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O Brasil é um dos países mais ricos do mundo em diversidade, apresentando enorme potencial biológico a ser explorado (MITTERMEIER et al., 2005; PÓVOA et

29 al., 2006). Dada à sua dimensão continental e à grande variação geomorfológica e climática, o país abriga sete biomas: Amazônia, Caatinga, Campos Sulinos, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal e o bioma Costeiro, dentre os quais se estima abrigar cerca de 13,6% das espécies do mundo, levando-se em consideração os grupos taxonômicos mais bem conhecidos, como plantas e animais (LEWINSOHN & PRADO, 2005).

Os primeiros relatos sobre a ocorrência de fungos micorrízicos no Brasil datam do início do século XIX (1906 – 1937) quando J. Rick encontrou, em florestas de Pinus, no Rio Grande do Sul, fungos do gênero Amanita, caracteristicamente ectomicorrízicos (SIQUEIRA et al., 2010). Em 1922, Thaxter realizou o primeiro registro de FMA, que consistia em uma espécie de Redeckera fulva (descrita na época como Endogone fulva). Contudo, o período que principiou as iniciativas de pesquisa sobre FMA no Brasil foi o início na década de 70, marcado por estudos restritos a áreas agrícolas, de caráter eminentemente tecnológico e voltado para aplicações na agricultura, em decorrência do impacto da consolidação do conhecimento sobre o papel dos FMA na absorção de nutrientes, ocorrida na década anterior (ZANGARO & MOREIRA, 2010). Foram então nas décadas subsequentes que os primeiros trabalhos para o entendimento do papel dos FMA em ecossistemas naturais foram desenvolvidos, levando-se em consideração a avaliação da ocorrência e realização de inventários taxonômicos nos diferentes ecossistemas brasileiros. Bononi & Trufem (1983) foram os primeiros pesquisadores a reportarem a ocorrência de espécies de FMA em ecossistemas naturais, precisamente, em áreas nativas do Cerrado e desde então, trabalhos de diversidade têm sido conduzidos por todo o país, conforme registrado em compilação de dados sobre FMA no Brasil por Siqueira et al. (2010). Na referida publicação, foi obtido um total de 119 espécies ocorrendo em território nacional (SOUZA et al., 2010). Atualmente, 153 espécies de FMA foram catalogadas no Brasil, número que representa 57% de representatividade do filo Glomeromycota (Tabela 1).

Das 15 famílias e 38 gêneros atualmente descritos para o filo, no Brasil ocorre 13 famílias e 28 gêneros, isto é, mais de 50% das famílias e gêneros distribuídos entre as cinco ordens do filo Glomeromycota, valores que condizem, a princípio, com o esperado para um país megadiverso (Figura 7 e 8). Ainda assim, considerando-se a abrangência territorial do país e as lacunas taxonômicas em alguns dos domínios fitogeográficos, esse valor poderá ser potencialmente ampliado. Gigasporales e

Glomerales constituem as ordens mais representadas no Brasil, tendo sido descritas

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Tabela 1. Espécies de Glomeromycota que ocorrem no Brasil.

Família Espécie

Acaulosporaceae Acaulospora bireticulata F.M. Rothwell & Trappe Acaulospora capsicula Błaszk.

Acaulospora cavernata Błaszk.

Acaulospora colossica Schultz, Bever & J.B. Morton Acaulospora delicata C. Walker, C.M. Pfeiffer & Bloss Acaulospora denticulata Sieverd. & S. Toro

Acaulospora dilatata J.B. Morton Acaulospora elegans Trappe & Gerd.

¹Acaulospora endographis B.T. Goto

Acaulospora excavata Ingleby & C. Walker Acaulospora foveata Trappe & Janos

¹Acaulospora herrerae Furrazola, B.T.Goto, G.A.Silva, Sieverd. & Oehl

¹Acaulospora ignota Błaszk., Góralska, Chwat & Goto

Acaulospora koskei Błaszk.

