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BÖLÜM 3: BULGULAR VE YORUM

3.2. II. Kademe Yabancı Dil Dersinde Yeni Öğretim Programına Geçiş

3.2.2. Yabancı Dil Öğretim Programının Hedeflere Ulaşma Düzeyinin

Na primeira consulta do paciente, sempre a mesma pesquisadora, obteve a assinatura do TCLE, forneceu as orientações aos pacientes, sobre a pesquisa e sobre a coleta de sangue (Anexo C) que seria realizada na próxima consulta, e aplicou um questionário. Este questionário, direcionado a todos os participantes, (Anexo D) continha perguntas sobre: dados demográficos (gênero, idade, raça, nacionalidade, naturalidade e escolaridade), medicações em uso e história médica pregressa e atual do participante.

As perguntas relacionadas com a história médica incluíram questionamentos sobre a ocorrência de: hipertensão arterial, angina ou dor no peito, infarto do miocárdio recente, doença da tireóide (hipotiroidismo ou hipertireoidismo), acidente vascular cerebral, hepatite viral, anemia, desordem sanguínea, depressão, alergia a medicamentos e gastrite. Os participantes do GE também foram questionados quanto à data do diagnóstico do diabetes, sobre a ocorrência de complicações vasculares, neuropatia, retinopatia, doença cardiovascular, doença renal e história de atraso de cicatrização de feridas. Em seguida foi perguntado aos participantes

dos dois grupos se havia alguma queixa odontológica, e qual das queixas o paciente considerava mais importante. Também foram feitas perguntas sobre a presença de dentes “amolecidos”, xerostomia, hálito cetônico, sangramento ao escovar os dentes, dor em algum dente e dor na gengiva.

A avaliação da saúde bucal foi realizada em cadeira odontológica, sob luz artificial focada, usando espelho de boca, explorador dental e gaze, sempre pela mesma dentista, treinada para tal exame, pesquisadora principal deste estudo. O exame buscou alterações no volume de glândulas salivares maiores, alterações na mucosa bucal, nos dentes (índice de dentes cariados perdidos e obturados-CPOD) (Klein; Palmer, 1937) e no periodonto [através da coleta de índice comunitário periodontal- ICP (Organização Mundial de Saúde, 1999)] e mensuração de biofilme [através do índice de Greene Vermilion (Greene e Vermilion, 1964)] (Anexo E).

A condição periodontal dos pacientes foi avaliada através do sangramento a sondagem, índice comunitário periodontal (ICP) e do registro periodontal simplificado (PSR), que são os índices recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para a realização do exame periodontal (Pinto, 1992).

O ICP e PSR foram realizados com o auxílio de uma sonda periodontal, e 10 (dez) dentes foram sondados na face vestibular em região mesial, distal e cervical, e a face lingual em região mesial, distal e cervical. A boca foi dividida em sextantes definidos pelos dentes 17-14, 13-23, 24-27, 37-34, 33-43 e 44-47. Os terceiros molares não foram analisados, ao menos que estivessem no lugar do segundo molar, quando este estivesse ausente. Os dentes utilizados para obtenção deste índice, para cada sextante, foram 17, 16, 27, 26, 37, 36, 31, 11, 47 e 46. Quando nenhum destes dentes estava presente, todos os dentes remanescentes do sextante eram examinados. Embora 10 dentes tenham sido examinados, apenas 6 anotações foram feitas: uma por sextante relativa à pior situação encontrada (Organização Mundial de Saúde, 1999).

Os códigos utilizados no ICP são os seguintes:  0 = sextante hígido

 1= sextante com sangramento (observado diretamente ou com espelho, após sondagem)

 2 = cálculo (qualquer quantidade detectada no exame)

 3 = bolsa de 4 a 5 mm (margem gengival na área preta da sonda)  4 = bolsa de 6 mm ou mais (área preta da sonda não visível)  X- sextante excluído por ter menos que dois dentes presentes

Os códigos utilizados no PSR são os seguintes:

0= Saúde. A faixa colorida (3,5 a 5,5 mm) da sonda está totalmente visível, não há sangramento à sondagem.

