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2.2 OLAĞANÜSTÜ DÖNEMDE YAŞAM HAKKININ KORUNMASI

2.2.3 Devletin Uluslararası Hukuktan Doğan Diğer Yükümlülükleri

V. Resultados obtidos:

5.1. Mapa Geológico

Os pont os m ar cados em cam po e os afloram ent os visit ados perm it iram reconhecer nove unidades geológicas: Depósit os lit orâneos praiais; Depósit os colúvio- eluviais, Depósit os eólicos lit orâneos não- veget ados, Depósit os eólicos lit orâneos v eget ados; Depósit os fluvio- lacust rinos, Depósit os de superfície de deflação, Depósit os aluvionares de canal, For m ação Barr eiras, Lençóis arenosos arrasados ( Fig. 5.1) .

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Dissertação de mestrado PPGG- Fernandes, L. R.(2011)

Os pr odut os de sensor es rem ot os em pregados para edição dest a cart a t em át ica foram Landsat 5( TM) e 7( ETM+ ) e fot os aéreas ( t ab. 4 .1 - Met odologia) .

Para se chegar à definição dest as unidades foi usado com o base, os parâm et ros est abelecidos pelo Serviço Geológico do Brasil ( CPRM) que avaliam desde descrição da granulom et ria, cor, t opologia ( cont at o geológico) , coordenadas geográficas, at é a localização dos pont os de r efer ência ( t oponím ia) nas proxim idades do aflor am ent o de r ocha encont rado. A et apa de m apeam ent o geológico foi considerada como o “divisor de águas”, por possibilitar reconhecim ent o sobre as feições geológico- geom orfológicas, perm it ir ident ificação das ocupações ant rópicas do local, além de nort ear o ent endim ent o de que análise t em poral deveria ocorr er sob o pont o de vist a isolado dos cam pos de dunas m óv eis e sob a perspect iva da ev olução da ár ea adj acent e as dunas. Essencialm ent e, desej ava- se enx ergar o que est ava ocor r endo em t erm os espaciais com o ent orno da cobert u ra sedim ent ar.

5.1.1. Descrição das unidades em função das áreas piloto

Em dezenas de anos, a dinâm ica t em poral é a principio m ais evident e nos Depósit os Eólicos Não- Veget ados e, par a se not ar a dinâm ica t em por al das out ras unidades geológicas é sugest ivo adot ar m et odologias que avali em a idade, por ex em plo. Nest e sent ido adm it iu - se na pesquisa, que a análise t em poral não seria feit a em t oda ár ea qu e foi realizado o m apeam ent o geológico.

Depósit os Eólicos Veget ados: sedim ent os eólicos quat ernários, at ualm ent e fixados pela veget ação nat ural. A presença de veget ação condiciona ao sedim ent o um a coloração escur a devido à inst alação de raízes de plant as nas dunas. O processo de decom posição da m at éria orgânica na superfície dest as u nidades pode t am bém ser consider ado com o out r o fat or r espon sáv el pelo escur ecim ent o da coloração do sedim ent o ( Am aral, 2008; Suguio, 1998; Suguio, 2003) .

Depósit os Lit orâneos de Praia: são depósit os eólicos lineares cont ínuos de areia, longit udinais a linha de cost a. Geralm ent e, apr esent am geom et ria de cordões ligeiram ent e sinuosos, ou em form a de t erraços e ram pa. ( Am aral 2008, Suguio 1998) . Nogueira ( 2008) coloca que est a unidade sedim ent ar sofr e ret r abalham ent o const ant e, por pr ocessos m arinhos e eólicos. Relevant e adm it ir que est es depósit os na pesquisa, são r epr esent ados geom orfologicam ent e pela cobert ura sedim ent ar aren osa t ípica da form ação das dunas fr ont ais.

Depósit os Eólicos Não- Veget ados: são repr esent ados por sedim ent os eólicos quat ernários, est es depósit os são car act erizados por ser em const it uídos predom inant em ent e por quart zo em form a de areias quart zosas, bem selecionadas e com grãos ar redondados. Em super fície est a unidade encont ra- se alongada, for m ando ext ensos cordões aren osos im prim indo ao relevo crist as alongadas orient adas segundo a direção NW- SE ( Angelim , 2006; Am aral 2008; Suguio 1998) . Lençóis Ar en osos: Apresent am origem eólica, sendo r elacionadas a dunas arrasadas ou ar eias deposit adas em lençóis. Barr et o et al. ( 2004) cham am de lençóis de ar eia o dom ínio const it uído por form as m ais t ênues ou dissipadas que os

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Capítulo 5

Análise dos padrões espaço-temporais: Resultados

dem ais, segundo ele, as feições de r eat ivação são visíveis em im agens de sat élit es em t odos os dom ínios de dunas inat ivas.

