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3. BÖLÜM SİNEMASAL MEKANI OLUŞTURAN ÖĞELER

4.3. BEŞ VAKİT FİLMİNDE MEKÂN KULLANIMI

4.3.1. Filmin Künyesi

As atividades logísticas, seguindo o novo conceito do SCM, passaram a ter sentido fundamental na estratégia da empresa, colaborando efetivamente para a conquista de novos mercados, para a melhoria da competitividade e para o aumento da parcela de mercado das empresas participantes da cadeia de suprimentos. Sendo assim, medir a eficiência e monitorar permanentemente o desempenho das empresas e subsistemas da cadeia de suprimentos se tornam atividades fundamentais neste contexto (NOVAES, 2007).

Além disso, a crescente busca por uma maior eficiência nos processos produtivos de uma empresa, devido principalmente ao aumento da concorrência, torna evidente a importância de se possuir um sistema de controle que possa fornecer informações essenciais para o entendimento e aperfeiçoamento das atividades realizadas pelas empresas (FRAZZON, 2005). Para que as empresas consigam sobreviver e crescer num ambiente altamente competitivo e dinâmico torna-se vital que elas tenham um sistema de avaliação que seja capaz de fornecer informações essenciais para o entendimento e aperfeiçoamento das suas atividades, sejam elas a nível estratégico, tático ou operacional. Dentro de um contexto altamente dinâmico, a busca pelo aprimoramento de suas operações exige das empresas e de suas respectivas cadeias de valor o conhecimento de suas atuais posições no mercado, como também a de seus concorrentes; é importante saber qual a organização líder no seu segmento de atuação. Conhecer as melhores práticas mundiais realizadas pelas organizações permite um crescente aprimoramento das operações empresariais para as empresas que, de alguma maneira, compartilham destas práticas (HEDLER & SIMÕES, 2005).

49 Quando se fala em avaliação de desempenho, o primeiro conceito que surge é o de qualidade, que pode ser entendida como o atendimento às necessidades dos clientes. Para definir quais são essas necessidades e verificar se a empresa está próxima ou não dos níveis de qualidade exigidos, é necessário que haja um sistema de acompanhamento permanente que indique se ela está na direção certa, na velocidade desejada, ou seja, é necessário um sistema de avaliação de desempenho (FRAZZON, 2005).

A Medição e a Avaliação de Desempenho Logístico na gestão das organizações são procedimentos fundamentais para constatar o grau de desempenho de processos e atividades operacionais na geração de valor, assim como o grau de competitividade em que se encontra a organização em relação aos seus concorrentes (HEDLER & SIMÕES, 2005).

Segundo Frazzon (2005), para obtenção de sucesso no planejamento, realização e controle das diversas funções que formam a atividade logística, uma estratégia planejada de medição de desempenho é pré-requisito. Neste sentido, é especialmente importante coordenar o processo de fornecimento da informação correta ao tomador de decisões certo. Este mesmo autor acrescenta que o mundo dos negócios está passando por profundas transformações, com uma quantidade enorme de informações disponível, em tempo real, e que precisa ser administrada para aprimorar as atividades realizadas pelas empresas. Dessa forma, a questão que se impõe aos tomadores de decisão nas empresas é: como avaliar o desempenho em um mundo com mudanças cada vez mais rápidas e com uma quantidade de informação cada vez maior?

Lima (2001) afirma que o início do processo de avaliação de desempenho pressupõe responder a três perguntas básicas: Por que avaliar?; O que avaliar? e Como avaliar?

3.8.1 Por que avaliar?

A avaliação de desempenho permite que a empresa saiba se os objetivos pré- estabelecidos estão sendo atingidos, assegurando que os desempenhos da estrutura logística produzam os resultados esperados, promovendo treinamentos e/ou capacitações das pessoas envolvidas no processo logístico, reconhecendo e premiando as contribuições individuais com vistas a um melhor desempenho logístico e mensurando os custos e os benefícios do desempenho atingido (RAZZOLINI FILHO, 2002).

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3.8.2 O que avaliar?

