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Sıklığa Bağlı Hasılat Tablolarının Oluşturulması

1.3. Kızılçam Hakkında Genel Bilgi

2.3.3.12. Sıklığa Bağlı Hasılat Tablolarının Oluşturulması

A prática docente envolve uma série de fatores nos quais há a necessidade de se explorarem os diversos caminhos percorridos pelo professor para que se chegue a uma aprendizagem efetiva em sala de aula ou, pelo menos, na sua percepção, almeja como sendo o ideal. De acordo com Charlot (2000), Delors (2000), Mariano (2005) e Silva (2010b), essas percepções decorrem do nível de experiência do trabalho docente, ou seja, quanto mais experiente o professor, maior será sua facilidade em torno da adaptação às particularidades de diferentes grupos de alunos e na adoção de novas estratégias em sala de aula, levando-se em consideração o seu histórico de erros e acertos. Para revelar esses fatores que interferem na prática, foram levantadas questões junto aos entrevistados de modo que possam relatar a respeito.

Assim, a primeira questão nesse sentido envolve o conceito de prática docente a partir das experiências em sala de aula do CSTAPO que mobilizem a motivação de ensinar, didática, estratégias de ensino, conceito acadêmico, entre outros aspectos que possam levar o professor à definição sugerida de acordo com o seu olhar.

Para o Prof. 1, a prática docente tem relação direta com o ensino tradicional, aliado às iniciativas que agreguem valor ao aprendizado, como a utilização de recursos tecnológicos com a finalidade de estimular a discussão entre os sujeitos. Dessa forma, o Prof. 1 não deixa de aplicar o conceito do ensino tradicional, apropriando-se dele para buscar o desenvolvimento de novas formas de ensino.

Eu defino a minha prática de ensino como a que busca aliar algumas questões mais tradicionais no ensino com iniciativas para além do que se espera. Eu gosto de utilizar estratégias mais tecnológicas em abordagens. (...) Entendo que tenha uma discussão mais alinhada a questão democrática. Eu tento levar isso também para a sala de aula. (Prof. 1)

O Prof. 2 fala com entusiasmo da experiência de ser professor, estando em uma situação diversa de quando ele próprio estava como discente, e que tem agora a oportunidade de fazer a diferença na vida dos seus alunos. O Prof. 2 apenas lamenta ainda não ter o conhecimento prático que considera ideal em detrimento da teoria, apresentando dificuldade em realizar discussões de determinados temas por essa razão. Perante a sua fala, o conceito da prática docente é descrito como sendo a essência do ato de ensinar, de produzir efeitos nos alunos que vão além do conteúdo da disciplina e que também atinge a motivação dos alunos em seu aspecto pessoal.

Pra mim é uma experiência indescritível. Porque é muito fácil a gente criticar quando o professor tá dando aula e a gente tá como aluno. Na hora que a gente tem a oportunidade, de estar do outro lado, de fazer diferente, é aonde à gente deve procurar, realmente, a fazer a diferença na vida daquele aluno. (...) uma das coisas que a gente sente muita falta é a vivência da prática daquilo que é ministrado dentro da teoria, e é uma das coisas que eu mais me policio na hora de dar uma aula. É todas às vezes, conseguir trazer um exemplo, um caso prático, um problema do cotidiano para inserir na disciplina, para mostrar a importância dela. (Prof. 2)

A Prof. 3 considera a docência um trabalho muito importante e sério por estar lidando com pessoas que irão exercer uma atividade complexa, que é o papel do policial militar no campo da segurança pública. Nesse sentido, por estar em um ambiente com muitas mudanças, principalmente em relação à sociedade, procura lidar com os seus alunos a respeito de ideias preconcebidas e opiniões controversas referentes ao serviço executado pela Polícia Militar. A Prof. 3 entende que a educação exerce uma função importante nesta formação, inclusive de personalidade, assumindo essa responsabilidade como docente.

