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2. YAġAM KALĠTESĠ ĠLE ĠLGĠLĠ KAVRAMLAR VE TANIMLAR

2.3 YaĢam Kalitesi Göstergeleri Ve Bu Göstergelerin YaĢam Kalitesi Üzerinde

Orgânico 2.550 29,77 774,02 CINZA Resíduos não recicláveis 400 29,77 119,08 PRETO Lixo comum 100 9,90 9,90 VERDE Vidro 100 29,89 29,89 AZUL Papel 100 29,43 29,43 AMARELO Metal 100 28,99 28,99 VERMELHO Plástico 100 29,87 29,87 CONTEINER PARA COLETA SELETIVA 04 UNID CAPACIDADE (430 L) 421,00 1.684,00 TOTAL GERAL 2.705,18

TOTAL PARA SACOS 1.021,18

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o Resíduos gerados :

Os resíduos orgânicos produzidos no RU são compostos basicamente por cascas de frutas e verduras, sementes, caroços, restos de comida, aparas, vegetais deteriorados, entre outros, verifica-se que um meio para minimizar o quantitativo destes, é propor estratégias como, uma melhor adequação no planejamento dos cardápios, que consequentemente possibilitará maiores ajustes quanto ao pedido de gêneros e utilização destes, evitando também a deterioração de alguns vegetais; uma maior observação dos cortes utilizados no pré- preparo das refeições, para verificar se há erros ou desperdício; um maior cuidado quanto a etiquetagem que identificam as sobras, para que estas sejam reutilizadas antes de precisarem ser descartadas; a diminuição dos per capitas de algumas preparações, por meio de um trabalho contínuo de abordagem dos comensais através de ferramentas educativas, mostrando inclusive dados numéricos do desperdício; atentando cada vez mais para a elaboração de cardápios atrativos e saborosos; conversando com os colaboradores, buscando despertá-los para a minimização do desperdício; e implantando algumas preparações que possam reutilizar aparas que seriam desprezadas.

Observando resultados para a caracterização segundo à natureza segundo classificação de Kinacz (2007) temos (Tabela 8):

Tabela 8 - Caracterização segundo à natureza segundo classificação de Kinacz (2007).

RESÍDUOS SEMANA/kg FIM DE SEMANA/kg TOTAL/Kg

Papel/papelão 21,6 3,13 24,73

Vidros 11,88 1,81 13,69

Latas 272,46 43,59 316,05

Resíduos e aparas/ preparo 5.276,07 1.099,5 6.375,57

Restos e sobras 3.181,13 418,2 3.599,33

Outros componentes 880.05 132,01 1.012,06

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o Classificação do resíduo gerado, com sua respectiva classe.

De acordo com a RDC ANVISA nº 306/04 e Resolução CONAMA nº 358/05, os RSSS encontrados no RU são classificados em cinco grupos, de acordo com descrição abaixo:

Grupo A – resíduos orgânicos, com freqüência de geração diária.

Grupo B – produtos de limpeza, desincrustantes e sanitizantes. Com freqüência de geração

diária;

Grupo C – nenhum resíduo gerado contém radionuclídeos;

Grupo D – resíduos domésticos comuns, com freqüência de geração diária;

Grupo E –Facas, equipamentos e cubas antigas. Com freqüência de geração esporádica.

O fluxo dos resíduos para cada grupo o manuseio e acondicionamento

As classes de resíduos, seus tipos, manuseio e acondicionamento estão descrito no quadro 22.

O fluxo dos resíduos está definido por área de recebimento e padronizado pela coleta seletiva.

A área que não tem descrição de setor é porque não recebe os referidos resíduos. Os fluxos dos resíduos recebidos e descartados no Restaurante Universitário que as caixas de textos estiverem sem identificação representa que o resíduos não é gerado neste local e consequentemente não há descarte.

Ex : = Então referida área não recebe, nem gera metal.

Todos os resíduos gerados, em quaisquer áreas que seja, retorna para a casa do lixo. Sequencialmente serão dispostos os fluxogramas, identificados de acordo com as cores da coleta seletiva, na ordem abaixo:

Plástico (Figura 14). Papel (Figura 15). Metal (Figura 16). Orgânico (Figura 17). Não recicláveis (Figura 18). Vidro (Figura 19).

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Quadro 22 - Classes de resíduos produzidos no RU, seus tipos, manuseio e acondicionamento.

