso de ADM pelo fato de abrir um leque amplo de possibilidades no mercado de trabalho, sobretudo, segundo a percepção dos alunos, se o diploma for desta instituição. Abrem-se,

então, as maiores e melhores opções de trabalho. Alguns destes alunos afirmam que, se tivessem entrado na USP, teriam se matriculado na instituição apenas pelo fato de ser pública, mas que, em relação a FGV e Fecap, preferem a PUC “pelo fato de ter uma visão de conhecimento e formação acadêmcia mais aberta (aluno 3).”

Os alunos entrevistados decidiram fazer ADM por opção, não porque precisavam de um diploma para continuar no trabalho ou porque a empresa os tenha obrigado.

“Eu gostaria de algo que juntasse uma parte de exatas com humanas, além de eu gostar de Finanças e Bancos já naquela época (aluno 3).”

Quanto aos motivos que os levaram a escolher a PUC, foram quase unânimes em responder que o ideal seria a USP, mas:

“Pelo nome da faculdade. Tive a opção entre Mackenzie e ESPM, preferi a PUC devido a sua reputação, mas o ideal seria a USP (aluno 1).”

“A PUC estava na minha segunda opção, como não entrei na USP fiz PUC, por achar que é a melhor faculdade dentro de minhas expectativas e anseios (aluno 3).”

“Pelo curso ser considerado um dos melhores do país” (aluno 4).”

Todos os alunos entrevistados fizeram cursinho preparatório ao vestibular, alguns chegaram a cursar mais de dois anos. Fizeram ensino médio nas escolas particulares: São Luiz, Objetivo, Dante Alighieri, Santa Maria. Percebe-se que estes universitários têm formação e informação cultural suficiente para acompanharem as aulas no início do curso, tendo vindo de escolas particulares consideradas de boa qualidade. Não há, portanto, necessidade de nivelamento.

Perguntados sobre como entraram e como saíram do curso, quanto a suas características pessoais, conhecimentos, habilidades, atitudes e valores, responderam:

“Eu acredito que a faculdade me deu uma visão única e rica, culturalmente. Acredito que nunca cresci tanto, e talvez nunca crescerei tanto quanto no tempo que estive na PUC,

acredito que eu aproveitei ao máximo os recursos que ela podia me dar, extraí desses cinco anos o suficiente para me tornar um bom profissional e seguir com a minha carreira da melhor forma possível (aluno 3).”

“A faculdade potencializou os meus valores e habilidades, saí da PUC uma pessoa bem melhor (aluno 4).”

Quando interrogados sobre como foi o curso de ADM da PUC, em que medida contribuiu para o desenvolvimento das competências e habilidades para o crescimento profissional e pessoal, responderam:

“Apesar de ser um curso bom, o curso de ADM da PUC possui seus defeitos, claro que está entre os maiores e melhores cursos do país, mas o esforço do aluno para extrair o máximo do curso deve ser maior do que em outras faculdades do mesmo nível. Essa é uma das razões que explicam o porquê do aluno da PUC ser tão comprometido e motivado em qualquer posto de trabalho (aluno 3).”

Os alunos disseram que aprenderam muita teoria, difícil de aplicar na prática. Acharam o curso “fraco” quanto a competências técnicas e funcionais, porém na competência humana percebem seu grande diferencial:

“A PUC tem um lado sociológico muito bom, por esse lado as pessoas são revolucionárias, possuem liberdade de expressão, tem os centros acadêmicos, a PUC Júnior, essa liberdade de entrar e sair, tudo isso acredito que se destaque das demais faculdades (aluno 1).”

Alguns alunos participaram de atividades complementares, da Atlética da FEA/PUC ou da PUC-Júnior, e é claro que tudo isso contribui para o crescimento do profissional em sentido global.

“Meu TCC foi na área de gerenciamento de riscos, com a prof.ª Marly, sobre clauster de calçados de Franca. Trouxe uma visão diferente, de enxergarmos nossos concorrentes como parceiros (aluno 4).”

No entanto, depois de formados, os alunos reconhecem que carecem de maior especialização:

“O último ano da PUC é muito intenso, o trabalho de TCC toma muito tempo e não pude me dedicar como queria aos estágios (aluno 5).”

“Preferi optar por matérias mais “light” e não realmente as que queria fazer, para não me sufocar com muito trabalho teórico (aluno 1).”

Sobretudo aqueles que não participaram da PUC-Júnior, e/ou fizeram estágios em áreas diferentes do núcleo central de matérias optativas.

Quanto a essas optativas, já referimos que os alunos ingressantes até 2007 devem, no 5º ano, escolher eles mesmos as 9 disciplinas de sua grade horária. Essas disciplinas se classificam segundo 5 áreas do conhecimento administrativo: finanças, marketing, recursos humanos, geral e produção. Das 9 disciplinas a serem escolhidas, é obrigatório cursar uma de cada área, ficando a escolha das 4 restantes a critério e interesse do aluno. Quando esse critério não leva em conta a área de concentração do estágio, realizado no 9º semestre e paralelamente às disciplinas optativas, há maior descompasso entre teoria e prática.

