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Engellilerin İstihdamlarında Vakıf Merkezli Stratejik Açılımlar

BÖLÜM 4. SOSYAL SİYASET BAKIMINDAN TÜRKİYENİN SOSYAL

4.6. Engellilerin Korunmasında Vakıf Merkezli Stratejik Açılımlar

4.6.5. Engellilerin İstihdamlarında Vakıf Merkezli Stratejik Açılımlar

(3MQO)

O método dos Mínimos Quadrados Ordinários em três estágios (3MQO) foi utilizado para estudar as relações entre divulgação ambiental, desempenho ambiental e desempenho econômico, reconhecendo a relação simultânea existente entre as variáveis, que teoricamente influenciam-se mutuamente.

Além disso, de acordo com os resultados dos testes econométricos do modelo de equações simultâneas, o de simultaneidade de Hausman e o de Heterocedasticidade de White, sendo o primeiro o que mais determinou, optou-se por submeter os dados ao método 3MQO para minimizar os riscos de uma estimação de parâmetros inconsistentes.

Os procedimentos adotados para a utilização do 3MQO observaram a seqüência dos tópicos mostrados a seguir. O resumo dos resultados da regressão, utilizando 3MQO, consta do Anexo F. Destaca-se que tais dados foram obtidos por meio de cálculos no Software Stata®.

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No estágio 1, foi realizada a regressão da equação 5 e se obtiveram os seguintes parâmetros de DESEMPECON.

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DESEMPECON = 4,8612 26,3556 DESEMPAMB - 0,3333 LA + 0,1753 PREDISC

Z = (1,68) (-0,52) (-0,32) (0,29) 0,0028 OC + 1,2807 ML + 20,1615 EXPAMB (23)

Z = (-0,96) (0,25) (0,26)

R² =-0,0790

No entanto, a equação 5 não mostrou uma relação linear estatisticamente significante ao nível de 5%, pois apresentou valor P < que = 5%.

O resultado demonstra que para a amostra da pesquisa desempenho econômico não é influenciado pelo desempenho ambiental, o que significa que o mercado não responde ao desempenho ambiental no que tange a valorização das ações da empresa. Com base nesse resultado, H1 foi rejeitada.

No estágio 2, estimou-se a equação 5, por meio da adoção do desempenho econômico estimado, resultado da equação 23. O resultado da regressão é expresso pela equação 24 a seguir.

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DESEMPAMB = 0,1006 0,0282 DESEMPECON + 0,1341 PREDISC 0,00008 OC

Z = (0,33) (-0,63) (0,86) (-0,57)

+ 1,2525 EXPAMB 0,0087 PREAMB (24)

Z = (0,70) (-0,42)

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A equação 24 mostrou-se significante em termos de relação linear entre as variáveis (valor P = 0,0123), porém com baixo poder de explicação entre a relação de interdependência das variáveis do modelo, assim como os valores de P dos coeficientes estimados não são significantes.

Nesses termos, a equação é significante e valida a hipótese H2 de que o desempenho

ambiental é influenciado pelo desempenho econômico. No entanto, a relação apresentada por tais variáveis é uma relação negativa, o que está compatível com o entendimento neoclássico de que um maior desempenho ambiental reduz o desempenho econômico, na medida em que a empresa necessita fazer investimentos consideráveis e que deixa de investir em outras demandas operacionais.

O estágio 3 contempla a relação da última equação do modelo, a 6, que relaciona divulgação ambiental ao desempenho ambiental. Nessa equação foi introduzida a variável desempenho ambiental, estimada na equação 24. O resultado da regressão da equação 6 usando o desempenho ambiental estimado resultou nos seguintes parâmetros, expostos na equação 25.

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DISCLAMB = 6,2257 + 48,5992 DESEMPAMB 94,8104 EXPAMB

Z = (4,63) (4,16) (-4,05)

+ 1,0666 PREAMB + 0,000000000002 TAMANHO (25)

Z = (2,44) (0,56)

R² =0,4209

A equação 25 possui significância estatística, o que demonstra a relação linear entre divulgação ambiental e desempenho ambiental, com um poder de explicação de 42,09%, sendo 57,91% das variações de divulgação ambiental explicadas por outras variáveis que não

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constam no modelo. Tal resultado valida H3, que afirma que divulgação ambiental está

relacionada ao desempenho ambiental com um poder de explicação de 42,09% das variações.

