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A partir do levantamento realizado tendo em vista a dissertação de mestrado125 - referida na parte introdutória - algumas ações práticas adotadas pelos sistemas de bibliotecas de

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Como modelo de abstração de dados.

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MANGUE, Manuel Valente. Informatização e integração do Sistema de bibliotecas da Universidade

referência empírica126 para esse estudo podem ser sintetizadas como diretrizes para uma gestão, pelo menos inicial, do processo de informatização.

Nesse sentido, entre as ações táticas e estratégicas para a informatização, observou-se que todas as bibliotecas visitadas – no âmbito do estudo para a citada dissertação - passaram por etapas distintas para a concretização do processo, entre reuniões e encontros de trabalho com os funcionários do sistema e outros setores da universidade, por um lado, e com bibliotecários de instituições congêneres e fornecedores dos equipamentos, por outro.

Especialmente entre os sistemas descentralizados127, os dados mostraram a necessidade de um diálogo maior entre os responsáveis pelo processo, os responsáveis por cada uma das bibliotecas que compõem o sistema e também com os que respondem por cada unidade de ensino, que precisam estar prevenidos quanto às mudanças que irão ocorrer dentro dos seus setores, sobretudo no que diz respeito à alocação de recursos.

Para que essa negociação ocorra da melhor forma, é preciso que ela seja mediada por um plano concreto e gradual, isto é, em que é explicada, com detalhe, cada fase ou etapa do processo e suas implicações, inclusive sobre o programa escolar, sobretudo em se tratando de bibliotecas universitárias.

Sistematizadas as situações, pelo menos três principais etapas podem ser distinguidas: (1) a de elaboração dos Termos de Referência; (2) a de elaboração do Plano de Informatização; (3) a de implementação do sistema de Informação, que seria, no caso, o cumprimento do Plano traçado. Ou seja, de um modo geral, com base na análise dos dados obtidos e pela literatura, o processo de informatização tem início quando a instituição define:

- Os Termos de Referência para a Informatização (Request For Proposal – RFP - para os sistemas sul-africanos) – em que a instituição descreve, com detalhes, as expectativas em relação ao programa a ser adquirido; ou seja, explicita, de forma detalhada, como espera que seja implementado o seu sistema de informação, em relação às atividades, funções, incluindo os produtos desejados. Diz respeito às

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Prudentemente, algumas das quais fazem parte do referencial para o presente estudo.

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Cujas setoriais têm dupla subordinação: técnica (em relação ao centro coordenador do sistema) e administrativa (em relação à direção da unidade de ensino).

potencialidades/funcionalidades esperadas do software. Os Termos são, na prática, a base de licitação para a aquisição do programa.

- O Plano de Informatização (ou projeto), parte da negociação junto aos setores de interesse para o processo, que deve levar em consideração os principais pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças da instituição. O Plano incluiria, portanto, todo o processo de promoção do processo dentro da instituição; identificação dos recursos (humanos, financeiros, materiais) e os custos do processo. É no Plano que se faz o detalhamento das atividades de manutenção, treinamento, eventual Conversão Retrospectiva (CR), além da atribuição de responsabilidades para a execução do projeto.

Constam do Plano, desconsiderando qualquer ordem de prioridade:

- Procedimentos de análise e escolha do programa; análise das propostas, testes acompanhados pelo parecer que justifique a escolha;

- A nomeação dos responsáveis por cada etapa do processo;

- Os formatos bibliográficos e não bibliográficos a serem adotados;

- Os programas de treinamento relacionados às normas biblioteconômicas e ao programa de implementação do sistema;

- As fases de instalação e implantação do sistema;

- Aspectos ligados à eventual Conversão Retrospectiva (CR); - Orçamento para cada etapa do processo;

- Manutenção;

- Eventuais mudanças organizacionais que devem ocorrer; - Avaliação do sistema implementado.

É preciso considerar que ambas as atividades – os Termos de Referencia e o Plano – devem ser elaboradas de forma conjunta, envolvendo os setores dos sistemas a informatizar e o ambiente externo (fornecedores, representantes). Para o Plano, evidencia-se também a importância de se estar atento à cultura informacional e tecnológica da própria instituição. Reunidas algumas diretrizes apresentadas por diversos numa perspectiva mais integrativa - entre elas a necessidade de se adotar uma postura crítica, de acordo com a realidade concreta; a necessidade de se estar atento à plataforma tecnológica e aos recursos humanos; e diálogo

fundamental entre bibliotecário e analista de sistemas128 - e o conjunto de ações aqui apresentadas, tem-se que a informatização é fruto de um estudo exaustivo (bem detalhado, que incluam a descrição das fases, subfases, etc.), com base nas reais necessidades desse processo, na capacidade institucional, além da manifestação do usuário final, sobretudo no que tange à relevância da informação e do serviço a ser estabelecido. É também importante que seja considerada a avaliação do sistema implementado.

