2.7. Model Oluşturma Etkinlikleri
3.4.2. Öğretmen Adayı Evresi
Como toda instituição, as bibliotecas têm uma série de procedimentos administrativos que as suportam. Procedimentos estes que incluem a legislação, a regulamentação, definição clara dos objetivos, missão, funções/atribuições, âmbito e área de controle, além da hierarquia, representando, pelo menos em parte, a estrutura organizacional. Vale destacar, sob o aspecto, que toda e qualquer biblioteca está administrativamente ligada a uma instituição maior, isto é, está subordinada à instituição a qual está inserida e da qual dependem a sua missão, seus objetivos e funções, e, conseqüentemente, os seus usuários.
Há, na biblioteca, uma série de atividades que são desenvolvidas tendo em conta as suas funções e finalidades, como forma de garantir que o seu acervo (coleção de documentos
tecnicamente processados, livros, periódicos, etc.) esteja disponível aos usuários. As atividades assim organizadas caracterizam os serviços meio e fim, que, por sua vez, estão subdividas em três grandes áreas, supondo-se que toda a biblioteca reúne, organiza e dissemina dados e informações de interesse, em forma de serviços, para os seus usuários. As áreas são: a de Formação, Desenvolvimento e Organização do Acervo (FDOA), a de Administração e a de Referência.
Dito de outro modo, a biblioteca, para atingir as suas finalidades, vale-se de uma série de processos, subprocessos (atividades) e tarefas (ou rotinas) que atravessam todo o ciclo documental60, isto é, da entrada ao acesso efetivo do documento. Sendo a biblioteca “uma assembléia de usuários de informação”, temos, portanto, na biblioteca, a série de processos e atividades ligadas à informação (serviços meio), por um lado; e a série de atividades ligadas ao usuário (serviços fim), por outro; procedimentos estes intercalados pela Administração.
A FDOA, em seu sentido mais amplo, representa todo o conjunto de atividades e procedimentos (serviços meio) que a biblioteca faz como forma de garantir o crescimento harmonioso e disponibilização da coleção, desde a seleção das fontes de informação ao descarte (MACIEL e MENDONÇA, 2000). A Referência, por sua vez, também em sentido lato – Serviços de Dinamização de Coleções para Maciel e Mendoça (2000) -, representa o conjunto de atividades, processos e procedimentos (serviços fim) que a biblioteca faz como forma de garantir o bom atendimento ao usuário (que nos dias de hoje, inclui a preocupação com o não-usuário61). A Administração, entre a FDOA e a Referência, encarrega-se de coordenar todas as outras atividades gerais e específicas, bem como alocar recursos para que estas ocorram, entre as quais a seleção de pessoal técnico administrativo, elaboração de políticas, elaboração do regimento interno, promoção e outras.
Entre os serviços meio, temos os subprocessos de Aquisição e de Tratamento ou Processamento Técnico, subdivididos em atividades de seleção, aquisição e registro ou
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Esta designação depende do tipo de unidade de informação, sendo esta usada em bibliotecas/centros de documentação e a de Ciclo Vital dos Documentos (representando as diversas idades documentais) para o arquivo.
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Aqueles que, por algum motivo alheio à vontade, estão impossibilitados de se beneficiar dos serviços da biblioteca; o potencial usuário. Isso, entretanto, também aponta para o usuário efetivo que, entretanto, não tem conseguido fazer o uso da biblioteca por falta de conhecimento para tal fim.
tombamento, por um lado, e de catalogação, indexação, classificação, controle de autoridades e armazenamento do documento62, por outro.
Ou seja, a Aquisição - que comporta as sub-atividades de seleção, aquisição propriamente e o registro - significa: reunir todos os dados e informações sobre os materiais a adquirir e os já adquiridos; verificar a melhor forma de aquisição (que pode ser por compra, doação ou permuta); e tombar o material adquirido, respectivamente. Além destas, do ponto de vista administrativo implica em realimentar os dados sobre o processo, isto é, controlar os catálogos de fornecedores, de desideratos (incluindo os materiais desejados e os não adquiridos), entre outros.
Quanto ao Tratamento (ou processamento) Técnico, a Catalogação corresponde à atividade de descrição técnica e pormenorizada do material para que o usuário saiba do potencial informativo da biblioteca, incluindo a sua localização. É uma representação descritiva, na qual o bibliotecário se preocupa em levantar e registrar dados a respeito, por exemplo, do autor(es) da obra, título, edição, imprenta (local, editora, data), assunto, série, etc.; ela é a “representação do item [...] de forma a permitir a interseção entre as mensagens contidas nos itens e as mensagens internas dos usuários” (MEY, 1995). Assim, um dos produtos da catalogação é, justamente, a formação de catálogos, que podem ser de diferentes tipos e funções e que servirão de elo entre o acervo e o usuário.
