2.2. Gayrimenkul Değerleme
2.2.9. Türkiye’de Gayrimenkul Değerleme İle İlgili Mevzuat
Como sugestão prática, e ainda levando em conta a organização pesquisada, sugere-se o estudo de viabilidade de implantação de um programa formal de mentoria dentro da empresa como forma de condução de carreira não só dos sucessores, mas também dos funcionários.
De acordo com Herrigel (1982), o legado ideológico do homem é maior e mais importante que os bens patrimoniais, uma vez que é este que define o caráter e a identidade da empresa perante os seus stakeholders. Assim, sugere-se a divulgação deste trabalho como forma de estreitar a identificação entre a empresa e todos os interessados em seu desenvolvimento.
Utilizar relatórios gerenciais, não só para a divulgação da empresa junto aos seus
stakeholders, mas para toda a sociedade, especialmente a pernambucana, como meio de contribuição não só do resgate histórico, mas como reforço de que crenças, valores e princípios são muito importantes, principalmente em tempos de crise de identidade e valores quase que generalizada.
Aumentar os estudos e a divulgação em meios gerenciais dos conceitos básicos de mentoria e da própria função do mentor, de maneira a tornar de domínio público estes conceitos evitando o uso indevido do termo por absoluto desconhecimento do seu real significado.
REFERÊNCIAS
ALBERTI, V. História oral: a experiência do CPDOC. Rio de Janeiro: Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, 1989.
ALBI, Emílio. Fiscalidad y Empresa Familiar. Espanha: Instituto de la Empresa Familiar. 1994.
ALEN, T. Mentoring others: a dispositional and motivational approach. Journal Of Vocational Behavior, St. Louis, v.62, p.134 – 154, 2003.
ALLEN, T. D.; RUSSELL, J. E .A; MAETZKE. Formal Peer Mentoring. Group & Organization Management, New jersey, v. 22, n.4, p.488-507, 1997.
APPELBAUM, S. H.; RITCHIE, S.; SHAPIRO, B. T. Mentoring revisited: An organizational behavior construct. International Journal of Management Development, Saint John, v.13, n. 4, p. 62-72, 1994.
BACH, J. M. O futuro da Família: tendências e perspectivas. Rio de Janeiro: Vozes, 1983. BARDIN, L. Análise de conteúdo. 1. ed. Lisboa: Edições 70, 2000.
BARDIN, L. Análise de Conteúdo.Lisboa: Ltda, 1977.
BARRY, B. The development of organization structure in the family firm. Journal of General Management, New York, v. 3, n. 1, p. 42-60, outono 1975.
BAUER, M. W; GASKELL, G; ALLUM, N. C. Qualidade, quantidade e interesses do conhecimento: evitando confusões. In: BAUER, M. W.; GASKELL, G. (Org.) Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. BECKHARD, R.; DYER Jr., W. G., Managing continuity in the family – owned business. Massachusetts; Organizational Dynamics, 1983. p. 5-12.
BENNETTS, C. The Secrets of a Good Relationship. People Management, 1995.
BERNHOEFT, R. Empresa Familiar: Sucessão profissionalizada ou sobrevivência Comprometida. São Paulo: Nobel, 1996.
BERNHOEFT, R. Empresa Familiar: Sucessão profissionalizada ou sobrevivência comprometida. São Paulo: Nobel, 1989.
BISK, L. Formal entrepreneurial mentoring: the efficacy of third party managed programs. Career Development International, Bingley, v.7, n.5, p. 262 – 270, 2002.
CARVALHO, I. C. M. Biografia, identidade e narrativa: elementos para uma análise hermenêutica. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 9, n. 19, p. 283-308, jul. 2003. CASTRO, C. M. A Prática da Pesquisa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977.
CHAO, G. T. et al. Formal and informal mentorships: a comparison on mentoring functions and contrast with nonmentored counterparts. Personnel Psychology, New Orleans, v. 45, p. 619-636, 1992.
CHUA, J.; CHRISMAN, J.; STEIER, L. Extending the.Theoretical Horizons of Family Business Research. Entrepreneurship Theory and Practice, Texas, v.27, n.4, p. 331-8, jun. 2003.
COLLINS, J.C.; PORRAS, J. J. Feitas para durar: práticas bem sucedidas de empresas visionárias. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.
DONELLEY, R.G. A empresa familiar. São Paulo: Abril Tec, 1976.