No 10º semestre, os alunos devem apresentar um relatório de estágio, e, ao mesmo tempo em que estão cursando outras disciplinas optativas, produzir o Trabalho de Conclusão de Curso. Isso sugere que o excesso de atividades dos alunos no último ano leva alguns deles a optar pelas matérias, estágios e temas que possuam maior possibilidade de finalização, o que nem sempre coincide com os interesses e capacidades do aluno, prejudicando, muitas vezes, as competências e habilidades agregadas e ampliadas nos primeiros quatro anos de curso.

Entre o estágio, o TCC (obrigatórios) e a participação na empresa júnior (opcional), a maioria dos alunos respondeu ser o estágio o que mais os aproxima do mercado de trabalho. Elogiam o modo como o estágio é planejado e orientado pela instituição e o fato de se ter um controle rígido sobre seus resultados.

“Tive oportunidade de ter o contato com a prática da empresa onde estagiei e isso facilitou minha entrada no mercado de trabalho, pois na minha primeira entrevista, me senti bastante seguro (aluno 4).”

Há um contrato com a empresa oferecedora do estágio, após o qual os alunos devem fazer um plano de atividades. Este deverá ser aprovado pelo coordenador de estágios e realizado durante todo o 9º semestre. No início do 10º semestre, entrega-se um relatório sobre as atividades realizadas, desenvolvidas, finalizadas e/ou em andamento. Somente depois de analisado o relatório pelo coordenador, o aluno consegue computar no histórico escolar os créditos do estágio.

“Quando temos que elaborar o plano de atividades a ser realizado durante o estágio, no início não simpatizei com a idéia, ia dar muito trabalho, o negócio era pegar na prática, mas agora, depois de finalizado o relatório percebo que esse relatório me ajudou a definir qual era minha área de interesse dentro da administração (Aluno 2).”

E ainda:

“Sim, eu estagiei em dois bancos e foram de suma importância para o meu trabalho hoje. O relatório de estágio é uma forma de apresentar o seu trabalho de estágio e seu dia-a- dia no trabalho. Um estágio é a linha tênue entre um aluno e um profissional, é quando se coloca em prática o que se aprendeu na teoria, com certeza é muito importante para o egresso no mercado de trabalho (aluno3).”

A formação geral e humanística também ocorre por meio da participação ativa em eventos acadêmicos, palestras, seminários, colóquios, assim como da equipe de voluntariado que atua em projetos sociais.

“Aqui na PUC, sempre somos chamados para ouvir pessoas falar, aqui palestras fora da sala de aula são comuns, e sempre sabemos o que rola, mesmo se não participamos delas (aluno 3).”

É significativo apontar que os ex-alunos demonstram afeto à universidade e ao curso, expresso que se expressa, por exemplo, por meio da participação nos eventos comemorativos do Centro de Ex-alunos.

Os que participaram da empresa júnior a consideram muito eficaz e afirmam que contribuiu para o conhecimento do terceiro setor.

“Foi bom para o currículo; mas nas aulas não contribui em nada, ajudou também a aprimorar meus conhecimentos sobre o terceiro setor, onde participei com eventos (aluno1).”

Os alunos afirmam que há coerência entre a teoria e a prática, algumas matérias são de aplicação mais imediata, outras, menos; mas, em sua maioria, até teorias consideradas difíceis na faculdade terão aplicabilidade no dia-a-dia do trabalho.

“De certa forma há coerência entre a teoria e a prática. O aluno precisa perceber que a alta carga de teoria pouco tem de parecido com a prática, serve como uma grande base cultural e pessoal preparatória para a prática (aluno3).”

A PUC possui assessoria de relações institucionais e internacionais, inclusive intercâmbio com a Universidade de Compostela, da Espanha. De maneira geral, os alunos disseram que isso é muito pouco divulgado, portanto um número pequeno de alunos participa do intercâmbio:

“Eu cheguei a procurar, mas quando fui, meu grau de estudo já não valia mais para fazer esse tipo de intercâmbio. Acho que isso deveria ser mais difundido pela faculdade, pois poucos alunos sabem disso. Me mostraram a universidade espanhola, na época (aluno 1).”

De uma forma geral, os alunos enxergam a PUC como responsável por seus êxitos no mercado, mas afirmam também que grande parte das qualidades requeridas hoje é inerente à pessoa.

“O curso é bom, porém possui seus defeitos; mas para um aluno comprometido e responsável, isso não é problema. A faculdade proporciona o conhecimento teórico, mas o aprendizado, a aceitação e aplicação diária do conteúdo programático, vem da gente, de nossas características pessoais, habilidades, esperteza (aluno 5).”