Para o Curso de Formação de Soldado eu acho ela muito importante e muito séria, porque você está ali formando pessoas para um trabalho muito complexo e que está tendo atualmente muitas mudanças. Então a polícia eu acho que atualmente os alunos às vezes vão com jargões, vão com uma opinião muito formada e que a gente precisa ir mudando isso porque a polícia tem muitos anos e ela mudou e a sociedade quer outra polícia. E até o curso de formação é outro. É outra graduação com pessoas agora de curso superior que pensam, que questionam. Então eu acho esta prática, eu acho a área da educação fundamental, eu acho ela importantíssima. E eles estão ali

pra serem formados, também é, pessoas muito jovens às vezes com um treinamento que vai também contribuir pra formação da personalidade deles também. Então eu acho fundamental. Encaro com muita responsabilidade. (Prof. 3)

O Prof. 4 define a prática docente como uma arte e diz que só se consegue enxergar isso como um valor quando se está efetivamente cumprindo o papel de professor. Preocupa-se também com a carga de responsabilidade que o professor carrega consigo a cada vez que entra na sala de aula, pois, na sua opinião, qualquer que seja a fala, tem uma influência significativa no aluno. O Prof. 4 considera que, mesmo com as condições a que o aluno é submetido durante o curso, com muitas aulas e trabalhos, o professor é responsável pela maior parte do aprendizado, devendo sempre buscar formas para se estimular a participação e a atenção dos discentes em sala de aula.

Nós só conseguimos dar valor ao professor depois que você consegue ministrar uma aula. Não é fácil. É uma arte mesmo. (...) É um profissional que eu costumo falar que ele constrói o mundo. Tudo o que ele fala em sala de aula, por mais insignificante que pareça, vai influenciar o aluno. O aluno, a partir dali, toma como referência daquela situação. É uma responsabilidade. Não é fácil. O aluno militar, que é diferenciado, que está ali com vontade de querer aprender e as condições de atividades que eles são submetidos, como a quantidade de aulas e trabalhos, às vezes ele não tem condição e professor é isso. (...) Acaba que a responsabilidade do aluno que não aprendeu cai em cima do professor. De certa forma, o professor também, eu costumo dizer que entre 60% e 80% está em relação ao professor. Se ele consegue trazer o aluno para participar da aula e vir o que está sendo ministrado, ele faz a diferença. (Prof. 4)

Os relatos dos entrevistados em relação à definição da prática docente demonstram como o professor tem um papel decisivo não só no que se refere ao ensino em si, mas também na formação de uma personalidade do aluno, na condição de policial militar. Esse diferencial faz com que a prática docente tenha um valor agregado importante, pois leva em consideração o lado humano do aluno no decorrer das atividades executadas dentro de sala de aula. Assim, o ambiente escolar se torna um campo fértil para o estímulo à participação e nas discussões que vão além dos temas que envolvem a disciplina, buscando-se atingir outras dimensões da realidade social.

Segundo Pimenta (1997), a mobilização dos conhecimentos acadêmicos pelo professor ocorre quando se pretende compreender o ensino como realidade social. No que tange aos conhecimentos teóricos acadêmicos acerca da prática docente, perguntou-se aos

professores entrevistados qual foi a percepção do impacto que esse fator teve durante a sua formação profissional, se a teoria é aplicável e se ela ajuda ou não na sala de aula.

Para o Prof. 1, tal percepção acerca da aplicação dos conhecimentos teóricos é individual e depende do interesse profissional de cada professor. Assim, cada um busca compreender o preparo à prática docente à sua maneira, procurando, por meio da especialização, aperfeiçoar-se na carreira acadêmica. Há uma crítica em relação à preocupação de o professor ser pesquisador, porém não há investimento na formação docente, o que, notadamente, acarreta prejuízo para a atividade. Particularmente, o Prof. 1 atribui a prática docente a uma aptidão e até mesmo um dom que o professor mantém com a sala de aula.

