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Acar Doðangün, Güngör Özyiðit Findhorn Elixir’den

Belgede Sevgili Dostlar (sayfa 51-54)

A- História

Profissional como Trainee

1. Etapas do processo seletivo para o programa trainee

2. Critérios de seleção para o programa 3.Motivos que o levaram a participar do processo seletivo

4.Conhecimentos da formação universitária mobilizados durante o processo trainee

MORAES (2000); DOBERMAN, 2006; COSTA (2007); ALBERI (2007); SOARES NETO, (2010);

5.Contribuições do programa trainee para fomento de competências

6.Caracterização do ambiente de trabalho que atuava como trainee

7.Significados da experiência trainee

BRAIDE (2007);

B – Função de

Gerente

1. Trajetória após efetivação na empresa 2. Significados e conseqüências de ter assumido a função de gestor

3 Rotina e atividades de trabalho como trainee

4 Rotina e atividades de trabalho como gestor

5 Interação no ambiente de trabalho

MORAES (2000); DOBERMAN (2006); COSTA (2007);

C – O processo de Aprendizagem

1. Conceito pessoal sobre aprendizagem profissional

2 O aprendizado como trainee

3 Contribuição da experiência trainee para aprendizagem profissional

4 O contexto da aprendizagem enquanto trainee

5 A aprendizagem no contexto da pratica gerencial GHERARDI, NICOLLINI, ODELLA, (1998); COSTA (2007); BRAIDE (2006); SILVA (2009). D – Legitimação do programa trainee

1. Expectativas em relação ao processo de formação trainee

2 Atendimento das expectativas criadas 3 Ascensão funcional na empresa após efetivação

4 Contribuição de colegas de trabalho na aprendizagem profissional

5 Ações que legitimaram a atividade trainee no contexto da ação profissional

DOBERMAN (2006)

E- Fatores limitadores e

facilitadores

1.Situações que limitaram o a aprendizagem no contexto da ação enquanto trainee 2 Situações que colaboraram para a

aprendizagem no contexto da ação enquanto trainee

MORAES (2000) MARTINS (2008) ANTONACOPOULOU (2001)

3.4 O PROCESSO DE COLETA DE DADOS

A coleta dos dados ocorreu no período de 23 de março a 26 de maio de 2011, utilizando um roteiro de entrevista com questões que nortearam a sua realização, por meio de equipamento eletrônico, no contexto laboral dos entrevistados, em dias e horários pré definidos pelos participantes. O período de dois meses foi necessário pelo fato da pesquisa ter sido feita em quatro cidades diferentes do estado da Paraíba: Campina Grande (três entrevistas), João Pessoa (cinco entrevistas), Monteiro (uma entrevista) e Guarabira (uma entrevista), onde estão situadas as agências do SEBRAE onde atuam os 10 sujeitos entrevistados; e o critério para escolha de dia e horário ocorreu pela disponibilidade e conveniência de cada um deles.

O tempo de duração das 10 entrevistas variou de 42 minutos e 26 segundos à uma hora, 36 minutos e 57 segundos, estando de acordo com o que afirma Gaskell (2008) em que não há tempo mínimo e máximo de duração de cada entrevista, muito embora recomende que o tempo de uma hora a uma hora e meia seja suficiente para entrevistar cada sujeito participante.

A utilização de um roteiro possibilita ―apoiar o entrevistador na recordação dos principais assuntos que devem ser questionados frente ao interlocutor‖ (GODOI; MATTOS; 2006 p. 313).

Uma entrevista bem-sucedida requer a orientação de um roteiro, que é elaborado com a finalidade de atender aos objetivos da pesquisa, não devendo ser uma série extensa de perguntas, mas uma sequência de questionamentos que possibilite as discussões e conclusões posteriores (GASKELL, 2008).

É relevante ressaltar que deve haver parcimônia do entrevistador ao utilizar meios eletrônicos para captação das informações, como lembra Sierra (1998) ao observar que a forma de se registrar por meio de gravações pode inibir o participante e levá-lo de maneira involuntária a se dispersar do foco da entrevista e isso se agrava se o entrevistador não possuir habilidades ou intimidade com o equipamento utilizado para tal fim.

