1.1.4. Optimizasyon Metotlarının Sınıflandırılması
1.1.4.2. Sayısal Optimizasyon Teknikleri
1.1.4.2.8. Parçacık Sürü Optimizasyonu
responsabilidade sobre aquelas que fazemos. Fazer uma escolha é assumir responsabilidade e isso é um desafio, pois estamos aprendendo a ter maturidade, uma vez que ainda somos pré-adolescentes, e por isso, antes de assumir cada responsabilidade, nós temos que pensar muito. (Pollyana).
Pollyana compreende no seu estágio de maturidade que é possível escolher e que o resultado da escolha e suas conseqüências são de responsabilidade daquele que escolhe. Nesse sentido, o ato de escolher é em si um ato de responsabilidade que, na visão dela, é um desafio, parte do seu amadurecimento. Ser responsável é responder pelos próprios atos, é corresponder à própria decisão tomada. Expõe a mesma, da necessidade de ponderar para tomar decisões, necessidade essa que gira em razão das conseqüências que essa possa ter sobre as coisas, sobre os sujeitos envolvidos na convivência e sobre si. Segue o mesmo caminho o seguinte registro:
Sei que poder decidir é em si uma vitória, uma conquista, nem todos podem isso. Isso implica responsabilidades, pois toda escolha tem conseqüências. Por isso, sei que dependendo da escolha que eu faça, a estrada pode apresentar mais ou menos barreiras. Fácil não é superar as barreiras, tão pouco escolher o caminho a tomar, o mais fácil é sonhar, mas sem sonhos não há caminhos, não há obstáculos, não há lugar aonde chegar. É preciso dar o primeiro passo, é preciso sonhar. Resta saber para onde a ginástica vai apontar, pois o caminho cabe a eu decidir. (Naya).
Mesmo segura e confiante, Naya ao tomar decisão sabe da responsabilidade que é decidir. Optar por algo tem conseqüências e ela sabendo disso, entende o sentido da responsabilidade. Fazer escolhas não é algo fácil, requer além de coragem e confiança, a responsabilidade. Contudo, aponta a tomada de decisão como um ato necessário para quem “sonha”, uma metáfora de metas e objetivos na vida. No Jardim do Éden, foi um Adão imaturo que, ao descobrir que havia provado do fruto proibido, colocou a responsabilidade em Eva. E foi uma Eva imatura que, por sua vez, colocou-a na tentação da serpente.
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Sören Kierkegaard, um dos pioneiros do Existencialismo do século XIX, deplorava os efeitos nocivos dos grupos e das multidões em nosso senso de responsabilidade, isso por que o filósofo acreditou, entre outras coisas, que o próprio conceito de multidão enfraquece o senso de responsabilidade do indivíduo, reduzindo-o a uma fração (MARCONDES, 2007). Contudo, observamos que embora a responsabilidade seja algo próprio do indivíduo, sua conduta é para o outro e para si. Nesse sentido, acreditamos que além de ser uma conduta amorosa a responsabilidade é uma virtuosidade que não se enfraquece no grupo, ao contrário se fortalece. Essa força não se dá ao acaso, ela é fruto ainda de um desejo comum. Enquanto o desejo for partilhado, o senso de responsabilidade se manifestará nas interações em forma de condutas.
O GGTP para mim não é só um grupo de pessoas reunidas, fazendo algo comum e que gostam, mas, uma grande família. Aprendi no decorrer do tempo, convivendo com as pessoas do grupo, entre outras coisas, que a vida não é só diversão e que existem responsabilidades das quais não podemos fugir. Na ginástica, assim como na vida, a responsabilidade pode ser entendida de diferentes maneiras. A responsabilidade que quero falar está relacionada com compromissos do trabalho desenvolvido no GGTP, a saber: compromisso com o trabalho no GGTP; compromissos relacionados ao combinado entre os integrantes; compromisso relacionado ao cuidado com os equipamentos; o compromisso em cuidar do próprio corpo; compromisso para o cuidado com nossas ações com as outras pessoas. (Yaponira).
Observamos nas metas postas por Yaponira, o desejo que une os demais atores sociais do GGTP num projeto comum. Percebemos que o fragmento traz alguns caminhos para ampliar o sentido de responsabilidade no universo do GGTP, a saber: responsabilidade enquanto compromisso com algo; responsabilidade como virtude aprendida; responsabilidade como parte da convivência no grupo; e, responsabilidade como uma necessidade para a prática da ginástica. Pensando em Maturana, ao longo das obras aqui citadas, todas essas pressuposições que cercam o respeito constituem, a priori, a aceitação do outro como legítimo outro na convivência, como essencial na manutenção das interações e da partilha do desejo comum.
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A responsabilidade no sentido de compromisso é posto por Yaponira como um acordo coletivo para a realização do trabalho gímnico. Esse trabalho espira uma rotina, parte dela é traduzida na fala da mesma:
A disciplina começa quando nós chegamos antes do início da aula, para arrumar e limpar nosso espaço de treino, o pátio multiuso da escola, aonde funciona também o refeitório; e passa pelo cuidado com os colchonetes, com os aparelhos e com os figurinos que utilizamos nas apresentações; respeitando os horários e os dias de treino; respeitando as etapas do treino e o comando do professor (Yaponira).
Tanto a disciplina quanto o respeito pertencem ao domínio das condutas que reúnem os atores sociais no trabalho, sendo esse o próprio projeto comum. Razão da existência do grupo e o sentido da reunião de pessoas nesse convívio. É no trabalho realizado no cotidiano que os sujeitos interagem no GGTP. Esse trabalho constitui nosso afazer, expressão não só da prática da ginástica, na condição de aprendizado e repetição dos exercícios físicos, mas da prática que envolve pessoas num espaço de emoções compartilhadas. Compreendemos assim que a ginástica por si só não ensina, mas sim o que cerca essa prática, enquanto uma rotina de trabalho.
É possível verificar a partir da Yaponira que a responsabilidade se manifesta na prática da ginástica, como produto da interação de pessoas que se aceitam na convivência, manifesto a partir de um desejo comum. Ainda nesse caminho, tomemos a idéia de que a responsabilidade é aprendida com o outro na convivência. Compreendemos assim que, a responsabilidade é própria do individuo, mas é no coletivo, quando é partilhada com outros atores sociais, que a mesma faz sentido tanto para o indivíduo quanto para o seu grupo.
Na cumplicidade, quando se divide, soma e multiplicam-se responsabilidades, todos se tornam responsáveis pelos afazeres que fazem parte do cotidiano do GGTP. Podemos afirmar que a responsabilidade é uma virtude facilitada na rotina da prática (a ginástica), mas cultivada e aprendida no convívio entre os entes praticantes. A postura de responsabilidade quanto à qualidade dos treinos, das apresentações, com o outro e, conseqüentemente, consigo é parte da trama que envolve essa virtude. Exige confiança e cumplicidade entre os integrantes, como ilustram os seguintes fragmentos.
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