Depósit os de Superfície de deflação: são pr oduzidas pela deflação, ação dos v ent os sobr e os t er ren os a barla ven t o das dunas, caract erizados pela rem oção de sedim ent os desagr egados at é alcançar o nível base do lençol freát ico, produzindo um a superfície plana ou suavem ent e ondulada e pouco veget ada. Est a depr essão do t er r eno pode acum ular sazonalm ent e áreas úm idas e cont er veget ação pioneira e gr am íneas t ípicas da cobert ura r est inga ( Am aral 2008, Cunha et al. 1990) .

O levant am ent o dos afloram ent os, a caract erização dos depósit os e cont at os lit ológicos ent r e os m esm os, cit adas nos parágrafos ant erior es, nort earam a escolha das classes t em át icas para m apeam ent o da evolução t em poral dos cam pos de dunas m óv eis ent re 1970 e 2006. Os r ecort es espaciais e a escolha das cat egorias t em át icas são j ust ificadas pela seleção dos depósit os eólicos em r egiões sob influência das dunas fr ont ais, pela im inência do cr escim ent o da m ancha urbana nas adj acências do sist em a dunar e pelas m udanças na paisagem ident ificadas nas t rês ár eas pilot o.

5.2. Sensoriamento Remoto

5.2.1. Imagens multiespectrais

5.2.1.1. Análise Multitemporal dos campos de dunas móveis - LANDSAT (1988, 1993, 2001 e 2007).

Os pr odut os t em át icos apresent ados nest e t ópico t iveram com o base para m apeam ent o as im agens m ult iespect rais da série Landsat 5 TM e 7 ETM+ . No sentido de “padronizar” as respostas espectrais em função das variações sazonais exist ent es, opt ou- se por im agens do m esm o período ou época do ano. Foram t est adas varias com binações no sist em a RBG e I HS, r eforçadas pelas t écnicas de PDI , as im agens que m elhor r ealçaram aspect os e caract eríst icas dos cam pos de dunas nos produt os im agens, foram escolhidas para classificação super visionada.

Na escala de 1: 100.0 00 a análise t em poral evidência m udanças nos padrões de disposição, m igração e alt erações quant it at ivas de área ocupada pelos cam pos de dunas. No ano de 1988 as dunas m óv eis apresent avam m orfologia bem m arcada, m aior ár ea de cobert ura sedim ent ar , presen ça de possíveis ocupações urbanas t radicionais, apesar de m odest as ou em pequena ár ea de cobert ura.

As cenas do sist em a Landsat 5/ TM e 7 ETM+ foram suficient es p ara cobrir t oda faixa lit orânea que corr esponde a localização dos cam pos de dunas est udados. Esse fat o perm it e a ident ificação do alvo pela visualização da disposição dos cam pos de dunas e pela sua respost a espect ral especifica. A ident ificação das dunas são facilm ent e ext raídas de um a cena de sat élit e, o dest aque acont ece em função da assinat ura espect ral, est rut ura sedim ent ar e com posição m ineral dos sedim ent os pr esent es na duna. Sem nenhum processam ent o pr év io é possível

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visualm ent e reconhecer feições eólicas t ípicas de dunas. Por isso, é razoáv el ext rair os polígonos r epr esent at ivos das dunas m óv eis por classificação est at íst ica super visionada, ao invés de v et orizar t odas as m anchas de cobert ura de dunas um a por um a.

Conform e figuras 5.2; figuras 5.3 e t abelas 5.1 em 1988 a superfície não veget ada com elevada respost a espect ral ilust raram os cam pos de dunas de m aior área, são eles; o de Tour os, Zum bi e de Maracaj aú, eles est ão nit idam ent e “conectados” pelo cordão de dunas frontais. Estas dunas ativas de m enor port e represent am ou ex ercem função de const ruir pont os de ligação ent r e as dem ais dunas int eriores com m aior área superficial e quant idade de sedim ent os aren osos. Em 1993 per cebe- se que esses pont os reduzem em núm ero e algum as regiões chegam quase a desaparecer.

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Figur a 5.2 – Ev olução m ult it em por al das dunas ent r e 88 e 93. Na escala de 1: 100.000. Linha ver m elha: lim it e da Folha Touros – Linhas v er des: ár ea pilot o.

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