A catalogação, que é dividida em três partes - descrição bibliográfica, pontos de acesso63 e dados de localização - obedece a algumas regras que se encontram em códigos, sendo o Código de Catalogação Anglo-Americano, na sua segunda versão (AACR2)64, o mais utilizado mundialmente.
O AACR2, como instrumento de catalogação, determina os elementos a serem considerados para a descrição de cada item (considerando os vários tipos de documentos), a forma de descrição desses itens, além das recomendações quanto à pontuação inerente. Ele é dividido
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Sendo um processo técnico administrativo, estes serviços são divididos em Entrada, Processamento e Saída do documento, que inclui, respectivamente, as atividades de recolha, descrição e adoção de mecanismos que permitem o uso dos documentos (produtos decorrentes das atividades anteriores, técnicas de busca da informação, etc.). Ainda nesse sentido, inclui-se a atividade de avaliação e descarte do material, se for o caso.
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Expressão pela qual o usuário procura um documento no catálogo.
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Que adota a Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada, o ISBD(M), por exemplo, para a descrição de monografias.
em duas partes (ou volumes)65 e, cada uma delas, por sua vez, subdividida em capítulos, de acordo com o assunto específico.
A descrição bibliográfica, no caso, é dividida em oito grandes áreas e cada uma delas constituída por um conjunto de regras de descrição para os diferentes tipos de materiais e para cada área. As áreas são: título e indicação de responsabilidade, edição, detalhes específicos de material, imprenta (local, editora, e data), descrição física, série, notas e a de ISBN66, encadernação e preço.
Ainda no Tratamento, a indexação - como a essência da representação temática - é a descrição do conteúdo documental, com o uso de um ou vários termos representativos (termos de indexação), geralmente selecionados de um vocabulário controlado. Tem como finalidade, ampliar os pontos de acesso (designados de pontos de acesso secundários) para posterior localização e recuperação de informações durante a busca pelo assunto.
A indexação compreende duas etapas: a Análise conceitual e a tradução.
A análise conceitual implica decidir de que trata o documento, isto é, qual é o seu assunto. A análise é feita conforme os vários pontos de vista, sendo mais eficiente quando estiver voltada para as necessidades de um determinado grupo, isto é, quando é feita visando atender as necessidades de uma “clientela”, em que o indexador tem de fazer conjecturas sobre quais as consultas que serão efetuadas no futuro pelo utilizador do sistema. Indexar significa, portanto, responder a questões, tais como: de que trata o documento? Por que foi incorporado no nosso acervo? Quais os seus aspectos serão de interesse para o nosso usuário?, etc.
A Tradução é a conversão da análise conceitual por determinado conceito de indexação, obtido, em geral, pela consulta ao vocabulário controlado, que é uma lista de termos autorizados cuja finalidade é manter a consistência do sistema, isto é, evitar a dispersão conceitual. A tradução pode ser por extração, quando o termo é extraído do próprio documento, ou por atribuição, quando se faz a busca do termo em fontes externas; no vocabulário, no caso.
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O Volume I, referente à parte da descrição, é a da indicação dos elementos a serem considerados úteis para a descrição dos diferentes tipos de materiais. O volume II versa sobre a forma de descrição dos materiais.
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O vocabulário controlado estabelece uma relação tanto sintática quanto semântica entre os termos, estabelecendo, por sua vez, o controle de sinônimos, diferença entre homógrafos, etc., reunindo, com isso, os termos cujos significados apresentam relações mais estreitas.
Dois tipos de vocabulário67 prevalecem na determinação dos termos de indexação: a listas de cabeçalhos de assunto, por um lado, que usa a linguagem pré-coordenada, auxiliando o indexador na determinação do cabeçalho a ser usado, a forma de utilização e os termos relacionados; e o tesaurus, que é uma linguagem pós-coordenada, que, diferente da pré- coordenada, traz as relações possíveis entre os termos hierarquicamente e sem se preocupar com a ordem de citação destes termos.
A classificação, por sua vez, seria a divisão (física) em grupos de classes, segundo as diferenças e semelhanças; ou seja, é a divisão pelos assuntos de que versam os documentos, dentro de um certo número de grupos metodicamente distribuídos.