DRUCKER, P. F. Administrando em tempos de grandes mudanças. 5. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
FERREIRA, M. M.; AMADO, J. (Org.) Usos & abusos da história oral. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1996.
FERREIRA COSTA. [S.l.]: Cartello, 2007. Disponível em: <http.www.ferreiracosta.com.br>. Acesso em: 22 dez. 2006.
FLEURY, M.T. (Org). Cultura e poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1989.
FOSSA, M. I. T. A cultura de devoção nas empresas familiares e visionárias. 2003. Tese (Doutorado) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2003.
FRITZ, R. Empresa Familiar: uma visão empreendedora. São Paulo: Makron Books, 1993. GALLO, M. A. Empresa familiar – textos y casos. Barcelona: Editorial Praxis, 1995.
GASKEL, G. Entrevistas individuais e grupais (cap.3). In: MARTIN, W. B.; GASKELL, G. (Org.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som – um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002. Cap. 3.
GERSICK, K. E. et al.. De geração para geração - ciclo de vida das empresas familiares. 2. ed. São Paulo: Harvard Business School Press, 1997.
GERVICKS, K E. et al. De geração para geração: ciclos de vida nas empresas familiares. 3. ed. São Paulo: Negócios, 1999.
GIL, A.C. Métodos e técnicas em pesquisa social. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1994.
GRYBOVSKI, D. O Administrador na empresa familiar: uma abordagem comportamental. Passo Fundo: UFP, 2002.
GUARESCHI, P. A. Sociologia crítica. Porto Alegre: Mundo Jovem PUCRS, 1984.
HALE, R. To match or mis-match? The dinamics of mentoring as a route to personal and organizational learning. Career Development International, Bingley, v.5, p.223-234, 2000. HALL, E.T. Más allá de la cultura. Barcelona: Gráficas Alfonso, 1978.
HERRIGEL, H. Algo mais do que bens. In: ______. Zen em Del arte Del tiro com arco Buenos Aires : Kier, 1982.
HIGGINS, M.,C.; KRAM, K. E.. Reconceptualizing mentoring at work: a developmental network perspective. Academy of Management Review. v. 26 (2), p. 246-288, 2001.
HOFSTEDE, G. Cultures and Organizations: Cultural cooperation and its importance for survival. London: Mc GrawHill International, 1994
HOLSTI, O. R. Content Analysis. In: LINDZEY, G., ARONSON, E. (Edit.). The handbook of social psychology. Reading, Mass: Addison-Wesley, 1968.
ICHIKAWA, E. Y.; SANTOS, L. W. Vozes da história: contribuições da história oral à pesquisa organizacional. In: ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – ENANPAD, 2003, Atibaia-SP. Anais... Rio de Janeiro: ANPAD, 2003. 1 CD-ROM.
JANASZ, S. C.; SULLIVAN, S. E.; WHITING, (2003). Mentor networks ans career success: lessons for turbulent times. Academy of Management Executive, Pennsylvania, v.17, n.4, p.78 – 91, 2003.
KRAM, K. E. Mentoring at work: developmental relationships in organizations life. Lanham: University Press of America, 1988.
KRAM, K. E. Phases of the mentor relationship. Academy of Management Journal, New York, v.26, n. 4, p.608-25, 1983.
KRAM, K. E.; ISABELLA, L. A. Mentoring alternatives: the roles of peer relationships in career development. Academy of Management Journal, New York, v. 28, p. 110 - 132, 1985.
LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2001.
LANSBERG, I. O futuro é a família: entrevista. Isto é, São Paulo, 01 jul. 1998.
LANSBERG, I. The Reflective Practitioner: A Tribute to Dick Beckhard. Family Business Review, Texas, v. 14, n. 1, mar. 2001.
LANZANA, A., CONSTANZI, R. As empresas familiares Brasileiras diante do atual panorama econômico mundial. In: MARTINS, J. (Coord.) São Paulo: Negócio, 1999. LAROUSSE: dicionário da Língua Portuguesa. São Paulo: Ática, 2001.
LEACH, P. La empresa familiar. Buenos Aires: Ediciones Granica, 1993. LEVINSON, D. J. et al. Seasons of a man’s life. New York: Knopf, 1978. LODI, J.B. A empresa familiar. 4. ed. São Paulo: Pioneira, 1998.
LONGENEKER, J; MOORE, C; WILLIAN, P. Administração de pequenas empresas. São Paulo Makron , 1997.
