4. VERILERIN DEGERLENDIRILMESI ve BULGULAR .•.•••••••••••••••••.••.•.•.•
4.3. Rz için Yüzey Pürüzlülük Verilerinin Değerlendirilmesi
A ferramenta HealthKit é voltada para desenvolvedores que tem objetivo de criar aplicativos de monitoramento e boa forma, no qual possam ser incorporados com o aplicativo Saúde, permitindo que os aplicativos trabalhem em conjunto, podendo assim centralizar as informações de todos aplicativos relacionados à saúde: dados como batimentos cardíacos, calorias queimadas, nível de glicose e colesterol, permitindo que o usuário utilize o aplicativo que está mais habituado em usar, pois cada aplicativo é especializado em coletar dados específicos. Fazendo que o aplicativo Saúde reúna todas essas informações em um lugar, que pode ser acessado com apenas um toque para mostrar um quadro geral, de maneira clara e atualizada o monitoramento do usuário, mostrando uma visão geral através do recurso Boletim de saúde. Para configurar do recurso, é simples, basta selecionar o que o usuário pretende ver no Boletim de saúde, ativa-se, assim, a opção Mostrar no Boletim de saúde.
Figura 48. Tela inicial mostra os dados recentes sobre o monitoramento do usuário,
e a direita informações que podem ser filtradas por dia, semana, mês e ano.
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Figura 49. Tela de configuração do Boletim de saúde, e caso tenha alguma dúvida do dado a ser coletado com um
simples toque, no final tem a uma breve explicação do que se relaciona, e a direita os dados que o usuário pode coletar.
Fonte: Website Apple
Outros recursos do aplicativo são os Dados de saúde, local em que o usuário poderá monitorizar as medições do seu monitoramento entre outras informações do estilo de vida como mensurações do corpo, estatísticas de fitness, e ao navegar por cada opção, pode adicionar dados para aparecer no recurso do Boletim de saúde. No recurso Fontes, o usuário encontrará as aplicações e dispositivos de terceiros que podem enviar dados para o aplicativo Saúde, e permite controlar as aplicações que têm acesso aos dados de monitoramento. O recurso Ficha médica armazena e apresenta as informações importantes como tipo sanguíneo, se é doador de órgãos, peso e altura. Permite também a personalização para adicionar informações, como a data de nascimento e contatos de emergência.
Em caso de emergência e o usuário não poder passar essas informações e o smartphone estiver bloqueado, se foi configurado a opção da Ficha médica será disponibilizado a partir do
67 qualquer pessoa com acesso físico ao smartphone pode ler as informações que incluir na Ficha médica de emergência.
Figura 50.Tela mostra os dados médicos importantes e a direita a função emergência,
que está disponível sem a necessidade de desbloquear o smartphone
Fonte: Website Apple
Esta configuração permite a pessoa que irá ajudar o usuário numa emergência obtenha informações importantes que está na ficha médica, como também será possível entrar em contato com as pessoas cadastradas no contato de emergência. Mas, o aplicativo tem a preocupação de privacidade, permitindo que o usuário decida o que deseja colocar no aplicativo Saúde e quais aplicativos podem acessar esses dados através do aplicativo Saúde. Quando o telefone estiver bloqueado por senha ou Touch ID18, todas as informações armazenadas no aplicativo Saúde ficam codificadas. Caso o usuário opte por armazenar as informações no iCloud, elas serão criptografadas e ficam protegidas. Os aplicativos que acessam o Healthkit precisam ter uma
18 Touch ID é um sensor biométrico desenvolvido pela Apple, através dele, é possível realizar compras nas
lojas virtuais iTunes, App Store, compras internas em aplicativos e desbloquear tela sem a necessidade de digitar sua respectiva senhas, apenas pressionando o dedo no sensor.
68 política de privacidade. O aplicativo Saúde informa ao usuário para ler a política de privacidade de cada aplicativo antes de permitir que tenham acesso às informações coletadas.
Figura 51. Depois de clicar em emergência o smartphone permite fazer chamada para o serviço de emergência e
acessar a ficha médica conforme apresentada na figura anterior.