Eu acho que se alia, muitas das vezes, ao interesse do próprio profissional, que quer seguir uma carreira acadêmica, via da especialização, ou lato ou

stricto sensu, já traz um pouco dessa carga. (...) Há uma preocupação muito

maior da formação do pesquisador do que o docente. Acaba que nós temos, e eu acho que em grande medida, faculdades que investem em pesquisadores e estudiosos, mas que de fato não há um investimento na formação docente. Então, eu acho que isso acaba convidando que a questão realmente da aptidão, do interesse realmente, e podemos dizer do dom dessa relação de sala de aula. (...) Nós buscamos nos preparar e buscamos conteúdos para nos reinventarmos como professores já sendo profissionais. (Prof. 1)

O Prof. 2 teve contato com conhecimentos teóricos da atividade docente no seu curso de formação de oficiais, no qual teve uma disciplina de didática que o auxiliou no desenvolvimento de sua atividade como professor. Nessa oportunidade, o Prof. 2 lembra que construiu seu conhecimento sobre como lidar com a prática docente e explorar formas para tirar melhor proveito desse saber em sala de aula.

Durante a minha formação eu tive uma disciplina didática, que me auxiliou muito na questão do desenvolvimento, saber, o que é um plano de aula, o que é um plano de disciplina, os recursos didáticos, como utilizar, como explorar o conhecimento do aluno, fazer uma aula mais interativa, mais importante, mais interessante. Conseguir mensurar, qual é o recurso didático melhor para determinado assunto para determinar o conteúdo.Na polícia, na disciplina de didática, que eu tive no CFO. (Prof. 2)

A Prof. 3 valoriza a questão da importância do currículo na formação do aluno do CSTAPO/2014, o que faz com que a execução da prática docente fique dificultada em meio à compreensão de um volume de disciplinas que têm que ser adaptadas para o exercício profissional no campo da segurança pública. Dessa forma, o conhecimento teórico acerca da

prática docente deve estar voltado para essa situação, o que para a Prof. 3, está sendo auxiliado por um movimento nesse sentido por parte da administração da escola.

Olha eu acho que eles têm, são muitas matérias e eu não tenho bem o domínio de todo o currículo, mas o que eu sei é que esse currículo está sendo sempre adaptado e está sendo também assim. (...) E tenho visto que a coordenação tem uma seção de qualidade de ensino, ela está sempre atenta a isso e agora até tentando diminuir porque ás vezes são tantas matérias que o aluno fica até meio perdido. (...) Então eu acho que está adequado sim. (Prof. 3)

O Prof. 4 tem a convicção de que o professor é uma referência do aluno e que isso se torna uma responsabilidade muito grande, sendo imprescindível ao professor possuir o conhecimento teórico necessário para dar resposta adequada em termos de prática docente. Acrescenta, ainda, que o aperfeiçoamento da prática advém do conhecimento teórico e facilita no trato com a rotina docente.

Com certeza, eles foram importantes. O aluno quer aprender aquilo que interessa para ele. O professor não. O aluno enxerga ele como a pessoa que sabe tudo daquela matéria. Então por ele ter essa responsabilidade de ter sempre que responder todos os questionamentos e com certeza e razão no que está respondendo. (..) Nós conhecemos às vezes a questão prática, só que o conhecimento teórico vai demonstrar para nós que às vezes você fazia algo o tempo todo achando que era correto e depois você começa a se dedicar mais e entender realmente com que funciona a situação. (...) Tudo isso acaba facilitando você mais ou corrigindo a outra pessoa que está fazendo errado. (Prof. 4)

Em suma, acerca do conhecimento teórico para a prática docente, os professores consideram importante esse aspecto para a execução de suas atividades em sala de aula e acham necessário o aperfeiçoamento constante para o atendimento das demandas que envolvem a aprendizagem. Em que pesem as dificuldades em tal aperfeiçoamento, decorrentes principalmente da falta de investimentos, de acordo com os entrevistados, cabe a cada professor perceber essa necessidade e procurar essas iniciativas em busca do conhecimento teórico de modo a facilitar a condução de sua prática docente.

