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2. BÖLÜM: TÜRKİYE’DE BİLİŞİM SEKTÖRÜ MESLEKİ NİTELİK

2.1. Eğitimler

2.1.2. Diğer Kuruluşlar Tarafından Verilen Eğitimler

2.1.2.4. Sertifikasyon Programları

Adotou&se, como referência, o consumo de 600 L de solução de pesticida (situação crítica) para pulverizar (pulverizador costal) um hectare de algodão. Isso equivale a uma aplicação de 60 mL [600L (10000 m2)&1] de calda de pesticida (Folidol 600) em um metro quadrado, ou a 0,006 mL.cm&2 de superfície de terreno no qual está um alvo a ser atingido. Como a calda tem uma concentração 4,5 mg de i.a. (mL)&1, 1 cm2de superfície de coluna de solo foi submetido a 0,027 mg de i.a. de ( ou de 0,045 mL do produto comercial em questão.

Para as colunas de vidro de diâmetro interno de 3,6 cm (S = 10,178 cm2), o volume de calda aplicado foi aproximado para 0,061 mL ou seja, 61 L. Depois de diluído em 10 mL de água (solução de aplicação), para permitir melhor uniformidade de aplicação, usando maior volume, foi efetuado contaminação da superfície da coluna de solo com os supostos 0,2745 mg de ( .

5.5.2.6 & Contaminação, irrigação, percolação

Após o término do preparo da solução de aplicação, por meio de uma pipeta graduada efetuava&se imediatamente a contaminação uniforme da superfície do solo na coluna. Passados 30 min, 2 dias e 4 dias da contaminação, aplicava&se, respectivamente, uma lâmina de água para completar o volume equivalente a uma chuva de referência definida no projeto (90 mm). O escorrimento para dentro do tubo foi efetuado com o uso de um bastão de vidro, garantindo assim baixo impacto com a superfície da coluna de solo. A água percolada pela coluna era coletada em béquer, constituindo&se a & & processada na rotina de extração.

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As análises deste pesticida, nas amostras envolvidas, basearam&se na metodologia para organofosforados em água da CETESB (1988), adaptada para 100 mL de percolado (ao invés de 1000 mL), como descrito a seguir:

a) Colocar a amostra contaminada em um funil ou balão de decantação; b) Adicionar 10 mL de diclorometano; agitar por 2 min com cuidado de liberar, a formação de pressão por gases; efetuar novamente, pelo menos, mais uma série de agitações pendulares e deixar decantar por 10 min;

c) Drenar o decantado via funil com papel filtro e sulfato de sódio anidro, para um balão de fundo redondo;

d) Repetir os procedimentos ) e por mais duas vezes;

e) Levar o balão com o conteúdo para um evaporador rotatório à vácuo; f) Concentrar o diclorometano do balão até aproximadamente 1 mL ;

g) Adicionar 5 mL de n&hexano ao balão, agitar para dissolução da amostra concentrada e, reconcentrar sob corrente de nitrogênio, em banho & Maria a uma temperatura entre 40&45 ºC .

h) Repetir o procedimento -;

i) Acertar com n&hexano o volume final (5 mL) do concentrado, agitar e transferir o conteúdo para um frasco de acondicionamento da amostra para fins de sua injeção posterior no cromatógrafo (etiquetar, de forma segura, a amostra). O vidro de acondicionamento da amostra utilizado foi de cor âmbar (para filtragem da radiação luminosa), com capacidade volumétrica pouco superior ao volume nele colocado, com tampa de rosca protegida com fita de teflon

j) Antes de fechar o vidro com a tampa rosqueada, assentar sobre a boca (do vidro) um pedaço de papel alumínio e selar a abertura e pescoço da embalagem (vidro) com fita teflon (para impedir contaminação e perdas por evaporação do conteúdo interno). Rosqueada a tampa, repassou&se nela fita teflon (veda&rosca).

l) Levar o vidro etiquetado do extrato concentrado para a geladeira e guardá& lo para, no tempo mais breve possível, injetá&lo no cromatógrafo.

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Após a concentração final do eluato (n&hexano: 5 mL), a presença de pesticida era determinada por cromatografia gasosa com detector termoiônico de Nitrogênio e Fósforo (N/P). Todas as amostras foram ensaiadas em seis repetições e injetadas no cromatógrafo, pelo menos, em duplicata.

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Os reagentes utilizados (extração: diclorometano; solvente: n&hexano; desidratante: sulfato de sódio anidro) possuíam, todos, grau de pureza para análise de resíduos de pesticidas, marca Merck e Mallinckrodt

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A limpeza de descontaminação da vidraria utilizada, para a sua reutilização, foi efetuada rotineiramente, deixando&se a mesma de molho durante um período mínimo de 6 h em solução aquosa a 2% v/v de detergente Extran Alcalino MA&01 (Merck). Após retirar o detergente com água de torneira (várias enxaguadas) ainda foi efetuada uma última enxaguada com água destilada deionizada. A vidraria, após a lavagem, era colocada para secagem ao ar livre (em bancada revestida de papel&toalha) ou em estufa. Após essa secagem e, antes de guardá&lo ou de nova utilização, toda vidraria era enxaguada também por dentro com acetona p.a.. O material, após o enxaguar com acetona era revestido ou tampado com papel alumínio, reutilizado ou guardado em armário fechado até o momento do uso.

