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Birinci Dünya Savaşında Sırasında Bilecik

1.2. Mütareke Öncesine Genel Bir Bakış ve Bilecik

1.2.2. Birinci Dünya Savaşında Sırasında Bilecik

MTA. Os materiais testados foram MTA ProRoot, MTA Branco contendo dois tipos radiopacificadores e cimento portland branco acrescido de oxido de bismuto. Foram avaliados 36 animais os quais receberam 4 implantes com os materiais a serem testados e os lados controles foram preenchidos com guta-percha. Após 15, 30, e 60 dias os animais foram mortos e os espécimes preparados para a analise microscópica. Os resultados mostraram inflamação crônica granulomatosa variando de moderada a discreta, e organização e espessamento de uma cápsula fibrosa com o passar do tempo. Os cimentos induziram numa resposta tecidual semelhante mesmo com diferentes radiopacificadores em sua composição.

CAMILLERI et al.19 em 2005, avaliaram a biocompatibilidade do MTA e do cimento Portland com acelerador quanto a função metabólica celular e sua proliferação. A constituição química do cimento Portland branco e cinza, MTA branco e cinza e o cimento Portland com

acelerador, com a exclusão do gesso no seu processo de fabricação, foi determinada com a análise da energia dispersiva de raios X e análise de difração de raios X. A biocompatibilidade foi testada usando um método quantitativo de proliferação celular e um teste indireto para avaliar o crescimento celular. A constituição química dos materiais foi similar e os estudos indiretos mostraram um aumento da atividade celular após 24 horas com o controle. Células em contato direto com os cimentos apresentaram viabilidades em todos os pontos estudados. Os testes de biocompatibilidade dos cimentos mostraram a ausência de substâncias tóxicas para o MTA cinza e branco, e que a adição de óxido de bismuto no cimento Portland com acelerador não interferiu na biocompatibilidade. O novo cimento Portland acelerado mostrou resultados similares. O crescimento celular foi pobre quando em contato direto com os cimentos. Entretanto, a produção de hidróxido de cálcio durante a reação de hidratação mostrou indução de proliferação celular.

RIBEIRO et al.127 em 2006, analisaram a genotoxicidade e citoxicidade do MTA e cimento Portland com teste, in vitro. Células de ovários de ratas chinesas foram expostas ao MTA, cimentos Portland branco e cinza. Todos os compostos estudados não apresentaram efeitos de genotoxicidade como alterações no DNA, mutações, capacidade de reparo, quebras cromossomais em todas as concentrações utilizadas. Nenhuma diferença estatística foi observada na citotoxicidade dos compostos estudados. O MTA e o cimento Portland não são genotóxicos e não induziram morte celular.

ISLAN; CHNG; YAP73 em 2006, compararam os maiores constituintes do ProRoot cinza, ProRoot branco, cimento Portland cinza e branco através da difractometria de raios X. Concluíram que os maiores constituintes são silicatotricálcico, aluminato tricálcico, silicato de cálcio, aluminoférrico tetracálcico nos quatros cimentos, e óxido de bismuto no ProRoot MTA cinza e branco. Os quatro cimentos apresentaram a maioria dos constituintes similares. Os cimentos Portland podem ser utilizados para maiores desenvolvimentos ou modificações no ProRoot MTA. Pode ainda, melhorar características físicas e expandir as aplicações clinicas, já que detalhes do cimento Portland foi conhecido e estudado anteriormente ao MTA.

BORTOLUZZI et al.13 em 2006, estudaram a influência da adição de cloreto de cálcio

a 10 % no pH e na liberação de íons do ProRoot MTA, MTA branco e cimento Portland branco. Estimaram os valores iniciais de liberação de íons e o pH. Utilizaram um pHmetro e espectrofotômetro. De acordo com o teste T Student a adição de cloreto de cálcio aumentou o pH embora os resultados tenham sido parecidos em outros períodos. Os que foram acrescidos com cloreto de cálcio liberaram mais íons cálcio do que os puros no período de 24 horas. Os resultados revelaram que houve um aumento nas propriedades físico-químicas desses materiais. Os materiais com cloreto de cálcio foram mais fáceis de manusear e necessitam de menor quantidade de água no seu processo de manipulação.