CLASSE DO RESÍDUO TIPO RESIDUO GERADO MANUSEIO ACONDICIONAMENTO

PLÁSTICO Garrafas de temperos e de óleos, sacos de temperos, de açúcar, de cereais, peneiras, luvas de limpeza, embalagens de material de

limpeza.

Potes e frascos limpos e sem resíduos para evitar animais transmissores de doenças próximo ao local de armazenamento

Casa do lixo - em sacos identificando residuos por cor da coleta seletiva

PAPEL

Papel de expediente, papelão.

Devem estar secos, limpos (sem gordura, restos de comida), de preferência não amassados. As caixas de papelão devem estar desmontadas por uma questão de otimização do espaço no armazenamento.

Casa do lixo - em sacos identificando residuos por cor da coleta seletiva

METAL Latas de sardinha, conservas (milho e ervilhas), abridores de latas, cubas, equipamentos metálicos danificados.

Devem estar limpos e, se possível, reduzidos a um menor volume (amassados)

Casa do lixo - em sacos identificando residuos por cor da coleta seletiva

ORGANICO Gêneros alimentícios. Monitorar binômio tempo x temperatura, armazenamentos e Fatores de correção

controlados

Casa do lixo - em sacos identificando residuos por cor da coleta seletiva

NÃO RECICLAVEL Tetra pak, copos descartáveis, Esponjas, fibraço, clipes, grampos, Papel toalha, luvas de procedimento, máscaras buconasal, protetores auriculares,

óculos de proteção, vassoura, rodos, panos de chão, panos porosos para higienização, barbantes, sacos de ráfia, material PVC, termômetros, cabo de panelas, tomadas. Lâmpadas, cerâmicas e louças quebradas

CASA DO LIXO

Casa do lixo - em sacos identificando residuos por cor da coleta seletiva

VIDRO Conserva (Azeitona) e garrafas de suco concentrado.

Devem estar limpos e sem resíduos. Podem estar inteiros ou quebrados. Se quebrados devem ser embalados em papel grosso (jornal ).

Casa do lixo - em sacos identificando residuos por cor da coleta seletiva

LIXO COMUM Papel higiênico, absorventes, fio dental, As pilhas e baterias deverão ficar no posto de coleta no Centro de Convivência.

CASA DO LIXO

Casa do lixo - em sacos identificando residuos por cor da coleta seletiva

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Figura 15- Fluxo dos papéis recebidos e descartados no Restaurante

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Figura 17- Fluxo dos gêneros alimentícios recebidos e descartados no Restaurante Universitário.

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Figura 18- Fluxo dos resíduos não recicláveis recebidos e descartados no Restaurante Universitário.

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o Armazenamento interno e externo:

Para o manejo dos resíduos, o RU deve dispor de recipientes identificados com adesivos com cores da coleta seletiva e devem ser íntegros, de fácil higienização e transporte, em número adequado segundo área de produção e em capacidade suficientes para conter os resíduos gerados.

Os coletores deverão ser dispostos de acordo com descrição do quadro 23 a seguir: Quadro 23 – Disposição dos coletores para coleta seletiva por quantidades, tipos e áreas.

Locais Quantidade de coletores TOTAL

Orgânico Não reciclável Plástico Papel Vidro Metal

Área de lavagem de conteiner 1 1

Área de recebimento 1 1 2

Almoxarifado 1 1 1 3

Área de corte de carne 1 1 2

Área de preparo de sobremesas 1 1 1 1 4 Area de corte de hortifrutigranj. 2 1 3 Área de cocção 1 1 1 1 1 5 Copa de panela 1 1 1 3

Copa de lavagem de bandejas 2 1 3

Refeitório 3 3

Casa do lixo 6 1 1 1 1 10

Salas administrativas** 2 2

TOTAL 15 5 10 5 3 3 41

Fonte: Coleta de dados.

** Caixas retangulares para coleta de papel

Os coletores utilizados para deposição dos resíduos das áreas de preparação e armazenamento de alimentos devem ser dotados de tampas acionadas sem contato manual. E os resíduos devem ser freqüentemente coletados e estocados em local fechado e isolado da área de preparação e armazenamento dos alimentos, de forma a evitar focos de contaminação e atração de vetores e pragas urbanas.

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A coleta interna deverá ser dividida em duas fases: Coleta 1- unidade geradora até armazenamento interno; e Coleta 2 – unidade geradora até armazenamento externo.

Para as lixeiras da área interna é obrigatório serem de acionamento com pedal e a unidade dispõe em quantidade suficiente para atendimento da demanda. O que deverá ser feito é o acréscimo de papel adesivado em cores da coleta seletiva.