Fonte: Website Apple
O que diferencia o aplicativo Saúde é a ferramenta HealthKit, que facilita o acesso dos dados de monitoramento e permite o usuário escolher o que quer compartilhar, e permite que os dados dos aplicativos utilizados dos usuário como sobre pressão arterial sejam compartilhados automaticamente com o médico do usuário. O aplicativo de nutrição poder informar quantas calorias o usuário consome diariamente, dados de peso e atividade, e pode recomendar o número de calorias para consumir todos os dias para chegar a um determinado objetivo, o aplicativo nutrição também pode usar HealthKit para atualizar o aplicativo Saúde com o número de calorias consumidas, de modo que o usuário possa mais facilmente acompanhar o seu progresso.
Caso o usuário utilize uma pulseira, a distância percorrida, calorias queimadas e outros dados podem aparecer no aplicativo Saúde. Se o usuário utiliza um aplicativo para monitorar seu sono, o tempo que dorme também irá para o aplicativo Saúde, com a integração do HealthKit.
69 A ferramenta HealthKit deixa claro que é projetada para uso em aplicativos focados ao monitoramento da saúde e informa aos desenvolvedores que se um aplicativo pede acesso a informações sobre monitoramento não relacionados ao bem estar e saúde, os usuários são menos propensos a confiar no aplicativo com seus dados privados. Os designers e desenvolvedores tem que trabalhar em conjunto para se certificarem que os usuários entendam as razões do aplicativo que precisa de acesso a partes específicas de dados que podem ser considerado privados de monitoramento e os benefícios de compartilhar essas informações.
3.1.2.1 Regras de usabilidade da Ferramenta HealthKit
Para os designers e desenvolvedores, o manual do HealthKit deixa claro alguns princípios de usabilidade e interação fornecendo a informação para evitar pedir dados de monitoramento do usuário antes de terem a chance de entender a razão para qual será utilizado. Na interface dos aplicativos se faz necessário passar essa segurança, pois as pessoas estão mais inclinadas a darem acesso aos seus dados de monitoramento, se eles veêm a conexão entre sua tarefa atual e seu pedido para os dados. Um exemplo nítido ocorre quando os usuários preenchem um perfil em um aplicativo de perda de peso. Faz sentido pedir o acesso aos dados de peso que eles armazenam no aplicativo Saúde. Mas se o aplicativo para perda de peso solicita acesso aos dados imediatamente após a abertura do aplicativo, os usuários podem estar menos inclinados a compartilhar suas informações pessoais.
A ferramenta HealthKit permite que os designers que irão desenvolver aplicativos utilizem a interface do aplicativo Saúde para solicitar permissão para acessar os dados do usuário, dessa maneira mostra mais confiabilidade ao aplicativo.
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Figura 52. A ferramenta HealthKit permite que os designers, utilizem a interface do aplicativo Saúde.
Fonte: Website Apple
A ferramenta HealthKit, em seu manual, evidencia princípios de usabilidade para proporcionar uma boa experiência ao usuário. Um dos princípios é o que evita a duplicação de informações de dados que já foram fornecidos para o aplicativo Saúde, uma vez que impede que sejam solicitados novamente no aplicativo em que o designers está desenvolvendo, de modo a sugerir adicionar mensagens personalizadas e explica o motivo pelo qual o aplicativo precisa acessar partes específicas de dados, com mensagens curtas e claras. Informa ainda como o aplicativo desenvolvido pelos designers utiliza os dados do monitoramento e os benefícios de compartilhá-lo. No manual deixa claro outro princípio de usabilidade, que permite aos usuários
71 decidir compartilhamento de dados com o aplicativo. Aceita fazer mudança de configurações de maneira fácil, tanto no aplicativo desenvolvido pelo designer quanto no aplicativo Saúde.
