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1.3. Sosyal Televizyon

1.3.1. Sosyal Televizyonun Kilometre Taşları

De acordo com os dados obtidos foi observada diferença significativa para produtividade e números de frutos (Tabela 10). Na comparação entre os tratamentos, os pepineiros enxertados sobre abóbora ‘Shelper’ (recomendado) apresentaram valores significativamente maiores para número de frutos comerciais e produtividade, resultado semelhante aos encontrados por Cañizares e Goto (1998), Macedo Junior (1998) e Goto et al. (1999).

Tabela 10. Número médio de frutos comercializáveis (frutos planta-1), produtividade (kg planta-1) e porcentagem de frutos não comercializáveis de plantas de pepino ‘Tsuyoi’ enxertadas em abóboras ‘Shelper’ ou ‘Seca’ e de plantas não enxertadas. São Manuel, 2010.

Nº de frutos comercializáveis planta-1 Produtividade em kg planta-1 % de frutos não comercializáveis Pepino ‘Tsuyoi’ não enxertado 15,0 b 2,430 b 16 Enxertia em abóbora ‘Shelper’ 21,8 a 3,261 a 16 Enxertia em abóbora ‘Seca’ 12,4 b 1,972 c 20 CV (%n 20,14 15,39 Valor de F 19,03** 27,67**

A produtividade de frutos em pepineiro ‘Tsuyoi’ foi influenciada negativamente quando enxertado em abóbora ‘Seca’, apresentando produtividade inferior à plantas não enxertadas, mostrando que talvez haja diferentes níveis de compatibilidade entre os diferentes porta enxertos utilizados neste experimento. Segundo Ciobotari et al. (2010) a incompatibilidade pode acarretar conseqüências negativas no crescimento e desenvolvimento de plantas.

Segundo González (1999), a incompatibilidade se manifesta, normalmente, com alguns sintomas como baixo índice de sobrevivência do enxerto, amarelecimento das folhas, desfolhação, enrolamento das folhas e morte imediata da planta, diferenças marcantes na velocidade de crescimento entre porta enxerto e cultivar, crescimento excessivo do ponto de enxertia ou na zona próxima a este e ruptura do ponto de enxertia, como também a redução no crescimento.

O porta enxerto ‘Shelper’ proporcionou aumento de 31,2% e 43,2% no número de frutos comercializáveis e 35,5% e 39,5% na produtividade, em relação às plantas não enxertadas e pepinos enxertados em abóbora ‘Seca’, respectivamente.

Segundo Khryanin (2007), a citocinina pode induzir a feminilização em diversas espécies de plantas. Freeman et al. (1980) citam a ocorrência de 4 espécies que aumentaram o número de flores femininas pela aplicação de citocinina, enquanto as giberelinas favorecem flores masculinas, sendo esse comportamento observado em Cucumis

sativus (KHRYANIN, 2002).

Zhou et al. (2007) trabalharam com pepino enxertado em Cucurbita

ficifolia, com e sem chilling, e observaram que as plantas enxertadas apresentaram o dobro da

concentração de citocinina em temperatura sem chilling e quando reduzia-se a temperatura, a concentração de citocinina em plantas enxertadas atingiria até 33 vezes a mais que em plantas não enxertadas. Esses dados suportam a hipótese de que o porta enxerto ‘Shelper’ pode ter aumentado a concentração de citocinina, proporcionando maior número de frutos como observado neste trabalho, principalmente, por este experimento ser realizado parcialmente durante o período de frio.

Contudo, há dados na literatura que são traduzidos em quedas na produção quando se utiliza a enxertia. Fonseca (1998) trabalhando com cobertura plástica no solo, na cultura do pepineiro, observou menor produção em plantas enxertadas. Segundo Lima

et al. (2000), a enxertia reduziu a produtividade em até 41%, contudo houve porta enxertos menos sensíveis.