[É] a arte de dar [aos documentos] um lugar exato num sistema de classificação, no qual os vários ramos do saber ou a descrição da vida humana, em seus vários aspectos, estão agrupados conforme semelhanças ou relações recíprocas (MERILL, 1958).
À semelhança da indexação, a classificação é também feita em dois planos: análise do assunto e tradução, sendo, porém, a tradução representada por um número de classificação correspondente, tirado de um sistema de classificação previamente estabelecido. Entre os sistemas estão a Classificação Decimal de Dewey (CDD) e a Classificação Decimal Universal (CDU), a citar pelos mais usados, que fazem a divisão do saber em 10 principais classes (áreas), desde, por um lado e no caso da CDD, as obras gerais (classe 0), passando pelas ciências puras (classe 5) à história e geografia (classe 9); por outro, na CDU, desde as generalidades (classe 0), passando pela matemática e ciências naturais (classe 5) à geografia, biografia e história (classe 9). Através de tabelas auxiliares e uso de sinais, é possível tornar a anotação mais específica ainda, quanto à língua, forma, lugar, raça e nacionalidade e tempo.
O controle de autoridades é feito pela biblioteca para aumentar a consistência da base de dados, pela normalização (ou padronização) dos pontos de acesso, geralmente de autor e de assunto. Para isso, a biblioteca mantém um arquivo normalizado dos termos de autoridades, cuja finalidade é, justamente, descrever o termo, controlar a criação e uso dos pontos de
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acesso, além de estabelecer a relação entre as diferentes autoridades (no caso de autor, por exemplo) e respectivos documentos.
Feita a representação descritiva e temática, ao documento é atribuído um endereço físico68, baseado no número de chamada, que é constituído, em geral - sobretudo nas grandes bibliotecas, como é o caso em questão - pelo número de classificação e pela combinação do número correspondente às iniciais do autor e do título (com base na Tabela de Cutter69), deixando-o apto à utilização.
Cabe aqui a ressalva de que de forma paralela, a biblioteca desenvolve, administrativamente, uma série de atividades complementares, entre elas, a avaliação do acervo – que pode ser qualitativa ou quantitativa - cujo objetivo é garantir a harmonia na formação e uso do acervo, isto é, reunindo e cruzando dados/informações que embasem a estratégia a serem adotadas pela biblioteca para atingir os seus objetivos mais amplos. De forma prática, significa decidir em relação às prioridades de aquisição e respectivo financiamento; em relação às sub- coleções dentro da biblioteca: dos documentos da coleção de referência; dos que devem ser desbastados; dos que devem ser preservados e/ou conservados; e os que devem ser descartados, etc., em função do valor e seu uso efetivo.
Por seu turno, em relação aos serviços fim (referência), sobretudo depois das cinco leis de Ranganathan70, é consenso em biblioteconomia que a principal razão da biblioteca é a de atender as demandas dos usuários; ou seja, satisfazer o usuário com informações relevantes, como destacam autores como Mey (1995), Saracevic (1988), Figueiredo (1992), entre tantos outros.
Nesse sentido, outra série de atividades é desenvolvida tendo em vista o melhor atendimento do usuário, não só para dar a conhecer o potencial informativo da biblioteca, mas e principalmente, para permitir o uso efetivo do acervo, esteja ele onde estiver. Para isso vale a cooperação com outras bibliotecas congêneres e similares.
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Particularmente nas bibliotecas tradicionais (o caso em questão), terminando, com isso, a catalogação que, como foi supracitado, é constituído pela descrição bibliográfica, pontos de acesso e dados de localização.
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Tabela que sistematiza e faz corresponder as iniciais de autor e título a um número, permitindo a ordenação seqüencial dos documentos em função dos seus nomes e/ou título.
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RANGANATHAN, S. R. The five laws of Library Science. 2. ed. Reprinted. Bangalore: Sarada Ranganathan Endowmwnt for Library Science, 1988.
O serviço de referência, portanto, é a “interface entre a biblioteca e o usuário”, pela qual este pode contar com o bibliotecário como seu principal intermediário (MACEDO, 1990). A sua essência “é o atendimento pessoal do bibliotecário ao usuário que, em momento determinado, o procura para obter uma publicação ou informação [...] ou ainda, não encontrando a informação na biblioteca, precisa ser encaminhado para outra instituição” (MACEDO, 1990, p. 12). Neste caso, o bibliotecário, de forma direta ou indireta, põe à disposição todos os recursos disponíveis71: equipamentos, infra-estrutura, meios logísticos, etc., como forma de otimizar, não apenas a disponibilização da informação, mas, sobretudo, o seu uso efetivo.