Outra regra que o designer necessita ao desenvolver um aplicativo que possa ser incorporado com o aplicativo Saúde, é que não deve usar ícones de aplicativos já existentes do aplicativo Saúde, imagens ou screenshots. A utilização da interface para solicitar a permissão de compartilhamento de dados entre os dois aplicativos (o desenvolvido pelo o designer e o Saúde), o designer tem que ter a preocupação coma as imagens utilizadas, uma vez que algumas possuem direitos autorais e não devem ser exibidas no aplicativo. Usar o nome HealthKit no aplicativo também é proibido, uma vez que é um termo para desenvolvedor que dá nome ao quadro técnico, para acessar os dados armazenados no aplicativo de Saúde. Caso o designer tenha a necessidade de referir as formas em que o aplicativo funciona com o armazenamento de dados de usuários do aplicativo Saúde, o manual sugere usar o termo "App de Saúde". Por exemplo, na interface, o designer pode inserir a mensagem. O aplicativo "salva as informações no app de Saúde" ou "usa dados do app de Saúde".
3.2 Análise
A metodologia da análise será fundamentada, no arcabouço teórico dos autores que discorrem sobre o tema interface, usabilidade e interação, contudo, com foco de sistemas mais complexos, de modo a fugir das análises dos aplicativos apresentados no capítulo anterior que desempenham somente uma função. O aplicativo Saúde é considerado um centralizador de informações. No estudo da análise, também serão considerado outros temas pontuais relacionados, de modo a estabelecer um paralelo e explicar como estas fundamentações foram aplicadas pelo design de interface no desenvolvimento do aplicativo Saúde.
A análise será pautada nas teorias de Fróes, que fundamenta sobre os recursos atuais da tecnologia, os novos meios digitais, a multimídia, a internet, em que é possível integrar os
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smartphones. A teoria de Preece também é arcabouço teórico do presente estudo, já que aponta a
necessidade de desenvolvimento de sistemas interativos que apóiem e estendam diferentes tipos de socialização, em que se considere que os aplicativos fazem parte da socialização das pessoas. Preece também afirma que ao se projetar mecanismos de coordenação, é importante considerar quão socialmente aceitáveis são para as pessoas. Uma falha desse aspecto pode resultar em usuários que não utilizem o sistema da maneira pretendida ou simplesmente o abandonarem. Um ponto fundamental consiste em obter o equilíbrio entre a coordenação humana e a do sistema: muito controle e os usuários irão rebelar-se; pouco controle e o sistema falhará. Lèvy salienta que todo conhecimento arquitetado, por meio de vivência, possui poucas chances de ser esquecido uma vez que se lida com um exemplo concreto de verificado assunto, por meio de uma experiência pessoal e não de teorias ou decorrência de experiências alheias. Hoje os
smartphones fazem parte da vivência no dia a dia das pessoas e tudo isso deve ser levado em
consideração nesta análise. A facilidade de aprendizado, a eficiência para uso, a memória, a redução dos erros, satisfação subjetiva, apontado por Barros como sendo uma premissa à usabilidade, também deve ser considerado. Cybis afirma, ainda, que todos elementos oferecidos nas interfaces precisam ser entendidos de forma rápida, para que a resposta seja imediata, facilitando assim a interação. Usaremos os cinco princípios específicos que compõem uma interface:a qualidade que seja fácil de aprender de Tullis e Albert, que são: previsibilidade, capacidade de sintetização, familiaridade, consistência e generalização e as considerações de Williams, que por sua vez, elaborou um conjunto de princípios no qual considera básicos em qualquer obra de design, aos quais abreviou como CARP: contraste, alinhamento, repetição e proximidade. Utilizaremos também os princípios de Bonsiepe ao considerar que um bom design pode ser avaliado como “o domínio da interface”, porém diz que o design, acima de tudo, é uma atividade multidisciplinar que está sempre atrelada à tecnologia, ao marketing e a comunicação.
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3.2.1 Interação Homem/Smartphone
De modo a utilizar os princípios de autores citados na seção anterior, é possível afirmar que analisar a contemporaneidade e os aspectos que a envolvem é sem dúvida um desafio, ainda mais quando os objetos do estudo são as novas tecnologias, que surgem cada vez mais, de acordo com a necessidade de que a interação Homem/Computador ocorre. Salientamos ainda que não está atrelada apenas aos computadores de mesa, mas também aos recursos dos smartphones, que trazem novas formas de ler, escrever e, portanto, de pensar e agir.
