• Sonuç bulunamadı

61

Figura 52 - FRF da viga com 3 elementos e controle aplicado nas posições 2, 3 e 4: Velocidade na

posição 3 da viga em função da frequência de excitação e diferentes tamanhos do segundo elemento.

100 101 102 103 10-5 10-4 10-3 10-2 10-1 100 101 102 103

Viga engastada-livre => Velocidade no ponto 4 - Vários comprimentos do atuador

Frequência [Hz] M ob ili da de [m /s. N ] 7.0Hz 43.9Hz 122.9Hz 240.7Hz 398.0Hz

Viga sem atuador

Viga com atuador de comprimento L2=0.05 de L=0.38 e L1=0.15 Viga com atuador de comprimento L2=0.1 de L=0.38 e L1=0.15 Viga com atuador de comprimento L2=0.15 de L=0.38 e L1=0.15 Viga com atuador de comprimento L2=0.2 de L=0.38 e L1=0.15

Figura 53 - FRF da viga com 3 elementos e controle aplicado nas posições 2, 3 e 4: Velocidade na

posição 4 da viga em função da frequência de excitação e diferentes tamanhos do segundo elemento.

Os índices de atenuação para posicionamentos variados do segundo elemento estão demonstrados na Figura 54, Figura 55 e Figura 56.

100 101 102 103 10-5 10-4 10-3 10-2 10-1 100 101 102 Frequência [Hz] M ob ili da de [m /s. N ] 7.0Hz 43.9Hz 122.9Hz 240.7Hz 398.0Hz

Viga sem atuador

Viga com atuador de comprimento L2=0.05 de L=0.38 e L1=0.15 Viga com atuador de comprimento L2=0.1 de L=0.38 e L1=0.15 Viga com atuador de comprimento L2=0.15 de L=0.38 e L1=0.15 Viga com atuador de comprimento L2=0.2 de L=0.38 e L1=0.15

62 100 101 102 103 10-4 10-3 10-2 10-1 100 101 102 103

Índice de atenuação instantâneo para o ponto 2 da viga controlada.

Frequência[Hz] Ín di ce d e at en ua çã o

Índice de atenuação para o ponto 2, Atuador em L1 =0.05 =>19.2% Índice de atenuação para o ponto 2, Atuador em L1 =0.10 =>34.3% Índice de atenuação para o ponto 2, Atuador em L1 =0.15 =>29.9% Índice de atenuação para o ponto 2, Atuador em L1 =0.20 =>17.2%

Figura 54 - Índice de atenuação para a posição 2 da viga - com controle nas posições 2, 3 e 4 – Variação

da posição do segundo elemento.

100 101 102 103 10-5 10-4 10-3 10-2 10-1 100 101 102 103

Índice de atenuação instantâneo para o ponto 3 da viga controlada.

Frequência[Hz] Ín di ce d e at en ua çã o

Índice de atenuação para o ponto 3, Atuador em L1 =0.05 =>22.9% Índice de atenuação para o ponto 3, Atuador em L1 =0.10 =>31.2% Índice de atenuação para o ponto 3, Atuador em L1 =0.15 =>21.1% Índice de atenuação para o ponto 3, Atuador em L1 =0.20 =>18.5%

Figura 55 - Índice de atenuação para a posição 3 da viga - com controle nas posições 2, 3 e 4 – Variação

63 100 101 102 103 10-5 10-4 10-3 10-2 10-1 100 101 102

103 Índice de atenuação instantâneo para o ponto 4 da viga controlada.

Frequência[Hz] Ín di ce d e at en ua çã o

Índice de atenuação para o ponto 4, Atuador em L1 =0.05 =>15.2% Índice de atenuação para o ponto 4, Atuador em L1 =0.10 =>19.4% Índice de atenuação para o ponto 4, Atuador em L1 =0.15 =>16.0% Índice de atenuação para o ponto 4, Atuador em L1 =0.20 =>10.6%

Figura 56 - Índice de atenuação para a posição 4 da viga - com controle nas posições 2, 3 e 4 – Variação

da posição do segundo elemento.