MACÊDO, K. B. Empresa familiar brasileira: poder, cultura e decisão. Goiânia: Terra, 2001.
MAI SONNEUVE, J.; MARGOT-DUCLOT, J. Les Tecniques d’entretienne. Bulletin de Psychologie, Vancouver,v.17, n. 11-4, p. 228, fev./mar. 1964.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisa, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento. 5. ed. São Paulo: Hucitec, 1998. MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996.
MUMFORD, A Learning styles and mentoring. Industrial and Comercial Trainig, London, v.27, 1995.
NOE, R. A. An investigation of the determinants of successful assigned mentoring relationship. Personnel Psychology, Ontário,v. 41, p. 457-479, 1988.
PARSLOE, E.; WRA,Y. M. Coaching and mentoring: practical methods to improve learning. Sterling: Stylus Publishing, 2001.
PASSOS, E. et al. Família, família, Negócios a parte: como fortalecer laços e desatar nós na Empresa Familiar. São Paulo: Gente, 2006.
PEREIRA, M. J.; FONSECA, J. G. Faces da decisão: as mudanças de paradigmas e o poder da decisão. São Paulo: Makron Books, 1997.
RAGINS, B. R. Diversified mentoring relationship in organization: a power perspective. Academy of Management Review, New York, v. 22, n.2, p.482-521, 1997.
RAGINS, B. R.; COTTON, J. L.; MILLER, J. S. Marginal mentoring: the effects of type of mentor, quality of relationship, and program design on work and career attitudes. Academy of management Journal, New York,v.43, n.6, p.1177-1194, 2000.
RAGINS, B., R. et al. Diversified mentoring relationships in organizations: a power Perspective. Academy of Management Review, New York, v.22, p.482 – 521, 1997.
REGIS, H. P; DIAS, S. M. R.C; MELO P. N. B. Redes informais de mentoria no ambiente de incubadoras de base tecnológica: o apoio ao desenvolvimento da carreira empreendedora. Journal of Technology Management & Innovation, Boston, v.1, n.5, p.40-51, 2006.
RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 1999. ROBBINS, S. P. Comportamento organizacional. 9.ed. São Paulo :Prentice Hall, 2002. ROESCH, S. M. A. Projetos de Estágio e de Pesquisa em Administração: guias para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudo de casos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. SA, M. A. D. Em matéria de comprometimento nas empresas são os valores que contam. Recife: ANPAD, 2002. Disponível em: <www.anpad.com.br> . Acesso em: 25 set. 2007. SCHEIN, E. What is culture? In: FROST, P. (Org.). Reframing Organizational Culture. Mewbury: Sage Publications, 1991.
SEYMOUR, K.C. Integrational relationships in the family firm: the effects on leadership sucession. Family Businnes Review, St. Loui, v.6, n.3, p.263-81, fall 1993.
SHEA, G. F. Mentoring: como desenvolver o comportamento bem sucedido do mentor. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.
SOUZA, D. C. Mentoria como processo em rede e seu impacto na construção de carreira profissional: evidências na história de vida do executivo da Rapidão Cometa – Américo Pereira. 2006. 129f. Dissertação (Mestrado em Administração) Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
SOUZA, D. C.; DOURADO, D. C.; GOMES, R. A realidade observada de um programa de mentoria: O que a máscara esconde? O caso de uma multinacional de consultoria. In: ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – ENANPAD, 2003, Atibaia-SP. Anais... Rio de Janeiro: ANPAD, 2003. 1 CD-ROM.
STAKE, R. E. Case Studies. In: DENZIN, N. K.; LINCOLN. Y. S. (Org). Handbook of qualitative research. 2. ed. London: Sage Publications, 2000.
STAVROU, E. T. et al. Leadership personality and firm culture during hereditary transition in family firms. Journal of Small Business Management, New York, v.43, n.2, p.187-202, 2005.
SULLIVAN, S. E. The changing nature of careers: a review and research agenda. Journal of Management, New York,v. 25, n.3, p. 457-484, 1999.
THOMPSON, P. A voz do passado: história oral. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
ULLER, R. Profissionalização na Empresa Familiar: O caso da Perdigão AgroIndustrial S/A. 2002. Dissertação (Mestrado em Engenharia da Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina, 2002.
VENTER, E.; BOSHOFF, C.; MAAS, G. The influence of successor-related factors on the succession process in small. Family Business Review, Boston, v. 18, n. 4, p. 283-303, dec 2005.
