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IV. ELMALILI TEFSİRİ'NİN GENEL TANITIMI

2.2. Tevrat İle İlgili Tartışmalar

2.2.5. Tevrat'ta Nesih Meselesi

APROPRI AD O

EQU AÇÃO A SER AJU STAD A

CTt sem t ransform ação 0 Lin ear CTt = a + b DEb

CTr sem t ransform ação 0 Cúbica CTr = a + b DEb + c DEb2 + d DEb3

FEr FEr 2 Quadr át ica FEr = a + b DEb + c DEb2

FEe sem t ransform ação 0 Quadr át ica FEe = a + b DEb + c DEb2

CPp ar sem t ransform ação 2 Lin ear CPpar = a + b DEb

CPpel Log CPpel 1 Quadr át ica Lo g CPpel = a + b DEb + c DEb2

DUp a DUpa 1 Cúbica DUpa = a + b DEb + c DEb2 + d DEb3

DUt r

DUtr

1 Cúbica

DUtr

= a + b DEb + c DEb2 + d DEb3

TRper Log TRper 0 Quadr át ica Log TRper = a + b DEb + c DEb2

FDr Log FDr 0 Quadr át ica Log FDr = a + b DEb + c DEb2

CI r

CIr

1 Quadr át ica

CIr

= a + b DEb + c DEb2

On d e: a, b , c e d = coeficien t es das equ ações Log = log ar it m o d e b ase 1 0

4 . 4 . 3 . 3 Eq u a çõe s d e r e g r e ssã o a j u st a d a s

Com base na análise das suposições est at íst icas, at r av és do SAS - Guided Dat a Analysis , aj u st ou - se as equações de r egr essão. A Tabela 11 apr esent a as equações de r egr essão aj ust adas, bem com o o coeficien t e de det er m in ação ( R2) e o n ú m er o de obser v ações ( após a elim in ação d os out lier s) qu e ger ou cada equação.

Com o er a de se esper ar , basean do- se nos r esult ados da análise das cor r elações, houv e ex pr essiv a v ar iação no v alor do R2 ent r e as equações de cada pr opr iedade. O r ank ing, ou h ier ar qu ia, dos coeficien t es de det er m in ação (R2) das equações foi pr at icam ent e o m esm o do dos coeficient es de cor r elação ( CCORR) de

DEb ( v ar iáv el independent e) com as dem ais pr opr iedades. As m udanças de posições ocor r idas for am som ent e das pr opr iedades FEe e DUpa, que inv er t er am a 5 ª e 7 ª p osições, do r ank ing d e CCORR par a o de R2, r espect iv am ent e. Essas m udanças de

posições supost am ent e est ão r elacionadas às t r ansfor m ações das v ar iáv eis dependent es feit as no SAS, bem com à elim inação dos out lier s.

A m aior ia das equações ( 58, 3% ) apr esen t ou u m R2 sat isfat ór io, ou sej a, acim a de 0 , 8 . O m aior v alor en con t r ado f oi o da equ ação par a est im ar CPpar ( R2 = 0 , 9 0 7 ) , e o m en or v alor foi o da equ ação par a est im ar CTt ( R2 = 0, 132) , significando, r espect iv am ent e, o m elhor e o pior desem penho dessas equações qu an t o à pr ecisão das est im at iv as.

Com r elação ao núm er o de obser v ações, ou par es de dados, usados par a o aj ust e de cada equação, houv e v ar iação ent r e um m áx im o de 159 par a FEe, e um m ín im o de 1 1 5 par a FDr ( Tabela 1 1 ) . Tal v ar iação dev eu- se a au sên cia de algu n s dados nas font es de dados e t am bém à elim inação dos out lier s.

Em seqü ên cia são apr esen t adas as Figu r as 2 8 a 3 8 ex ibin do a disper são dos dados e linhas de t endência das equações de r egr essão aj ust adas. Em v ár ias sit uações, a for m a da disper são dos dados m ost r a com clar eza qu e é j u st ificada a t r ansfor m ação do m odelo da equação ( linear , quadr át ica ou cúbica) pr opost a pelo pr ogr am a SAS, por m eio do pr ocedim ent o Guided Dat a Analysis .

Tabela 11. Equações de r egr essão aj ust adas par a est im at iv as das pr opr iedades físicas e m ecânicas a par t ir da densidade básica ( DEb) .