Nos trabalhos relacionados com a enxertia de pepinos, os dados sobre produtividade são contraditórios, dependendo do trabalho obtêm-se maior ou menor produtividade, resultado que explica o comportamento diferenciado entre os porta enxertos neste experimento. Assim, uma boa enxertia está intimamente relacionada com o porta enxerto utilizado. Nas hortaliças enxertadas o vigor da copa pode estar em função do porta enxerto utilizado (JANOWSKI; SKAPSKI, 1985).

De acordo com os dados apresentados na Figura 1 observa-se que a produção por planta em ambas as enxertias apresentaram tendência de aumento da 1a até a última semana de colheita, enquanto que as plantas não enxertadas apresentaram produção uniforme durante todo o período. Além disso, apesar da tendência de aumento, as plantas enxertadas apresentaram alternância de produção semanal, ou seja, quando as plantas tiveram alta produção em uma semana, havia queda na semana seguinte.

Figura 1. Produção de frutos em gramas por planta de pepino ‘Tsuyoi’ enxertado em abóboras ‘Shelper’ e ‘Seca’ durante 8 semanas após o início da produção. São Manuel, SP. 2010.

A aparência dos frutos de pepino foi a primeira característica a ser avaliada, por ser este sentido o primeiro a ser utilizado pelo consumidor no momento da seleção para a compra de produtos vegetais e esta foi avaliada através do brilho dos frutos.

Apesar do foco principal da aparência ser o brilho dos frutos de pepino, algumas observações devem ser feitas em relação ao formato e coloração. O pepineiro ‘Tsuyoi’ quando enxertado em abóbora ‘Seca’ descaracterizou o formato do pepino japonês, tornando-o mais grosso, enquanto a enxertia em abóbora ‘Shelper’ mantiveram as características originais quanto ao formato, com frutos alongados. Além disso, este processo proporcionou frutos com tonalidade de verde mais claro do que o descrito pela empresa produtora de sementes.

Na literatura não foram encontrados relatos quanto à mudança de formato e mudança de tonalidade em pepineiros enxertados, porém, são comuns trabalhos científicos relacionando a enxertia com a mudança de cerosidade ou brilho.

A cerosidade ou brilho é um dos fatores que mais tem chamado a atenção na enxertia desta cultura. Neste experimento, assim como encontrado por diversos autores, houve mudança para essa característica, onde os pepinos enxertados em abóbora ‘Shelper’ apresentaram o brilho característico, melhorando a qualidade e agregando valor ao produto. Contudo, a abóbora ‘Seca’ não proporcionou o brilho desejado, com aparência semelhante às plantas não enxertadas.

Segundo Cañizares e Goto (1998), quanto a qualidade de frutos de pepino, afirmaram que os frutos de plantas enxertadas em porta enxertos específicos, perderam a cerosidade, ganhando brilho característico.

Lima et al. (2000) observaram que a enxertia de pepineiro em abóboras ‘Ikki’ e ‘Kirameki’ permitiu frutos de melhor qualidade: menos cerosidade e maior brilho. Quando enxertados em ‘Novita’ os frutos apresentaram a mesma característica visual de brilho e cerosidade que o controle e, ainda, quando utilizado os porta enxertos ‘Menina Brasileira’ e ‘Tetsukabuto’ apresentaram, apesar de forma não proeminente, maior nível de cerosidade e menor brilho.

Segundo Davis et al. (2008), a variedade copa claramente afeta o tamanho, produtividade e qualidade dos frutos em plantas enxertadas, mas o efeito do porta enxerto pode alterar drasticamente essas características. Os mesmos autores relatam que diferentes porta enxertos afetam a qualidade de pepineiros enxertados, assim como o formato do fruto, cor e textura da casca e da polpa, firmeza e conteúdo de sólidos solúveis.

A visão, apesar de ser o primeiro dos sentidos a ser utilizado na compra, outros são de extrema importância, como o olfato que apesar de ser primordial para a compra, pouco é utilizado para a aquisição de frutos pepinos. Já o sabor seria a característica mais importante para definição, se o produto seria bem aceito para ser consumido pelos compradores. Em relação a este aspecto foram avaliadas duas características: a firmeza dos frutos que poderia caracterizar maior ou menor crocância que é característico do pepino japonês e o teor de sólidos solúveis, que propiciam aos frutos o sabor adocicado.