Nas áreas externas e de circulação poderão se disponibilizadas lixeiras como containers da coleta seletiva.

Os equipamentos de proteção individual utilizados serão máscaras nasobucais, luvas de PVC, botas plásticas, e isto para higienização dos depósitos de resíduos.

A higienização deverá ser realizada segundo etapas seqüenciadas, descrito a seguir: 1. Retirar resíduos dos coletores;

2. Retirar excesso de sujidades;

3. Lavar com esponja e sabão neutro, interna e externamente; 4. Recolocar sacos de acordo com cores da coleta seletiva; 5. Reposicionar depósito dentro das respectivas áreas de geração.

o Características dos carros de coletas adotados pela empresa.

Os carros de transporte do lixo no RU deverão ser de uso exclusivo para este fim, sem associação com qualquer gênero alimentício. A unidade dispõe de carros de transporte para resíduos em aço inox e que são higienizados diariamente e sempre que necessário com os usos do EPIs descritos para higienização de lixeiras e depósitos de resíduos.

A higienização dos carros de coleta interna deverá ser realizada segundo etapas seqüenciadas, como abaixo:

1. Retirar resíduos dos carros de coleta; 2. Retirar excesso de sujidades;

3. Lavar com esponja e sabão neutro, por completo;

4. Reposicionar carros dentro do respectivo local de aguardo .

o O tratamento intra-unidade e a triagem de materiais recicláveis e reutilizáveis.

Para melhoria da sua ambientação uma proposta de reforma foi iniciada em 2010, sem data firmada para conclusão final determinada. Será definida uma área para tratamento intra- unidade e a triagem de materiais recicláveis e reutilizáveis.

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Atualmente a triagem deverá ser realizada próxima a área de lavagem de containers, aproveitando mangueira esguicho para higienização de vidros. Deverá então, até finalização da obra, uma instalação de uma bancada de inox móvel para facilitar triagem de resíduos, evitando contaminação cruzada na área de lavagem de gambarras e containeres.

o A Coleta externa e o destino final.

Quanto à destinação final de compostos orgânicos no RU - UFRN, parte deles poderão continuar sendo direcionados para a Escola Agrícola de Jundiaí para destinação à compostagem e alimentação de animais, e os demais resíduos serão coletados por serviço próprio da UFRN e enviado para o Aterro Sanitário de Ceará Mirim. Sendo este mesmo caminho realizado para resíduos sólidos inorgânicos, ambos compostos agora com medição e diagnóstico qualitativo, separados ainda por categorias e classes.

4.5.3 ETAPA III - Considerações Finais do Plano de Gerenciamento de Resíduos.

A terceira etapa demonstra considerações finais do Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. Apontando para o cumprimento do diagnóstico no local da pesquisa e dos seus processos produtivos, definindo o plano de aplicação do Plano, demonstrando ainda a caracterização dos resíduos produzidos quanto à sua natureza orgânica, inorgânica e seu local de geração e ainda favorecendo a elaboração de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos que atendam aos processos produtivos em Unidades de Alimentação e Nutrição, contextualizando com a realidade do Restaurante Universitário da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atingindo assim objetivos e metas delimitadas pela proposição da pesquisa-ação do estudo. Nos tópicos seguintes sugerem-se estratégias e a proposição de novos objetivos para ampliação do estudo iniciado neste projeto, bem como a proposição de novos temas relevantes a serem estudados e desenvolvidos.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O método para sensibilização com os gestores, nutricionistas, fornecedores e estagiários do local deverá incluir palestras mostrando a problemática do lixo, definições sobre qualidade de matérias primas, noções sobre meio ambiente e orientações sobre o gerenciamento de resíduos.

Propor-se-á aos gestores a oportunidade da criação de um “mural verde” que possa contar com álbuns seriados, cartazes, folhetos informativos, cestos coloridos e práticas de

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incentivo ao consumo racional, e como sugestão, por exemplo, anualmente um(a) estagiária (o) do local desenvolverá algum trabalho de educação ambiental, cumprindo assim o que determina o artigo 225 da Constituição Federal (BRASIL, 2000) e a Lei 9795/99 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental.

PROGRAMA DE REDUÇÃO NA FONTE GERADORA

As ações propostas para a redução da geração, bem como os resíduos destinados à reutilização e a reciclagem, especificando classificação e quantidade, deverão incluir ajustes como descritos no quadro 24.

Quadro 24 – Ações propostas para a redução da geração dos Resíduos.