PROPRI ED AD E EQU AÇÃO AJU STAD A R2 N º OBS

CTt CTt = 6, 4526 + 3, 6368 DEb 0 , 1 3 2 1 3 8

CTr CTr = 12,021 – 43,633 DEb + 76,073 DEb2 – 39,532 DEb3 0 , 2 2 0 1 3 8

FEr FEr = 1 , 4 1 6 9 + 1 9 , 8 4 4 DEb – 7, 517 DEb2 0 , 9 0 2 1 5 6

FEe FEe = - 1741, 8 + 32414 DEb – 12889 DEb2 0 , 8 1 0 1 5 9

CPp ar CPpar = - 5 , 1 5 5 8 + 1 0 8 , 5 5 DEb 0 , 9 0 7 1 5 7

CPpel Log CPpel = - 0 , 1 6 5 5 + 2 , 3 1 5 3 DEb – 0,7795 DEb2 0 , 8 8 9 1 5 3

DUp a DUpa = 68, 329 – 191,0 DEb + 553, 09 DEb2 – 306, 32 DEb3 0 , 8 1 4 1 5 7

DUt r

DUtr

= 44, 812 – 129,76 DEb + 454,44 DEb2 – 239, 73 DEb3 0 , 8 9 4 1 5 6

TRper Log TRper = - 0 , 1 3 9 + 2 , 0 2 1 8 DEb – 1,2795 DEb2 0 , 3 6 6 1 5 4

FDr Log FDr = - 0 , 0 1 0 3 + 1 , 9 4 2 5 DEb – 1, 1534 DEb2 0 , 4 7 7 1 1 5

CI r

CIr

= 0, 7111 + 5, 7022 DEb – 1,7949 DEb2 0 , 8 1 4 1 5 6

On d e: R2 = coef icien t e de det er m in ação

Nº OBS = n ú m er o d e p ar es d e d ad os ( ob ser v ações) q u e g er ou a eq u ação Log = log ar it m o d e b ase 1 0

Figu r a 2 8 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar a cont r ação t angencial ( CTt ) em função de DEb.

Figu r a 3 0 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar o m ódulo de r upt ur a à flex ão est át ica ( FEr ) em fu n ção de DEb.

Figu r a 2 9 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar a cont r ação r adial ( CTr ) em fu n ção de DEb.

Figu r a 3 1 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar o m ódulo de elast icidade à flexão est át ica ( FEe) em função de DEb.

Figu r a 3 2 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar a r esist ência à r upt ur a à com pr essão par alela às fibr as ( CPpar ) em função de DEb.

Figu r a 3 4 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar a dur eza Jank a par alela às fibr as ( DUpa) em função de DEb.

Figu r a 3 3 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar a r esist ência no lim it e pr opor cional à com pr essã o per pendicular às fibr as ( CPpel) em fu n ção de DEb.

Figu r a 3 5 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar a dur eza Jank a t r ansv er sal às fibr as ( DUt r) em função de DEb.

Figu r a 3 6 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar a r esist ência à r upt ur a à t r ação per pendicular às fibr as ( TRper ) em função de DEb.

Figu r a 3 8 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar a r esist ência à r upt ur a ao cisalham e nt o ( CI r ) em fu n ção de DEb.

Figu r a 3 7 - Disper são dos dados e linha de t endência da equação de r egr essão par a est im ar a r esist ência à r upt ur a ao fendilham ent o ( FDr ) em função de DEb.

4 . 5 Ag r u p a m e n t o s d a s e sp é cie s d o e st u d o

A seguir são desc r it os os r esult ados dos agr upam ent os das 1 8 7 espécies do est udo das t r ês m aneir as que for am r ealizados: a) agr upam ent o com base na densidade básica ( DEb) ; b) agr upam ent o pelo conj unt o das 12 pr opr iedades físicas e m ecânicas; e, c) agr upam ent os consider ando apenas as pr incipais pr opr iedades físicas e m ecânicas par a difer ent es usos finais.