Os índices de atenuação para tamanhos variados do segundo elemento estão demonstrados na Figura 57, Figura 58 e Figura 59.

100 101 102 103 10-5 10-4 10-3 10-2 10-1 100 101 102 103

Índice de atenuação instantâneo para o ponto 2 da viga controlada.

Frequência[Hz] Ín di ce d e at en ua çã o

Índice de atenuação para o ponto 2, Tamanho do atuador =0.05 =>36.6% Índice de atenuação para o ponto 2, Tamanho do atuador =0.10 =>24.3% Índice de atenuação para o ponto 2, Tamanho do atuador =0.15 =>29.9% Índice de atenuação para o ponto 2, Tamanho do atuador =0.20 =>9.0%

Figura 57 - Índice de atenuação para a posição 2 da viga - com controle nas posições 2, 3 e 4 – Variação

64 100 101 102 103 10-5 10-4 10-3 10-2 10-1 100 101 102

103 Índice de atenuação instantâneo para o ponto 3 da viga controlada.

Frequência[Hz] Ín di ce d e at en ua çã o

Índice de atenuação para o ponto 3, Tamanho do atuador =0.05 =>34.2% Índice de atenuação para o ponto 3, Tamanho do atuador =0.10 =>16.9% Índice de atenuação para o ponto 3, Tamanho do atuador =0.15 =>21.1% Índice de atenuação para o ponto 3, Tamanho do atuador =0.20 =>17.7%

Figura 58 - Índice de atenuação para a posição 3 da viga - com controle nas posições 2, 3 e 4 – Variação

do tamanho do segundo elemento.

100 101 102 103 10-5 10-4 10-3 10-2 10-1 100 101 102

103 Índice de atenuação instantâneo para o ponto 4 da viga controlada.

Frequência[Hz] Ín di ce d e at en ua çã o

Índice de atenuação para o ponto 4, Tamanho do atuador =0.05 =>18.6% Índice de atenuação para o ponto 4, Tamanho do atuador =0.10 =>18.8% Índice de atenuação para o ponto 4, Tamanho do atuador =0.15 =>16.0% Índice de atenuação para o ponto 4, Tamanho do atuador =0.20 =>6.7%

Figura 59 - Índice de atenuação para a posição 4 da viga - com controle nas posições 2, 3 e 4 – Variação

do tamanho do segundo elemento.

Com os índices calculados, observa-se na Tabela 12 que quanto maior o tamanho do segundo elemento maior o controle conseguido ao longo de toda a viga, possivelmente pelo fato de um elemento maior abranger maior número de pontos nodais.

65

Tabela 12 – Resumo dos Índices de atenuação da viga

Índice de atenuação da viga em diferentes condições Tamanho do primeiro elemento 2 Elementos e 1 Sensor 2 Elementos e 2 Sensores 3 Elementos e 3 Sensores Segundo elemento de tamanho fixo e variação de

sua posição

Posição fixa do segundo elemento e variação de seu

tamanho 0,05m - - 0,05m 19% 0,05m 30% 0,10m 124% 30,80% 0,10m 22% 0,10m 20% 0,15m 120% 26,70% 0,15m 28% 0,15m 22% 0,20m 111% 27,50% 0,20m 15% 0,20m 11% 0,30m 109% 37,60% - - - -

66 Conforme demonstrado na Tabela 6, o modelo dinâmico idealizado utilizando elementos espectrais teve precisão acima de 99,95% na determinação das frequências naturais da viga. O mesmo modelo dinâmico idealizado utilizando elementos finitos (aproximadamente 2.000 elementos sólidos) obteve precisão acima de 99,5%. Esses resultados demonstram a validade e equivalência dos modelos de elementos espectrais e elementos finitos dentro das margens de erros consideradas. O modelo experimental obteve erro de 8,8% na primeira frequência natural, sendo que os erros foram reduzidos nas frequências subsequentes. O fato que provavelmente explica esses erros no modelo experimental foi a massa do acelerômetro (5,8 gramas) localizado na extremidade da viga. No entanto, não foi estudado a fundo esse aspecto por não ser o objetivo desse trabalho.

