IV. ELMALILI TEFSİRİ'NİN GENEL TANITIMI
2.2. Tevrat İle İlgili Tartışmalar
2.2.4. Tevrat'ın Tahrifi Meselesi
3 . 1 Ár e a d o e st u d o
A ár ea do est udo é com post a por 1 2 pequenas pr opr iedades do Pr oj et o de Colonização Pedr o Peix ot o ( assent am ent o do I NCRA) , localizadas nas m ar gens da r odov ia BR- 3 6 4 , t r echo Rio Br anco- Por t o Velho, dist ando, em m édia, a 110 k m da capit al Rio Br anco, sendo o pont o cent r al com coor denadas geogr áficas de S 009° 46’200” e W 067° 06’300” ( Figur a 7) . Nessas pr opr iedades é desenv olv ido pelo CPAF – Acr e/ Em br apa ( Cent r o de Pesquisa Agr oflor est al do Acr e, unidade de pesquisa da Em pr esa Br asileir a de Pesquisa Agr opecuár ia) , desde 1 9 9 6 , um pr oj et o de m anej o flor est al m adeir eir o com unit ár io.
Escal a ap r o x i m ad a 1 : 5 8 0 .0 0 0
Figur a 7 - Localização da ár ea do est udo. Pequenas
pr opr ie da de s sob m a ne j o flor e st a l
Rodovia BR- 3 6 4
O Pr oj et o de Colonização Pedr o Peix ot o possui um a ár ea t ot al de 378. 395 ha e abr iga cer ca de 3. 000 fam ílias ( Cav alcant i, 1994) . Segundo Ar auj o & Silv a ( 2000) , os solos em ger al são de baix a fer t ilidade, ocorre ndo, por ém , pequ en as m an ch as com bom pot en cial agr ícola. O clim a é t ipicam en t e t r opical, bast an t e qu en t e e ú m ido, com post o de est ações de seca ( m aio a ou t u br o) e de chuv a ( nov em br o a abr il) bem definidas. A t em per at ur a m édia anual sit ua- se em t or no de 25º C. As pr ecipit ações anuais v ar iam de 1. 700 a 2. 400 m m . A um idade r elat iv a do ar é elev ada, sit uando- se, em m édia, acim a dos 80% . A cober t ur a flor est al é const it uída por flor est a t r opical pr im ár ia densa am azônica. Segundo Ar auj o ( 1998) , est im a - se em cer ca de 30 a 40% a alt er ação da cober t ur a flor est al or iginal, pr incipalm ent e na for m ação de past agens e desm at am ent os par a agr icult ur a em pequena escala ( subsist ência) .
Em m édia, cada pr opr iedade possui um a ár ea t ot al de 72 ha, com apr ox im adam ent e 75% de cober t ur a flor est al pr im ár ia. A ár ea da pr opr iedade efet iv am ent e sob m anej o flor est al é a ár ea de Reser v a Legal, que cor r esponde à m et ade ( 5 0 % ) da sua ár ea t ot al e localiza- se na par t e post er ior dest a. A ár ea sob m an ej o f lor est al de cada pr opr iedade é, em m édia, de 3 6 h a. A ár ea t ot al sob m anej o flor est al ( som a das ár eas das 12 pr opr iedades) é de 431 ha ( Ar auj o & Oliv eir a, 1996) .
3 . 2 Pla n o d e m a n e j o f lor e st a l
Em linhas ger ais, segundo Ar auj o ( 1 9 9 8 ) , o plano de m anej o flor est al con sist e em d iv id ir a p ar t e sob manej o ( Reser v a Legal) das pr opr iedades em 1 0 com par t im en t os de igu al t am an h o ( apr ox im adam en t e 3 , 6 h a cada) , ex plor an do- se um ao ano, a um a int ensidade ex plor at ór ia m édia em t or no de 8, 0 m3.ha- 1 ( Figur a 8) . O ciclo de cor t e é, por t ant o, de dez anos.
A in t ensidade ex plor at ór ia de 8, 0 m3.ha- 1 r epr esen t a cer ca de u m qu in t o das r ecom endações par a o m anej o flor est al na Am azônia br asileir a. Result ados de pesquisas em m anej o flor est al na Am azônia indicam um a int ensidade ex plor at ór ia e um ciclo de cor t e ót im os, de 4 0 m3.ha- 1 e 3 0 anos, r espect iv am ent e ( Silv a, 1 9 9 0 ; Higuchi & Vieir a, 1 9 9 0 ) . Essas r ecom endações baseiam- se na pr odut iv idade v olum ét r ica m édia de um a flor est a m anej ada, que se sit ua em t or no de 2, 0 m3.ha- 1. Assim , em t er m os de r ecom posição ou r ot ação sust ent áv el da flor est a, a
ex pect at iv a é de que o cur t o ciclo de cor t e de dez anos pr ev ist o par a as pr opr iedades do P. C. Peix ot o, sej a com pensado pela baix a int ensidade ex plor at ór ia de 8 , 0 m3.ha- 1.