Acaulospora lacunosa J.B. Morton Acaulospora laevis Gerd. & Trappe

Acaulospora longula Spain & N.C. Schenck

²Acaulospora mellea Spain & N.C. Schenck

Acaulospora morrowiae Spain & N.C. Schenck Acaulospora paulinae Błaszk.

Acaulospora rhemii Sieverd. & S. Toro

Acaulospora nicolsonii C. Walker, L.E. Reed & F.E. Sanders Acaulospora reducta Oehl, B.T. Goto & C.M.R. Pereira Acaulospora rugosa J.B. Morton

Acaulospora scrobiculata Trappe

Acaulospora sieverdingii Oehl, Sýkorová & Błaszk. Acaulospora spinosa C. Walker & Trappe

Acaulospora tuberculata Janos & Trappe

Ambisporaceae Ambispora appendicula (Spain, Sieverd., N.C. Schenck) C.

31 ¹Ambispora brasiliensis B.T. Goto, L.C. Maia & Oehl

Ambispora fecundispora (N.C. Schenck & G.S. Sm.) C. Walker Ambispora gerdemannii (S.L. Rose, B.A. Daniels & Trappe) C.

Walker, Vestberg & A.

Ambispora jimgerdemannii (Spain, Oehl & Sieverd.) C. Walker Ambispora leptoticha (N.C. Schenck & G.S. Sm.) C. Walker,

Vestberg & A. Schüssler

Kuklospora colombiana (Spain & N.C. Schenck) Oehl &

Sieverd.

Kuklospora kentinensis (Wu & Liu) Oehl & Sieverd.

Archaeosporaceae Archaeospora myriocarpa (Spain, Sieverd. & N.C. Schenck)

Oehl, G.A. Silva, B.T. Goto & Sieverd.

Archaeospora trappei (R.N. Ames & Linderman) J.B. Morton

& D. Redecker

Archaeospora undulata (Sieverd.) Sieverd., G.A. Silva, B.T.

Goto & Oehl

Dentiscutataceae Dentiscutata biornata (Spain, Sieverd. & S. Toro) Sieverd.,

F.A. de Souza & Oehl

¹Dentiscutata cerradensis (Spain & J. Miranda) Sieverd., F.A. de Souza & Oehl

¹Dentiscutata colliculosa B.T. Goto & Oehl

Dentiscutata hawaiiensis (Koske & Gemma) Sieverd., F.A.

Souza & Oehl

Dentiscutata heterogama (T.H. Nicolson & Gerd.) Sieverd.,

F.A. Souza & Oehl

Dentiscutata nigra (J.F. Redhead) Sieverd., F.A. Souza & Oehl

¹Dentiscutata scutata (C. Walker & Dieder.) Sieverd., F.A. de Souza & Oehl

Dentiscutata reticulata (Koske, D.D. Miller & C. Walker)

Sieverd., F.A. de Souza & Oehl

¹Fuscutata aurea Oehl, C.M. Mello & G.A. Silva

¹Fuscutata heterogama Oehl, F.A. Souza, L.C. Maia & Sieverd. ¹Fuscutata rubra (Stürmer & J.B. Morton) Oehl, F.A. de Souza

32 & Sieverd.

Fuscutata savannicola (R.A. Herrera & Ferrer) Oehl, F.A.

Souza & Sieverd.

Quatunica erythropus (Koske & C. Walker) F.A. de Souza

Sieverd. & Oehl

Diversisporaceae Corymbiglomus tortuosum (N.C. Schenck et G.S. Sm.) Błaszk.

et Chwat

Diversispora insculpta (Błaszk.) Oehl, G.A. Silva & Sieverd. Diversispora spurca (C.M. Pfeifer, C. Walker & Bloss) C.

Walker & Schüssler

Diversispora versiformis (P. Karst.) Oehl, G.A. Silva &

Sieverd.

Redeckera fulva (Berk. & Broome) C. Walker & A. Schüssler Entrophosporaceae Claroideoglomus claroideum (N.C. Schenck & G.S. Sm.) C.