Dos coeficientes estimados na equação 25, apenas TAMANHO não é significante ao nível de 5%, o que pode traduzir que o tamanho da empresa medido pelo patrimônio líquido de mercado não é sensível as variações da divulgação ambiental, resguardadas as características da amostra e as medidas da variável. Esse entendimento também é compatível com o resultado da equação 23, que não observou relação significativa entre desempenho econômico e desempenho ambiental, medida por uma proxi de mercado.

A Tabela 14 apresenta o resultado dos coeficientes da regressão de três estágios para todas as variáveis do modelo.

Tabela 14 Resultado da regressão de mínimos quadrados ordinários em três estágios Variáveis Endógenas (Dependentes) Variáveis

Predeterminadas (Independentes)

Sinal Predito DESEMPECON

(Equação 1) DESEMPAMB (Equação 2) DISCLAMB (Equação 3)

INTERCEPTO 4.8611 0,11005 6,2256 DESEMPECON -0,0281 DESEMPAMB -26,3555 48,5992 LA + -0,0333 PREDISC + 0,1753 0,0134 OC + -0,0028 -0,0000 ML + 1,2807 EXPAMB -/+/+ 20,1615 1,2524 -94,8103 PREAMB + -0,0087 1,0665 TAMANHO 2,14e-1 R² -0,0790 -2,4536 0,4209 Fonte: Stata® 9.0

As variáveis endógenas do modelo DESEMPECON e DESEMPAMB possuem relação negativa, tanto na equação 1 como na equação 2. DISCLAMB apresentou relação positiva com desempenho ambiental. Esse resultado foi diferente do encontrado por Al-Tuwaijri, Christensen e Hughes (2004), no qual todas as variáveis endógenas possuíam relações

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positivas entre si, o que demonstrava a inter-relação positiva entre divulgação ambiental, desempenho ambiental e desempenho econômico, de acordo com os argumentos de que o mercado premia empresas com bom desempenho ambiental e que geram novos investimentos em suas estratégias de responsabilidade ambiental e que estas, por sua vez, são divulgadas aos investidores e à sociedade em geral.

O resultado da equação 1 mostra a diferença entre as relações que foram preditas e o que os dados mostraram, no que se refere as variáveis LA, OC e EXPAMB, possuindo a relação prevista para ML. Esse indicador significa que as empresas que possuem maiores níveis de lucros anormais e de oportunidade de crescimento não possuem uma valorização das ações positiva durante o ano, o que pode significar que tais variáveis mostram tendências de longo prazo, as quais não são refletidas no desempenho econômico medido pela variação da ações durante o ano. O mesmo raciocínio pode ser usado para entender EXPAMB, em que os dados refletem que empresas com maior exposição ambiental são aquelas que possuíram uma variação maior das ações durante o ano de 2005.

Na equação 2 ocorreu a mesma situação, na qual PREDISC e EXPAMB acompanharam a relação predita e OC e PREAMB não. O resultado demonstra que a divulgação ambiental dos anos anteriores e a exposição ambiental refletem positivamente no desempenho econômico e está compatível com o argumento de que a estratégia das empresas em relação ao meio ambiente, mantida ao longo dos anos, interfere no desempenho ambiental e influencia na divulgação de informações ambientais ao mercado, assim como com a afirmação de que a manutenção dos níveis de investimento de empresas, que possuem elevado nível de geração de resíduos, afeta em seu desempenho ambiental.

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Na equação 3 apenas EXPAMB não seguiu a relação predita, mas que pode ser encarada como uma estratégia positiva da empresa relativa ao tratamento dos seus resíduos, pois com o aumento da divulgação a exposição da empresa a custos futuros diminui. As demais variáveis seguiram e reforçaram a idéia de que as estratégias ambientais, contidas no desempenho ambiental e nos programas de responsabilidade ambiental, influenciam na divulgação ambiental.

Esses resultados foram confirmados pela análise correlacional feita pelo teste de Pearson, no entanto diferem do de Spearman, o que pode significar presença de regressões não lineares entre as algumas das variáveis do modelo.

Em síntese, ambos os resultados apontam para a validação de duas das três hipóteses da pesquisa, isto é, aceitam-se as relações entre desempenho ambiental e desempenho econômico (H1) e divulgação ambiental e desempenho ambiental (H2), no entanto rejeita-se a existência

de relação entre desempenho econômico e desempenho ambiental (H1), o que implica em

deixar de aceitar que a divulgação ambiental está relacionada ao desempenho econômico (H3).

Sendo assim, não se pode afirmar que existe inter-relação entre divulgação ambiental, desempenho ambiental e desempenho econômico para uma amostra de 87 empresas brasileiras de capital aberto.