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A América estava em guerra. Estados Unidos em guerra civil; Brasil em guerra com Uruguai, e posteriormente com Paraguai; o Chile com a Espanha, e também com a Bolivia, um período que Hobwsbawm denominou de ―A era das guerras‖. Diante dos conflitos, na America Latina, o Brasil buscou manter neutralidade, como consta no ofício33

abaixo,

Palácio do Governo de Pernambuco em 30 de Novembro de 1865.

Illmo Sñr. O Governo Imperial desejando manter absoluta neutralidade na luta que

infelizmente se agita entre a Hespanha e o Chile, recommenda terminantemente que

33Livros do Commandante da Companhia de Aprendizes Marinheiros ao Inspector. Arquivo Nacional

Documentos da Marinha – Série Marinha: Referencia: B1 – XIM43. Inspector do Arsenal João Lustosa da Cunha Parnaguá.

se não consinta que os portos do Império sejam preparados e armados corsários com bandeira d‘aquellas Repúblicas; neste sentido, pois cumpre que V. Sª tome as medidas que estiverem a seo alcance, a fim de que seja religiosamente observada nos portos e costas desta Província a posição de neutro que cabe ao Brasil. Deos Guarde á V.Sª J. L. [da Cunha] Paranaguá. – Sñr Inspector de Arsenal de Marinha. (grifo nosso)

O Brasil tinha seus próprios problemas. Em conflito com Uruguai, se envolveu agora com o Paraguai. A guerra se instalou. A falta de pessoal, especialmente por não existir uma força militar regular para atuar nas frentes de batalhas, se constituiu em um grande problema. Como de costume, o Império recorreu ao recrutamento forçado, causando grande indignação na população, que foi obrigada, mais uma vez, a servir ao Estado.

O governo imperial convocou as autoridades para exercerem seu patriotismo e enviarem para o front o maior número de indivíduos (brasileiros) possíveis. De imediato, o Ministro da Secretaria dos Negócios da Marinha enviou a todas as províncias um comunicado solicitando que as autoridades locais se empenhassem ao máximo. Chegou, então, às mãos do Presidente da Província do Ceará, o seguinte comunicado34:

21 de Dezembro de 1864

Illmo e Exmo Snr. Em vista das circunstâncias melindrosas, em que se acha o paiz,

sendo necessário que todos os brazileiros concorrão para a sustentação dos brios e dignidade nacionaes, compromettidos na guerra com a República do Uruguay e Paraguay, tenho de recommendar muito especialmente a V Exª que mande proceder com a maior actividade ao recrutamento e alistamento de voluntários, donde V Exª as mais tecnicamente, embora a respeito, e neste sentido espera o Governo Imperial nossa prova de zêlo e patriotismo de V Exª. Deos Guarde a V. Exª Francisco Xavier Pinto de Lima. (grifo nosso)

Nesse comunicado, está explícito que o Brasil se encontrava em conflito com o Uruguai e entrava agora em conflito com o Paraguai, aumentando a tensão em todo o país. Os dois conflitos tomaram rumos bastante diferentes, mas apresentavam um ponto comum, a necessidade de pessoal para defenderem a pátria.

A Guerra do Paraguai estabeleceu-se na perspectiva de promover a livre navegação e comércio na Região do Prata, o que nos parece ser um questão mal resolvida desde o período das Guerras Guaraníticas35, que ocorreram entre 1750 e 1761, na busca da soberania entre as Américas espanholas e portuguesas envolvendo índios guaranis, portugueses, espanhóis e as missões jesuíticas, e da Guerra da Cisplatina entre 1824 a 1830, pelo soberania brasileira na região, que tomou uma nova roupagem em 1864, retomando os interesse de livre navegação e comércio entre os países - Paraguai, Argentina, Uruguai e

34Livro do Ministério dos Negócios da Marinha, Livro 97. Anos 1864 -1867, Referência 728, Arquivo Publico

Estado do Ceará – APEC.

35Ver Tau GOLIN. A guerra guaranítica: como o exército de Portugal e Espanha destruíram os Sete Povos dos

Brasil – fomentada pela Inglaterra, que buscou ampliar e consolidar sua hegemonia na América do Sul.

A Inglaterra, nesse contexto, buscava dominar economicamente a região e alimentou o conflito, fornecendo, além de manufatura, material bélico e navios, tornando-se, na verdade, a única vencedora nesse embate. Alguns historiadores cogitam o papel da Inglaterra nesse episódio, porém sua indústria naval e bélica abastecia os dois lados, como podemos perceber pelo oficio36 abaixo,

1º Secção – Reservado.

Palácio do Governo de Pernambuco, 2 de Janeiro de 1865. Illmo. Señr. Informando o Governo Imperial de se estarem construindo nos portos da Inglaterra, por conta da Republica do Paraguay, navios encouraçados, que acusem seguir com bandeira a Tripulação inglesa, recomendamos em Aviso Reservado da Repartição da Marinha de 24 de Dezembro próximo findo, que a Presidência, por todos os meios a seo alcance, procure impedir a sahida de qualquer desses navios, que por ventura aporte á esta província, negando-lhes combustível e [aprovisionamento] que lhe forem necessários para a continuação de sua viagem. O que communico a V. Sª para dar as providências que estiverem a seo alcance, e forem necessárias para o fiel cumprimento do disposto no citado aviso. Deos Guarde á V. Sª. Anselmo Francisco Peretti. Sr. Inspector do Arsenal de Marinha. (grifo nosso)

Usando da estratégia de navegar sob o símbolo da bandeira inglesa, os negócios não seriam barrados. Nesse episódio, não se teria amigos ou inimigos, apenas negócios a serem efetivados. Segundo Hobsbawm (1979, p.96) ―A Guerra do Paraguai pode ser vista como parte da integração da bacia do rio da Prata na economia mundial da Inglaterra.‖

Segundo Prado Maia (1965), o conflito contra o Uruguai tomou forma, quando, alguns brasileiros, grande e pequenos proprietários de terra, que se estabeleceram no Uruguai, sofreram agressões devido a contendas entre os partidos políticos de situação e oposição do governo uruguaio, como também por questões de apropriação de terras. Na busca de resolver os problemas, eles recorreram ao Ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, Visconde do Rio Branco, para que interviesse junto ao governo brasileiro sobre os diversos assassinatos de brasileiros, que estavam ocorrendo na região.