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As soluções padrão utilizadas foram preparadas a partir do composto sólido puro de ( (grau de pureza 91%) fornecido pela SUPELCO no kit nº 52 de pesticidas organofosforados.

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Para preparar a solução estoque, a massa utilizada do sólido foi medida em balança analítica e, em seguida, dissolvida em acetato de etila, obtendo& se uma solução com concentração conhecida de aproximadamente 200 g (mL)&1. A solução estoque foi conservada em freezer pelo tempo de 6 meses.

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A partir da solução estoque de ( foi tomada uma alíquota diluída no mesmo solvente, acetato de etila, para formar a solução intermediária de concentração 10 vezes menor que a da solução inicial. A solução intermediária, com concentração aproximada de 20 g (mL)&1, foi conservada em freezer por 6 meses.

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De posse da solução intermediária, foram preparadas soluções de trabalho, diluindo alíquotas previamente definidas no solvente acetato de etila. As concentrações elaboradas de soluções de trabalho do pesticida ( , entre outras, foram de 2,0; 1,0; 0,4; 0,2; 0,04; 0,02 g (mL)&1. O tempo de conservação destas soluções de trabalho foi de 1 mês em refrigerador.

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A identificação e quantificação do pesticida ( foi efetuada com o uso de um cromatógrafo a gás marca CG modelo 500 A, com detector de nitrogênio e fósforo. Os cromatogramas foram obtidos em integrador processador CG&300.

Para as determinações do analito, foi usada, no aparelho, coluna cromatográfica de sílica fundida DB & 5 (5% fenil dimetil siloxano) 15 m x 0,53 mm e 0,5 m de espessura de fase estacionária. As condições operacionais do cromatógrafo foram: (a)operação isotérmica; (b) temperatura da coluna: 210 ºC; (c ) temperatura do vaporizador: 250 ºC; (d) temperatura do detector: 280 ºC; (e) fluxo de gás de arraste, nitrogênio : 10 mL (min)&1; (f) velocidade do papel no integrador: 10 mm (min)&1; (g) volume de solução injetada: 0,5 L ; (h) vazão no detector do gás H2 foi de 4 mL (min)&1e do ar sintético foi de 120 mL (min)&1.

Mantiveram&se as condições instrumentais e operacionais tão invariáveis quanto possível, ao longo de todo o estudo.

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Os extratos das amostras foram injetados (com micro seringa Hamilton 10 L) no cromatógrafo, pelo menos em duplicata, obtendo&se os cromatogramas correspondentes. A descontaminação da seringa antes e após as injeções no cromatógrafo foi efetuada com n&hexano. As soluções padrão de trabalho eram injetadas, normalmente, no início, meio e final da jornada. Quando se estabeleciam alterações nas condições de trabalho do aparelho (ex.:atenuação, corrente elétrica) novas injeções das soluções padrão tinham que ser efetuadas.

A identificação do pesticida ( , para as várias concentrações utilizadas e diante de cada condição específica de funcionamento instrumental estabelecida, foi feita através da comparação do tempo de retenção nas soluções padrão de trabalho e nos extratos injetados.

A determinação quantitativa utilizada foi a mesma descrita e adotada por ALVES (1998). Foi efetuada a comparação das áreas dos picos das amostras com os das soluções padrão pelo método do padrão externo.

Em seguida, calculou&se a concentração do pesticida ( no extrato da amostra com base na seguinte equação:

CE= ScA.[CP.(ScP)

&1

], sendo CE e CP, respectivamente, a concentração do pesticida no extrato da amostra, ( g.(mL)&1); e na solução padrão, ( g.(mL)&1); ScA é a área calculada do pico do pesticida no cromatograma da amostra; ScP é a área calculada do pico do pesticida no cromatograma da solução padrão.

A massa do pesticida presente na amostra foi obtida por cálculo na concentração de ( no extrato da amostra, conforme segue:

mA= CE. VE, em que mAé a massa do pesticida na amostra, ( g ); VE é o volume do extrato da amostra, (mL).

Concentração do pesticida na amostra (CA): CA= mA.(VA)&1, em que VAé o volume da amostra.

Por último, identificou&se a concentração percentual (%) de ( determinado nas amostras de percolado em relação ao do controle (prova em branco): lixiviado(%)= 100 x CElixiviado/CEcontroleou 100 x mAlixiviada/mAcontrole.

