3. NLP ve Tarihçesi
4.2. KiĢisel GeliĢimin Din Eğitimde Kullanılamayacak Yönleri
4.2.4. KiĢinin Sadece kendini DüĢünmesi Kendini Çok Önemsemesi-
4.2.4.3. Eğitim Yönünden
Dentre as contribuições deste trabalho, destacam-se a definição da linguagem AMenu, que possibilitou a abstração do domínio de menus Web, e o desenvolvimento do protótipo de duas ferramentas (AMeG e Adapte-me!), que utilizam como base a linguagem definida para gerar as suas soluções.
O protótipo da ferramenta AMeG foi desenvolvido utilizando apenas uma abordagem textual para criação dos menus. Essa ferramenta tem como finalidade auxiliar o desenvolvedor na criação de menus Web acessíveis, omitindo os detalhes técnicos de acessibilidade que são incorporados diretamente nas transformações geradas pela ferramenta.
A partir do protótipo da AMeG, um estudo de caso foi realizado para avaliar se a proposta seria capaz de melhorar a acessibilidade nos artefatos produzidos sem, no entanto, aumentar o custo do processo de desenvolvimento. Os resultados preliminares obtidos mostram que os menus gerados pela AMeG foram mais acessíveis que os criados por meio de abordagens tradicionais. Além disso, a linguagem AMenu, utilizada para definição dos modelos, não se apresentou como uma barreira para utilização da ferramenta, especialmente pelo fato do primeiro contato com a linguagem pelos participantes ter ocorrido no momento do estudo. Contudo, acredita-se que melhores resultados podem ser alcançados com a utilização de uma interface gráfica e interativa para definição dos modelos de menus Web.
O protótipo da ferramenta Adapte-me! permite a adaptação dos menus Web para disposi- tivos móveis, utilizando nesse processo as configurações definidas pelos usuários de modo que atendam às suas necessidades. O estudo conduzido com três participantes mostrou a viabilidade da proposta, uma vez que eles conseguiram realizar, com melhor desempenho, as tarefas definidas para o estudo. Entretanto, foram identificados alguns pontos de melhoria que aumentariam a satisfação dos usuários em utilizar a ferramenta Adapte-me!.
Durante o desenvolvimento deste mestrado, foram publicados os resultados obtidos, nos seguintes artigos científicos:
• Artigo publicado no DSAI 2015: A model-driven development for creating accessible web menus. Artigo que descreve os detalhes técnicos e avalização preliminar da linguagem AMenu (ANTONELLI; SILVA; FORTES,2015).
• Artigo publicado no Webmedia 2015: A Support for Developers Implement the Accessi- bility Guidelines Regarding to Web Menus. Artigo que descreve os detalhes técnicos e o estudo de caso realizado com desenvolvedores sobre a utilização da ferramenta AMeG (ANTONELLI; FORTES,2015a).
Em complemento com essas publicações, um manual técnico e operacional da AMeG também foi publicado na biblioteca do ICMC/USP em forma de um relatório técnico. O docu- mento inclui informações sobre o processo de instalação, uso e um guia sobre como contribuir tanto com o projeto da AMeG quanto com a linguagem AMenu:
• Relatório Técnico publicado no ICMC: AMeG: Accessible Menu Generator – Manual técnico e operacional.Documento publicado na Biblioteca do Instituto de Ciências Mate- máticas e de Computação da USP, servindo de orientação tanto para utilização como para manutenção e atualização da ferramenta desenvolvida (ANTONELLI; FORTES,2015b). O código das ferramentas desenvolvidas (AMeG e Adapte-me!) e da linguagem AMenu foram disponibilizados como software livre sobre a versão simplificada da licença BSD1, sendo que seus projetos encontram-se hospedados no repositório do GitHub, nos seguintes endereços: AMenu: <https://github.com/lordantonelli/amenu>
AMeG: <https://github.com/lordantonelli/ameg>
Adapte-me!: <https://github.com/lordantonelli/adapte-me>
Outras contribuições não vinculadas diretamente ao desenvolvimento deste trabalho de mestrado, mas que foram importantes para a formação do autor, podem ser citadas:
• Resumo publicado no The Gerontologist: Towards Guidelines for Older Adults Inte- ractions with Touchscreen-based Mobile Devices. Pesquisa realizada em parceira com o Departamento de Gerontologia da Universidade Federal de São Carlos, a fim de levantar dados que orientem na criação de recomendações para o desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis (CASTRO et al.,2014).
• Nota Didática publicada no ICMC: Um guia prático para tornar documentos acessíveis – Parte I. Trabalho realizado em parceira, vinculado ao projeto “Material didático acessível na Web – o que é preciso saber?” do Programa Aprender com Cultura e Extensão, no qual contribuí para que documentos eletrônicos possam ser elaborados da maneira mais acessível possível (FORTES et al.,2015).
6.2
Limitações
Durante todo o período de desenvolvimento deste trabalho procurou-se seguir o rigor científico. Contudo, existem algumas limitações que derivam do escopo da proposta, metodologia utilizada para avaliação, tempo para realização, tecnologias utilizadas, entre outras variáveis.
Nesse sentido, a interface gráfica para criação dos menus na AMeG não teve prioridade no desenvolvimento, uma vez que optou-se por uma avaliação focada na linguagem textual, a qual também é a base principal para a geração dos menus pela Adapte-me!. Além disso, na condição do estudo, pode-se destacar a quantidade e o perfil dos participantes como uma das principais limitações, tendo em vista a dificuldade de encontrar desenvolvedores Web dispostos a participar. Assim, a avaliação preliminar realizada não torna possível que os resultados sejam extrapolados para além do contexto estudado, ou seja, eles podem não ser válidos para um cenário real de desenvolvimento no mercado.
Em relação às limitações inerentes a abordagem de adaptação desenvolvida, pode-se citar a dependência de tecnologias para desenvolvimento e utilização da Adapte-me!, a qual encontra-se atualmente condicionada ao uso do navegador Firefox para dispositivos móveis. Além disso, para os testes e avaliações com os usuários, foi utilizado somente um smartphone com o sistema operacional Android, o qual é o mais comercializado no mercado. Desta forma, não é possível garantir o funcionamento em outras plataformas, como o iOS e Windows Phone. Assim como as limitações existentes no estudo de caso realizado com a AMeG, os resultados obtidos no estudo da Adapte-me também não pode ser generalizado para um público maior, uma vez que a quantidade de participantes utilizados no estudo é insuficiente, bem como o perfil dos participantes é bem específico. Além disso, o estudo de caso teve um foco comparativo no uso da solução gerada em relação aos menus originais, não sendo avaliada a abordagem como um todo.
Por fim, apenas o padrão “Side menu” foi especificado na AMeG e na Adapte-me! para que os testes com os usuários reais pudessem ser realizados. Contudo, os demais padrões podem ser facilmente integrados na ferramenta.