4 . 5 . 1 Ag r u p a m e n t o p e la d e n sid a d e b á sica

O agr upam ent o com base na densidade básica ( DEb) r ev elou um a dist r ibuição bast ant e pr óx im a da nor m al, onde a m aior par t e das 187 espécies, ou sej a, 1 5 7 ( 8 4 , 0 % ) , sit ua- se nas classes cent r al ( Média) e int er m ediár ias ( Lev e e Pesada) , e a m enor par t e, ou sej a, 3 0 ( 1 6 , 0 % ) , sit ua- se nas classes ex t r em as ( Muit o Lev e e Muit o Pesada) . A classe com a m enor fr eqüência foi a Muit o Pesada c om 10 espécies ( 5, 3% do t ot al) . A Figur a 39 e a Tabela 12 apr esent am , r espect iv am ent e, a dist r ibuição da fr eqüência e a r elação das espécies pelas classes de DEb definidas nesse t r abalho.

2 0 ( 1 0 , 7 % ) 4 3 ( 2 3 , 0 % ) 6 6 ( 3 5 , 3 % ) 4 8 ( 2 5 , 7 % ) 1 0 ( 5 , 3 % ) 0 2 0 4 0 6 0 8 0 M u i t o l e v e ( < = 0 , 3 6 ) L e v e ( 0 , 3 7 - 0 , 5 3 ) M é d i a ( 0 , 5 4 - 0 , 7 1 ) P e s a d a ( 0 , 7 2 - 0 , 8 8 ) M u i t o p e s a d a ( > = 0 , 8 9 ) ( g . cm- 3) F r e q u ê n c ia d a s e s p é c ie s

Figur a 39 - Dist r ibuição da fr eqüência das espécies do est udo de acor d o com a classe de densidade básica ( DEb) .

Tabela 12. Agr upam ent o, pelo nom e usual, das espécies do est udo quant o à densidade básica ( DEb) . M UI TO LEVES (≤ 0,36 g.cm- 3) LEVES ( 0,37 - 0,53 g.cm- 3) MÉDI AS ( 0,54 - 0,71 g.cm- 3) PESAD AS ( 0,72 - 0,88 g.cm- 3) M UI TO PESAD AS (≥ 0,89 g.cm- 3) - Apuí ( Apu026)

- Apuí-am arelo ( Apu027) - Apuí- branco ( Apu028) - Apuí- pret o ( Apu029) - Em birat anha ( Em b077) - Gam eleira ( Gam 092) - I m baúba ( I m b097) - I m baúba - branca ( I m b098) - I m baúba - gigante ( I m b099)

- Jaracat iá ( Jar115) - Malva-branca ( Mal136) - Malva-pent e -d e-m acaco ( Mal137) - Marupá ( Mar142) - Mulungu ( Mul148) - Mut am ba ( Mut 152) - Pent e -d e- m acaco ( Pen164)

- Sam aúm a ( Sam 174) - Sam aúm a- barriguda ( Sam 175)

- Sam aúm a- pret a ( Sam 176)

- Vela- branca ( Vel200)

- Açacu ( Aca009)

- Angelim -saião ( Ang023) - Angico ( Ang024) - Arapari ( Ara031) - At a ( At a033) - Baj inha ( Baj 038) - Burra - leit eira ( Bur043) - Caj uí ( Caj 048) - Cam bará ( Cam 050) - Canafíst ula ( Can051) - Caucho ( Cau061) - Cedrinho ( Ced062) - Cedro ( Ced063) - Cedro - br anco ( Ced064) - Cerej eira ( Cer065) - Copaíba ( Cop068) - Copaíba- branca ( Cop069) - Corrim boque ( Cor071) - Corrim boque-duro ( Cor072)

- Fava-bolacha ( Fav088) - Jequit ibá ( Jeq118) - Lim ãozinho ( Lim 125) - Louro-am arelo ( Lou128) - Manga-d e-ant a ( Man138) - Mogn o ( Mog144)

- Morototó ( Mor145) - Pau- brasil (Pau157) - Pau- d'arco- branco ( Pau159)

- Pau- sangue ( Pau162) - Quaruba ( Qua171) - Seringarana ( Ser178) - Seringueira ( Ser179) - Taperebá ( Tap186) - Tauari ( Tau188)

- Abiurana - abíu (Abi004) - Abiurana - folha- cinzent a ( Abi006)

- Abiurana - pret a (Abi007) - Abiurana - verm elha (Abi008) - Am apá ( Am a011)

- Am arelão (Am a012 ) - Andiroba (And013) - Angelca (Ang014) - Angelim ( Ang016) - Angelim -branco (Ang018) - Angelim -da-m at a (Ang019) - Bacuri (Bac034 )