Sendo bibliotecas universitárias, é também relevante ter em conta que este setor, como um todo, precisa aumentar ainda mais os seus créditos diante da comunidade universitária. Isso significa que o previsto no Plano de Informatização seja rigorosamente cumprido, o que, por sua vez, exige a estruturação apurada das atividades/serviços sugeridos. Assim, os mentores desse processo devem se lançar ao desafio com todas essas questões resolvidas.

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CAPÍTUILO 2

Metodologia

Certamente, não é possível conhecer tudo sobre o mundo, nem apreender suas multiformes transformações. Mas, por difícil que seja, o conhecimento dos problemas- chave do mundo deve ser tentado, para não cairmos na imbecilidade cognitiva.

Edgar Morin (1996)

2.1 Fundamentação Metodológica

O presente trabalho, de natureza qualitativa, veio aprofundar um estudo anterior de caráter essencialmente exploratório129 que, além de ter caracterizado as ações adotadas pelos sistemas de bibliotecas e identificado alguns problemas no processo de informatização, procurou propor formas de abordá-los, remetendo à análise do processo a partir da inter-relação entre as principais dimensões que o constituem. Análise esta, entretanto, sobrejacente à revisão e reformulação do processo, não só sob os seus aspectos conceituais, mas também epistemológicos e metodológicos130.

Do ponto de vista metodológico; ou seja, com base na história do Método, observa-se que o Empirismo e o Racionalismo apresentam-se como correntes dominantes, desde os primeiros humanistas, e com grande ímpeto na Revolução Científica do Séc. XVII, como pode ser lido em Reale e Antiseri (1990).

Para o empirismo, a observação e experimentação dos fenômenos representavam a única forma de se confirmar a verdade. Por outro lado, para o racionalismo, a razão é que seria o princípio absoluto do conhecimento. Todavia, apesar da controvérsia, ambas concordavam que as relações quantitativas e não qualitativas é que representavam o principal foco das ciências.

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Estudo com o objetivo de reunir experiências em torno da informatização, intercalada sobre uma realidade específica; com o objetivo de buscar maiores antecedentes, conhecimentos que, posteriormente, permitissem planejar o processo em causa, levantando, inclusive, outros possíveis problemas e proposta de abordagem.

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Diante da constatação (conceitual e epistemológica) de que a tecnologia não constitui, por si mesma, nem o problema nem a solução das questões de acessibilidade e uso da informação.

Nesses termos, sem a intenção de aprofundar nas correntes do pensamento predominantes desde a Revolução Científica do séc. XVII e nem de incorrer no ecletismo puro e simples, pretende-se, com a análise, fazer o levantamento de alguns critérios do Método que marcaram (ou marcam) a Era Moderna e Contemporânea do pensamento científico, pelos quais Boaventura Santos (1987), em Um discurso sobre as ciências, destinguiu o “paradigma dominante”. O autor, sustentado por tais critérios, salienta que “...é possível dizer que, em termos científicos, vivemos ainda no século XIX e que o século XX ainda não começou...”.

O paradigma dominante, não somente sob os pressupostos lógicos, mas também epistemológicos e ontológicos131, caracteriza-se, desde o início, pela conjugação da teoria e da prática; da ciência e da técnica, (técnica esta) baseada no uso de diversos aparelhos que permitissem maior objetividade nas medições. Caracteriza-se, sobretudo, por incidir unicamente nas qualidades dos eventos objetivamente controláveis e quantificáveis, tornando- se, portanto, cientificamente irrelevante o que não fosse quantificável.

O paradigma caracteriza-se também pela “liberdade” do cientista ante o objeto cognoscível, sendo, assim, passível de observação de forma sistemática, rigorosa e descomprometida por parte do sujeito cognoscente. Desta maneira, o objeto pode ser isolado e as suas qualidades intrínsecas quantificadas pela manipulação das condições reais que o cercam. O conhecer, desta forma, seria “dividir cada uma das dificuldades, decompô-las em tantas partes quantas necessárias para, posterior e sistematicamente, agrupá-las”, como pode ser lido em Lakatos e Marconi (1983).