Com relação a esses dois fatores, através da análise estatística, comprovou-se que os frutos provenientes da enxertia não perderam essas características organolépticas, ou seja, os porta enxertos não diferenciaram significativamente entre si para o teor de sólidos solúveis e firmeza dos frutos (Tabela 11).

Assim, os resultados de qualidade de frutos de pepineiro mostram que a enxertia, tanto em porta enxerto recomendado como no não recomendado não alteraram o sabor, textura e brilho dos frutos.

Tabela 11. Qualidade pós-colheita de frutos de pepino ‘Tsuyoi’ pé franco, enxertados em abóbora ‘Shelper’ e abóbora ‘Seca’ logo após a colheita. Botucatu, 2010.

SS

(°Brixn

Firmeza

(gfn

Brilho

Pepino ‘Tsuyoi’ não enxertado 3,96 a 375 a ausência

Enxertia em abóbora Shelper’ 4,23 a 321 a presença

Enxertia em abóbora ‘Seca’ 4,25 a 321 a ausência

CV (%n 7,72 14,51

Valor de F 1,98 ns 3, 17 ns

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Alguns autores citam em seus trabalhos que a diferença na atividade da peroxidase entre enxerto e porta enxerto antes do processo de enxertia poderia ser a causa de incompatibilidade no processo. Contudo, esta diferença não foi observada neste trabalho, portanto, não poderia ocorrer tal incompatibilidade.

No entanto, a menor atividade da peroxidase observada após a enxertia para o porta enxerto não recomendado pode ter proporcionado conexão não satisfatória de vasos condutores e, consequentemente, não apresentar o mesmo vigor e desempenho do porta enxerto recomendado, provavelmente, por deficiência na translocação de fotoassimilados, nutrientes, hormônios vegetais, etc.

A maior atividade da peroxidase na região da enxertia quando utilizado o porta enxerto recomendado pode ser por um provável suprimento de peróxidos pelo porta enxerto, já que a parte inferior da enxertia na abóbora ‘Shelper’ apresentou alta atividade da POD, agilizando o processo de lignificação. Assim, sugerindo que este fato possa ser o responsável pela maior compatibilidade entre os tecido e o enxerto e o porta enxerto.

Plantas de pepineiro enxertadas no porta enxerto híbrido Shelper com elevada atividade da peroxidase durante os sete primeiros dias após a enxertia, período crucial para o pegamento em pepineiro, proporcionou menor estresse às plantas durante o cultivo e, consequentemente, maior crescimento e produtividade em relação ao porta enxerto de abóbora ‘Seca’.

O maior vigor do porta enxerto híbrido Shelper proporcionou vantagens em relação ao cultivo em plantas não enxertadas de pepineiro híbrido Tsuyoi aumentando o crescimento e produtividade.

O menor estresse observado durante o desenvolvimento sobre o porta enxerto híbrido Shelper, principalmente no período produtivo, pode ser a causa do prolongamento deste período, com aumento de produtividade até a última semana de avaliação. Este resultado baseia-se na hipótese de que houve melhor conexão de vasos condutores devido a maior atividade da peroxidase durante o período crucial para o pegamento da enxertia, assim, aproveitando o sistema radicial mais vigoroso da abóbora como observado por diversos autores.

6 CONCLUSÕES

Concluí-se que os porta enxertos recomendado (abóbora ‘Shelper’) e não recomendado (abóbora ‘Seca’) para a cultura de pepineiro ‘Tsuyoi’ por diferenciar-se entre si em relação aos processos bioquímicos de lignificação e pelas mudanças na atividade das enzimas superóxido dismutase, catalase e peroxidase promoveram mudanças no crescimento, produção e qualidade dos frutos em relação aos frutos não enxertados.

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