A) Müflis Aleyhindeki Bazı Takiplerin Durması ve Düşmesi
V) İflasın açılması ile durmayan takipler
7) Müflisin Zorunlu Takip Arkadaşı Sıfatı Bulunduğu Durumlar
A AMARRIBO tem, até os dias de hoje, em que pese sua atuação de caráter nacional, uma vinculação com seus objetivos iniciais, que se concentravam no desenvolvimento social e econômico de Ribeirão Bonito. Conforme estabelecido no Inciso II do Artigo 2º de seu Estatuto (ANEXO 4), temos que entre os seus objetivos estão
[...] promover o desenvolvimento urbano e social do município; defender, preservar e conservar o meio ambiente, buscando promover o desenvolvimento sustentado e integrado dos recursos naturais, principalmente dos hídricos, respeitando a vocação natural da região; estimular e apoiar projetos que visem o ecoturismo, que observem a conservação do meio ambiente, considerando o seu impacto social e ambiental da região; promover e implementar programas voltados para a cultura à defesa do patrimônio histórico e artístico e à educação e promover o desenvolvimento econômico e social do município e ações de combate à pobreza (AMARRIBO BRASIL, acesso em 29 jan. 2014).
Diante disso, consideramos importante apresentar algumas informações históricas bem como alguns dados do desenvolvimento do município.
Conforme o Centro de Estudos e Pesquisas da Administração Municipal (CEPAM)20, do governo do Estado de São Paulo, Ribeirão Bonito é um município situado próximo da Serra de Dourado, com uma altitude média de 1.100 metros. Está localizada a 270 quilômetros da capital do Estado, na macrorregião Central e na microrregião de São Carlos, do Estado de São Paulo. A topografia da cidade é acidentada e o clima varia entre seco e temperado. Tem uma área de 472 quilômetros quadrados.
Segundo os dados do Produto Interno Bruto dos Municípios (PIB-M) nos anos de 2005 – 2010, do IBGE, o PIB-M21 total de Ribeirão Bonito era de R$ 90.978.998,00
(noventa milhões novecentos e setenta e oito mil e novecentos e noventa e oito reais) em 2005 e aumentou para R$ 147.899.918,00 (cento e quarenta e sete milhões oitocentos e noventa e nove mil e novecentos e dezoito reais), um crescimento percentual de 62,56%. Em 2010, o PIB do município dividia-se da seguinte maneira: Agropecuária com R$ 44.745.439,00 (quarenta e quatro milhões setecentos e quarenta e cinco mil e quatrocentos e trina e nova reais), Indústria com R$ 14.083.683,00 (quatorze milhões oitenta e três mil e seiscentos e oitenta e três reais), Serviços, inclusive públicos com R$ 88.532.998,00 (oitenta e oito milhões quinhentos e trinta e dois mil e novecentos e noventa e oito reais) e Impostos com R$ 7.537.798,00 (sete milhões quinhentos e trinta e sete mil e setecentos e noventa e oito reais). E um PIB per capita de R$ 12.193,91 (doze mil cento e noventa e três
20 <http://cepam.org/municipios/municipios-paulistas/ribeirao-bonito.aspx#ad-
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21 Produto Interno Bruto dos Municípios é calculado pelo IBGE e divulgado desde 2005. Fornece estimativas do PIB, a preços correntes e per capita, e do valor adicionado da Agropecuária, Indústria e Serviços, a preços correntes.
reais e noventa e um centavos (IBGE, acesso em 3 jan. 2014).
A economia é centrada na atividade agropecuária, destacando-se a produção de cana-de-açúcar, que ocupa cerca de 90% das terras agricultáveis, por conta da presença de seis usinas de produção de álcool e açúcar na região. Além disso, destacam-se, ainda, a produção de café, cereais, algodão e laranjas, bem como a criação de bovinos, suínos e aves. Tamanha é a importância da cana-de-açúcar que anualmente, no mês de agosto, é comemorada a Festa de Bom Jesus da Cana Verde.
Outra atividade econômica que merece algum destaque é a prática do turismo, principalmente nas suas variedades ecológicas, de aventura e rural, visto que o município possui várias reservas florestais, bem como matas cortadas por trilhas e cachoeiras. Antigas fazendas propiciam atividades como cavalgadas, arvorismo, rapel, caminhadas, trilha, pêndulo, travessia de rio, canyoning, floating e mountain bike. Os pontos turísticos de visitação mais conhecidos são a Gruta do Marimbondo, a Capela de Nossa Senhora e a Praça da Matriz que, todo domingo, tem exposição de trabalhos artesanais da região.
Conforme destaca o site do IBGE22, ao apresentar alguns fatos históricos mais
significativos no processo de formação da cidade, foi uma família originária de Minas Gerais, da cidade de Ouro Fino, que iniciou, em outubro de 1862, o processo de ocupação populacional da região - os Alves Costa.
