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6. KIRMIZI ET FİRMALARINDAN ELDE EDİLEN BULGULAR

6.3. Ege Bölgesi

A extração de DNA total das amostras de leite inoculado com P. fluorescens pelo kit Wizard®-S possibilitou a detecção do produto da reação utilizando o par de oligonucleotídeos FP aprI/RP aprII que amplifica um fragmento de 194 pb do gene aprX quando o leite estava contaminado com 2,4 x 109 UFC/ml de P. fluorescens (Figura 3). Embora o limite de detecção tenha diminuído quando o método de filtração seguido de purificação foi utilizado, a presença do amplificado foi detectada quando a população de P. fluorescens variou entre 3,2 x 107 e 2,4 x 109 UFC/ml.

Martins et al. (2005) utilizaram esses oligonucleotídeos para detecção de P. fluorescens em amostras de leite desnatado reconstituído e detectaram o produto de amplificação do gene quando a população de P. fluorescens estava acima de 2,4 x 105 UFC/ml. Essa variação pode estar relacionada às características bioquímicas do leite cru que são diferentes daquelas do leite disponível no mercado ou do leite desnatado reconstituído (Ercolini et al., 2004). A variação da sensibilidade da técnica demonstra a importância das etapas de enriquecimento, filtração e purificação que minimizam a contaminação das preparações de DNA com interferentes da PCR.

Quando oligonucleotídeos SM2F/SM3R, que amplificam um fragmento de 900 pb do gene aprX, foram utilizados, a sensibilidade do método aumentou e o produto da reação foi detectado nas amostras DNA total extraído pelo kit Wizard®-S obtidos a partir de leite inoculado com P. fluorescens com população acima de 3,5 x 104 UFC/ml (Figura 3). (Marchand et al., 2009b) também verificaram maior sensibilidade na detecção de P. fluorescens inoculada em leite com os oligonucleotídeos SM2F/SM3R que detectaram 2,1 x 103 UFC/mL quando comparado aos oligonucleotídeos FP aprI/RP aprII. A sensibilidade foi aumentada e o limite de detecção foi de 6,7 x 102 UFC/ml quando foi utilizado o método de

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filtração modificado. O método de filtração modificado apresenta potencial para análise de amostras pouco contaminadas porque há uma etapa de enriquecimento que permite o aumento do número de células contaminantes. Já o método que utiliza o kit Wizard®-S é menos sensível e mais adequado para análise de amostras muito contaminadas. Entretanto, o tempo necessário para a preparação do DNA com o kit Wizard®-S é menor.

A utilização do par de oligonucleotídeos 16SPSEfluF/16SPSER resultou no aumento da sensibilidade do método e o produto da reação foi detectado quando a população de P. fluorescens estava acima de 3,8 x 103 UFC/ml com o protocolo de extração de DNA do kit Wizard®-S.

Os fragmentos amplificados utilizando os oligonucleotídeos SM2F/SM3R e 16SPSEfluF/16SPSER tem, aproximadamente, o mesmo tamanho, 900 e 850 pb, respectivamente. No entanto, o limite de detecção utilizando 16SPSEfluF/16SPSER foi menor, o que pode ser explicado pela eficiência específica de anelamento dos oligonucleotídeos, pelas condições de amplificação e, principalmente, pelo número de cópias do gene alvo no genoma (Ercolini et al., 2004; Farrelly et al., 1995). O maior número de cópias do gene rRNA 16S pode justificar a maior sensibilidade do método ao utilizar esse gene alvo. Os genes que codificam rRNAs 5S, 16S e 23 S são organizados no operon rrn nos membros do domínio Bacteria (Klappenbach et al., 2000) sendo que o número de cópias pode variar entre 1 e 15 por genoma bacteriano (Rainey et al., 1996). P. aeruginosa apresenta quatro cópias do operon rrn por genoma enquanto E. coli possui sete cópias (Farrelly et al., 1995).

Como os oligonucleotídeos SM2F/SM3R e 16SPSEfluF/16SPSER apresentaram maior sensibilidade, eles foram selecionados para as etapas posteriores de avaliação do método.

4.3. Avaliação do método de detecção de P. fluorescens por PCR para análise de leite cru

A população de psicrotróficos inicial nas amostras de leite cru variou de 3,2 x 103 a 2,7 x 104 UFC/ml e alcançou a fase estacionária de crescimento entre o quarto e o quinto dia de incubação a 7 °C com números próximos a 109 UFC/ml (Figura 4).