- Bacuri- de-ant a ( Bac035) - Br eu- branco ( Bre040) - Br eu- m anga (Bre041) - Cabelo-d e-cut ia (Cab044) - Caf é- bravo (Caf045 ) - Caferana (Caf046) - Caripé -roxo (Car 056) - Cast anheira (Cas058) - Cat uaba (Cat 059) - Cat uaba-roxa (Cat 060) - Cer nam bi- de- índio (Cer 066) - Envira - caj ú ( Env079 ) - Envira -vassourinha ( Env084 ) - Espinheiro - pret o ( Esp085 ) - Fava-am arela ( Fav087) - Feij ão- bravo ( Fei090) - Grão - de- galo (Gr a094) - Guariúba (Gua096) - I ngá ( I ng101) - I ngá-d e-várzea (I ng102) - I ngá-ferro ( I ng103 ) - I ngá-m irim (I ng104) - I ngá-pr et a (I ng105) - Abíu(Abi001 ) - Abíu- bravo (Abi002 ) - Abiurana (Abi003) - Acariquara (Aca010 ) - Angelim -am argoso ( Ang017 )

- Angico - am arelo ( Ang025) - Araçá ( Ara030)

- Aroeira (Aro032 ) - Baj ão ( Baj 037) - Bálsam o (Bal039) - Br eu- verm elho (Br e042) - Carapanaúba - am arela (Car 053)

- Carapanaúba - preta (Car 054)

- Caripé -branco (Car 055) - Caripé -verm elho (Car057) - Coaçu (Coa067)

- Copinho (Cop070) - Cum ar u-cet im (Cum 073) - Cum arurana (Cum 075) - Envira - am arela ( Env078 ) - Envira - conduru ( Env080 ) - Envira - sangue ( Env083) - Farinha- sêca ( Far086 ) - Fava-orelinha ( Fav089) - Feij ãozinho ( Fei091 ) - I m birindiba -am arela ( I m b100)

- I nharé (I nh108) - I pê -am arelo ( I pe110) - I t aúba ( I t a111) - Jat obá ( Jat 116) - Jut aí ( Jut 123)

- Louro-chum bo ( Lou131 ) - Cum ar u-ferro (Cum 074 ) - Cupuaçu-bravo (Cup076) - I ngá-verde (I ng106) - I t aúba- pret a ( I t a112) - Jacarandá ( Jac114 ) - Maraxim bé- verm elho ( Mar140)

- Muiraxim bé -branco ( Mui147 )

- Murici ( Mur150) - Pit aíca ( Pit 169) - Quina-quina -am arela ( Qui172)

Tabela 12. Agr upam ent o, pelo nom e usual, das espécies do est udo quant o à densidade básica ( DEb) . M UI TO LEVES (≤ 0,36 g.cm- 3) LEVES ( 0,37 - 0,53 g.cm- 3) MÉDI AS ( 0,54 - 0,71 g.cm- 3) PESAD AS ( 0,72 - 0,88 g.cm- 3) M UI TO PESAD AS (≥ 0,89 g.cm- 3)

- Tax i-branco ( Tax189) - Tim baúba ( Tim 193) - Torém ( Tor194) - Torém -d e- lixa ( Tor195) - Torém - im baúba (Tor196) - Ucuuba- branca ( Ucu197) - Ucuuba- preta ( Ucu198) - Ucuuba- punã ( Ucu199) - Xix á- casca-dura ( Xix203)

- I ngá-verm elha ( I ng107) - I nharé -am arelo (I nh109) - Jenipapo ( Jen117) - Jit ó - branco ( Jit11 9) - Jit ó - da- t erra-firm e ( Jit 120) - Jit ó - pret o ( Jit 121)

- João-m ole ( Joa122 ) - Laranj inha ( Lar124) - Louro ( Lou126) - Louro-abacat e ( Lou127) - Louro-arit u ( Lou129) - Louro-bost a (Lou130) - Louro-pret o ( Lou132) - Manit ê ( Man139 )

- Marfim- fedorent o ( Mar141) - Muirapiranga ( Mui146) - Mulungu- duro ( Mul149) - Mururé ( Mur151) - Pam a - caucho ( Pam 155) - Pau-m arfim (Pau161) - Pau- sangue- casca-grossa ( Pau163 ) - Pereiro (Per 165) - Piqui (Piq167) - Piquiarana ( Piq168) - Sapot a (Sap177 ) - Sorva ( Sor180)

