2.1. Genel Olarak Bilişim Suçları
2.1.2. Bilişim Suçlarının Tanımı, Kapsamı ve Sınıflandırılması
Apesar das contribuições agregadas pelos achados ao conhecimento sobre sono, algumas limitações podem ser apontadas, tendo em vista guiar ações em futuras pesquisas sobre as temáticas. Assim, destacaremos o preenchimento dos protocolos pelos pais, o tamanho da amostra, a importância de avaliar os gêneros e as fases do desenvolvimento, pouco tempo na aplicação do teste-reteste do WISC e a avaliação do padrão de sono (não apenas da qualidade).
Desta forma, uma das grandes dificuldades enfrentadas no período de coleta dos dados diz respeito ao preenchimento dos protocolos de sono. De um lado os pais podem não registrar efetivamente dados referentes ao sono (já que este se trata do sono de terceiros), e por outro lado há a impossibilidade das próprias crianças preencherem, pois com instruções e treinamento para preenchimento, mesmo os pais, no geral, não responderam satisfatoriamente aos instrumentos.
Uma possibilidade a ser considerada é o uso de actímetros, instrumentos de mensuração objetiva do sono em que os dados de duração de sono e horários de dormir e de acordar, bem como outras variáveis que possam estar interferindo com a atividade de sono, são registrados da forma mais exata possível (Teixeira, 2002). Ao contrário do diário, em que
os dados são anotados de preferência logo após acordar e obrigatoriamente com a consulta constante de um relógio, o actímetro é usado durante todo o período da intervenção no pulso do indivíduo, seja durante a vigília, seja durante o sono. No entanto, a recomendação não é para o descarte do diário de sono, e sim para o uso em conjunto com os actímetros, permitindo, inclusive, uma comparação entre os seus registros, contribuindo para aumentar a confiabilidade dos achados.
Estudos de validação também poderão focar no Questionário de Comportamento do Sono, uma vez que até o presente momento sua aplicação tem sido restrita a populações pediátricas com epilepsia. A construção e validação de instrumentos de avaliação da qualidade do sono, voltados tanto para crianças como para adolescentes, pode ser realizado como alternativa ao Questionário de Comportamento do Sono. Tais instrumentos analisariam além da qualidade de sono, a presença de distúrbios, de fragmentação do sono ou de cochilos, que poderiam também estar relacionados ao rendimento diário do indivíduo. Outro ponto que merece destaque, no nosso estudo, diz respeito aos resultados do QSC, que não foram confirmados pelo registro no diário de sono. Portanto, estudos posteriores também poderão explorar correlações entre os escores de qualidade do sono do QSC e os dados coletados através do diário de sono.
Ainda com relação ao preenchimento dos protocolos, talvez por trás desta problemática se encontre o contexto socioeconômico em que se inserem os sujeitos. Conforme atestam a renda mensal das famílias (em torno de um salário mínimo), bem como a faixa etária de uma considerável parcela da população (entre os 11 e 14 anos, idade em que deviam estar em turmas mais avançadas na escola), as famílias são mal estruturadas financeiramente. Isso pode influir sobre os níveis de acesso à informação e aos recursos que permitem o pleno desenvolvimento cognitivo das crianças e adolescentes. Nesse sentido, os instrumentos a serem empregados nas próximas pesquisas precisam se adequar a essa
população, de modo que seus enunciados possam ser assimilados e entendidos. Um exemplo a ser trabalhado trata-se das escalas analógicas, que fazem uso de figuras para representar determinadas respostas ou enunciados. Os dados colhidos seriam mais fidedignos, dessa forma.
Outra limitação que merece ser mencionada e discutida é o tamanho da amostra. O n foi de 42 alunos, o que a princípio pareceu adequado tendo em vista a média de indivíduos avaliada em outros estudos (cerca de 50 a 55 indivíduos). Além disso, por ter sido uma escola com apenas duas turmas do 4º ano do ensino fundamental, e por esta série abarcar a faixa etária pretendida, não houve maneira de contornar o pequeno n da amostra. Com a necessidade de realizar as análises nos grupos experimental e controle, foi imprescindível também subdividir o número de indivíduos que compuseram a amostra. E, ainda, outro fator importante, nem todos os indivíduos responderam aos protocolos de sono, sobretudo ao término da intervenção (o que pode ser explicado pela proximidade com as férias escolares). Por isso, um valor de n mais consistente produziria dados mais robustos e seria uma medida de segurança para imprevistos que pudessem diminuir o número de indivíduos da amostra.
O gênero, por ser uma das características biológicas que podem estar relacionadas ao estado do sono e à instauração de desordens, deve também ser considerado em estudos posteriores. Estudos demonstram que pode influir sobre a quantidade de sono e de vigília, além de afetar a capacidade do indivíduo de restaurar com o sono o desgaste sofrido diariamente durante a vigília (Ketema, Turek & Kryger, 2008). Diferenças no ciclo sono e vigília entre os gêneros tendem a aumentar em resposta a déficits de sono, sugerindo que o processo de homeostase é regulado diferentemente em meninos e meninas. Por exemplo, as meninas exibem menos sono de ondas lentas do que os meninos, e menos episódios de sono (Ketema et al., 2008).