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Figura 3 – Eletroforese em gel de agarose 1,5 % para avaliação do limite de detecção de P. fluorescens por PCR em leite esterilizado e inoculado com essa espécie. Os fragmentos de DNA foram amplificados com os oligonucleotídeos FP aprI/RP aprII (A), SM2F/SM3R (B) e 16SPSEfluF/16SPSER (C). O DNA total foi extraído pelo kit Wizard®-S (números de 1 a 8) e pelo método de filtração modificado (números de 9 a 16). Os números 1 e 9 correspondem a 2,4 x 109 UFC/ml; 2 e 10 a 3,4 x 108 UFC/ml; 3 e 11 a 3,2 x 107 UFC/ml; 4 e 12 a 3,2 x 106 UFC/ml; 5 e 13 a 3,5 x 105 UFC/ml; 6 e 14 a 3,5 x 104 UFC/ml; 7 e 15 a 3,8 x 103 UFC/ml; 8 e 16 a 6,7 x 102 UFC/ml; M corresponde ao marcador GeneRulerTM DNA Ladder 100 pb (Fermentas, EUA) e B ao controle negativo.

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Figura 4 – População de bactérias psicrotróficas ( ), psicrotróficas proteolíticas ( ) e Pseudomonas ( ) e evolução do pH ( ) em leite cru incubado a 7 °C ao longo de 10 dias das repetições I (A), II (B) e III (C).

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Os psicrotróficos proteolíticos, analisados nas repetições II e III, apresentaram comportamento semelhante ao dos psicrotróficos ao longo de 10 dias de incubação (Figura 4). A população inicial foi de 4,1 x 103 UFC/ml na repetição II e 2,6 x 102 UFC/ml na repetição III. As amostras analisadas neste trabalho têm uma contaminação baixa porque foram coletadas imediatamente após ordenha em estabelecimento que atende aos parâmetros de sanidade do rebanho e de higiene na produção estabelecidos pela Instrução Normativa n° 51 para produção de leite Tipo B (Brasil, 2002).

Embora a contagem de Pseudomonas em ágar CFC tenha revelado contaminação inicial entre 7,0 x 101 e 7,5 x 102 UFC/ml, o número final, após 10 dias de incubação a 7 °C, alcançou 108 UFC/ml, como observado nas repetições I e III. Resultados semelhantes foram apresentados por De Jonghe et al. (2011) que simularam as condições de armazenamento e transporte de amostras de leite cru refrigerado e demonstraram que a população inicial de 102 UFC/ml de Pseudomonas alcançou 108 UFC/ml após 5 dias de incubação a 6 °C.

O mesmo comportamento da população de Pseudomonas não foi constatado na repetição II, onde o número máximo de células foi de 8,6 x 106 UFC/ml. A inibição da população de Pseudomonas pode estar relacionada à contaminação do leite por bactérias produtoras de ácido que reduziram o pH de 6,6 para 4,0 (Figura 4). A contagem de bactérias láticas feita especificamente nesta repetição pode esclarecer a razão da queda do pH, uma vez que foi detectada uma população de 1,6 x 109 UFC/ml de bactérias produtoras de ácido e catalase negativas após oito dias de incubação a 7 °C. Matamoros et al. (2009) demonstraram que alguns isolados psicrotróficos de bactérias láticas podem inibir a população de Pseudomonas spp. por acidificação do meio ou por competição nutricional.

As amostras de leite cru refrigerado foram analisadas por PCR periodicamente. Fragmentos amplificados com os oligonucleotídeos SM2F/SM3R e 16SPSEfluF/16SPSER não foram detectados, nas repetições II e III, quando o DNA total foi extraído pelo kit Wizard®-S (Figuras 5 e 6).

A ausência do produto de amplificação nas amostras de DNA extraídas com o kit Wizard®-S pode ser justificada pelo baixo rendimento DNA extraído por esse método, como apresentado na Tabela 2 ou pela presença de interferentes que inibem a DNA polimerase.

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Quando o DNA foi extraído pelo método de filtração modificado, o fragmento amplificado com os oligonucleotídeos SM2F/SM3R foi observado no segundo e/ou terceiro dia de incubação nas repetições II e III (Figura 5). O produto da reação foi detectado quando a população de Pseudomonas era da ordem de 106 e 107 UFC/ml nas repetições II e III, respectivamente. Neste mesmo período de incubação, a população de psicrotróficos estava entre 4,1 x 106 UFC/ml e 3,1 x 107 UFC/ml, na repetição II, e 2,4 x 107 UFC/ml e 5,8 x 107 UFC/ml, na repetição III. Na repetição I o fragmento amplificado foi observado após 10 dias de incubação a 7 °C quando a população de psicrotróficos atingiu 1,8 x 108 UFC/ml (Figura 5).