Figur a 8 - Desenho esquem át ico de um a pequena pr opr iedade sob m anej o flor est al do Pr oj et o de Colonização Pedr o Peix ot o.
Est udos básicos m ost r ar am que as ár eas possuem pot encial de m édio a bom par a o m an ej o flor est al. Segu n do Ar au j o & Oliv eir a ( 1 9 9 6 ) , o i nv ent ár io de r econhecim ent o ( diagnóst ico) r ev elou a ocor r ênc ia de apr ox im adam en t e 3 0 0 espécies de ár v or es com um a dist r ibuição diam ét r ica bast ant e equilibr ada, um núm er o m édio de 375 ár v or es. ha- 1 ( DAP ≥ 10, 0 cm ) , ár ea basal m édia de 21, 96 m2.ha- 1 ( DAP ≥ 10,0 cm ) , v olum e t ot al m édio de 180,36 m3.ha- 1 ( DAP ≥ 10,0 cm ) e v olum e com er cial t ot al de 73, 07 m3.ha- 1 ( DAP ≥ 50,0 cm ) .
Os t r abalhos de ex plor ação flor est al são, nor m alm ent e, iniciados nos m eses de m aio ou j unho, est endendo- se at é set em br o a out ubr o. Nesse per íodo, as at iv idades de m anej o flor est al são per feit am ent e com pat ibilizadas com as out r as at iv idades do calendár io agr ícola dos pr odut or es ( agr icult ur a, pecuár ia e ex t r at iv ism o) , além das condições clim át icas ser em m ais fav or áv eis, pois é o per íodo de est iagem am azônico.
A ex plor ação flor est al é const it uída, basicam ent e, por t r ês oper ações r ealizadas em seqüência: a) cor t e da ár v or e; b) desdobr o ( t r ansfor m ação da t or a em peças ser r adas no pr ópr io local do cor t e, ut ilizando m ot osser r as e/ ou ser r ar ia por t át il) ; e, c) r et ir ada, por t r ação anim al, da m adeir a ser r ada at é a v ia de
escoam ent o. Essas oper ações car act er izam- se por não ut ilizar em m áquinas pesadas, por t ant o, não r equer em gr andes inv est im ent os, além de ser em m enos agr essiv as à flor est a. Os danos são r eduzidos, quando com par ados com um a ex plor ação conv encional m ecanizada.
O sist em a de m anej o flor est al pr opost o, além de oper ações de ex plor ação pr opr iam ent e dit as, com põe- se ainda das seguint es et apas: a) inv ent ár io pr é - ex plor at ór io a 100% dos com par t im ent os a ser em ex plor ados ( possibilit ando o planej am ent o da ex plor ação quant o às espécies, t ipos de pr odut os, logíst ica, et c. ) ; b) t r at am ent o silv icult ur al de cor t e de cipós ( t em com o obj et iv o fav or ecer o desenv olv im ent o das ár v or es, bem com o liber á - las do ent r elaçam ent o com as copas de out r as ár v or es, t endo em v is t a a der r ubada) ; c) inv ent ár io cont ínuo por m eio de par celas am ost r ais per m anent es ( t em com o obj et iv o m onit or ar a flor est a pr incipalm ent e quant o ao cr escim ent o v olum ét r ico e o com por t am ent o da r egener ação nat ur al) ; e, d) av aliação de danos da ex plor ação quant o à aber t ur a de clar eir as e t r ilhas de ar r ast e, ár v or es danificadas, et c.
3 . 3 I n v e n t á r io f lor e st a l a 1 0 0 %
O invent ário pré - ex plor at ór io é r ealizado em cada com par t im ent o de m an ej o das pr opr iedades, n or m alm en t e, n os m eses de ou t u br o e n ov em br o do an o ant ecedent e à ex plor ação, abor dando 1 0 0 % das ár v or es ocor r ent es com DAP ≥ 50, 0 cm . Nesse inv ent ár io são t om adas infor m ações sobr e a denom inação usual das espécies, m ensur ados os diâm et r os, obser v adas as condições de apr ov eit am ent o da t or a, além da plot ação das ár v or es em cr oqui.