Walker & A. Schüssler

Claroideoglomus etunicatum (W.N. Becker & Gerd.) C. Walker

& A. Schüssler

Claroideoglomus lamellosum (Dalpé, Koske & Tews) C.

Walker & A. Schüssler

Claroideoglomus luteum (L.J. Kenn., J.C. Stutz & J.B. Morton)

C. Walker & A. Schüssler

Entrophospora infrequens (I.R. Hall) R.N. Ames & R.W.

Schneid.

Viscospora viscosa (T.H. Nicolson) Sieverd., Oehl & F.A.

Souza

Gigasporaceae Gigaspora albida N.C. Schenck & G.S. Sm.

Gigaspora decipiens I.R. Hall & L.K. Abbott

Gigaspora gigantea (T.H. Nicholson & Gerd.) Gerd. & Trappe Gigaspora margarita W.N. Becker & I.R. Hall

¹Gigaspora ramisporophora Spain, Sieverd. & N.C. Schenck

Gigaspora rosea T.H. Nicolson & N.C. Schenck

Glomeraceae Funneliformis caledonium (T.H. Nicolson & Gerd.) C. Walker

33 Funneliformis geosporum (T.H. Nicolson & Gerd.) C. Walker

& A. Schüssler

Funneliformis halonatum (S.L. Rose & Trappe) Oehl, G.A.

Silva & Sieverd.

Funneliformis monosporus (Gerd. & Trappe) Oehl, G.A. Silva

& Sieverd.

Funneliformis mosseae (T.H. Nicolson & Gerd.) C. Walker &

A. Schüssler

Funneliformis verruculosum (Błaszk.) C. Walker & A.

Schüssler

Funneliformis vesiculiferum (Thaxt.) C. Walker & A. Schüssler Glomus albidum C. Walker & L.H. Rhodes

Glomus ambisporum G.S. Sm. & N.C. Schenck Glomus australe (Berk.) S.M. Berch

Glomus arborense McGee

²Glomus brohultii R.A. Herrera, Ferrer & Sieverd.

Glomus clavisporum (Trappe) R.T. Almeida & N.C. Schenck Glomus diaphanum J.B. Morton & C. Walker

Glomus dimorphicum Boyetchko & J.P. Tewari Glomus formosanum C.G. Wu & Z.C. Chen Glomus fuegianum (Speg.) Trappe & Gerd. Glomus globiferum Koske & C. Walker Glomus glomerulatum Sieverd.

Glomus heterosporum G.S. Sm. & N.C. Schenck Glomus lacteum S.L. Rose & Trappe

Glomus macrocarpum Tul. & C. Tul.

Glomus maculosum D.D. Mill. & C. Walker Glomus magnicaule I.R. Hall

Glomus microcarpum Tul. & C. Tul. Glomus multicaule Gerd. & B.K. Bakshi

Glomus multisubstensum Mukerji, Bhattacharjee & J.P. Tewari Glomus pallidum I.R. Hall

34 Glomus pellucidum McGee & Pattinson

Glomus nanolumen Koske & Gemma

Glomus reticulatum Bhattacharjee & Mukerji

Glomus rubiforme (Gerd. & Trappe) R.T. Almeida & N.C.

Schenck

Glomus taiwanense (C.G. Wu & Z.C. Chen) R.T. Almeida &

N.C. Schenck ex Y.J. Yao

Glomus tenebrosum (Thaxt.) S.M. Berch Glomus tenue (Greenall) I.R. Hall

¹Glomus trufemii B. T. Goto, G. A. Silva & Oehl

Glomus vesiculiferum (Thaxt.) Gerd. & Trappe Sclerocystis coremioides Berk. & Broome Sclerocystis sinuosa Gerd. & B.K. Bakshi

Septoglomus constrictum (Trappe) Sieverd., G.A. Silva & Oehl Septoglomus deserticola (Trappe, Bloss & J.A. Menge) G.A.

Silva, Oehl & Sieverd.

