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2. BELEDİYELERDE HİZMET PAZARLAMASI

2.2. Yerel Yönetimlerin Önemi ve Özellikleri

O mesmo resultado observado na população de Piracicaba foi encontrado para a dos EUA. Nenhum dos inseticidas químicos avaliados foi capaz de matar ovos nas ootecas de P. americana (Figura 1). Foi possível observar diferenças na mortalidade de ootecas de B. germanica (Mortalidade de ootecas: Tratamento - gl = 5, p=0,0007, F = 5,198), e no tratamento com imidacloprido + β-ciflutrina entre as espécies (Tratamento vs barata - gl = 5, p = 0,0480, F = 2,434), mas sem diferença significativa entre baratas (gl = 1, p = 0,1606, F = 2,030) (Figura 1).

O número total de ninfas eclodidas por tratamento não foi significativamente diferente para nenhuma das espécies (Número total de ninfas: B. germanica – gl = 5, p = 0,5578, F = 0,795; P. americana – gl = 5, p = 0,9990, F = 0,041 para dados transformados em √𝑥 + ). Isto mostra que produtos utilizados não ocasionam a redução de ninfas eclodidas após aplicação tópica de ootecas.

Para B. germanica a calda com imidacloprido + β-ciflutrina se diferenciou de todos os tratamentos, exceto do imidacloprido. Ela foi eficiente no controle de ovos, com mortalidade de cerca de 75% das ootecas, se diferenciando do resultado obtido para P. americana (35%) (Figura 1).

O alto erro padrão observado para as variáveis analisadas da espécie B.

germanica (Figura 1) pode ser devido à diferença na idade das ootecas, que não foi

padronizado, devido ao comportamento parental das fêmeas.

A diferença na mortalidade de ovos entre as espécies de baratas possivelmente ocorre em função de diferenças na composição de suas ootecas, como já demonstrado por Kramer et al. (1991). Elas contêm 87% e 95% de proteína; 8% e <1% de oxalato; 4% e 3% de difenol, 1% de lipídios e 6,5% e 0,41% de cálcio para P. americana e B.

germanica, respectivamente (HACKMAN; GOLDBERG, 1960 e KRAMER et al.,1991).

Quanto mais altas as porcentagens de oxalatos e cálcio em sua estrutura, maior será o seu endurecimento, dificultando a penetração de produtos, como observado para P.

Os hidrocarbonetos são os lipídeos mais abundantes na cutícula de insetos e apresentam importante papel em sua impermeabilização, que pode ser comprometido pelo desarranjo estrutural causado pela presença de certa quantidade de lipídeos polares em sua epicutícula. A produção desses lipídeos pode variar dependendo do sexo e estágio do inseto e é bastante variável em ootecas da espécie B. germanica (YOUNG et al., 2000). Isto revela que dependendo da idade da ooteca de B. germanica o alvo estará mais ou menos propenso à absorção das caldas inseticidas.

A porcentagem de ninfas mortas após dois dias de eclosão diferiu significativamente entre tratamentos (gl = 5, p < 0,0001, F = 47,087) e tratamentos vs barata (gl = 5, p = 0,0047, F = 3,913), mas as baratas não diferiram entre si (gl = 1, p = 0,4041, F = 0,708) (Figura 1).

O ingrediente ativo indoxacarbe foi considerado eficiente no controle de adultos de B. germanica por Maiza et al. (2010). Porém, não foi responsável pela mortalidade de ootecas e ninfas de ambas as espécies. Agrawal et al. (2010) relatam menor eficiência do indoxacarbe na redução populacional de B. germanica quando comparado com fipronil, deltametrina e imidacloprido, confirmando os resultados obtidos (Figura 1).

Para B. germanica foi possível observar que os tratamentos com fipronil (75%) e lambdacialotrina (80%) apresentaram maior porcentagem de ninfas mortas após dois dias de sua eclosão, sem diferença significativa entre si. O tratamento com lambdacialotrina também não diferiu do imidacloprido + β-ciflutrina (Figura 1).

Ambos os produtos contendo o ingrediente ativo imidacloprido apresentaram resultados diferentes entre as espécies de baratas. O imidacloprido ocasionou a morte de cerca de 15% das ninfas eclodidas de B. germanica ao passo que não causou mortalidade de ninfas de P. americana (Figura 1). Já o imidacloprido + β-ciflutrina ocasionou mortalidade maior de ninfas de P. americana versus as de B. germanica. Estes dados mostram que o β-ciflutrina pode ter sido o ingrediente ativo diferencial na mortalidade de ninfas de P. americana.

O fipronil, lambdacialotrina e o imidacloprido + β-ciflutrina garantiram alta mortalidade de ninfas de ambas as espécies (Figura 1), mostrando que piretróides, fenil pirazóis e neonicotinóides são eficientes em seu controle. Os mesmos resultados foram

encontrados por Syed et al. (2014) para machos de P. americana e na redução populacional de B. germanica por Agrawal et al. (2010).