Nesse sentido, também as fases do desenvolvimento infanto-juvenil são importantes norteadores na investigação do sono e merecem ser avaliadas em outros estudos. Características no sono das crianças como a consolidação do ritmo circadiano, estabelecimento da vigília diurna e desaparecimento dos episódios de cochilos durante o dia, e aspectos do sono dos adolescentes como o início e final do sono noturno passando a acontecer em horário mais tardio, papel dos fatores sociais e presença do “efeito sanfona” devem ser considerados (Wey, 2001).
O estudo dos processos cognitivos também justificaria a avaliação do grupo de crianças e do grupo de adolescentes. Por exemplo, Engel de Abreu et al. (2010) revelaram em sua pesquisa, focada na avaliação da inteligência e de processos cognitivos em indivíduos com idade entre 5 e 9 anos que, enquanto as crianças mais novas têm maior facilidade no armazenamento em curto prazo, aquelas crianças em torno dos 7 anos são capazes de um controle maior em atividades que fazem uso da memória operacional, mas ainda sim em atividades simples. Em tese, esta mudança começaria a ocorrer por volta dos 7 anos e seria progressiva.
Uma importante limitação que restringiu o alcance dos resultados referiu-se à aplicação do WISC. Como psicoteste capaz de proporcionar a análise de diversos processos cognitivos na criança e no adolescente, o WISC se mostra um instrumento bastante válido. Mas seu poder avaliativo é restrito quando o tempo teste-reteste é inferior a 6 meses (Cruz, 2005) e, levando em consideração que nossa pesquisa teve um tempo de 6 semanas entre a pré e a pós-aplicação do instrumento, os resultados não abrangeram todos os processos cognitivos que pretendia estudar, inicialmente. Por exemplo, tornou-se inviável verificar se houve ganhos na inteligência fluida após o período de intervenção.
Por isso, foi viável analisar a possibilidade de aumento no desempenho de apenas alguns domínios cognitivos, como a memória operacional e a atenção (funções executivas), e
a visuoespacialidade. E ainda sim, é possível que o curto espaço de tempo entre teste e reteste tenha afetado alguns resultados como, por exemplo, a ausência de melhora no desempenho da memória operacional, a partir de intervenção, sendo que outros processos cognitivos relacionados melhoraram (atenção e habilidades visuoespaciais). Recomenda-se, para outros estudos, a observação do período mínimo de seis meses e, inclusive, o uso de outros instrumentos complementares como, por exemplo, das Matrizes Progressivas de Raven.
Por último, a possibilidade de avaliar em longo prazo os efeitos de uma intervenção cognitiva. Para isso, a aplicação de testes que garantam a análise dos processos cognitivos, mesmo muito tempo após o término da intervenção cognitiva (no mínimo seis meses). Isso agregaria valor à intervenção, como proposta que visa melhorar o rendimento escolar de alunos, já que responderia a instigantes questionamentos que há muito são feitos: considerando a realidade socioeconômica em que os indivíduos deste estudo se encontravam, haveria intervenções capazes de propiciar ganhos em caráter definitivo? Ou em caso contrário, quanto tempo após uma intervenção esta poderia repercutir sobre os processos cognitivos do indivíduo? São perguntas fascinantes que poderão mobilizar estudos vindouros.
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente estudo investigou a relação entre qualidade do sono e a eficácia de uma intervenção cognitiva para melhorar a inteligência fluida e o rendimento escolar de alunos do ensino fundamental. Verificamos que, em geral, o sono dos indivíduos foi adequado e que se correlaciona com as medidas de visuoespacialidade e de atenção do WISC. Além disso, o desempenho das habilidades visuoespaciais e de atenção melhoraram com a intervenção utilizando jogos eletrônicos, mas que outras atividades como o desenho no computador também podem influenciar o desempenho cognitivo, possivelmente em decorrência das características da tarefa. O sono não influenciou o desempenho nos jogos, contudo, devem ser observados fatores que podem ter interferido, como o horário de realização da intervenção.
Por tudo isso, apontamos a necessidade de prosseguir com outras investigações (incluindo amostras maiores), tendo em vista verificar a robustez do que foi discutido. Até porque a iniciativa incluiu uma amostra bastante específica (de uma determinada região brasileira), que se insere dentro do seu próprio contexto socioeconômico e cultural. E o contexto brasileiro vai muito mais além, abarcando uma multiplicidade ampla de aspectos, o que dificulta a generalização dos achados para populações com bases educacionais diferentes, estrutura familiar diferente, níveis de relacionamento sociais também diferenciados, dentre outros aspectos. Todos estes são fatores que contribuem para afirmar que o tema explorado tem um amplo espaço que ainda pode ser aproveitado.
Espera-se, por fim, que a área educacional também obtenha ganhos reais com essa pesquisa. A atividade lúdica com os jogos pode ser, portanto, um eficiente recurso didático do educador, interessado no à memória de seus alunos, quando mobiliza sua ação intelectual. Torna-se, assim, imprescindível que os professores e a escola se aproximem dessas novas formas de aprender, desses novos espaços de aprendizagem que estão surgindo na sociedade
atual, ressignificando e contextualizando a sua prática, aproximando-se dessa forma do contexto em que vivem os alunos. E, portanto, tais considerações tornam mais claro o objetivo último do estudo: agregar conhecimento que repercuta na Educação e, mais amplamente, sobre o sistema educacional brasileiro.
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