- Sucupira- am arela ( Suc181 ) - Tax i-pret o (Tax190) - Tax i-verm elho ( Tax191) - Xixá (Xix202)

- Xixuá (Xix204)

- Maçaranduba ( Mac133) - Macucu- chiador ( Mac134) - Macucu- sangue ( Mac135) - Mat am at á ( Mat 143) - Pacot e (Pac153 )

- Pam a -am arela ( Pam 154) - Pam a - pret a (Pam 156 ) - Pau- conserva (Pau158) - Pint adinho ( Pin166) - Roxinho ( Rox173) - Sucupira- pret a (Suc183) - Taboarana (Tab184) - Tam arina (Tam 185 ) - Tat aj uba ( Tat 187) - Taxirana (Tax192) - Violet a (Vio201)

n = 2 0 n = 4 3 n = 6 6 n = 4 8 n = 1 0

On d e: n = n ú m er o d e esp écies d a classe/ g r u p o d e DEb

A nor m alidade da dist r ibuição dos dados foi v er ificada, por m eio do pr ogr am a SAS, at r av és de um t est e de nor m alidade ( r ot ina de pr ogr am a PROC UNI VARI ATE NORMAL) , o qual r ev elou um índice W: Nor m al de 0, 9484, o que dem onst r a um a pr obabilidade de cer ca de 95% da dist r ibuição ser nor m al, a um n ív el de sign ificân cia de 9 5 % . Os coeficien t es de assim et r ia e de cu r t ose for am , r espect iv am ent e, de - 0 , 2 3 4 5 e - 0, 8028, sign if ican do qu e a cu r v a da dist r ibu ição de DEb t en de a f or m a n or m al clássica, a qu al, segu n do Cou t o1 3, por convenção, possui esses coeficient es com pr eendidos ent r e - 2,0 e + 2,0.

Os par âm et r os est at íst icos sim ples de DEb são apr esent ados m ais à f r en t e ( Tabela 13) j unt am ent e com as out r as pr opr iedades. Com r elação à v ar iabilidade ( CV% ) , DEb apr esent ou- se posicionada em m eio às out r as pr opr iedades, ou sej a, h ou v e seis pr opr iedades com o CV% acim a e cin co pr opr iedades com o CV% abaix o do de DEb.

Com o j á m enc ionado, o pr incipal obj et iv o de agr upar as m adeir as por DEb é ser v ir com o u m r ef er en cial par a o agr u pam en t o u t ilizan do t odas as pr opr iedades desse est udo, consider ando suas est r eit as r elações com as out r as pr opr iedades, pr incipalm ent e as m ecânicas.

Em g eral, o agr upam ent o por DEb r euniu m adeir as m uit o sim ilar es em v ár ios aspect os, especialm ent e nas classes ex t r em as. Por ex em plo, as m adeir as per t en cen t es à classe Mu it o Lev e com o os apu ís ( Apu 0 2 6 , Apu 0 2 7 , Apu 0 2 8 e Apu 0 2 9 ) , Mar u pá ( Mar 1 4 2 ) , e as sam aú m as ( Sam1 7 4 , Sam 1 7 5 e Sam 1 7 6 ) , são de apar ência bast ant e pr óx im as, sendo, em ger al, m adeir as clar as, m uit o por osas e com baix a r esist ência a esfor ços m ecânicos. Já nas classes Média, Lev e e Pesada, essa difer enciação t or na- se m ais com plicada, pois cont êm espécies com as m ais v ar iadas pr opr iedades, t ant o or ganolépt icas ( cor , t ex t ur a, gr ã, et c. ) , com o t am bém físicas e m ecânicas.