Figura 1. Porcentagens de mortalidade de ootecas e do número de ninfas mortas

eclodidas com dois dias de idade, após tratamento de ootecas com inseticidas químicos. Médias verdadeiras ± Erro Padrão da Média dos tratamentos, seguidas de mesmas letras minúsculas e das baratas, de mesmas letras maiúsculas, não se diferem significativamente pelo teste Tukey (p≤0,05). Análise estatística realizada pelo teste F com dados transformados em arcosseno √ 𝑥/ . Bg = Blattella germanica e Pa =

Periplaneta americana.

Quando comparado o controle químico com o biológico foi possível observar diferenças significativas na mortalidade de ootecas (Tratamento: gl = 5, p<0,0001, F =

31,447; barata: gl = 1, p < 0,0001 F = 61,144; tratamento vs barata: gl = 5, p = 0,0001, F = 7,220), na porcentagem de ninfas mortas (tratamento: gl = 5, p<0,0001, F = 54,975; barata: gl = 1, p = 0,8586 F = 0,032; tratamento vs barata: gl = 5, p = 0,0077 F = 3,757) e na extrusão dos fungos (tratamento: gl = 5, p<0,0001, F = 155,953; barata: gl = 1, p < 0,0001, F = 84,465; tratamento vs barata: gl = 5, p < 0,0001 F = 33,824) (Figura 2).

O uso dos inseticidas piretróides e neonicotinóides se mostrou novamente eficaz no controle de ninfas, assim como já observado para adultos de B. germanica (PARREIRA et. al., 2010, AGRAWAL et al., 2010 e SILVA et al., 2011) e P. americana (VYTHILINGAM; SUTIVIGIT, 1994 e SYED et al., 2014), mas foram menos eficientes no controle de ootecas (Figura 2).

Os tratamentos com óleo de tomilho, imidacloprido + β-ciflutrina e B. bassiana ocasionaram a morte de ootecas de B. germanica, sem diferenças entre si. M.

anisopliae foi o melhor tratamento para o controle de B. germanica, levando a

mortalidade de 100% de suas ootecas, com maior porcentagem de extrusão fúngica (100%), quando comparados os fungos e as espécies de baratas (Figura 2).

Comparando os produtos químicos com os biológicos verifica-se que o número total de ninfas eclodidas por tratamento também não foi significativamente diferente para nenhuma das espécies de barata (B. germanica: gl = 5, p = 0,1660 F =1,658; P.

americana: gl = 5, p = 0,9944 F =0,084,dados foram transformados em √𝑥 + ) (Figura

Figura 2. Porcentagens de mortalidade de ootecas, extrusão fúngicas e número de

ninfas mortas eclodidas com dois dias de idade, após tratamento de ootecas com inseticidas químicos e biológicos. Médias verdadeiras ± Erro Padrão da Média dos tratamentos, seguidas de mesmas letras minúsculas e das baratas, de mesmas letras maiúsculas, não se diferem significativamente pelo teste Tukey (p≤0,05). Análise estatística realizada pelo teste F com dados transformados em arcosseno √ 𝑥/ . Bg =

Blattella germanica e Pa = Periplaneta americana.

Apenas o polvilhamento com o fungo M. anisopliae sobre ootecas foi capaz de causar morte de ootecas de P. americana, com extrusão significativa (Figura 2). Isto mostra que as ootecas de P. americana são capazes de proteger seus ovos contra produtos químicos, mas não biológicos. Apesar de seu alto teor de oxalato de cálcio (13-15%) favorecer proteção contra produtos químicos (HACKMAN; GOLDBERG, 1960), fungos entomopatogênicos como M. anisopliae são capazes de vencer a barreira

da ooteca por meio da digestão de proteínas (COSTA; TIAGO; NASCIMENTO, 2011), presentes em grande quantidade em sua estrutura em ambas as espécies de baratas (KRAMER et al., 1991).

M. anisopliae apresenta compatibilidade com diferentes inseticidas (ALVES;

LECUONA; ALMEIDA, 1998), sendo assim, o manejo integrado da praga deve ser aplicado, uma vez que a combinação de métodos de controle químico e biológico é passível e quando usados combinadamente garantirão o controle de todos os estágios da praga, promovendo melhores resultados (BUCZKOWSKI, 2014).

4. CONCLUSÕES

O controle químico de ootecas de Periplaneta americana não é eficiente para nenhuma das populações de P. americana via aplicação tópica ou residual. O uso de conídios de Metarhizium anisopliae é a estratégia mais eficaz no controle de ootecas de

P. americana e de Blattella germanica. Os ingredientes ativos fipronil, lambdacialotrina,

deltametrina e imidacloprido + β-ciflutrina são mais eficazes no controle de ninfas de ambas as espécies em até dois dias da aplicação.

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CAPÍTULO 5 - CONTROLE DE DUAS POPULAÇÕES DE Periplaneta americana