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Bildiğiniz Terör Eylemleri ve Terör Örgütlerinden Birkaç Tanesini

4.10. Araştırma Soruları ve Hipotezlere İlişkin Bulgular

4.10.3. Bildiğiniz Terör Eylemleri ve Terör Örgütlerinden Birkaç Tanesini

Esse livro tem 296 páginas, das quais 268 divididas em dez capítulos e o restante referente às partes do glossário, respostas dos exercícios propostos, leituras complementares sugeridas e referências utilizadas. Há ainda 72 páginas que correspondem ao Manual do professor e que não estão presentes nos exemplares dos alunos.

O primeiro capítulo, ,úmeros naturais e sistemas de numeração, retoma os principais aspectos relacionados aos números, destacando a importância desses na contagem, ordenação e nos códigos.

A primeira pergunta proposta é “Você já imaginou como seria nossa vida se não existissem os números?” (p. 7). Nessa lição, o autor já se refere a número como natural: “Use números naturais e responda em seu caderno”.

Na atividade A sequência dos números naturais, o autor afirma que o aluno já conhece a sequência dos números naturais: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13... Tal sequência se inicia com o zero e, para se obter o próximo elemento, somamos 1; para obter o próximo, somamos novamente 1 e assim por diante, tomando sempre o sucessor de um número para formar o próximo.

O autor faz referência explícita ao infinito (potencial), ao afirmar: “Uma vez que todo número natural tem um sucessor maior do que ele, a sequência dos números naturais expande5 se indefinidamente, ou seja, é infinita. Isso é representado pelas reticências (...).” (p. 8, grifo nosso).

Têm5se: “Estabelecidos um sentido e uma unidade podemos representar cada número natural por um ponto na reta”:

Figura 40

É interessante destacar a atividade seguinte: “Escreva em seu caderno se não existe, existe um só ou mais de um: a) número natural entre 15 e 17; b) número natural menor do que 0; c) número natural maior do que 1.000; d) número natural entre 7 e 8; e) número natural menor do que 1; e f) número natural entre 18 e 22.” (p. 9).

São abordadas as sequências dos números pares, ímpares, quadrados e triangulares. As ordens e classes são revistas e ampliadas nessa aula, sendo ressaltado que os números são divididos em classes para facilitar sua leitura e escrita.

Também é abordada a história dos números e as maneiras primitivas de registrar as quantidades: marcas em osso, nós em corda, lascas de pedras, pedrinhas, gravetos, marcas em madeira, sendo ressaltado que a necessidade de contar surgiu com o desenvolvimento das atividades humanas. São apresentados os sistemas de numeração egípcio, mesopotâmico (ou babilônico), maia, romano e indo5arábico. Quanto a este último, é ressaltado que com apenas dez símbolos escrevemos todos os números, que os agrupamentos são feitos de dez em dez e também que é posicional e todo algarismo tem valor posicional dez vezes maior do que teria se estivesse ocupando uma posição imediatamente à sua direita.

O autor ressalta que um número natural pode ter várias representações, a saber: forma usual com algarismos; forma decomposta; com palavras e com palavras e números (p. 24). Na página 25, aparecem as palavras bilhão, trilhão, quatrilhão e quintilhão com suas respectivas quantidades de zeros: 6, 9, 12 e 15, reforçando a atividade do segmento anterior em que explora outra abordagem do zero: a de multiplicador.

Nos livros do Fundamental I, foram abordadas diversas atividades envolvendo agrupamentos e, na página 30 desse capítulo, o autor ressalta que foi nas contagens, envolvendo grandes quantidades, que surgiu a necessidade de agrupar, e que o agrupamento levou à noção de base de um sistema de numeração, sendo essa a quantidade de algarismos disponível na representação.

No capítulo 2, Operações fundamentais com números naturais, são trabalhadas as quatro operações básicas. Com relação à adição podemos destacar a ideia de acrescentar uma quantidade

à outra já existente (no caso do infinito potencial, essa quantidade pode ser uma unidade) na adição. Na subtração, é abordada a ideia de comparar conjuntos para saber qual tem mais, ou quanto falta em uma para ter o mesmo número da outra, que pode ser ligada ao infinito no sentido de comparar conjuntos elemento a elemento, para dizer se são equipotentes ou não. Com relação à divisão, uma das ideias a ela associada é a de “medida” ou, quantas vezes uma quantidade cabe em outra. Todas essas ideias já tinham sido abordadas no Fundamental I.

Na página 36, são trabalhadas atividades com sequências envolvendo o triângulo de Pascal. Na página 52, são trabalhadas situações envolvendo arredondamento e resultados aproximados. O símbolo usado para aproximações aparece apenas na página 236 do capítulo 9.

No capítulo 3, são apresentadas as novas operações: potenciação e radiciação, e também as expressões numéricas. Na página 67, há uma atividade de dobrar uma folha de papel sulfite ao meio, e depois dobrar novamente ao meio e assim sete vezes. Em tal atividade poderia ser explorada até quando poderíamos explorar essa ideia de “dividir ao meio”. Tal atividade é abordada novamente na página 92.