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A avaliação da eficiência do método adotado foi efetuada através da execução de ensaios de recuperação.

O ensaio de recuperação visa determinar a capacidade do método analítico empregado em acusar a fração do analito presente numa amostra em relação ao teor real de contaminante existente na mesma.

O ensaio de recuperação foi constituído de amostras não

contaminadas, de água deionizada e também de água percolada em colunas dos mesmos solos utilizados no experimento geral. Essas amostras de água foram posteriormente fortificadas (contaminadas) com concentrações conhecidas do pesticida ( (0,02; 0,04; 0,2; 0,4 g (mL)&1) e, a seguir, submetidas à rotina do processo analítico aplicado às amostras reais. A confirmação das amostras não contaminadas, utilizadas no ensaio de recuperação, foi indicada pelo processamento cromatográfico de alíquotas do extrato amostral e a obtenção de cromatogramas isentos de picos na região correspondente ao pesticida em questão.

O cálculo da fração recuperada para o pesticida ( em água

percolada no solo foi obtido pela seguinte equação:

R%=[md.(mad)&1].100, em que R% é a percentagem de recuperação do pesticida; mdé a massa detectada do pesticida na amostra, pela cromatografia, ( g); madé a massa do pesticida adicionada à amostra, ( g).

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A determinação do limite de detecção do pesticida ( foi calculada com base em procedimentos descritos por THIER & ZEUMER (1987).

Determinou&se, a reta ajustada (y = a+bx), com base nas médias das concentrações medidas (yi) e os correspondentes níveis de fortificação (xi), onde y é uma estimativa da concentração média; x é um nível de fortificação; a é o coeficiente linear da reta (ordenada de intersecção no eixo y);

b é o coeficiente angular da reta (tangente do ângulo θ; θ é o ângulo de inclinação da reta ajustada, no gráfico de fortificação . ' concentração medida ou detectada, com o eixo x). b tem uma correspondência com a sensibilidade, (S).

Conforme ALVES (1998), a razão das medidas da magnitude da concentração respondida pelo instrumental e a concentração real do analito considerado é uma expressão de sensibilidade, (S). Então assume&se que b = S.

Para se chegar ao limite de detecção também foi necessário o cálculo do desvio padrão combinado, (Sc), sendo obtido pela seguinte equação:

Sc= , em que SCé o desvio padrão combinado;

S2a é a variância das concentrações medidas no mais baixo nível de fortificação usada no ensaio; S2bé a variância das respostas das determinações em branco; m é o número de determinações efetuadas no mais baixo nível de fortificação; n é o número de determinações em branco efetuadas.

De posse das informações componentes, obteve&se, então, a estimativa do limite de detecção calculado, (LDC), por meio da equação seguinte:

LDC= , em que LDC é o limite de detecção calculado; SCé o desvio padrão combinado; S é a sensibilidade, (S = b); t(f; 95) é o t de Student unilateral, com f graus de liberdade para um nível de confiança de 95%; f é o grau de liberdade (f = d&1 ); d é o número de determinações efetuadas em cada nível de fortificação, ou seja, o número de replicatas.

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Com base nas orientações de THIER & ZEUMER (1987), o LDM, considera o menor valor correspondente que atenda os três requisitos a seguir:

(i) O limite de determinação é ≥ que o limite de detecção (LDM ≥ LDC); (ii) No limite de determinação, a recuperação é ≥ que 70% (R ≥ 0,70);

(iii) O coeficiente de variação, (CV%), no limite de quantificação é ≤ que 20%

Diante de tais critérios, os dois limites (LDM e LDC), ao assumirem o mesmo valor, estabelecem um divisor entre o quantificável e não quantificável. Na prática, o LDM mensurável, precisa estar, pelo menos, um nível acima do LDC.

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As correlações foram efetuadas pelo coeficiente de Pearson (dados paramétricos), e de Spearman & rs(dados não paramétricos), conforme o caso.

Consideraram&se aceitáveis correlações rs ≥ |0,60| para p&valores menor do que o nível de significância α = 0,05 (p< 0,05). A qualificação das correlações (. = |1|: perfeita; |0,90 ≤ . < 1|: fortíssima; |0,60 ≤ . < 0,90|; forte) baseou&

− + − + − =

se na proposição apresentada por PEREIRA(1978).

&

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Interpretações estatísticas foram efetuadas utilizando&se a análise de variância, testes F, de médias por meio de Tuckey, χ2(Qui&quadrado).

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A análise dos resultados do tempo de retenção, área do pico, concentração de áreas e de recuperação do pesticida ( indicou que os procedimentos escolhidos e o manuseio adotado foram suficientemente consistentes para a validação do método cromatográfico usado (TAB. 6.1, TAB. 6.2, TAB. 6.3, TAB. 6.4 e TAB. 6.5), conforme indicações descritas em THIER & ZEUMER (1987) e em ALVES (1998).