A ident ificação em cam po das espécies ( denom inação usual) é r ealizada por “ m at eir os” ex per ient es, ut ilizando- se de obser v ações v isuais das folhas, casca, lenho, ex sudações, et c. Junt am ent e com a ident ificação das espécies são t omad os, com aux ílio de um a t r ena, as CAP’s ( cir cunfer ências à alt ur a do peit o) das ár v or es, que post er ior m ent e são conv er t idas em DAP’s ( diâm et r os à alt ur a do peit o) . A condição de apr ov eit am ent o da t or a é definida em função dos defeit os ex ist ent es ( t or t u osidade, pr esença de podr idão, oco ou r achadur as, et c. ) e for nece um in dicat iv o do est ado da ár v or e, com v ist as ao apr ov eit am en t o possív el par a peças de m adeir a ser r adas. Em bor a não se quant ifique o nív el de apr ov eit am ent o em t er m os v olum ét r icos, a condição de apr ov eit am ent o da t or a é um cr it ér io de escolha
par a o abat e da ár v or e , j u n t am en t e com a abu n dân cia ( ár v or es.ha- 1) , volum e ( m3.ha- 1) e a m anut enção de ár v or es p or t a- sem ent es. A plot ação das ár v or es em cr oqui é r ealizada de m odo apr ox im ado, t endo com o r efer enciais as picadas feit as par a o inv ent ár io no cent r o e nas bor das dos com par t im ent os.
As Figur as 9 e 10 apr esent am , r espect iv am ent e, um m odelo da ficha de cam po ut ilizada no inv ent ár io flor est al a 100% e um ex em plo de cr oqui com as ár v or es plot adas.
Figur a 9 - Modelo da ficha de cam po ut ilizada no inv ent ár io flor est al a 100% .
Figur a 10 - I nv ent ár io flor est al a 100% : ex em plo de cr oqui com a dist r ibuição das ár v or es ocor r ent es no com par t im ent o de m anej o.
Com o j á m encionado, o pr incipal obj et iv o do inv ent ár io a 100% é possibilit ar o plan ej am en t o da ex plor ação, em t er m os de espécies a ser em ex plor adas, v olum es de m adeir a, t ipos de pr odut os a ser em confeccionados, et c. , baseado no est oque de m adeir a disponív el de cada ár ea.
Nesse t r abalho os r esult ados do inv ent ár io pr é - ex plor at ór io são ex pr essos, por espécie, em : a) núm er o t ot al de ár v or es ( NT) na ár ea inv ent ar iada; b) abundância ( núm er o de ár v or es) por hect ar e ( AB) ; c) v olum e t ot al das ár v or es em pé ( VT) n a ár ea in v en t ar iada; d) v olu m e por h ect ar e das ár v or es em pé ( V) ; e) ár ea basal t ot al ( ABsT) na ár ea inv ent ar iada; f) ár ea basal por hect ar e ( ABs) ; g) Í ndice de I m por t ância da Espécie em per cent ual ( I ND) ; e, h) condição de apr ov eit am ent o da t or a em per cent ual ( t ot al, par cial e sem apr ov eit am ent o) .
O v olum e da ár v or e em pé ( VÁr v or e em p é) cor r esponde ao v olum e
pot encialm ent e apr ov eit áv el da t or a com casca, t endo com o base de cálculo o DAP e a alt ur a com er cial, a qual, nor m alm ent e, inicia - se na base da ár v or e, j unt o ao solo, est endendo- se at é as prim eira s galhadas ou bifur cações. Esse v olum e é est im ado pela equação m at em át ica de sim ples ent r ada ( Ar auj o, 1998) :
2 p é e m Árvore 0 ,6 9 2 3 4 9 0 ,0 0 1 3 3 9 DAP V ==−− ++ ( 1) Onde: VÁr v or e em pé = v olum e da ár v or e em pé, em m3
DAP = diâm et r o à alt ur a do peit o ( 1 , 3 0 m ) , em cm
O Í n dice de I m por t ância da Espécie ( I ND) é um v alor per cent ual, ex pr esso pela m édia ar it m ét ica sim ples dos per cent uais de cada espécie par a NT, VT e ABsT, em r elação aos r espect iv os t ot ais ( t odas as espécies) dessas v ar iáv eis par a a ár ea inv ent ar iada. É dado pela expr essão:
3 1 0 0 ) ABsT ABsT ( + 1 0 0 ) VT VT ( + 1 0 0 ) NT NT ( = I ND t o t a l e spé cie t o t a l e spé cie t o t a l e spé cie ( 2)
Onde: I ND = Í ndice de I m por t ância da Espécie, em per cent ual NTespécie = núm er o t ot al de ár v or es da espécie
NTt ot al = núm er o t ot al de ár v or es da ár ea inv ent ar iada
VTespécie = v olum e t ot al da espécie, em m3
VTtotal = v olum e t ot al das ár v or es, em m3
ABsTespécie = ár ea basal t ot al da espécie, em m2
ABsTt ot al = ár ea basal t ot al da ár ea inv ent ar iada, em m2
Par a as 1 2 pr opr iedades for am in v en t ar iadas, de 1 9 9 7 at é 2 0 0 1 , 5 7 com par t im ent os de m anej o, t ot alizando 206, 8 hect ar es, cor r espondendo a 48% da ár ea t ot al sob m anej o. A Tabela 1 apr esent a a dist r ibuição, por pr opr iedade, da ár ea t ot al, ár ea sob m anej o, ár ea do com par t im en t o, núm er o de com par t im ent os inv ent ar iados e ár ea inv ent ar iada.