Dev ido aos alt os CCORR com a m aior ia das out r as pr opr iedades, o

agr upam ent o por DEb j á ser ia de bast ant e ut ilidade par a definir os usos das m adeir as, sobr et udo par a aquelas consider adas pouco conhecidas. No ent ant o, par a as espécies t r adicionais, ou r econhecidas no m er cado de m adeir as, esse agr upam ent o est á longe de ser definit iv o, pois há out r os aspect os ( decor at iv o, t r abalhabilidade, dur abil idade nat ur al, et c. ) a ser em consider ados par a se definir o seu uso final. Um im por t ant e aspect o de um a m adeir a t r adicional é o seu v alor

econôm ico de m er cado, o qual é em função de suas qualidades. Ex em plo disso são o Mogno ( Mog1 4 4 ) e o Açacu ( Aca009) que est ão na m esm a classe de densidade básica ( Lev e) , m as que t em aplicações com plet am ent e difer ent es, pois enquant o a pr im eir a m adeir a é de gr ande v alor de m er cado e usada par a a confecção de m óv eis de alt o lu x o, a ou t r a é de m édio a baix o v alor de m er cado e u sada, por ex em plo, par a caix ot ar ia ( em balagens) quando é, ger alm ent e, descar t áv el em face da fr agilidade à r upt ur as e baix a dur abilidade nat ur al.

4 . 5 . 2 Ag r u p a m e n t o p e lo co n j u n t o da s p r o p r ie d a d e s f ísica s e m e câ n ica s

A seguir são apr esent ados os r esult ados obt idos do agr upam ent o das espécies do est udo por t odas as pr opr iedades físicas e m ecânicas, por m eio da análise m ult iv ar iada.

4 . 5 . 2 . 1 Pa r â m e t r os e st a t íst icos sim p le s d a a m ost r a

A Tabela 1 3 apr esent a os par âm et r os est at íst icos sim ples das 1 2 propr iedades par a as 1 8 7 espécies do est udo.

Tabela 1 3 . Par âm et r os est at íst icos sim ples das pr opr iedades físicas e m ecânicas par a as espécies do est udo.

PARÂM ETRO D Eb CTt CTr FEr

MÉDI A 0 , 6 1 6 9 8 , 6 1 8 7 4 , 7 4 0 6 116,044

DESVI O PADRÃO 0 , 1 6 9 6 1 , 6 2 2 2 1 , 0 2 8 9 3 9 ,6 0 8

CV% 27,5 18,8 21,7 34,1

PARÂM ETRO FEe CPpa r CPpe l D Upa

MÉDI A 1 2 9 3 5 , 4 5 6 2 , 3 8 0 10,2102 8 2 5 2 , 0 9 6

DESVI O PADRÃO 3141,71 1 9 , 3 8 2 4 , 9 1 3 7 3 9 8 4 , 0 8 6

CV% 24,3 31,1 48,1 48,3

PARÂM ETRO DUt r TRpe r FD r CI r

MÉDI A 7 3 3 9 , 7 1 1 3 , 9 6 4 7 5 , 3 4 6 0 12,7149

DESVI O PADRÃO 4 011, 744 1 , 0 4 4 6 1 , 2 7 5 9 4 , 3 0 4 8

CV% 54,7 26,3 23,9 33,9

As pr opr iedades apr esen t ar am u m a v ar iabilidade ( CV% ) bast an t e acent uada, sendo que o m enor coeficient e de v ar iação foi o de CTt ( 1 8 , 8 % ) e o m ai o r f o i o de DUt r ( 5 4 , 7 % ) . Essa v ar iabilidade é bast ant e sim ilar à encont r ada par a as 163 espécies do LPF/ I BAMA ( Tabela 8) .

4 . 5 . 2 . 2 Co r r e la çõ e s e n t r e a s p r o p r ie d a d e s

Em ger al, houv e alt a cor r elação ent r e as pr opr iedades físicas e m ecân icas das 1 8 7 espécies do est u do, on de se dest aca o coeficien t e de cor r elação de DEb v s. CPpar , que at ingiu o elev ado v alor de 0, 9741. Sust ent ando a m esm a posição da análise par a as 163 espécies, por ém com um v alor um pouco m elhor , o m enor dos coeficient es de cor r elação foi de CTr v s. TRper , com o v alor de 0, 2416. A Tabela 14 apr esent a a m at r iz dos coeficient es de cor r elação das pr opr iedades.

Tabela 14. Mat r iz dos coeficient es de cor r elação das pr opr iedades físicas e m ecânicas das espécies do est udo.