O perfil de amplificação do DNA foi diferente quando as amostras foram analisadas com os oligonucleotídeos 16SPSEfluF/16SPSER (Figura 6). Nas repetições II e III, o amplificado foi observado quando a contagem de Pseudomonas era da ordem de 106 UFC/ml e a população de psicrotróficos, na fase estacionária de crescimento, estava entre 3,0 x 107 UFC/ml e 1,0 x 109 UFC/ml. Na repetição I, foi possível detectar o amplificado após 2 dias de incubação da amostra de leite cru sob refrigeração. Nesse período de incubação, tempo máximo permitido pela Instrução Normativa n° 51, a população de Pseudomonas atingiu 6,3 x 103 UFC/ml e de psicrotróficos, 1,0 x 106 UFC/ml.

Embora a legislação brasileira não estabeleça um limite para contagem de psicrotróficos em leite cru, o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal - RIISPOA fornece a indicação de que a população de psicrotróficos não deve exceder 10 % da população de mesófilos (Brasil, 1980).

Como a Instrução Normativa n° 51 estabelece que a contagem de mesófilos em leite cru refrigerado de tanque coletivo não deve exceder 3,0 x 105 UFC/ml a partir de 01 de julho de 2012 (Brasil, 2002), a população de psicrotróficos deveria ser menor que 3,0 x 104 UFC/ml.

O fragmento amplificado com os oligonucleotídeos 16SPSEfluF/ 16SPSER não foi observado, nas repetições II e III, após oito e dez dias de incubação do leite cru a 7 °C, respectivamente (Figura 6). Como estes oligonucleotídeos são específicos para P. fluorescens, é provável que outras espécies tenham dominado a microbiota do leite após período prolongado de incubação a 7 °C.

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Figura 5 – Eletroforese em gel de agarose 1,5 % para avaliação do limite de detecção por PCR de P. fluorescens em leite cru incubado a 7 °C por 10 dias. Os fragmentos de DNA foram amplificados com os oligonucleoídeos SM2F/SM3R. As legendas correspondem a 0 - leite recém-ordenhado, 2d, 3d , 4d , 6d , 8d e 10 d – leite após dois, três, quatro, seis, oito e dez dias de incubação, respectivamente; (A) - Repetição I; (B) - Repetição II e (C) - Repetição III. M corresponde ao marcador DNA Ladder 100 pb (Promega, EUA) e B ao controle negativo.

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Figura 6 – Eletroforese em gel de agarose 1,5 % para avaliação do limite de detecção por PCR de P. fluorescens em leite cru incubado a 7 °C por 10 dias. Os fragmentos de DNA foram amplificados com os oligonucleoídeos 16SPSEfluF/16SPSER. As legendas correspondem a 0 - leite recém- ordenhado, 2d, 3d, 4d, 6d, 8d e 10 d – leite após dois, três, quatro, seis, oito e dez dias de incubação, respectivamente; (A) - Repetição I; (B) - Repetição II e (C) - Repetição III. M corresponde ao marcador DNA Ladder 100 pb (Promega, EUA) e B ao controle negativo.

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A colônia típica predominante nas placas de CFC para contagem de Pseudomonas isolada na repetição II não foi identificada pelo kit RapIDTM NF Plus que é específico para gram-negativos oxidase positivos. Na repetição III, a colônia predominante no ágar CFC foi identificada como Acinetobacter sp. com 65 % de confiança. Segundo Rasolofo et al. (2010), bactérias do gênero Acinetobacter fazem parte da microbiota dominante presente em leite cru refrigerado. Além disso, outras bactérias do gênero Pseudomonas podem dominar a microbiota como demonstrado por Marchand et al. (2009a) que identificaram P. lundensis e P. fragi como produtores de proteases termorresistentes predominantes em leite cru refrigerado. Na repetição I, na qual o fragmento amplificado com os oligonucleotídeos 16SPSEfluF/ 16SPSER, específicos para P. fluorescens, foi observado do quarto ao décimo dia de incubação. A colônia predominante nas placas de ágar CFC foi identificada com o kit RapIDTM NF Plus como P. fluorescens/P. putida com 98 % de confiança.

Nas três repetições, o fragmento amplificado com os oligonucleotídeos 16SPSEfluF/16SPSER foi observado quando as amostras, cujo DNA total foi extraído pelo método de filtração modificado, apresentavam população de psicrotróficos na fase estacionária de crescimento (Figura 6). A presença do amplificado apenas quando a população estava acima de 106 UFC/ml pode representar o comprometimento da qualidade do leite cru refrigerado pela atividade de proteases. A produção dessas enzimas por micro-organismos psicrotróficos acontece no final da fase logarítmica e durante a fase estacionária de crescimento (Chen et al., 2003; Pinto, 2005; Sørhaug e Stepaniak, 1997). Pinto (2005) avaliou a correlação entre a população de um isolado de P. fluorescens e a atividade proteolítica em leite desnatado reconstituído 12 % e observou a detecção de proteases em população maior que 108 UFC/ml. No entanto, Kumaresan et al. (2007) observaram a deterioração do leite cru, devido à atividade proteolítica, quando a população de psicrotróficos estava acima de 106 UFC/ml.