Partindo deste pressuposto, o aplicativo Saúde, já tratado nos capítulos anteriores, por ser relacionado ao monitoramento da saúde, traz uma nova forma de interagir. O aplicativo não considera somente Homem/Computador, já que a sua interação é possível apenas quando está na frente do computador. Contudo, não é um equipamento portátil que o usuário possa levar facilmente para onde for, diferente da interação Homem/Smartphone.
Os recursos atuais da tecnologia, os novos meios digitais, a multimídia, a internet, a telemática traz novas formas de ler, escrever e, portanto de pensar e agir. O simples uso de um editor de textos mostra como alguém pode registrar seu pensamento de forma distinta daquela do texto manuscrito ou mesmo datilografado, provocando no indivíduo uma forma diferente de ler e interpretar o que escreve, forma esta que se associa, ora como causa, ora como consequência, a um pensar diferente (FRÓES, 1995, p. 02).
Hoje, o smartphone juntamente com seus aplicativos, estão presentes no cotidiano das pessoas, no trabalho, no lazer, no aprendizado. O aplicativo Saúde, pelo fato de ser um sistema interativo e integrar diversos aplicativos relacionados ao monitoramento da sáude, permite a interatividade do usuário na extensão e integração da sua socialização de uma forma natural.
Vivem juntos, trabalham juntos, aprendem juntos, brincam juntos, interagem e falam uns com os outros – socializam-se. Parece natural, portanto, que se desenvolvam sistemas interativos que apóiem e estendam esses diferentes tipos de socialização (PREECE et al, 2005, p. 6).
74 As pessoas estão acopladas praticamente 24 horas por dia com os smartphones. Como a interface do aplicativo Saúde não apresenta muita informação e nem dificuldade para acessar e navegar, podemos considerar uma interface simples, e por ser um aplicativo que já vem instalado no smartphone Iphone, podemos considerar que para esses usuários, já faz parte da sua vivência e experiência diária, sendo assim, fácil de ser compreendido, utilizado e difícil de ser esquecido. Características apresentadas no livro A máquina do universo, que justificam as informações anteriores:
Sabe-se que todo conhecimento arquitetado por meio de vivência tem poucas chances de ser esquecido, além de se ter um exemplo concreto de verificado assunto por meio de uma experiência pessoal e não de teorias decorrer de experiências alheias (LEVY, 1995, p. 111).
3.2.2 Usabilidade
Além das considerações apontadas por Lèvy anteriormente, é importante focarmos no objetivo desta pesquisa, que é de identificar a importância da utilização dos conceitos de usabilidade que os designers que desenvolveram o aplicativo levaram em consideração no aplicativo Saúde. Pois com a usabilidade denota-se a busca pela satisfação do usuário, com a implementação de recursos que não apenas facilitem a navegação, mas que também proporcionem eficiência, sejam agradáveis ou proporcionem prazer na utilização.
A usabilidade é a capacidade que um sistema interativo oferece ao seu usuário, em um determinado contexto de operação, para a realização de tarefas, de maneira eficaz, eficiente e agradável (ISO 9241 apud CYBIS, 2003, p. 8).
A interface homem-computador, em que podemos considerar, atualmente, mais comumente, homem-smartphone possui como principal premissa a usabilidade, já que verifica quando o usuário possui a capacidade de entendimento das funcionalidades de um sistema. A usabilidade, assim, está altamente relacionada, segundo Barros (2003), com a: facilidade de aprendizado, a eficiência para uso, a memória, a redução dos erros, satisfação subjetiva.
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Figura 53. A esquerda o painel apresenta fundo dos gráficos, sem sobrecarregar a interface, e a direita os ícones
que utilizam somente uma cor e todos com uma legenda para não complicar o compreensão do usuário.
Fonte: Website Apple
No aplicativo Saúde, o design e a usabilidade das interfaces são importantes, fica evidente a preocupação dos designers que desenvolveram o aplicativo de não sobrecarregar os elementos visuais, uma vez que podem dificultar o processo de aprendizado de utilização do sistema. Como exemplo, na interface do painel, podemos observar que apresenta uma tela limpa, sem informações desnecessárias, e que utiliza somente no fundo dos gráficos uma tonalidade bem sutil do degradê, não utilizan fotos de fundo e demais elementos com muitas informações. No caso da função Dados de saúde os ícones também não são sobrecarregados, só é utilizado uma cor, ou no máximo duas cores.