1= Gengivite. A faixa colorida da sonda encontra-se totalmente visível, não há presença de cálculos ou margens de restauração mal adaptadas, porém sangramento é percebido à sondagem.

2= Gengivite ou periodontite leve. A faixa colorida da sonda encontra-se totalmente visível, presença de cálculos e/ou margens de restaurações mal adaptadas na região intra-sulcular, podendo ou não ocorrer sangramento à sondagem.

3= Periodontite moderada. A parte colorida da sonda está parcialmente intra- sulcular.

4= Periodontite grave. A faixa colorida da sonda encontra-se totalmente no interior da bolsa.

Código *= Utilizado em um determinado sextante para indicar mobilidade dentária, envolvimento de furca, retrações gengivais superiores a 3mm e problemas mucogengivais.

Foi obtido o índice de CPO-D que mede o ataque de cárie à dentição permanente, baseado na metodologia da OMS (Pinto, 1992). Suas iniciais significam, respectivamente: dentes cariados (C), perdidos (P), obturados (O) e a unidade de medida que é o dente (D). Seu valor corresponde, em um indivíduo, à soma do número de dentes cariados, perdidos e obturados, dividido pelo número total de dentes no arco.

O exame foi realizado após a secagem das superfícies dentais com gaze e avaliamos a presença de lesões de cárie, restaurações, próteses, ausências

dentárias e fraturas, para a obtenção do índice CPO-D, pode assumir valores entre 0 e 32.

Os dentes foram considerados hígidos quando não apresentaram lesões cariosas ou quando apresentavam manchas brancas, rugosas ou lisas, mas sem cavitação, ou ainda quando apresentavam fissuras pigmentadas. Os dentes foram considerados com lesões de cárie quando exibiam cavidade, restaurações com lesões de cárie secundárias ou restaurações e cárie em superfícies diferentes em um mesmo dente.

Os dentes obturados eram aqueles com material restaurador sem presença de lesão de cárie secundária. Os dentes perdidos referiram-se aos dentes já extraídos e aos dentes com indicação de exodontia por cárie, doença periodontal, por necessidade ortodôntica e ausências congênitas.

Os pacientes que apresentaram lesões de cárie, doença periodontal ou qualquer lesão oral foram tratados no ambulatório do CAPE-FOUSP.

O índice oral simplificado de Greene Vermilion modificado (1964) foi usado para mensurar o biofilme dental. Para a obtenção desse índice, 6 superfícies dentárias são avaliadas: a face vestibular dos primeiros molares superiores, face vestibular do incisivo central superior esquerdo, face lingual dos primeiros molares inferiores e face vestibular do incisivo central inferior esquerdo. Para a visualização do biofilme dental foi utilizado o corante verde de malaquita a 2.5% na forma líquida, manipulado em laboratório, e aplicado com haste de algodão nas superfícies de todos os dentes. Após a lavagem bucal com água, foi observado o número de faces dentais coradas. Os escores utilizados para classificar o paciente quanto ao seu índice de higiene oral foram: zero- sem placa; 1- até um terço da superfície com placa; 2- entre um terço e dois terços da superfície com placa; 3- mais de dois terços da superfície com placa (Greene; Vermillion, 1964).

Neste momento de avaliação do biofilme dental foram mostradas ao paciente as áreas de higienização deficiente, sendo realizada orientação de escovação.

Para o diagnóstico e planejamento cirúrgico pré-operatório foi obtida uma radiografia periapical com auxílio de posicionador.

Após a coleta, todos os dados da história médica, odontológica e dados referentes ao exame clínico de cada paciente foram registrados em uma base de

dados própria para este estudo. Os participantes foram identificados através do seu número de cadastro do CAPE-FOUSP até que todos os dados fossem coletados. Depois de completadas todas as informações necessárias, um número novo foi atribuído ao paciente, seguindo a ordem crescente de entrada na pesquisa.

O anexo F traz a planilha com todos os dados de todos os pacientes incluídos nesta pesquisa.