Para o modelo de uma viga engastada-livre, como mostrado na Figura 26, confirmou-se que o controle feedforward é eficaz para controlar a velocidade no ponto em que o sensor está localizado, reduzindo a velocidade a valores aproximadamente nulos. No entanto, como demonstrado na Figura 28, os pontos de extremidade da viga, bem como outros pontos não são adequadamente controlados. Nota-se, inclusive, no ponto onde não há sensor (extremidade) um deslocamento das frequências naturais. Esse fenômeno, tal como mostrado na Figura 30, é explicado porque a força de controle atuando nesse único sensor localizado nesse ponto reduz a velocidade no ponto até praticamente ser anulado, simulando o comportamento de um pino e modificando o modelo dinâmico da viga, alterando as frequências naturais e modos de vibrar da viga.

Conclui-se também que num modelo de força pontual e apenas um sensor, o posicionamento da força de controle é importante em relação aos pontos nodais da viga ao longo dos diferentes modos de vibrar, conforme demonstrado na Figura 32 no segundo modo de vibrar e a força posicionada em L=0,3 m do início da viga.

Para um modelo de viga utilizando força pontual e mais de um sensor, observa- se que não ocorrem mais os deslocamentos das frequências naturais nos pontos onde não atuam forças, conforme demonstrado na Figura 36 e Figura 37. Nota-se também

67 maior equilíbrio no controle dos pontos, mas sem que ocorresse redução das velocidades a valores praticamente nulos como no modelo com um sensor.

Conclui-se nesse modelo que, independente do número de sensores, o controle não é eficaz quando a força é posicionada nos pontos nodais das vigas, conforme demonstrados na Figura 38 e Figura 39.

A proximidade da posição da força ao ponto nodal foi estudada e os resultados demonstrados na Tabela 9, onde demonstrou-se que para cada 5% de afastamento relativo do ponto nodal obtém-se um ganho de 15% no índice de atenuação em torno desse ponto.

Obteve-se no modelo com 3 elementos espectrais e consequentemente 3 sensores observa-se o mesmo equilíbrio entre os pontos, conforme mencionado anteriormente e demonstrados nas Figura 43, Figura 44 e Figura 45.

Nesse mesmo modelo, ao estudar a posição do segundo elemento, não foi possível encontrar uma correlação satisfatória entre o índice de atenuação e a posição do elemento. No entanto, em qualquer das posições arbitradas o controle teve boa eficiência, conforme demonstrado nas Figura 47, Figura 48 e Figura 49.

Em relação ao tamanho do segundo elemento, conclui-se que quanto maior o elemento melhor os índices de atenuação, conforme demonstrado nas Figura 51, Figura 52 e Figura 53 e na Tabela 12.

Conclui-se também que utilizando mais sensores obtêm-se índices de atenuação melhores, conforme demonstrado na Tabela 12.

68 Almeida, A. C., & Lima Jr, J. J. (2010). Comportamento Dinâmico de uma Viga Euler-

Bernoulli com apoios amortecidos e rigidez variável. Nono Simpósio de

Mecânica Computacional, São João Del-Rei - MG.

Azizi, M., Saadatpour, M. M., & Mahzoon, M. (2012). Using spectral element method for analyzing continuous beams and bridges subjected to a moving load. Applied

Mathematical Modelling.

Barber, A. (1992). Handbook of Noise and Vibration Control. Elsevier Advanced Technology.

Bishop, R., & Johnson, D. (1960). The Mechanics of Vibration. Cambridge University Press.

Black, T. (2005). Spectral Element Analysis of Bars, Beams, and Levy Plates. Virginia Polytechnic Institute and State University.

Bueno, D. D. (2007). Controle Ativo de Vibrações e Localização Ótima de Sensores e

Atuadores Piezelétricos. Universidade Estadual Paulista - Campus de Ilha

Soleira.

Cheng, W. N., & Cheng, C. (2014). Vibration Analysis of Beams with Multi-layers of Corrugations. Internationa Journal of Mechanical Sciences.

Craig, R. R. (2006). Structural Dynamics. John Wiley & Sons.

Fahy, F., & Walker, J. (2004). Advanced Applications in Acoustics, Noise & Vibration. Spon Press.