Para Bourdieu e Passeron (2008), existem gramáticas geradoras das práticas decorrentes do habitus e que permitem representar um sistema de esquemas de pensamento, avaliação e ação do professor. Nesse sentido, dentro da rotina em relação à prática pedagógica, decorreu da entrevista com os professores sobre como são desenvolvidas as

atividades que envolvem os “momentos” das aulas no que se refere ao antes, durante e depois, ou seja, no seu planejamento, execução e encerramento, respectivamente.

O Prof. 1 tem uma rotina bem definida desses tempos que antecedem e os que decorrem depois do início das aulas até o seu final. Assim, planeja com antecedência o que será passado naquela aula, com o preparo devido do tema e questões da atualidade para serem discutidas. Durante a execução das atividades em sala de aula, procura lidar com os imprevistos, inclusive, entendendo esses fatos como normais e interessantes para criação de vínculo de confiança entre professor e aluno. Ao final, faz uma revisão para detectar pontos que não tenham sido abordados e realiza uma avaliação do seu resultado em termos de prática docente.

(...) Então, previamente eu faço uma revisão do conteúdo que vai ser ministrado, verifico os pontos principais que devem ser tratados, alinho alguma questão de atualidade, ou tento trazer algum caso prático que tenha vindo à tona através de imprensa, ou através de algum que realmente tenha chamado a atenção do judiciário, tento trazer estas atualidades para o conteúdo proposto. (...) Durante a execução, acho que colocar um obstáculo ao imprevisto é algo absolutamente inadequado. O imprevisto também é importante porque traz principalmente a relação de confiança com o professor. Saber lidar com o imprevisto é extremamente interessante para criar esse vínculo. Posterior à execução, eu costumo, tendo havido alguma referência de algum tema não trabalhado, ou que escape a algum preparo prévio, procuro sempre sanear alguma questão que tenha gerado algum tipo de dúvida, bem como registrar alguma prática que foi positiva ou algum exemplo, uma dinâmica que deu um resultado interessante para continuar com essa prática em outro trabalho. (Prof. 1)

O Prof. 2 tem por rotina preparar-se em termos de conteúdo antes das aulas, verificando as atualidades sobre o assunto a ser abordado, buscando algo a mais para acrescentar ao que foi planejado. Já durante as aulas, procura seguir o planejamento, com atenção ao cumprimento do horário e atividades que levem à interação com o aluno. No final, o Prof. 2 avalia sua prática docente por meio de feedbacks que os próprios alunos davam quando o procuravam depois das aulas para discutir assuntos relacionados ao tema ou até mesmo para elogiar o professor.

A minha rotina antes, é estudar o conteúdo, mesmo que seja um conteúdo que eu tenha domínio. (...) Geralmente, pela correria que a gente tem, é 48 horas antes, ou 24 horas antes, pra gente dar uma revisada. Porque, como conteúdo já tá pronto, é mais buscar alguma coisa, um algo a mais para aquela aula. Durante as aulas, eu procuro seguir bem o que foi planejado,

pela questão do tempo e buscar a interação com aluno, para ter uma opinião, do que foi transmitido naquela aula, para não ficar só o professor fala é o aluno escuta. No final da aula, de todas as disciplinas que eu ministrei pelo menos dois ou três alunos, vinham à frente conversar comigo, sobre a aula. Eu achava isso muito interessante, porque a pessoa vinha discutir o que foi falado na aula, ou ela venha elogiar, ou fazer alguma observação. E é o que usava para balizar, para dar sempre as próximas aulas. (Prof. 2)

A Prof. 3 busca como rotina seguir o que está previsto no programa da matéria que está ministrando, dentro de suas unidades específicas e a carga horária prevista. Atenta a essa questão, a Prof. 3 observa que é necessário ter essa atenção porque o programa é previamente discutido com a coordenação e com os outros professores da disciplina, portanto, seguiu um processo de construção e de consolidação.