Tab el a 1 . Dist r ibuição por pr opr iedade da ár ea t ot al, ár ea sob m anej o, ár ea d o com par t im ent o, núm er o de com par t im ent os inv ent ar iados e ár ea inv ent ar iada at é o ano 2001. PROPRI - ED AD E ÁREA TOTAL ( h a ) ÁREA SOB M AN EJO ( h a ) ÁREA DO COM PARTI - M EN TO ( h a ) COM PARTI - M EN TOS I N VEN TA- RI ADOS ÁREA I N VEN TA- RI AD A ( h a ) ÁREA I N VEN TA- RI ADA ( % ) 1 7 2 3 6 3,6 5 18,0 5 0 2 6 6 3 3 3,3 4 13,2 4 0 3 7 2 3 6 3,6 5 18,0 5 0 4 7 4 3 7 3,7 5 18,5 5 0 5 6 6 3 3 3,3 4 13,2 4 0 6 7 8 3 9 3,9 1 0 39,0 1 0 0 7 7 2 3 6 3,6 4 14,4 4 0 8 7 2 3 6 3,6 2 7,2 2 0 9 7 2 3 6 3,6 3 10,8 3 0 1 0 7 2 3 6 3,6 5 18,0 5 0 1 1 7 6 3 8 3,8 5 19,0 5 0 1 2 7 0 3 5 3,5 5 17,5 5 0 TOTAL 8 6 2 4 3 1 43,1 5 7 206,8 4 8 MÉDI A 7 2 3 6 3,6 4 , 7 5 17,2 4 8
3 . 4 D e t e r m in a çã o d a s e sp é cie s d o e st u d o
As espécies de m adeir a do pr esen t e est u do for am as qu e ocor r er am n as ár eas in v en t ar iadas a 1 0 0 % das 1 2 pequ en as pr opr iedades do Pr oj et o de Colonização Pedr o Peix ot o, ou sej a, 2 0 6 , 8 hect ar es, cor r espondent es a 57 com par t im ent os de m anej o.
Tor na- se im por t ant e r essalt ar que as espécies ocor r ent es nas ár eas inv ent ar iadas não for am ident ificadas em labor at ór io, ou sej a, por m eio de ex sicat as ( folhas, flor es, fr ut os, et c. ) ou at r av és da anat om ia da m adeir a, e sim , r eceber am a denom inação bot ânica a par t ir do r econhecim ent o em cam po pelo nom e usual, for necido por “ m at eir os” .
A denom inação bot ânica, ou nom e cient ífico, baseou- se no t rabalho de Ar auj o & Silv a ( 2 0 0 0 ) , no qual for am r elacionadas 7 8 6 espécies flor est ais ( lenhosas e n ão len h osas) , bem com o su as pr in cipais u t ilizações, ocor r en t es n os 1 0 pr in cipais in v en t ár ios flor est ais já r ealizados no est ado do Acr e ( as ár eas desses inv ent ár ios som adas cobr em 4 . 4 9 9 . 6 8 6 ha, ou 2 9 , 4 % da ár ea t ot al do est ado) . Par a o t r abalh o desses au t or es, os n om es u su ais e cien t íficos for am ch ecados e cor r igidos n o h er bár io da Fu n dação de Tecn ologia do Est ado do Acr e - FUNTAC, ut ilizando- se de consult as a t r abalhos de t ax onom ia v eget al, coleções de r efer ência ( ex sicat as) e da lar ga ex per iência e conhecim ent o pr át ico de seus “ m at eir os” e t écnicos.
