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4.1. Alıntı Sözcüklerde Görülen Ses Olayları

4.3.7 Ünsüz Tekleşmesi

Nesta primeira parte, buscou-se otimizar os traços mais usuais da fábrica, estes na ocasião, baseados na mistura de dois agregados, miúdo e graúdo, respectivamente à areia fina e o pedrisco. Com esta etapa, buscou confirmar ainda na fase de instalação dos equipamentos da fábrica se a proporção ideal da mistura agregados para blocos de concretos alcance as maiores resistências à compressão, sendo então as outras etapas um processo de otimização desta primeira.

O desenvolvimento do estudo foi todo em laboratório, visto que neste período, a fábrica vinha intensificando seus investimentos, onde um deles foi a aquisição de um moderno equipamento para confecção dos blocos estruturais. Ainda teve-se a vinda de técnicos da empresa fabricante (contratada), no qual, responsável pela instalação e treinamento dos funcionários da empresa contratante. O desenvolvimento então desta etapa foi todo baseado na proporção “ideal” dos agregados e na resistência a compressão axial.

De acordo com ABNT NBR NM 45:2006, foi feita uma proporção entre agregados miúdo e graúdo (m/g), onde espera-se chegar numa maior resistência e economia, ou seja, aumentar a resistência dos blocos de concreto sem haver necessidade de aumento do teor de cimento e de energia de vibro-compressão.

4.2.1 Traços comumente utilizados na fábrica

Os traços utilizados na fábrica para a produção dos blocos de concreto estão representados pela tabela 12 com as respectivas umidades ótimas (a/ms) (água / materiais secos).

Tabela 12 Traços comumente utilizados na fábrica antes da primeira parte do estudo. Relação m / g Umidade (a/ms) 75 / 25 7,5 70 / 30 7,5 60 / 40 7 50 / 50 7

Estes traços por possuírem alta proporção de areia fina, apresentam uma textura mais fechada, em alguns casos como da relação m/g = 75/25, tem-se blocos aparentes.

4.2.2 Determinação da maior massa unitária da mistura de agregados compactados e secos

A determinação da maior massa unitária da mistura composta por dois tipos de agregados é obtida de modo simples e prático, sem a necessidade de cálculos

complexos ou difíceis traçados de curvas granulométricas, conforme pode se acompanhar pela ABNT NBR NM 45:2006.

O volume do cilindro na qual os agregados foram compactados deve ser sempre o mesmo, neste caso 940 cm³ e a massa dos agregados compactada em três camadas iguais, diante da aplicação de 25 golpes cada uma, por meio do auxílio de uma haste cilíndrica de aço. O método pode ser mais bem entendido seguindo os seguintes passos:

1° passo: secar os agregados em estufa com temperatura 105°C ± 5°C por 24 horas, depois retirá-los e deixá-los esfriar ao ar livre por duas horas;

2° passo: Após o resfriamento, fixa-se uma quantidade em massa de um dos agregados e varia a outra, a quantidade fixada vai ser a mesma em todas as

misturas, todavia, as frações dos agregados serão diferentes, devido à adição do outro agregado em cada mistura subsequente. Se nas outras misturas verificar que houve redução da massa total, significa que o agregado variante é que deve ser fixado;

3° passo: determinada as frações dos agregados, mistura-se bem em um recipiente que não possibilite perdas. É necessário ter um cilindro indeformável com volume conhecido para que, após a realização da mistura, seja usado para determinação da massa unitária;

4° passo: adicionar os agregados misturados em três camadas iguais no cilindro, onde, cada uma deverá ser compactada com o auxílio de uma haste de aço, bitola de aproximadamente 10 mm. Serão aplicados 25 golpes bem distribuídos em cada camada;

5° passo: após compactar a última camada, com auxílio de uma régua de aço, rasa- se então o excedente de tal forma a não exercer força suficiente para ocorrer uma compactação adicional, leva-se então o cilindro para pesagem;

6° passo: Com a pesagem, determina-se a massa total de agregados, com isso, é possível obter a massa unitária da mistura (realizar no mínimo três pontos para cada mistura. Encontrar a média).

7° passo: repetem-se então os quatro últimos passos, sempre aproveitando as misturas de agregados, não podendo haver perdas. O processo se encerra quando verificar que a última mistura realizada sofreu redução na massa total, com isso, o ponto anterior é considerado como “ideal”.

Para determinação da maior massa unitária de mais de dois tipos de agregados, basta fazer a repetição dos passos vistos anteriormente, agora considerando a última mistura ótima como se fosse um único tipo de agregado.

4.2.3 Confecção dos corpos de prova cilíndricos para ensaio de compressão axial e confecção da curva de compactação

Para o ensaio de compressão axial. Os corpos de prova estavam submetidos á 30 golpes conforme visto anteriormente. Para o ensaio de confecção das curvas de compactação utilizaram-se os mesmos traços para o ensaio de compressão axial.

Os traços utilizados nesta parte do estudo estão apresentados de acordo com a representação esquemática da figura 16, onde foram utilizados dois teores de cimento (m =12 e m = 9) para cada proporção entre agregados miúdo (areia fina) e graúdo (pedrisco), distribuídos em cinco umidades (0,044; 0,054; 0,064; 0,074 e 0,084) cada um.

Foram moldados quatro corpos de prova para cada umidade de cada proporção entre agregados e com o respectivo teor de umidade, totalizando 120 corpos de prova para confecção de curvas de compactação correlacionadas à umidade e massa específica.

Conforme visto no item 4.1.2 o ensaio para confecção das curvas de compactação consiste em aplicar uma série de golpes na amostra para uma determinada umidade. A altura do corpo de prova é medida por meio de um extensômetro (relógio comparador com subdivisão de 0,01 mm) para cada quantidade de golpes da série (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 14, 16, 20, 24, 32, 48, 64 e 96). Estas quantidades de golpes foram estipuladas para melhor configurar a curva de compactação.

Figura 16 Representação esquemática dos ensaios desenvolvidos na primeira parte do estudo.

4.2.4 Escolha da melhor mistura de agregados para obtenção de economia e resistência no concreto

A melhor mistura de agregados para dosagem do concreto será aquela que apresentar maior resistência obtida pelos ensaios de compressão axial submetidas pelos corpos de prova cilíndricos. Esta comparação é baseada para o mesmo teor de cimento, umidade e energia de compactação.

Com a maior massa unitária compactada de agregados secos, verificada pelos passos seguidos do item 4.2.2, espera-se que apresente também, a maior resistência. Todavia, em caso contrário, significa que a mistura considerada “ideal” ou “ótima” pode conter uma quantidade de agregado(s) alta suficiente para não contribuir com a resistência do concreto, como é o caso da areia fina nesta parte do estudo.

0,054 0,064 0,074 0,084

0,044

40/60 50/50 60/40

Teor de cimento, m. = 12 Teor de cimento, m. = 9

Proporção entre agregados M/G

4.3 Segunda parte (Laboratório – otimização da primeira etapa e adição