Primeiro eu vejo é porque a gente tem um programa, por exemplo: de cada matéria aquilo ali vai ser colocado em unidades, naquelas unidades tem o plano de aula com a carga horária, o quê que tem que ser dado ali, os objetivos e competências. Então eu fico atento aquilo é porque, antes da gente começar a matéria a gente discute, todos os professores têm um momento de discussão, pelo menos isso tem sido uma prática cada vez mais frequente, uma coisa que está sendo consolidada. (Prof. 3)

A rotina do Prof. 4 não difere muito dos demais já apresentados anteriormente, tendo como prática realizar uma atualização do conteúdo antes, justamente para não ser surpreendido com alguma mudança e, também, para trazer fatos novos para chamar a atenção dos alunos. Durante as aulas, procura realizar práticas que facilitem a compreensão do conteúdo, incentivando a pesquisa que, no seu caso, costuma ser bastante extensa. Ao final, o Prof. 4 realiza uma reflexão de sua prática em sala de aula, utilizando a prova final também como balizador para saber se é necessário melhorar ou mudar algo na sua rotina docente.

Antes do início das aulas eu costumo sempre ver alguma atualização de legislação para mostrar a minha pasta de todo o conteúdo, depois eu junto todo o conteúdo que eu possa utilizar em sala de aula. (...) Quando você traz uma coisa nova, ele acaba se interessando mais e dando até mais valor na matéria. Durante as aulas, o conteúdo a ser ministrado costuma ser bastante extenso, procuro fazer o possível para sempre além de o conteúdo trazer algo diferente para o aluno e que facilite a ele conseguir pesquisar e entender todo aquele conteúdo ao máximo que ele possa. Assim que encerra as aulas e que o aluno vai fazer a prova, a partir dali que eu consigo saber se realmente a forma que eu utilizei para ministrar a aula trouxe um benefício ou prejuízo ao aluno. (...) É por ali que também que o aluno faz uma avaliação de cada professor. É também através disso que nós vemos onde que pode melhorar ou mudar. (Prof. 4)

De modo geral, a rotina dos professores antes, durante e depois das aulas segue um roteiro semelhante em que a preocupação pelo preparo e atualização do conteúdo no início das aulas, a interação com os alunos no decorrer e avaliação de suas práticas ao final são práticas constantes. Tais práticas revelam, por si sós, o compromisso para com a aprendizagem, o que é um fator positivo para o ensino no CSTAPO/2014.

A participação do professor nos espaços institucionais ganha importância na medida em que se propõe a analisar novos modelos didáticos, como destacam Rockwell e Mercado (1988). Como forma de demonstrar a participação dos professores nos atos formais de incentivo à interação entre os docentes na EFSd, foi questionado aos entrevistados sobre a forma e frequência em reuniões pedagógicas e seminários e se consideram esses espaços como privilegiados para a troca de experiências sobre a prática docente.

De forma direta, o Prof. 1 respondeu que participa das reuniões de acordo com a demanda da EFSd, cujas reuniões geralmente se realizam previamente, antecedendo o curso, limitando-se a cumprir o planejamento pedagógico previsto, não envidando maiores esforços no sentido de provocar a administração ou outros colegas a respeito de troca de experiências decorrentes da atividade docente.

Dentro da demanda do curso, o que foi solicitado. Foi feito uma reunião pedagógica prévia ao curso. Durante o curso, algumas considerações pontuais, mas dentro do planejamento pedagógico. Eu cumpri um planejamento pedagógico prévio. (Prof. 1)

O Prof. 2 participa dos encontros promovidos antecedendo as aulas de cada disciplina, com frequência assídua a todos os chamados que são realizados tanto pela administração da EFSd como do coordenador da disciplina, com o fim de definir o planejamento a ser executado no decorrer do curso. Destaca ainda que, nesses encontros, tem a oportunidade de fazer contato com outros professores com maior experiência, sendo válido, principalmente para aqueles que são iniciantes, no sentido de saberem lidar com situações complexas.

Eu participo com frequência que a escola exige, antes de cada disciplina era