Esta postura foi absorvida, por exemplo, pelo positivismo sociológico e pelo funcionalismo, como linhas dominantes nas ciências sociais, como pode ser percebido em Minayo (1994), em que, para os seus precursores – com destaque para Augusto Comte e Emile Durkheim - (a) o mundo social opera de acordo com leis causais; (b) o alicerce da ciência é a observação sensorial; (c) a realidade consiste, por um lado, em estruturas e instituições identificáveis enquanto dados brutos; por outro, crenças e valores. Nestes termos, (d) o que é real são os dados brutos considerados objetivos, sendo as crenças e valores compreendidos somente a partir dos dados brutos.

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Em que o plano lógico refere-se à parte lógica da metodologia; o epistemológico, ao que é conhecer e o papel de quem conhece; o ontológico, ao existencial e como se dá essa existência do ser e do universo.

São postulados que, embora tenham partido das chamadas ciências naturais, as ciências sociais tiveram que segui-los em seus estatutos epistemológicos e metodológicos; situação que se verifica, segundo autores, até que as chamadas ciências sociais reivindicassem um estatuto “próprio”, visto que os eventos sociais não se permitem abstrair do real, visto que são condicionados pelas circunstâncias e pelo comportamento dos sujeitos. Sobre o aspecto, Dilthey (1956)132, citado por Minayo (1994) - e em resposta ao positivismo, herdeira e representante da física social - afirma que os fatos humanos não são suscetíveis de quantificação e de objetivação por que cada um deles tem sentido próprio e identidade peculiar, exigindo uma compreensão específica e concreta.

Essas reivindicações marcam, em meados do séc. XIX, o início da derrubada do paradigma da ordem, separabilidade e da lógica, que caracteriza a ciência moderna, em que, para isso, de acordo com Boaventura Santos (1987), “o aprofundamento do conhecimento [moderno] permitiu ver a fragilidade dos pilares em que se funda”.

Para o novo posicionamento científico, contribuíram vários pensadores. Do ponto de vista epistemológico e ontológico, Boaventura Santos (1987), Amaral (2002), Morin (c1977), Trivinos (1987) e Minayo (1994) citam, por exemplo, a contribuição da Teoria de Relatividade de Einstein, provando a relatividade dos fenômenos físicos; citam a contribuição de Edmund Husserl (1859-1938), que propõe a superação da dualidade cartesiana, visto que, para ele, os fatos não são puramente objetivos e sim autômatos de dependência extrínseca; além do contributo de Blaise Pascal (1632-1662), que, embora tenha abordado o fato como complicador133, já no séc. XVII, iniciara uma proposta contrária à casualidade linear, mostrando que os efeitos atuam também sobre as causas.

No plano metodológico, segundo Lakatos e Marconi (1983), a nova postura científica passa pela aceitação de métodos de vocação mais holística e não baseados, rigorosamente, no isolamento do objeto. Estes métodos, como é o caso da dialética marxista, inserem a idéia da transformação a partir da relação entre as partes, e os postulados científicos poderiam ser abandonados, caso um outro se mostrasse mais promissor. Com isso, a pesquisa científica não se resume a um necessário isolamento do objeto cognoscível sob fundamentos inabaláveis do

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DILTHEY, W. Introducción a las ciencias del espíritu. Madrid: Revista de Occidente, 1956.

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Para Morin (1996), o complexo difere do complicado na medida em que o que é complexo não pode ser simplificado e nem decomposto.

rigor, em que só se reconhece como científico e objetivo quanto mais fragmentada for a análise do objeto.

Para estas novas correntes, como se observa, por exemplo, na fenomenologia, os atos sociais têm uma propriedade exclusiva em relação aos outros setores do universo: o significado; além do seu caráter de totalidade historicamente construído, como propõe a dialética marxista. Daí a necessidade de cercar o objeto (a informatização, neste caso) de conhecimento através da compreensão de todas as suas mediações e correlações.

Entretanto, vale ressaltar, de um modo geral, que apesar das limitações do “método moderno”, ele, na prática do conhecimento, representa um método de grande utilidade. Mas também deve-se reconhecer que o que se ganha na restrição acentuada do objeto perde-se no conjunto.

Esta reflexão, portanto, tem o propósito de tecer idéias sobre as quais reafirma-se como necessária a abordagem da realidade da informatização como processo, e como tal, vista de forma complexa134; ou seja, percebendo-a a partir da inter-relação dos elementos que a envolvem e não somente da análise dessas dimensões separadamente e, menos ainda, do ponto de vista da ação de um único elemento, o que caracteriza o imperativo tecnológico.