Para isso, a biblioteca, de um modo geral, recorre a uma linha de atividades de referência que inclui desde a orientação do uso da biblioteca, entrevista de referência, disseminação seletiva da informação (SDI) - com o intuito de captar e, se possível, antecipar as necessidades de informação do usuário - à circulação72 dos documentos em questão e, como destacado por alguns autores, lembrando sempre que o usuário não pode sair da biblioteca sem a sua necessidade satisfeita.
Assim descritos, de uma forma geral, os serviços meio e fim da biblioteca, vale ainda destacar que as atividades que os compõem são, por sua vez, compostas por tarefas (ou rotinas) específicas que, com o advento da automação, foram alteradas quanto à forma de execução.
Do ponto de vista dos serviços meio, entre as alterações cita-se, por exemplo, o abandono da elaboração e transcrição das fichas catalográficas, passando pela digitalização dos dados e, hoje, pela possibilidade de carregar os dados diretamente de outras bases cooperantes, possibilitando maior agilidade ao processo de catalogação. Nesse sentido, citam-se, entre outras, as mudanças ocorridas em relação ao uso dos instrumentos de indexação e na determinação das “entradas catalográficas”, à medida que, mesmo que se recorra às linguagens pré-coordenadas, estas dispensam a preocupação com a ordem de citação dos
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Que inclui a adoção de mecanismos e técnicas que possibilitem a prestação de serviços de informação por parte da biblioteca. Assim, os catálogos produzidos anteriormente na representação descritiva e temática passam a constituir uma das peças fundamentais na busca.
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Como “a função responsável pelo controle da movimentação das coleções dentro (consulta) e fora da biblioteca (empréstimos domiciliares, circulação restrita ou dirigida, empréstimo entre bibliotecas, etc.)” (MACIEL e MENDONÇA, 2000, p.38). Reúne as rotinas do atendimento propriamente dito, desde o empréstimo, devolução, reserva, etc.
termos. Ou seja, o computador permite a busca de dados em qualquer posição do campo de entrada desses dados.
Por outro lado, do ponto de vista dos impactos da automação nos serviços de referência, cita- se, por exemplo, a possibilidade do aumento da capacidade de atendimento das necessidades de informação; o acesso rápido a dados específicos; e o preparo de bibliografias de acordo com os interesses particulares de cada usuário (FIGUEIREDO, 1992, p. 158).
Estas mudanças, paralelamente, modificam o próprio processo de organização do processo de trabalho e de administração da biblioteca, suas estruturas e infra-estruturas, ou, então, estas bibliotecas propõem-se a inovar, como forma de aproveitar melhor as facilidades técnicas.
Sob o prisma das inovações, algumas diretrizes pontuais podem ser destacadas a partir do trabalho de Andrade et al (1998), retratando a experiência na reorganização e reestruturação da Biblioteca da Faculdade de Saúde Pública da USP, como base de sustentação de um novo modelo – o de integração estrutural –, o mais adequado, segundo os autores, para a biblioteca em causa fazer face à nova conjuntura. Entre as diretrizes constam: (a) a criação de equipes interativas, detentoras de todas as informações sobre o processo, agindo com autonomia e decisão; (b) a transformação de setores funcionais em equipes de projetos, nas quais os elementos teriam maior autonomia e comprometimento; (c) o redimensionamento da organização para o ambiente externo, onde predomina a visão do cliente; (d) e a integração de todas as partes técnicas da informação, incorporando valores intrínsecos, tais como parceria, intercâmbio e ação colegiada. A essência desse modelo estaria, portanto, na integração dos recursos (humanos, materiais e financeiros) e no autogerenciamento das equipes, obtendo, com isso, o aumento da identificação com os objetivos da biblioteca e da responsabilidade por parte dos integrantes das áreas (representadas por programas e projetos multidisciplinares dentro dos setores de atuação da biblioteca), o que pressupõe, por sua vez, a redução, ao máximo, dos níveis hierárquicos, criação de mecanismos que privilegiem a participação e a instituição de um nível de colegiado que permita a representatividade das áreas.
De um modo geral, sobre a questão tecnologia, organização de trabalho e biblioteca, vale destacar que mesmo que as bibliotecas não sejam diretamente governadas pelas exigências do movimento de capital (valorização e acumulação de capital), elas se balizam pela
racionalidade capitalista de organização de trabalho, com o intuito de “... permitir maior integração, produtividade e economia de recursos materiais, humanos e de tempo de execução”, como testemunha o trabalho de Andrade et al (1998), como forma de atingir os objetivos para os quais foram criados.