VENTURA, L. Conferência Anual do Family Firm Institute. Washington: [s.n.], 2000. VERGARA, S. C. Métodos de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005. ______. Gestão de pessoas. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2006.
VIDIGAL, A. C. Viva a empresa familiar. Rio de Janeiro: Rocco, 1996.
______. As origens da empresa familiar no Brasil, In: MARTINS, J.G. (Coord.) et.al. Empresas familiares brasileiras: perfil e perspectivas . São Paulo: Negócio, 1999.
YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. ______. Case study research. Design and methods. Newbury Park: Sage Publications, 1990.
ZEY, M. G. A mentor for All. Personnel Journal, jan. 1988.
______. The mentor connection: strategy and alliances in corporate life. New Brunswick: Transaction Publishers, 1991.
APÊNDICES
Apêndice A – Roteiro para Entrevista Histórico de Vida.
1) Fale um pouco a respeito de sua vida desde a infância até a fase adulta. Pensando desta maneira, você acha que encontrou pessoas durante a sua trajetória que o ajudaram a definir sua vida?
2) Se você tivesse que definir a sua família em poucas palavras, de que maneira o faria? O que julga ser mais importante para ela?
3) Como foi a sua entrada na Empresa? Fale a respeito de como foi e de que dificuldades ou facilidades encontrou.
4) Você acha que o fato de entrar para uma empresa da sua família facilitou ou dificultou o seu desenvolvimento? De que maneira isto aconteceu?
5) Pensando agora na sua vida profissional, você diria que houve alguém que decididamente fez a diferença em suas escolhas e trajetória de vida, ou desenvolvimento de sua carreira?
6) De que maneiras você acha que essa(s) pessoas(s) o influenciaram? Que benefícios você diria que obteve com esta relação? Pode ser benefício pessoal ou profissional.
7) Cite algumas destas pessoas e qual o grau de parentesco ou de amizade você mantinha com elas? Como e quando começou esta relação e como e quando terminou? (Se é que terminou).
8) O que de mais importante você acha que aprendeu com estas pessoas? De que maneira você acha que estas pessoas passaram estes ensinamentos para você? 9) Você hoje, executivo de sucesso, considera importante orientar, mentorar
jovens iniciantes?
10) De que maneira você procura fazer esta orientação?
11) Como você vem preparando seus filhos para lhe sucederem na Empresa? 12) O que você diria que de mais importante da sua família, está presente na sua
Dados Demográficos:
Nome:-Idade:- Gênero:-
Cargo que ocupa na Empresa:- Tempo de serviço na Empresa:-
2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1-Descrever a trajetória da família/empresa Ferreira Costa. 2-Identificar características e valores da família Ferreira Costa 3-Identificar características e valores da empresa Ferreira Costa
4-Identificar as relações de mentoria ocorridas ao longo destes anos na empresa, e como ela pôde auxiliar na disseminação de crenças e valores. 5-Identificar os benefícios percebidos pelas relações de mentoria estabelecidos na empresa.
6-Identificar as fases da relação de mentoria presentes no estudo de caso, e sua compatibilidade com o modelo vigente. 7-Identificar que funções de mentoria estiveram presentes no caso em questão e se são compatíveis com o modelo vigente..
N o P R O J E T O D E F E S A & C O L E T A COMPLEMENTO DA DISSERTAÇÃO/TESE I INTRO- DUÇÃO II FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA III METODOLOGIA IV ANÁLISE & DISCUSSÃO V CONCLUSÕES E SUGESTÕES Objetivos Específicos Fundamentação Teórica Questões Norteadoras ou Hipóteses Instrumentação das Variáveis Coleta de Dados Métodos de Análise Limites e Limitaç ões Apresentação e Análise dos Dados Discus são dos Achad os Conclusões Sugestões Pesquisa Ação 1 17 20 22 48 46 51 53 55 56 99 103 104 2 17 20 22 48 46 51 53 64 65 99 103 104 3 17 22 27 48 46 51 53 69 70 99 103 104 4 17 28 30 48 46 51 53 78 80 99 103 104 5 17 30 31 48 46 51 53 83 84 99 103 104 6 17 42 32 48 46 51 53 85 86 99 103 104 7 17 33 39 48 46 51 53 88 90 99 103 104
Anexo I – Trajetória e evolução histórica das lojas de Ferreira Costa –(Garanhuns) 1958 a