De forma análoga, lidar apenas com alguns aspectos envolvidos no processo de automação e através de enfoque único - como lidar com a análise da abordagem de Orientação a Objeto (OO) para bancos de dados bibliográficos135, por exemplo - fornece-nos dados importantes relativos ao auxílio tecnológico; fornece-nos uma descrição detalhada e precisa de uma fração dos processos envolvidos na automação, mas pouco sobre o conjunto e realidade deste processo136. Desta forma, quanto maior o sucesso no conhecimento sobre a fração, menos saberemos sobre o processo efetivo de informatização, sobretudo quando nele está inserido o autômato que depende, realmente, de meios extrínsecos para que seja informacionalmente relevante e sustentável. Assim, mesmo que sejam reagrupadas as frações, provavelmente não reproduziriam a realidade; ou seja, “... por mais que se amplie esta forma de conhecimento,

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Como algo “tecido junto”; não decomposto; vista a partir das suas inter-relações (MORIN, 1996).

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Como uma abordagem mais avançada em relação aos modelos de implementação de bases de dados.

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Sobre esse aspecto vale reafirmar que as diversas abordagens têm focalizado aspectos distintos sobre o tema e, conseqüentemente, métodos também diferentes. Daí a tentativa de uma abordagem integrativa que reflita, efetivamente, a realidade do processo.

ele será sempre exíguo, pois a exigüidade é inerente à forma como se conhece”137 (BOAVENTURA SANTOS, 1997).

Para Morin (c1977), o conhecimento das partes não levou ao conhecimento do todo. O todo, portanto, é maior do que o total e, ao mesmo tempo, menor que ele. Por sua vez, entender o todo não prescinde de uma abordagem sistêmica, que pode ser limitada na “parcelização progressiva do objeto”, em que as partes em si são menos reais que a relação entre elas. No mais, como ainda sugere Morin (1996), analisar o evento de forma sistêmica é, necessariamente, pensar no seu contexto. Isso, para Bourdieu (2003), constitui uma observação não tão somente do objeto “dissecado”, mas de um objeto “real”.

Em outras palavras, estabelecer parâmetros para um processo efetivo de informatização e daí entender porque falham os Sistemas de Informação (SI) - que na atualidade não prescindem do computador – implica reservar-se da abordagem de casualidade linear (de concepção monolítica), e adotar uma postura designada por Morin (1996) de casualidade circular138 (de concepção multiforme) técnico e estrutural. É propor hipóteses admitindo que causas multifacetadas atuam no processo e que, de forma planejada, acredita-se na possibilidade de fazer generalizações e inferências a partir da análise da inter-relação e da exploração das experiências dos sistemas de referência empírica (estudo de caso) em busca de parâmetros que apontem para o máximo de aproveitamento tecnológico no contexto dos países em desenvolvimento.

Entretanto, não é tarefa fácil obter as combinações necessárias entre as categorias envolvidas no processo visto que: (1) há uma multiplicidade de variáveis estruturais marcadas pelo comportamento real (político, econômico, etc.), que dificultam a determinação exata do envolvimento de cada uma delas no relacionamento; (2) a questão de satisfação das necessidades reais do usuário lida com questões de valor com considerável carga de subjetividade em que é preciso buscar e estabelecer critérios objetivos e aproximados quanto à

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Nessa mesma linha, encontramos outros autores que denunciam essa simplificação, entre eles Moore (1972). Para o autor, “a dificuldade, por outro lado, reside em que, presentemente, o ato de fazer pronunciamentos sobre a sociedade, em forma de premissas matemáticas [objetivas ou restritas à tecnologia, no nosso caso], requer tamanha simplificação que os elementos essenciais dos fatos correm o risco de perder-se ou deturpar-se” (p. 155).

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relevância da informação; (3) não existe um paradigma específico a ser seguido (Marco, 1995) e, conseqüentemente, uma metodologia específica.

2.2 Referencial Empírico

O estudo teve como enfoque alguns sistemas de bibliotecas, a saber: os sistemas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no Brasil; da Universidade de Cape Town (UCT), na África do Sul; e da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Moçambique; cuja contextualização e caracterização constam dos Capítulos 3 e 4 da presente tese.

Além dos centros coordenadores, a coleta de dados contou com a participação de duas bibliotecas setoriais/“satélite” em cada um dos sistemas de bibliotecas visitados.