Mas isso não refuta a relevância da gravação, já que é o recurso que irá ajudar ―à memória ou a um registro útil da conversação‖, como justifica Gaskell (2008, p.82), o que possibilita ao pesquisador prestar atenção no que, como e por que estão respondidas às perguntas, ao invés de se concentrar em anotar.

Também foram coletados dados secundários, como documentos do acervo da empresa para que pudessem viabilizar a compreensão e posterior descrição das etapas do programa trainee, colaborando assim para o atingimento de um dos objetivos desse trabalho. Por documento define-se ―qualquer registro escrito que possa ser usado como fonte de informação‖ (ALVES-MAZZOTTI; GEWANDSZNAJDER 1998; p. 169).

Antes do início de cada entrevista, os entrevistados foram esclarecidos quanto às intenções e os propósitos da investigação; quais procedimentos seriam adotados para gravação e transcrição das informações (TAYLOR e BOGDAN, 1984; MINAYO, 1994; TRIVIÑOS, 1992).

Foram apresentados documentos de identificação da pesquisadora e solicitado que os participantes pudessem assinar um termo de livre consentimento (APÊNDICE C) para posterior publicação dos resultados da pesquisa, ratificando que a assinatura e o consentimento desse documento ficam facultativos aos interesses e vontades dos participantes.

Cada entrevistado recebeu via-email, a transcrição de sua entrevista para que pudesse ratificar ou retificar os diálogos gravados e a fidedignidade das histórias contadas, captadas pela pesquisadora, que estabeleceu um prazo para que esse feedback fosse feito com a devida autorização dos entrevistados.

3.5 A ANÁLISE COMPREENSIVA E INTERPRETATIVA DOS DADOS

Para Silva (2005, p. 81), a análise é um ―processo de resolução de dados em seus componentes constituintes para revelar seus temas característicos e padrões‖.

A variedade de material obtido qualitativamente exige do pesquisador uma capacidade integrativa e analítica que, por sua vez, depende do desenvolvimento de uma habilidade criadora e intuitiva. A maior dificuldade da disciplina de métodos e técnicas de pesquisa está na dificuldade de ensinar como se analisa os dados — isto é, como se atribui a eles significados — sendo mais fácil ensinar a coletá-los ou a realizar trabalho de campo (ALVES- MAZZOTTI; GEWANDSZNAJDER, 1998; ALBERTI, 2000).

A transcrição das entrevistas permitiu uma avaliação primária para que fosse possível chegar aos resultados dos estudos e foi nessa fase em que o

tempo empregado pelo pesquisador foi mais demorado do que o da realização da entrevista, por isso se fez necessário a codificação pertinente de cada entrevistado e de suas falas, já que se configura como material imprescindível para que o pesquisador faça suas conclusões (GASKELL, 2008; GIL, 2008; RICHARDSON, 2009).

Cada entrevistado foi codificado de acordo com a ordem da entrevista, sendo utilizados números romanos de I a X, para identificação do sujeito de que se trata, a letra C para identificação de um sujeito que atua como coordenador do programa trainee e T para identificação dos nove sujeitos que são ex-trainees. Os discursos foram codificados com números arábicos precedidos de um ponto e essa numeração corresponde à ordem da fala proferida por cada sujeito, estratégia que auxilia na ―busca da compreensão da vivência das pessoas onde o pesquisador deve ser orientado de modo a conseguir captar a estrutura de significados do que está sendo investigado‖ (SILVA, 2006, p.272).

Após a codificação, foi feito um protocolo de pesquisa com a bricolagem, que é o agrupamento dos discursos de cada trainee com os demais discursos que tratam do mesmo tema e o resultado desse processo gerou um grupo de seis categorias de análise: a) as etapas do programa trainee b) a história profissional como trainee; c) a transição de trainee a gerente; d) o processo de aprendizagem; e) legitimação do programa trainee; f) fatores limitadores e facilitadores, e cada uma dessas categorias gerou um conjunto de sub- categorias que as explicasse e isso contribui para que os objetivos da pesquisa pudessem ser atingidos. A distribuição das categorias e variáveis e sua correlação com cada um dos objetivos propostos no trabalho estão demonstradas no quadro 08.

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