No capítulo 4, Geometria: sólidos geométricos, regiões planas e contornos, são apresentadas diversas ideias da geometria envolvendo elementos desse título. O capítulo 5 tem como título Divisores e múltiplos de números naturais, sendo apresentados nesse capítulo os critérios de divisibilidade. Com relação à divisibilidade por 2, é resgatada a ideia de que ao dividir um número ímpar por 2 o resto sempre será um sendo uma possibilidade de verificar se dois conjuntos são equipotentes.

Na página 111, aparece na atividade 45, item b, a pergunta: “Qual é o número natural que tem infinitos divisores?”, se constituindo em outra referência explícita a noção de infinito. Na página 112, é questionada na atividade 48 se o zero é um número primo; espera5se que o aluno responda que não é, pois ele tem infinitos divisores.

Na página 116, o autor traz a informação de que o maior número primo encontrado até 2004 tinha mais de sete milhões de dígitos. Na página 121, a atividade 85 traz a pergunta que ao escrevermos a sequência dos múltiplos de um número natural diferente de zero, em ordem crescente, qual seria o último termo? Espera5se que o aluno responda que não existe o último termo, visto que tal sequência é infinita.

No capítulo 6, são estudadas as frações e porcentagens. Na página 135, o autor define: “Número racional é todo número que pode ser escrito na forma de uma fração com numerador e denominador inteiros e denominador diferente de zero”, sendo essa a primeira referência explícita ao número racional. Além disso, ele comenta que existem números que não são racionais, como as raízes de 2, 7 e 10, por exemplo.

Na página 138, é trabalhada a ideia de “quantas vezes” um segmento, tomado como unidade de medida, cabe em outro segmento maior. Todas as medidas são exatas.

Na página 163, aparece a expressão etc.: “Em várias garrafas iguais coloque água obedecendo a seguinte sequência: ½ na primeira, ¼ na segunda, 1/8 na terceira, 1/16 na quarta, etc.”.

No capítulo 7, são trabalhados os números decimais. Na página 167, na atividade 9, é solicitado ao aluno que, dada uma marcação em um segmento, seja indicado o número decimal que corresponde como ilustrado abaixo:

Figura 41

Nesse capítulo também são abordadas situações que envolvem dinheiro, massa, todas relacionadas a números decimais. Na página 173, é feita referência à notação científica e é interessante ressaltar que o autor se refere a “números grandes”, colocado entre aspas. Alguns dos “números grandes” apresentados nessa página são: velocidade da luz: 300 000 km/s; “Idade do Universo”: 15 000 000 000 anos e Área do Brasil: 8 510 000 km ².

Na página 182, o autor já introduz a ideia de dízima periódica, ressaltando que todo número racional pode ser escrito na forma decimal, por meio de uma decimal exata ou dízima periódica.

O capítulo 8 tem como título: “Geometria: ângulos, polígonos e circunferências”. Na página 197, aparece a palavra “indefinidamente”: “Imagine o piso do campo se expandindo indefinidamente em todas as direções e você terá a ideia de plano”; “Pense agora em um segmento de reta AB que se prolonga indefinidamente nos dois sentidos. A figura correspondente é uma reta” e “Mais uma vez pense em um segmento de reta AB, mas agora prolongado apenas em um sentido [...]. A figura correspondente é uma semirreta”. Porém não é usada a palavra infinita ou outra similar.

Na página 198, há a atividade: “Marque um ponto A em seu caderno. Trace retas passando por esse ponto. Quantas retas você pode traçar passando pelo ponto A?”. Espera5se que o aluno responda que podem ser traçadas infinitas retas.

Nessa mesma página é sugerida a discussão a respeito da diferença entre um segmento de reta e uma reta, e espera5se que o aluno responda que o segmento de reta é

uma parte limitada da reta e que a reta é ilimitada nos dois sentidos. Ao representar a reta, há uma seta nas extremidades para indicar que elas continuam indefinidamente. No Glossário deste livro (p. 275), é mostrada essa representação da reta e acrescentado que “Ela se prolonga indefinidamente nos dois sentidos, não tem começo nem fim”, como mostra a figura seguinte:

Figura 42

Na página 205, ao definir reta paralela, o autor usa a expressão “nunca se cruzam”. A palavra “nunca” passa a ideia de algo que não se alcança. Nesse capítulo, os polígonos são classificados quanto ao número de lados, sendo futuramente ligado ao infinito quando aumentamos o número de lados de um polígono infinitamente e esse fica cada vez mais próximo de uma circunferência.

O capítulo 9 traz como título “Grandezas e medidas”. Na página 223, o autor ressalta que “É provável que o ser humano tenha começado a medir e a pesar desde que começou a procurar alimentos para sobreviver. No início os métodos de medição eram muito simples, tendo como base o próprio corpo [...]”. Ele ressalta ainda que medir é “[...] comparar duas grandezas de mesmo tipo”. São retomadas novamente as unidades de massa, capacidade, comprimentos, tempo, entre outras. A referência a 6,0 sextilhões (com 21 zeros) aparece na página 241.

O capítulo 10 tem como título Perímetros, áreas e volumes. Na página 251, é solicitado que se calcule o quociente entre o comprimento e o diâmetro de circunferências, chegando5se ao valor de π.