SONG et al.140 no ano de 2006, realizaram uma analise química do cimento Portland,

ProRoot MTA cinza, ProRoot MTA branco e o MTA – Ângelus cinza. A composição química de suas estruturas cristalinas foram estudadas através da difração de raios X que foi usado para identificar e caracterizar as fases. Um espectrômetro de energia dispersiva de raios X foi usado para determinar a composição química dos materiais testados. A forma em pó tanto quanto já tomada presa foram estudadas. Como resultados obtiveram que a estrutura cristalina e a composição química do MTA cinza e branco foram muito parecidas exceto pela presença de ferro no cinza. Ambos são compostos por óxido de bismuto e óxido de silicato de cálcio. O cimento Portland foi constituído basicamente por óxido silicato de cálcio e não contém óxido de bismuto. O MTA cinza da Ângelus possui uma quantidade um pouco menor de óxido de bismuto do que o MTA ProRoot. Não existem diferenças significantes nas estruturas cristalinas e composição química entre os pós e os cimentos já preparados para qualquer material estudado. Como conclusão obtiveram que o Cimento Portland difere do MTA porque não apresenta íons bismuto e apresenta íons potássio. O MTA cinza contém uma quantidade significante de ferro ao contrário do MTA branco e o MTA da Angelus possui menor quantidade de óxido de bismuto do que o MTA ProRoot.

MORAIS et al.102

em 2006, avaliaram a biocompatibilidade do cimento Portland com a adição de 20 % de iodofórmio e o MTA ProRoot. Foram usados 18 ratos albinos Wistar divididos em 3 grupos de 6 animais cada. Tubos de polietileno foram preenchidos com os materiais e colocados no subcutâneo desses animais. Tubos vazios serviram como controle. Após o período de 7, 30 e 60 dias os animais foram mortos. Foram avaliadas a presença da

cápsula fibrosa e sua espessura, presença de tecido de granulação e a severidade da resposta inflamatória. Não houve diferença estatística entre os materiais no período de 7, 30 e 60 dias. Após 60 dias cápsula fibrosa apresentou-se mais organizada no cimento Portland do que no MTA. Após 60 dias ainda havia um aumento da reação tecidual nos dois grupos comparados ao grupo onde os tubos permaneceram vazios.

DE DEUS et al.35em 2006 compararam a capacidade do cimento Portland e do MTA em prevenir a infiltração coronal através de perfurações de furca seladas com esses cimentos. Perfurações foram feitas no assoalho da câmara pulpar de 36 molares inferiores utilizando broca esférica numero 3. No grupo I foi utilizado o MTA e no grupo II o cimento Portland. Cada dente foi inserido num tubo de silicone (reservatório bacteriano) com saliva humana e incubado. A checagem diária de turbidez foi realizada por 50 dias. Nesse período 53% dos dentes foi contaminado no grupo do MTA e 60% no grupo do cimento Portland. Como conclusão obtiveram que não houve diferença estatística entre os grupos e que o tanto o cimento Portland como o MTA demonstraram semelhantes capacidades em selar perfurações de furca.

COOMARASWAMY; LUMLEY; HOFMANN29 em 2007, analisaram os efeitos da adição de oxido de bismuto nas propriedades do cimento Portland. A adição de óxido de bismuto de 0 a 10% em peso do material resultou numa diminuição na dureza e na resistência à força de 82 para 40 MPa e decresceu gradualmente para 29 MPa quando a proporção foi de 40 % do peso. O óxido de bismuto aumentou a porosidade do material de 15 para 31 %. Foram encontrados defeitos de tamanho crítico que alteraram drasticamente com a adição de óxido de bismuto. Esse constante aumento de porosidade pode afetar a longevidade do material nesse modelo endodôntico. O cimento Portland pode também ser comparado na composição e na força ao MTA comercial, porém, tinha menor porosidade devido a melhor trabalhabilidade dos componentes do cimento portland.

Num estudo recentemente realizado por ORTIZ–OROPEZA114 em 2007, comparou o comportamento biológico do Endo-CPM-Sealer com o clínquer do cimento portland cinza acrescido de 2 e 5% de sulfato de cálcio em subcutâneo de ratos. Também foi avaliado o tempo de presa desses materiais. Foram utilizados 24 ratos divididos em e três períodos experimentais de 15, 30 e 60 dias. Cada animal recebeu 4 implantes de tubo de polietileno contendo os

materiais e selados em uma extremidade com guta-percha que serviu como grupo controle. Após os períodos transcorridos os animais foram mortos e os tecidos preparados para a análise microscópica. Os resultados mostraram que o Endo-CPM-Sealer produziu maiores índices inflamatórios com significância apenas para o período de 15 dias. O clínquer do cimento portland foi o que produziu a menor resposta infamatória em todos os períodos. E todos os materiais testados não produziram diferença estatística no período de 60 dias. Com relação ao tempo de presa inicial o clínquer puro apresentou o menor valor (5 min) e o menor tempo de presa final foi dado pelo Endo-CPM-Sealer.

2.4 Sobre o CPM

CASTRO23 em 2003 relatou que o CPM é um cimento Portland Modificado, com tempo