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1.1 Söylem Nedir?

5) Yönelme/Hedef: Edenlerin metinde bir hareketi tetiklemesi ve metnin akışının

2.1.1.2 Anlambilimsel İnceleme

2.1.1.2.2 Değişmece Türleri

3.1.2. Hidrografia:

A área de abrangência do projeto está inserida na Bacia Hidrográfica do Rio Jiparaná, a segunda mais importante do estado, perdendo em importância apenas para a Bacia do Rio Madeira.

O Rio Jiparaná, ou Machado, é o principal afluente do Rio Madeira em território rondoniense, e este por sua vez percorre o estado do Amazonas e tem sua foz no Rio Amazonas. Ele nasce no Planalto Sedimentar dos Parecis, formado na junção dos rios Comemoração de Floriano e Pimenta Bueno, próximo à cidade de Pimenta Bueno. Corta a Depressão no sentido geral sul-norte até as proximidades da cabeceira do rio Machadinho, quando muda bruscamente de direção, sudeste- noroeste, até alcançar o rio Madeira. Possui pequenos desníveis em seu curso, evidenciado pela ocorrência de inúmeras cachoeiras e corredeiras até a formação da cachoeira Dois de Novembro, a partir da qual penetra na planície amazônica, tornando-se calmo e navegável até sua foz no rio Amazonas, sendo seu afluente mais importante no território Rondoniense, dada a longa extensão de seu curso, que corta todo o Estado no sentido sudeste/nordeste. Seu complexo hidrográfico abrange superfície de aproximadamente 92.500 km².

O Rio Ji-Paraná e Roosevelt representam o principal traço de drenagem e em função deles se organiza a drenagem menor. O. Inserido numa zona climática com duas estações bem definidas, apresenta regime fluvial com cheias sazonais. No período de abril a setembro, com o baixo índice pluviométrico, afloram rochas pré- cambrianas e depósitos de aluvião ao longo dos rios, originando uma serie de pequenas ilhas. No período de cheias, de outubro a março, as maiorias das ilhas ficam submersas (OLIVEIRA, 2005, p 257).

3.1.3. Clima:

A caracterização do clima de uma região está associada às condições da circulação geral da atmosfera. No estado de Rondônia, este clima está particularmente associado ao da macro região amazônica, onde o clima predominante é o Equatorial. Rondônia, por estar situado na porção sul da Região Norte, pode ter o clima considerado de transição Equatorial/Tropical. (OLIVEIRA, 2005, p 143) (mapa 12).

O estado localiza-se entres os paralelos de 07º 58’ de latitude Sul e os meridianos de 59º 50’ e 66º 48’ de longitude Oeste de Greenwich. Segundo a classificação de Köppen, Rondônia apresenta um clima do tipo Aw – Clima Tropical Chuvoso com média climatológica de temperatura do ar durante o mês mais frio superior a 18º C (megatérmico), e um período seco bem definido durante a estação de invernos, quando ocorre na região um moderado déficit hídrico, com índices pluviométricos inferiores a 50 mm/mês. Este clima ainda é caracterizado por apresentar uma homogeneidade espacial e sazonal da temperatura média do ar, não ocorrendo o mesmo em relação à pluviosidade, que apresenta uma variabilidade temporal, e em menor escala, espacial, devido aos diferentes fenômenos atmosféricos que atuam no ciclo anual da precipitação. Durante os meses chuvosos, os mecanismos dinâmicos que atuam sobre a precipitação são essencialmente de grande escala, porém nos meses secos (estação do inverno) há que se considerar as atividades convectivas de escala local.

A média anual da precipitação pluvial varia de 1.400 a 2.500 mm/ano e a média anual da temperatura do ar entre 24 e 26ºC. Em alguns anos, em poucos dias dos meses de junho, julho e agosto, a região encontra-se sob influência de aticiclones que formam nas altas latitudes e atravessam a Cordilheira dos Andes em direção ao sul do Chile, onde alguns destes anticiclones são excepcionalmente intensos, condicionando a formação de aglomerados convectivos que intensificam a formação dos sistemas frontais na região Sul do País. Estes se deslocam em direção à região

amazônica causando o fenômeno denominado de “friagem”. Durante estes meses as temperaturas mínimas absoluta do ar podem atingir valores inferiores a 10ºC. Devido à curta duração do fenômeno, este não influencia as médias climatológicas da temperatura mínima do ar.

Os principais fenômenos atmosféricos ou mecanismos dinâmicos que provocam chuva no estado de Rondônia são as altas convenções diurnas – água evaporada no local e a evapotranspiração – resultante do aquecimento da superfície de água, floresta e vegetação, associada aos fenômenos atmosféricos de grande escala tais como: a Alta da Bolívia (AB) – anticiclone que se forma em alto nível da atmosfera (200hPz)_ durante os meses de verão e situa-se sobre o altiplano boliviano; a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), e as Linhas de Instabilidade (Lis) – conglomerados de nuvens cumulonimbos que se formam na costa N-NE do Oceano Atlânticos devido à circulação de brisa marítima.

Nos meses de inverno, a brisa fluvial, circulação local que ocorre nos baixos níveis da atmosfera e os aglomerados convectivos de meso e grande escala, associados com a penetração de sistemas frontais, advindos da região sul e Sudeste do Brasil, são os principais mecanismos responsáveis pelas chuvas de baixa intensidade. O verão é o período mais chuvoso da região. Durante esta estação observa-se uma grande atividade convectiva causada por uma maior incidência de radiação solar durante o ano, e a influência da ZCIT e da AB que se desintensificam durante o inverno, quando os principais mecanismos associados às chuvas nesta estação são a brisa fluvial, as LIs e as atividades convectivas locais de menos intensidade.

O período chuvoso ocorre entre os meses de outubro e abril, e o período mais seco entre os meses de junho, julho e agosto. A precipitação média anual é em torno de 1.400mm a 2.500mm, sendo que, mais que 90% desta precipitação ocorre no período chuvoso.

O regime térmico apresenta pouca variação ao longo do ano. A média anual da temperatura do ar varia de 24°C a 26°C, com temperatura máxima variando entre 30°C e 34°C e temperatura mínima entre 17°C e 23°C.

A média anual da umidade relativa do ar varia de 80% a 90% no verão, e em torno de 75% no outono-inverno. A ETP (evapotranspiração potencial) é alta durante todo o ano, apresentando valores superiores a 100mm/mês. O total anual da ETP não atinge o total anual da precipitação observada, atingindo valores superiores ao valor da precipitação mensal apenas nos meses de maio a agosto.(OLIVEIRA, 2005, p 144).

Mapa 12: Clima (Fonte: IBGE, 2008)