3.5. Avaliação da proteólise da caseína das amostras de leite cru

O efeito da atividade de micro-organismos psicrotróficos proteolíticos nas proteínas do leite foi determinado por eletroforese em gel de poliacrilamida (Figura 7). Nenhuma alteração nas frações de caseína foi observada nas repetições I e II,

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mesmo com a população de psicrotróficos alcançando, respectivamente, 1,8 x 108 e 1,8 x 109 UFC/ml após 10 dias de incubação.

No entanto, a banda de para- -caseína, produto da hidrólise da -caseína, pode ser observada na repetição III a partir do quarto dia de incubação do leite cru a 7 °C quando a população de psicrotróficos e de Pseudomonas atingiram a fase estacionária com contagem de 3,0 x 108 e 8,5 x 107 UFC/ml, respectivamente (Figura 7). Pinto (2004) também observou que a inoculação de 106 UFC/ml de um isolado de leite cru refrigerado de P. fluorescens levou à hidrólise das frações de caseína quando leite foi incubado sob refrigeração.

Figura 7 – Avaliação da degradação da caseína de leite cru incubado a 7 °C ao longo de 10 dias por eletroforese em gel de poliacrilamida 15 % revelado com azul de Coomassie. As legendas correspondem a 0 - leite recém- ordenhado, 2 d, 3 d , 4 d , 6 d , 8 d e 10 d - leite após dois, três, quatro, seis, oito e dez dias de incubação, respectivamente. PMP corresponde ao padrão de peso molecular de ampla faixa (Bio-Rad, EUA) e PMB ao padrão de baixo peso molecular (Promega, Madison, EUA). O padrão PMP contém: (A) β-galactosidase (116,25 kDa), (B) Fosforilase B (97,4 kDa), (C) Albumina de soro (66,2 kDa), (D) Ovoalbumina (45,0 kDa), (E) Anidrase carbônica (31,0 kDa), (F) Inibidor de tripsina de soja (21,5 kDa), (G) Lisozima (14,4 kDa) e (H) Aprotinina (6,5 kDa). (A) - repetição I, (B) - repetição II e (C) - repetição III.

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Embora a população de psicrotróficos tenha atingido a fase estacionária em leite cru após quatro dias de incubação nas três repetições, foi constatado que o padrão de proteólise diferiu entre as repetições. Esta variação pode estar relacionada ao tipo de microbiota contaminante em cada uma das repetições. Na repetição II, foi constatada a predominância de bactérias produtoras de ácido o que pode justificar a ausência das bandas de para- -caseína no leite cru refrigerado por 10 dias analisado por eletroforese em gel de poliacrilamida.

Além disso, as proteases produzidas por Pseudomonas apresentam uma atividade residual em temperaturas de refrigeração, mas têm atividade ótima em temperatura entre 30 e 45 °C o que pode explicar a ausência de proteólise detectável pela metodologia utilizada (Dufour et al., 2008; Martins, 2007; Sørhaug e Stepaniak, 1997).

A variabilidade entre os isolados psicrotróficos proteolíticos também pode justificar a variação da proteólise do leite entre as repetições. Martins et al. (2006) e Dogan e Boor (2004) demonstraram a diversidade genética de bactérias psicrotróficas proteolíticas isoladas de leite cru refrigerado. Quando foram analisadas 10 estirpes de P. fluorescens, sendo três delas isoladas de ambiente industrial, Dufour et al. (2008) demonstraram a variação na atividade caseinolítica dos isolados.

Outro fator que pode afetar a proteólise do leite é a presença de proteases nativas termoestáveis, conhecidas como plasmina (Nielsen, 2002). Pode-se concluir que a informação sobre o número de psicrotróficos proteolíticos ou de bactérias do gênero Pseudomonas não é suficiente para determinar o grau de proteólise do leite. Informações sobre o tipo de microbiota contaminante também são importantes para análise da qualidade do leite.

Apesar da variação observada quando a proteólise do leite foi avaliada por eletroforese em gel de poliacrilamida, nas três repetições foi possível observar o produto da reação de PCR com os oligonucleotídeos 16SPSEfluF/16SPSER mesmo que a proteólise não tenha sido observada.

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