Foi naquele ano que Joaquim Alves Costa, seu filho José Venâncio Alves Costa, um amigo português, Antônio José de Souza Pinto, Antônio Alves Costa, Thomaz Alves Costa, Ignácio Alves Costa e Manoel Garcia de Oliveira, se juntaram e compraram cerca de 360 mil metros quadrados de terra e as doaram para o patrimônio do Senhor Bom Jesus.
Em março de 1882 o patrimônio, que havia crescido em torno da capela construída na região 10 anos antes, foi elevado, pela Lei Provincial n. 16, de 8 de março de
1882, a condição de freguesia e Distrito de Paz de Ribeirão Bonito, ainda no município de Brotas. A região prosperava com a chegada de imigrantes, especialmente italianos, em busca de novas terras para a produção de café.
Em 5 de março de 1890 o distrito, desmembrado do município de Brotas, é elevado à categoria de vila com a denominação de Ribeirão Bonito, por meio do decreto estadual n. 24. O município foi oficialmente instalado em 20 de junho de 1893. Foi elevado à condição de cidade pela Lei Estadual n. 1038, de 19 de dezembro de 1906. Já a Lei n. 1032, de 14 de dezembro daquele ano, havia criado na cidade, o distrito de Guarapiranga. Essa divisão do município em dois distritos - Ribeirão Bonito e Guarapiranga - permanece até os dias de hoje.
Já em meados de 1894, a Companhia Paulista de Estradas de Ferro inaugurou em Ribeirão Bonito a sua estação, o que representava o reconhecimento da importância da região e alavancou, ainda mais, o desenvolvimento da região, especialmente da cafeicultura. Na década de 1920, Ribeirão Bonito já tomava ares de cidade com a instalação de serviços públicos de água, esgoto e iluminação elétrica.
A partir da década de 1950, com os processos de industrialização e urbanização em franca expansão no Estado de São Paulo, a cidade foi perdendo seu ímpeto de desenvolvimento e acabou por manter uma condição de cidade pequena. A expansão de sua população a partir da década de 1980, conforme os dados dos censos demográficos do IBGE representam um pouco esse quadro. Em 1980, o total de habitantes era de 8.330, número que se elevou para 10.287 em 1991; em 2000 a população estava em 11.237; e em 2010 estava com 12.127 habitantes. As estimativas do Instituto para os três primeiros anos dessa década apontam os seguintes números: 12.209 em 2011; 12.291 em 2012; e 12.374 em 2013. A taxa de urbanização do município é de 92,46%.
Hoje, conforme dados do Portal ODM23 que faz o acompanhamento municipal dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)24, a cidade apresenta um bom
23 <http://www.portalodm.com.br/relatorios/sp/ribeirao-bonito>.
24 Os ODM foram instituídos pela Organização das Nações Unidas (ONU), no ano de 2000, após uma análise dos principais problemas que afetavam os setores mais pobres da sociedade mundial. São oito: acabar com a fome e a miséria, educação básica de qualidade para todos, igualdade entre sexos e valorização da mulher, reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde das gestantes, combater a AIDS, a malária e outras doenças, qualidade de vida e respeito ao meio
nível de desenvolvimento. Algumas informações são importantes para podermos comprovar a informação. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Ribeirão Bonito é 0,712, ocupando a 1546ª posição entre os 5.565 municípios do País, considerado, pelos padrões da ONU, como um alto índice. Um indicador muito próximo ao do Brasil que é de 0,730.
Já o Índice de GINI, que mede a concentração de renda, ficou em 0,460 no ano de 2010. Em 2012, o município contava com 1,1% de suas crianças até 2 anos de idade com desnutrição, quando a meta para 2015 é de 1,6%. Em 2010, 15,1% das crianças de 7 a 14 anos não estavam cursando o Ensino Fundamental, a meta para 2015 é de 100% das crianças nessa faixa etária na escola. A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 65,4% e o percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos era de 98,4%.
No Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), em 2010, o município está na 1.772ª posição, entre os 5.565 do Brasil, quando avaliados os alunos da 4ª série, e na 2.605ª, no caso dos alunos da 8ª série. Em 2011, a Taxa de Mortalidade de menores de 5 anos a cada mil nascidos vivos foi de 10,2%, para uma meta em 2015 de 15%. Em 2010, 91,7% dos moradores tinham acesso à rede de água geral com canalização em pelo menos um cômodo e 92,2% possuíam formas de esgotamento sanitário, consideradas adequadas.
Foi diante de uma situação percebida, em 1999, como de estagnação, com deterioração da estrutura pública da cidade e de uma baixa autoestima, além de um apelo do padre da cidade, que um grupo de cidadãos resolveu se organizar para contribuir para o desenvolvimento da cidade.