Fuller, C. R. (2001). Feedforward Control of Vibration.

Fuller, C. R., Elliot, S. J., & Nelson, P. A. (1996). Feedback Control. Elsevier.

Gardonio, P., & Brennan, M. J. (2000). On The Origins and Development of Mobility and Impedance Methods in Structural Dynamics. Institute of Sound and

Vibration; University of Southampton, England.

Gaudenzi, P., Carbonaro, R., & Benzi, E. (2000). Control of beam vibrations by means of piezoelectric devices: theory and experiments. Composite Structures.

Geison, S. W. (2012). Instrumentação, identificação e controle ativo de vibração em

barras engastadas. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

69 Gonçalves, P. J. (2007). Dynamic Analysis and Active Control of Lattice Structures.

University of SouthHampton.

Grice, R. M., & Pinnington, R. J. (2000). A METHOD FOR THE VIBRATION ANALYSIS OF BUILT-UP STRUCTURES, PART II: ANALYSIS OF THE PLATE-STIFFENED BEAM USING A COMBINATION OF FINITE ELEMENT ANALYSIS AND ANALYTICAL IMPEDANCES. Journal of

Sound and Vibration.

Kramer, E. (1993). Dynamics of Rotors and Foundations.

Lee, U. (2009). Spectral Element Method in Structural Dynamics. Wiley.

Lee, U., & Kim, J. (1999). Dynamics of elastic-piezoelectric two-layer beams using spectral element method. International Journal of Solids and Structures. LORD. (s.d.). Acesso em Outubro de 2014, disponível em LORD América do Sul:

http://www.lordla.com.br/pt-br/produtos/eletromecanico/controle.aspx Oguamanam, D. C., & Heppler, G. R. (1996). The effect os rotating speed on the

flexural vibration of a timoshenko beam. International Conference on Robotics

and Automation.

Olesen, H. P., & Randall, R. B. (s.d.). A Guide to Mechanical Impedance and Structural Response Techiniques. Bruel & Kjaer.

Oliveira, A. d. (2006). ADIÇÃO DE AMORTECIMENTO ESTRUTURAL USANDO

MATERIAIS VISCOELÁSTICOS. Florianópolis.

Park, H. W., Kim, E. J., Lim, K. L., & Sohn, H. (2010). Spectral element formulation for dynamic analysis of a coupled piezoelectricwafer and beam system.

Computers and Structures.

Rangaiah, P. V., & Neubert, V. H. (1979). Lumped Parameter Model for Timoshenko Beam Based on Mechanical Impedance. Computers & Structures.

Rao, S. S. (2004). Mechanical Vibrations. Saddle River: Prentice Hall.

Timoshenko, S., Young, D. H., & Weaver, W. J. (s.d.). Vibration Problems in

Engineering. John Wiley & Sons.

Ultra Electronics. (s.d.). Ultra Electronics. Acesso em Outubro de 2014, disponível em www.ultra-electronics.com: http://www.ultra-

electronics.com/capabilities/aerospace-systems/manned-aircraft-systems.aspx Vaz, J. d. (2008). Análise do Comportamento Dinâmico de uma Viga Euler-Bernoulli

Escalonada com Apoios Elasticamente Variáveis. Universidade Federal de

70 Wang, D.-A., & Huang, Y.-M. (2000). Modal space vibration control of a beam by

using the feedforward and feedback control loops. International Journal of

Mechanical Sciences.

Winck, G. S. (2012). Instrumentação, identificação e controle ativo de vibração em

71 A empresa PTC® fornece soluções de criação, operação e serviços para empresas de engenharia.

Entre os produtos disponíveis, na área de CAD e CAE, existe o software CREO®, abrangendo modelamento paramétrico 2D, 3D, simulações dinâmicas, análise de resistência por elementos finitos, entre outras (http://www.ptc.com/product/creo).

A versão utilizada nas análises está apresentada na figura abaixo.

Os limites utilizados na construção do modelo no software CREO® estão representados na figura abaixo.

Limites utilizados para geração automática dos elementos tetraédricos

APÊNDICE A – Parâmetros dos elementos utilizados na análise