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Der-beyān-ı Ġaflet Mīgūyed

Belgede Hulusi vesiletu’l-meram (sayfa 136-139)

Nos queimadores de combustíveis líquidos, os atomizadores produzem sprays com um amplo espectro de tamanho de gotas, fazendo-se assim necessários métodos estatísticos para descrever sua função de distribuição e seu tamanho médio. São varias as definições e formas de cálculo do tamanho médio das go

) b a /( 1 b i i a i i ab D . N D . N D  ¸ ¸ ¹ · ¨ ¨ © § ¦ ¦ (3.26) Dab : Diâmetro médio [Pm]

N i : Número de gotas de tamanho D i

Di P

a a os valores: 1, 2, 3, 4.

pode âmetro médio baseado na média aritmética. Na

b para descrever um spray é o D30,

uma

VMD diâmetro médio de massa, MMD

(do inglês “Mass Median Diameter”).

intrusivas, não- trusivas e semi-intrusivas. As técnicas de diagnóstico intrusivas, algumas vezes chamados de técnicas mecânicas, requerem a inserção de um sólido de prova no campo de fluxo. De forma oposta, os métodos de diagnóstico não-intrusivos não requerem a introdução de objetos sólidos no campo de partículas. Todas as técnicas não-intrusivas utilizam a propriedade de um laser atravessando um campo de partículas. Dentro desse grande grupo se tem os métodos exóticos, que são utilizados com menos freqüência. Os ópticos, os quais podem ser classificados por sua vez em dois grandes grupos: com e sem projeção de imagem. As técnicas de projeção de

: Diâmetro da gota [ m] : Coeficiente que tom

b : Coeficiente que toma os valores: 0, 1, 2, 3.

Cada combinação de a e b representa uma definição diferente; por exemplo, -se observar que D10 é o di

com ustão, possivelmente a definição mais usada

diâmetro médio de Sauter ou SMD (do inglês Sauter Mean Diameter). Ele representa gota que tem a mesma razão entre volume e área do spray.

Outras definições comumente empregadas são: o diâmetro médio de volume, (do inglês “Volume Median Diameter”) e o

3. 8.2 Técnicas e instrumentos de medição

Segundo Chigier (1991), existem muitas técnicas para medir o tamanho das gotas num spray, mas elas podem ser divididas em três categorias principais:

imagem incluem as técnicas fotográficas, holográficas e análises automáticas de imagem. As técnicas sem projeção de imagem são baseadas na teoria de empalhamento da luz. Dentre este grande grupo tem-se o método interferométrico, de visibilidade, anemômetro medidor de fase Doppler, técnica de medida de extinção, técnica de medida múltipla do ângulo de espalhamento e analisador de partículas de difração de Fraunhofer. Esta é a técnica não intrusiva mais amplamente usada para medir a distribuição do tamanho das partículas. Na Figura 3.4 é mostrado o princípio de funcionamento dos instrumentos que utilizam esse método. Um feixe de luz monocromático de vários milímetros de diâmetro, tipicamente um modelo He-Ne de vários mili-watts é espacialmente filtrado, expandido, alinhado e dirigido, atravessando um campo de partículas, onde a luz é deflexionada de acordo com o tamanho das partículas. Uma lente transformadora de Fourier é utilizada para transformar o ângulo de espalhamento T, numa distribuição espacial r, no plano de detecção. O modelo de distribuição formado no plano de detecção consiste de anéis concêntricos alternados, claros e escuros, sendo que o espaço entre estes anéis depende do tamanho da partícula (do diâmetro da gota). A saída do elemento detector é

lógico digital. Um computador é utilizado para nalisar o padrão de difração e proporcionar a distribuição do tamanho das partículas. transmitida através de um conversor ana

a

3.8.3 Ato

T s, bicos injetores, bocais ou maçaricos, são os

omização. O rendimento de um

sistem cionado ao projeto do atomizador. Um

in etor o do tamanho da gota produzida, o

ões do gás dentro da o spray.

D ser classificados em dois tipos

provocam o cisalhamento do óleo dividindo-o em pequenas gotas. Nestes dispositivos some

ente muito altas, na xa

a com uido nas paredes da

ma -6

m /s a 32x10 /s (13 a 32 cSt). Esses atomizadores são utilizados em queimadores

ra ente com

queim o os atomizadores de copo

mizadores

ambém conhecidos como injetore

dispositivos mecânicos encarregados de realizar a at a de combustão está diretamente rela

j pode ser avaliado de acordo à distribuiçã

ângulo e a natureza do modelo do spray. Não obstante, as condiç câmara de combustão também influenciam o modelo d

e acordo com Faeth (1977), os injetores podem principais: de pressão e de dois fluidos.

3.8.3.1 Atomizadores por pressão

Também conhecidos como atomizadores mecânicos. A atomização é alcançada em virtude da pressão do líquido, como sugere o seu nome. O combustível é forçado através de dispositivos estáticos ou de corpos rotativos de alta velocidade de giro, que devido à alta pressão do líquido

nte o líquido passa através do injetor. Estes atomizadores exigem pressões de combustível normalm

fai de 1,8 a 7,0 Mpa e se não operam nestas pressões a atomização será imperfeita e bustão será lenta, causando incidência e coalescência do fl

câ ra de combustão. Também se recomenda que a viscosidade seja baixa, de 13x10

2 -6 m2

pa as indústrias de cimento e cal, e em fornos rotativos que trabalham som um ador por forno. Entre este tipo de injetores estã

3.8.3

om ar ou com vapor de água.

o que se usem controladores de pressão diferencial comb

or exemplo, pequenas calde

B.

o de atomização, os injetores de fluido auxiliar podem ser lassificados em dois tipos: de mistura externa e de mistura interna. Os atomizadores

oa atomização e só são utilizados em pequenas azões. Por sua parte os atomizadores de mistura interna apresentam ótimo desem

ação dos experimentos desta tese. .2 Atomizadores de dois fluidos

São também conhecidos como atomizadores de fluido auxiliar. Neles a atomização do líquido é alcançada com a ajuda de um fluido auxiliar que escoa em alta velocidade através das passagens do injetor. Os injetores de dois fluidos apresentam maior complexidade, mas, com eles se pode alcançar uma atomização muito mais fina que com os injetores de pressão, especialmente durante operações fora do projeto em baixas vazões de combustível.