A pergunta do que avaliar deve estar completamente alinhada às expectativas dos clientes, tendo como base a visão de logística integrada (perspectiva externa), e ao planejamento interno da empresa, embasado pela integração funcional da mesma (perspectiva interna). Deve estar claro que o que será avaliado é primordial para a estruturação de todo o sistema de medição e avaliação do desempenho logístico (RAZZOLINI FILHO, 2002; SCHMITT, 2002).

3.8.3 Como avaliar?

Esta costuma ser a parte mais difícil de todo o processo, pois depende da coerência das informações levantadas, do tratamento às mesmas e da sensibilidade da pessoa responsável por avaliar estes resultados. Esta etapa do processo de medição objetiva assegurar que a empresa utilize eficientemente os recursos logísticos e conduza com eficácia o desempenho dos mesmos para atingir os objetivos propostos. Em alguns casos, os indicadores de desempenho apresentam resultados qualitativos, ao invés de quantitativos, pois algumas atividades ou processos são difíceis ou mesmo impossíveis de serem quantificados. No entanto, é preferível dispor de medidas qualitativas ou subjetivas do que não ter nenhum padrão (RAZZOLINI FILHO, 2002; SCHMITT, 2002).

Além das três perguntas básicas propostas por Lima (2001) para montagem do sistema de medição, Razzolini Filho (2002) acrescenta outras duas: Quando avaliar? e O que fazer com os resultados da avaliação?

3.8.4 Quando avaliar?

Ao planejar o sistema de medição é importante definir claramente a periodicidade com que a avaliação irá ocorrer, pois deve ficar claro que a medição de desempenho deve ser contínua, para propiciar rapidez de resposta, por parte do sistema logístico, às necessidades dos clientes. Neste caso, pode ocorrer que os indicadores tenham diferentes periodicidades de medição, pois muitas vezes dependem da tabulação de dados que são realizadas conforme certo período de tempo. Além disso, como derivam de diferentes setores, como por exemplo um indicador financeiro e um outro de satisfação do cliente, essa diferença de periodicidade deve ser aceita, desde que se

51 respeite sempre os mesmos períodos de medição de cada indicador (RAZZOLINI FILHO, 2002; SCHMITT, 2002).

3.8.5 O que fazer com os resultados da avaliação?

A mensuração sem ação é desperdício, não conduzindo a lugar nenhum, precisando ficar clara a exigência da adoção de medidas corretivas, quando necessárias, ou de medidas que reforcem aquelas ações que propiciam à organização ganho competitivo. Sendo assim, os resultados da avaliação de desempenho devem servir como base para a tomada de decisão por parte da gerência da empresa. A maioria dos modelos propostos para a elaboração dos indicadores inclui além dos valores avaliados no período, valores para benchmarking e metas a serem alcançadas. Desta forma, se os resultados apresentados estiverem fora do desvio previsto ou pretendido, deve-se agir por meio de ações corretivas (RAZZOLINI FILHO, 2002; SCHMITT, 2002).

Além das abordagens propostas, Neely et al. (1995) acrescentam que um sistema de medição de desempenho deve responder a questões do tipo:

 As medidas estão alinhadas com a estratégia da empresa?  As medidas são consistentes com um sistema de recompensa?

 Qual o foco das medidas (financeiro, clientes, empregados, fornecedores, entre

outros)?

 Quais medidas focam o desempenho da competição?

Para a criação de uma sistemática de avaliação de desempenho, Lima (2001) identifica três objetivos distintos:

 Monitoração de variáveis e antecipação de ações dentro de uma postura

preventiva;

 Resolução de problemas visando à eliminação de causas de insatisfações ou

elevação do nível de satisfação, buscando um processo de melhoria contínua;

 Dissolução do sistema pela obsolescência de sua finalidade.

Para se realizar uma avaliação de desempenho é necessário que as empresas desenvolvam seu próprio processo de medição, que segundo Lima (2001), pode ser criado seguindo-se os quatro passos seguintes:

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 Definir os atributos ou tipos de fatores (tempo, custo, nível de serviço,

qualidade, etc.) que são críticos para o alcance dos objetivos do sistema;

 Mapear os processos interfuncionais usados para obter resultados e identificar as

relações de causa e efeito existentes;

 Identificar os elementos críticos e as capacidades necessárias para a execução

satisfatória dos processos;

 Conceber medidas de monitoramento desses elementos e capacidades, bem

como de seus respectivos padrões e metas.