PROP. D Eb CT t CTr FEr FEe CPpar CPpe l DUpa D Ut r TRper FDr CI r D Eb 1 0 , 4 1 1 5 0 , 4 4 2 7 0 , 9 5 0 1 0 , 9 2 9 9 0 , 9 7 4 1 0 , 9 5 9 8 0 , 9 1 3 1 0 , 9 5 7 7 0 , 7 4 4 4 0 , 8 4 4 0 0 , 9 4 6 3 CT t 0 , 4 1 1 5 1 0 , 6 3 2 8 0 , 5 1 0 4 0 , 5 2 7 0 0 , 4 4 6 6 0 , 3 9 1 5 0 , 4 3 8 4 0 , 4 0 4 8 0 , 2 9 5 9 0 , 3 7 5 2 0 , 3 7 2 4 CTr 0 , 4 4 2 7 0 , 6 3 2 8 1 0 , 5 0 2 9 0 , 4 8 3 6 0 , 4 6 3 7 0 , 4 7 8 4 0 , 4 4 4 7 0 ,4 3 8 5 0 , 2 4 1 6 0 , 3 5 7 3 0 , 3 7 9 0 FEr 0 , 9 5 0 1 0 , 5 1 0 4 0 , 5 0 2 9 1 0 , 9 6 5 3 0 , 9 7 1 2 0 , 9 2 7 9 0 , 9 3 1 4 0 , 9 4 1 9 0 , 7 3 0 0 0 , 8 4 1 1 0 , 9 3 6 5 FEe 0 , 9 2 9 9 0 , 5 2 7 0 0 , 4 8 3 6 0 , 9 6 5 3 1 0 , 9 4 7 9 0 , 8 6 8 0 0 , 8 8 9 3 0 , 9 0 3 6 0 , 7 2 5 0 0 , 8 4 1 8 0 , 9 2 1 9 CPpar 0 , 9 7 4 1 0 , 4 4 6 6 0 , 4 6 3 7 0 , 9 7 1 2 0 , 9 4 7 9 1 0 , 9 4 2 6 0 , 9 3 1 6 0 , 9 5 4 0 0 , 7 2 6 6 0 , 8 2 8 7 0 , 9 4 4 5 CPpe l 0 , 9 5 9 8 0 , 3 9 1 5 0 , 4 7 8 4 0 , 9 2 7 9 0 , 8 6 8 0 0 , 9 4 2 6 1 0 , 9 1 3 7 0 , 9 5 2 3 0 , 6 7 6 3 0 , 7 8 1 4 0 , 9 1 6 9 DUpa 0 , 9 1 3 1 0 , 4 3 8 4 0 , 4 4 4 7 0 , 9 3 1 4 0 , 8 8 9 3 0 , 9 3 1 6 0 , 9 1 3 7 1 0 , 9 7 0 2 0 , 6 7 6 6 0 , 7 7 2 6 0 , 9 2 5 9 D Ut r 0 , 9 5 7 7 0 , 4 0 4 8 0 , 4 3 8 5 0 , 9 4 1 9 0 , 9 0 3 6 0 , 9 5 4 0 0 , 9 5 2 3 0 , 9 7 0 2 1 0 , 6 9 3 9 0 , 7 9 6 4 0 , 9 5 1 0 TRper 0 , 7 4 4 4 0 , 2 9 5 9 0 , 2 4 1 6 0 , 7 3 0 0 0 , 7 2 5 0 0 , 7 2 6 6 0 , 6 7 6 3 0 , 6 7 6 6 0 , 6 9 3 9 1 0 , 8 7 9 6 0 , 8 1 5 6 FDr 0 , 8 4 4 0 0 , 3 7 5 2 0 , 3 5 7 3 0 , 8 4 1 1 0 , 8 4 1 8 0 , 8 2 8 7 0 , 7 8 1 4 0 , 7 7 2 6 0 , 7 9 6 4 0 , 8 7 9 6 1 0 , 8 8 1 9 CI r 0 , 9 4 6 3 0 , 3 7 2 4 0 , 3 7 9 0 0 , 9 3 6 5 0 , 9 2 1 9 0 , 9 4 4 5 0 , 9 1 6 9 0 , 9 2 5 9 0 ,9510 0 , 8 1 5 6 0 , 8 8 1 9 1 On d e: PROP. = pr opr iedades f ísicas e m ecân icas do est u do

A Figur a 40 t r az a r epr esent ação gr áfica dos coeficient es de cor r elação m édios ( calculados pela ex pr essão ( 16) ) das pr opr iedades par a as 187 espécies do est udo.

CORRELAÇÃO MÉDI A