76 Acreditamos que todos elementos oferecidos nestas interfaces precisam ser entendidos de forma rápida para que a resposta seja imediata, facilitando assim a interação, isso é confirmado por Cybis (2007).
3.2.3 Métodos de usabilidade
É importante analisar como os desenvolvedores da interface do aplicativo Saúde aplicaram conceitos de usabilidade como de visibilidade, compatibilidade, controle e liberdade do usuário, consistência e padrões, prevenção de erros, reconhecimento, flexibilidade e eficiência de uso, estética e design minimalista, conceitos apontados pelo artigo de Jakob Nielsen Heuristic
evaluation publicado no livro Usability inspection methods, que aponta as fundamentações
apresentadas no parágrafo abaixo.
• A visibilidade do status do sistema. O usuário deve estar completamente informado do que está acontecendo, por meio de feedback imediato da interface. • Compatibilidade do sistema com o mundo real. A terminologia deve ser adequada
à linguagem do usuário e não orientada ao sistema. As informações devem ser organizadas de acordo com o modelo mental do usuário.
• Controle e liberdade do usuário. Disponibilize “saídas de emergência” ao usuário, para que ele possa desfazer ou refazer ações, a fim de que ele se situe em um ponto recente da interação.
• Consistência e padrões. Nunca identifique uma mesma ação por ícones ou metáforas diferentes. Elementos similares devem ser usados para propósitos semelhantes, assim como funcionalidades semelhantes devem possuir uma sequência de ações semelhantes.
• Prevenção de erros. Idealmente, interfaces não precisam de mensagens de erro por serem capazes de prevenir que erros ocorram. Ações definitivas podem ter um
77 tratamento anterior para que o usuário as confirme por meio de checkboxes, por exemplo.
• Reconhecimento ao invés de lembrança. O usuário não deve precisar memorizar o que está realizando. Permita que a interface atue como um meio de dialogar com o usuário, em tempo de execução.
• Flexibilidade e eficiência de uso. O sistema deve ser fácil de ser operado por usuários novatos, mas também robusto o suficiente para permitir eficiência de uso a usuários avançados.
• Teclas de atalho e de comandos por voz podem ser alternativas para tornarem a interface flexível.
• Estética e design minimalista. As informações devem ser sucintas e não devem informar mais do que os usuários necessitam para realizar a funcionalidade corrente. Os diálogos do sistema precisam ser diretos e naturais e devem aparecer nos momentos adequados.
• Ajuda para usuário identificar, diagnosticar e corrigir erros. As mensagens de erros devem ser claras e simples e não podem intimidar o usuário. Ao contrário, devem estimulá-lo ao oferecer formas de corrigir o erro.
• Ajudas (Help) e documentação. Um bom design evita que o usuário tenha que usar opções de ajuda com frequência. Entretanto, é fundamental que o sistema possua telas específicas de ajuda, para orientar o usuário em casos de dúvidas (NIELSEN, 1994, p. 159).
Analisando a interface do aplicativo Saúde por meio desses conceitos apresentados anteriormente, é possível identificar que no desenvolvimento da interface o designer teve a preocupação que o usuário sempre estivesse completamente informado do que ocorre no momento.
78 Além disso, há ainda um feedback imediato do aplicativo. Por exemplo, a interface deixa clara, se o usuário está configurando a entrada de fontes dos aplicativos, ou simplesmente está editando a sua ficha médica.
No desenvolvimento da interface, foi possível identificar que o designer levou em consideração que aplicativo tivesse uma compatibilidade com o mundo real, já que se utiliza de terminologias que fazem parte do dia a dia, este conceito pode ser observado nas nomenclaturas de cada função, exemplo Painel, Dados de saúde, Fonte, Ficha médica.
Figura 54. A interface deixa claro o que o usuário está configurando, e também utiliza nomeclaturas dos