De acordo com o tipo de fluido auxiliar utilizado, os injetores de dois fluidos podem ser classificados em dois tipos: atomização c

Nos atomizadores com vapor de água a atomização é conseguida utilizando como fluido auxiliar vapor com uma pressão de 0,15 a 0,20 MPa acima da pressão do combustível, para isto é necessári

ustível/vapor. Este tipo de queimador é amplamente utilizado na indústria de refinação de petróleo, nas petroquímicas, e na indústria química em geral.

Os atomizadores com ar comprimido utilizam esse fluido com pressões baixas ou moderadas. De forma geral são utilizados em queimadores de pequeno porte de indústrias que têm pouco suporte operacional e de manutenção, p

iras flamotubulares de hotéis, hospitais ou pequenas fábricas. Para a operação deste tipo de atomizadores normalmente são utilizados óleos combustíveis leves como diesel, querosene, óleos 1A/1

Dependendo da zona (dentro ou fora do maçarico) onde se realiza a mistura entre o combustível e o fluid

c

de mistura externa não conseguem b v

penho, formando uma chama mais uniforme, estável e uma ampla faixa do turn

down ratio. Dentre este tipo os mais sofisticados que se utilizam hoje são as

configurações F ou Y. Na seqüência se faz uma descrição do atomizador Y uma vez que será utilizado na realiz

A) Atomizador tipo Y-Jet

O bico injetor Y-Jet é muito utilizado nos queimadores industriais, sobretudo dos ultraviscosos (SON E LEE, 1994). Ele

e trinta jatos, dispostos de m oduzir um

llinger e Chigier (1974), Lacava (2000) e Pacífico antagens:

amplo turn- O ângulo do spray não varia com a carga, o qual permite altas eficiências de

ricados com materiais resistentes à erosão.

vel variar o tamanho das gotas do spray sem alterar a vazão de combustível, somente variando a vazão do fluido auxiliar, esta última característica é muito importante para re

emissão de poluentes, principalmente NOx.

nduto do fluido de atomização de ombustível e da câmara de mistura; la, lc, lm e l os comprimentos do conduto de

mado pelos condutos de alimentação de ambos fluidos.

para nebulizar combustíveis líqui pode ter

um mínimo de seis e um máximo d aneira a pr

spray cônico oco. Segundo Mu

(2000), eles apresentam as seguintes v

ƒ Produzem um spray fino com baixo consumo de fluido auxiliar em

down ratio.

ƒ

combustão diferente do que acontece com outros atomizadores. ƒ São de configuração simples e de fácil construção, podendo ser fab ƒ Requerem baixa pressão para o combustível.

ƒ É possí

alizar estudos experimentais sobre a

Na Figura 3.5 se apresenta o atomizador Y-Jet e suas medidas características: da, dc e dm são respectivamente os diâmetros do co

c

fluido auxiliar, combustível, da câmara de mistura e de pré-mistura respectivamente, T é o ângulo for

Figura

mizam o combustível através da transferência da quantidade de movi

través de seus respectivos condutores. Nela se rma um escoamento bifásico de tipo anular disperso, onde o combustível se deposita

omo um esma

nde se localiza o gás de atomização. É aqui que o fluido auxiliar transfere a

anti ícula e as gotas de combustível. Quando a

filme de combustível fica instável, rompendo-se

lig e somadas, às gotas proveniente do núcleo

formam o spray de combustível.

a empírica, desenvolvida por Wigg (MULLINGER; HIGIER, 1974):

3.5 - Atomizador Y-Jet (PACIFICO, 2000)

Estes bocais ato

mento do fluido auxiliar para o combustível. Os fluxos de ambos fluidos ingressam para a câmara de mistura a

fo

c filme ao redor da parede da câmara, ou como gotas no núcleo da m

o

qu dade de movimento acelerando a pel

mistura é descarregada no ambiente, o em amentos e posteriormente em gotas qu

O diâmetro médio das gotas de combustível produzidas por atomizadores Y pode ser calculada com a fórmul

a at 0,1 c 0,5 m V  m 200. D  D Q

: Vazão mássica do combustível [g/s] : Vazão mássica do ar de atomização [g/s] h : V Uat Va ização [m/s] A. de ray pro nais, e p ar ƒ tomização e o combustível,

ma tendo o fluxo de combustível constante.

ƒ Incremento da vazão em massa de combustível, mantendo a razão ar/combustível constante.

ƒ Aumento da massa específica e da velocidade do fluido de atomização. ƒ Aumento da pressão de ingresso do ar de atomização.

ƒ Menores viscosidade e tensão superficial do combustível.

Da Equação (3.27) se pode observar que a massa específica e a velocidade do fluido de atomização, a razão ar/combustível e a viscosidade do combustível têm um

0,3 0,2 0,1 0,5 at c m h m 1   (3.27) m

: Viscosidade cinemática do combustível [cSt] : Diâmetro médio de massa [Pm]

c

m mat

Raio da câmara de mistura [cm]

: Tensão superficial do combustível [dina/cm] : Massa específica do ar de atomização [g/cm ] 3 : Velocidade do ar de atom

Belgede Hulusi vesiletu’l-meram (sayfa 136-139)