Não obst an t e, en fat iza- se que os nom es usuais das espécies do inv ent ár io a 100% da ár ea do est udo est ão em concor dância com nom es usuais de espécies j á ident ificadas no labor at ór io ( her bár io) da FUNTAC, um a v ez que for am for necidos, em boa par t e, pelos m esm os “ m at eir os” . Esse aspect o confer e à denom inação bot ânic a dada às espécies do est udo cr edibilidade bast ant e sat isfat ór ia.
Algum as espécies for am ident ificadas som ent e ao nív el de fam ília, e, em r azão de não possuír em a dev ida denom inação cient ífica, não puder am fazer par t e do est udo r efer ent e aos agr upam ent os das espécies, um a v ez que se ut ilizou o nom e cient ífico ( gêner o e espécie) par a a busca das infor m ações t ecnológicas de cada espécie na lit er at ur a.
3 . 5 Le v a n t a m e n t o d a s p r o p r ie d a d e s t e cn o ló g ica s d a s e sp é cie s
Essa et apa con sist iu de u m a am pla colet a de infor m ações, disponív eis em div er sas font es, a r espeit o das pr opr iedades físicas e m ecânicas das espécies de m adeir a do est udo.
Dev ido à not ór ia fr agilidade de ident ificação pelo nom e usual ( v ulgar ) , em face da gr ande quant idade de nom es usuais ut ilizados par a designar as m esm as espécies, a busca das infor m ações foi a par t ir dos nom es cient íficos ( gêner o e espécie) das espécies.
É im por t ant e r essalt ar que par a algum as espécies for am consider adas as pr opr iedades físicas e m ecânicas por sem elhança de gêner o, v ist o que não for am encont r adas int egr alm ent e ( gêner o e espécie) na lit er at ur a. Adot ou- se esse pr ocedim ent o t endo com o base obser v ações dos dados de espécies difer ent es per t encent es aos m esm os gêner os, onde é v er ificado, com poucas ex ceções, que não há gr an des v ar iações dos dados das su as pr opr iedades. A despeit o dest a m et odologia não possuir ex at idão cient ífica, ent ende- se que a sem elhança de gêner o é um a r efer ência pr elim inar e inicialm ent e v álida par a efeit o de incluir espécies pouco conhecidas em meio às t r adicion ais. O ideal é qu e sej am feit os nov os ensaios t ecnológicos dessas espécies. Nesse sent ido, est e t r abalho est á dando sua cont r ibuição, pois as espécies nessa condição são dev idam ent e ident ificadas.
As infor m ações, ou dados, for am obt idas por m eio de con su lt as às publicações de inst it uições de pesquisa, est udos ou ensaios de labor at ór io com m adeir as da r egião am azônica ( a r elação desses t r abalhos const a no ANEXO C) .
As pr incipais font es inst it ucionais de consult a for am :
• Labor at ór io de Produt os Flor est ais do I nst it ut o Br asileir o do Meio Am bient e e dos Recur sos Nat ur ais Renov áv eis – LPF/ I BAMA, Br asília, DF;
• I nst it ut o de Pesquisas Tecnológicas do Est ado de São Paulo – I PT, São Paulo, SP;
• I nst it ut o Nacional de Pesquisas da Am azônia – I NPA, Manaus, AM;
• Super int endência do Desenv olv im ent o da Am azônia – SUDAM, Belém . PA;
• Shim am e Univ er sit y , Mat sue, Japão; e,
• Or ganización I nt er nacional de las Mader as Tr opicales/ Cen t r e Tech n iqu e For est ier Tr opical – OI MT/ CTFT, Japão.
Est as in st it u ições segu em n or m as de en saio defin idas par a a det er m inação das pr opr iedades físicas e m ecânicas das m adeir as. Com o ex em plos cit am- se: o I PT, que ut iliza nor m as da ABNT; e, o LPF/ I BAMA e o I NPA, que ut ilizam nor m as da COPANT, as quais, segundo o I BDF ( 1 9 8 8 ) , são der iv adas da ASTM.
Com r elação às pr opr iedades m ecân icas, en con t r ar am- se na lit er at ur a sit uações onde os cor pos de pr ov a ut ilizados for am condicionados aos t eor es de u m idade de 1 2 % e de 1 5 % . Nest e t r abalh o adot ou - se aquelas na condição de u m idade de 1 2 % , em r azão de ser est e o t eor de u m idade m ais fr eqü en t e en t r e as font es de infor m ações consult adas, sendo que os dados das pr opr iedades m ecânicas na condição de 15% não for am consider ados.
Em r azão de que nest e t r abalho foi ut ilizada a densidade básica, ist o é, a r elação ent r e a m assa seca em est ufa, a 0% de um idade, e o v olum e sat ur ado2