Septoglomus furcatum Błaszk., Chwat & Kovács, Ryszka

¹Septoglomus titan B.T. Goto & G.A. Silva

Simiglomus hoi (S.M. Berch & Trappe) G.A. Silva, Oehl &

Sieverd.

Rhizoglomus aggregatum (N.C. Schenck & G.S. Sm.) Sieverd.,

G.A. Silva & Oehl

Rhizoglomus clarum (T.H. Nicolson & N.C. Schenck) Sieverd.,

G.A. Silva & Oehl

Rhizoglomus fasciculatum (Thaxt.) Sieverd., G.A. Silva & Oehl Rhizoglomus intraradices (N.C. Schenck & G.S. Sm.) Sieverd.,

G.A. Silva & Oehl

Rhizoglomus invermaium (I.R. Hall) Sieverd., G.A. Silva &

Oehl

Rhizoglomus manihotis (R.H. Howeler, Sieverd. & N.C.

Schenck) Sieverd., G.A. Silva & Oehl

Rhizoglomus microaggregatum (Koske, Gemma & P.D. Olexia)

35 ¹Rhizoglomus natalense (Błaszk., Chwat & B.T. Goto) Sieverd.,

G.A. Silva & Oehl

Intraornatosporaceae ¹Intraornatospora intraornata (B.T. Goto & Oehl) B.T. Goto,

Oehl & G.A. Silva

¹Paradentiscutata bahiana Oehl, Magna, B.T. Goto & G.A. Silva

¹Paradentiscutata maritima B.T. Goto, D.K. Silva, Oehl & G.A. Silva

Pacisporaceae Pacispora chimonobambusae (C.G. Wu & Y.S. Liu) Sieverd. &

Oehl ex C Walker, Vestberg & Schuessler

Pacispora robigina Sieverd. & Oehl

Pacispora scintillans (S.L. Rose & Trappe) Sieverd. & Oehl ex

C. Walker, Vestberg & A. Schüssler

Paraglomeraceae Paraglomus albidum (C. Walker & L.H. Rhodes) Oehl, F.A.

Souza, G.A. Silva & Sieverd.

Paraglomus bolivianum (Sieverd. & Oehl) Oehl & G.A. Silva

¹Paraglomus brasilianum (Spain & J. Miranda) J.B. Morton & D. Redecker

Paraglomus occultum (C. Walker) J.B. Morton & D. Redecker

¹Paraglomus pernambucanum Oehl, C.M. Mello, Magna & G.A. Silva

Racocetraceae ¹Cetraspora auronigra Oehl, L.L. Lima, Kozovits, Magna &

G.A. Silva

Cetraspora gilmorei (Trappe & Gerd.) Oehl, F.A. de Souza &

Sieverd.

Cetraspora nodosa (Błaszk.) Oehl, G.A. Silva, B.T. Goto &

Sieverd.

Cetraspora pellucida (T.H. Nicolson & N.C. Schenck) Oehl,

F.A. de Souza & Sieverd.

Racocetra castanea (C. Walker) Oehl, F.A. de Souza &

Sieverd.

Racocetra coralloidea (Trappe, Gerd. & I. Ho) Oehl, F.A. de

36 Racocetra fulgida (Koske & C. Walker) Oehl, F.A. de Souza &

Sieverd.

Racocetra gregaria (N.C. Schenck & T.H. Nicolson) Oehl, F.A.

de Souza & Sieverd.

Racocetra minuta (Ferrer & R.A. Herrera) Oehl, F.A. Souza &

Sieverd.

Racocetra persica (Koske & C. Walker) Oehl, F.A. de Souza &

Sieverd.

¹Racocetra tropicana Oehl, B.T. Goto & G.A. Silva ²Racocetra verrucosa (Koske & C. Walker) Oehl, F.A. de Souza & Sieverd.

Racocetra weresubiae (Koske & C. Walker) Oehl, F.A. de

Souza & Sieverd.

Scutellosporaceae ¹Bulbospora minima Oehl, Marinho, B.T. Goto & G.A. Silva ¹Orbispora pernambucana (Oehl, D.K. Silva, N. Freitas, L.C. Maia) Oehl, G.A.Silva & D.K. Silva

¹Scutellospora alterata Oehl, J.S. Pontes, Palenz., Sánchez- Castro & G.A. Silva

Scutellospora aurigloba (I.R. Hall) C.Walker & F.E. Sanders Scutellospora calospora (T.H. Nicolson & Gerd.) C. Walker &

F.E. Sanders

Scutellospora dipapillosa (C. Walker & Koske) C. Walker &

F.E. Sanders

Scutellospora dipurpurescens J.B. Morton & Koske

1. Espécies descritas originalmente a partir de material tipo brasileiro; 2. Espécies em que a descrição original considera a análise de amostra proveniente do Brasil como material suplementar para o diagnóstico taxonômico. Fonte: http://glomeromycota.wix.com/lbmicorrizas.

Além disso, das 153 espécies que ocorrem no Brasil, 27 espécies foram descritas incluindo material brasileiro para a avaliação taxonômica das quais 24 espécies foram exclusivamente descritas a partir de material tipo do Brasil. A Caatinga, a Mata Atlântica e o Cerrado correspondem aos biomas onde foram coletadas essas espécies novas (Tabela 2), com a Mata Atlântica e a Caatinga detendo maior percentual da contribuição. Tais resultados são produto do esforço amostral investido nessas regiões,

37 sendo válido destacar que os biomas historicamente pouco explorados podem consistir em reservatórios de espécies que ainda não foram descritas e cujo valor taxonômico é desconhecido para a manutenção florística.

A Mata Atlântica, junto a Amazônia e o Cerrado consistem nos primeiros biomas brasileiros a serem contemplados em iniciativas de pesquisa (TRUFEM, 1996). A Caatinga, por sua vez, conseguiu reverter seu status de bioma pouco representativo em diversidade de FMA apresentado há pouco mais de uma década, quando detinha apenas 1% de representatividade dos registros de FMA (YANO-MELO, 2003). Atualmente a Caatinga consiste no segundo bioma mais representativo do país (95 espécies) (Figura 9), tendo permitido o acréscimo de sete novas espécies para a ciência. Essa mudança de paradigma deve-se em parte pelas iniciativas de programas de incentivo à prospecção biológica, como é o exemplo do Programa de Pesquisa em Biodiversidade do Semiárido – PPBio Semiárido, projeto que envolve a mobilização de pesquisas taxonômicas em áreas consideradas estratégicas, tendo em vista as reconhecidas lacunas taxonômicas do país. O Pampas, todavia, ainda constitui bioma pouco explorado nesse aspecto, detendo baixa representatividade (FLORA DO BRASIL, 2015). Esse fato pode refletir a ausência de taxonomistas especializados em FMA e/ ou de linhas de financiamento para pesquisas nessas áreas.

Tabela 2. Espécies novas de Fungos Micorrízicos Arbusculares descritas por domínio fitogeográfico no Brasil.

Domínio fitogeográfico Número de espécies Referência

Amazônia 2 Goto et al. (2013);

Herrera-Peraza et al. (2003)

Caatinga 10 Goto et al. (2010;

2012a, 2013); Furrazola et al. (2012); Lima et al. (2014); Marinho et al. (2014); Mello et al. (2013); Pontes et al. (2013); Pereira et al. (2015)

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Cerrado 7 Goto et al. (2008);

Pereira et al. (2015); Schenck et al. (1984); Spain et al. (1996a,b); Walker & Diederichs (1989)

Mata Atlântica 15 Blaskowski et al.

(2015); Furrazola et al. (2012); Goto et al. (2011, 2012a,b, 2013) Mello et al. (2012); Oehl et al. (2011); Pereira et al. (2015); Silva et al. (2008); Spain et al. (1989); Stürmer & Morton (1999)

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Figura 8. Representatividade dos gêneros por ordem que ocorrem no Brasil.

Figura 9. Ocorrência de espécies de Fungos Micorrízicos Arbuculares (%) por bioma no Brasil.

Benzer Belgeler