Poré, somente em 1864, o Conselheiro José Antônio Saraiva e o Almirante Barão de Tamandaré foram ter com o Ministro das Relações Exteriores do Uruguai, Juan José Herrera, para negociar sobre essas agressões, porém, não obtiveram bons resultados. Nesse ínterim, o vapor uruguaio Vila del Salto atacou a canhoeira brasileira Araguaia, iniciando o conflito bélico entre os dois países.

36Livros do Commandante da Companhia de Aprendizes Marinheiros ao Inspector. Arquivo Nacional

De imediato, o Brasil retirou seus cônsules rompendo relações com Uruguai. Nesse momento, o Presidente da República do Paraguai, Marechal Francisco Solano López, viu a oportunidade de expandir seu território e tentou mediar o conflito. Embora, o Brasil fosse o único país com quem o Paraguai mantivesse um relacionamento diplomático nos governos da família López, ele não aceitou a proposta.

Com a mudança de governo no Uruguai, o novo presidente, D. Tomás Vilalba, assinou um acordo de paz com o governo brasileiro, em 20 de fevereiro de 1865, colocando fim ao conflito entre eles, o que permitiu ao Brasil se concentrar no novo conflito que se estabelecia na região.

O conflito com o Paraguai vinha se delineando desde 12 de novembro de 1864, quando Paraguai aprisionou o paquete brasileiro Marquês de Olinda e o anexou a sua frota, e, em seguida, invadiu a Província do Mato Grosso. Nesse contexto, Argentina e Brasil, embora tivessem divergências territoriais, mantiveram um relacionamento diplomático, que os levou a se aliarem contra um inimigo comum, que ameaçava a soberania de seus territórios.

De acordo com Prado Maia (1965), ao libertar o Paraguai do domínio espanhol, em 1817, José Gaspar Rodrigues de Francia tratou de implantar fábricas que pudessem produzir e substituir os produtos manufaturados que vinham de países europeus, dentre eles a Inglaterra, e organizou o comércio sobre uma forte política protecionista. Sua economia se baseava principalmente na agricultura e na indústria artesanal.

Com essa política protecionista, ele conseguiu erradicar o analfabetismo no país e produzir manufaturas que poderiam ser comercializadas além de suas fronteiras, mas, ao se tornar um produtor, trouxe para si o descontentamento da poderosa Inglaterra, que fomentou a discórdia entre os países vizinhos, como estratégia para permanecer com a hegemonia econômica e política na região.

Ao tentar abrir o país para comércio exterior, o Paraguai sofreu bloqueio econômico, inicialmente, da Argentina, que o deixou encurralado em suas fronteiras. Com a conciliação entre Uruguai e Brasil, as alternativas de comercializar com exterior via Região do Prata tornou-se inviável. Não tendo ou não vendo outra saída senão partir para o combate, o governo do Marechal Solano López partiu para ação.

Brasil e Argentina tiveram seus territórios invadidos pelo Paraguai, respectivamente, a Província do Mato Grosso e a cidade de Corrientes, e o Uruguai ficou sobre constante ameaça. Essas ações levaram esses países a se unirem e formarem a Tríplice Aliança. Segundo Prado Maia (1965), o tratado da Tríplice Aliança ocorreu em Buenos Aires, em 1º de Maio de 1865.

Nesse tratado, as forças terrestres seriam comandadas respectivamente por seus chefes, onde a operação estivesse ocorrendo, respeitando a soberania de cada país, ficando a cargo dos Generais Osório (Brasil), Mitre (Argentina) e Flôres (Uruguai). Já a força naval ficaria a cargo da marinha brasileira sob o comando do Vice-Almirante Visconde de Tamandaré, desponta nesse cenário, a marinha genuinamente brasileira.

O conflito se estabeleceu em três frentes de batalha, como cita Mota e Lopez (2008, p.515), ―[...] no Mato Grosso, na mesopotâmia argentina, e no Rio Grande do Sul.‖. O combate se concentrou nas vias fluviais, desenvolvendo-se na Região do Rio da Prata, pelos rios Paraná e Paraguai. Todos pensavam que um conflito de tamanha magnitude, envolvendo diretamente e indiretamente cinco países, iria terminar rapidamente, foi um engano.

Durante o conflito, D. Pedro II, em 1865, juntamente Conde d‘Eu e o Duque Saxe, partiram em comitiva para o sul do país e participaram de uma conferência junto aos chefes militares no acampamento Uruguaina, bem como viajaram pelo sul do país a bordo do Taquari. A visita do chefe de governo no front era uma estratégia política e militar para motivar os soldados no conflito.

Mas, o problema, que se fazia latente, era falta de pessoal apto para participar desse embate, uma vez que, no Brasil, o contingente de marinheiros era pequeno e o conflito se estabeleceu, em sua maioria, em vias fluviais. Prado Maia afirmou que todas as esperanças de sucesso nesse conflito, estavam nas mãos da marinha brasileira. Nesse contexto, as Companhias de Aprendizes Marinheiros, estabelecimentos de formação de menores, se envolveram direta e ativamente no conflito.

Para o Governo, o caminho mais curto para resolver o problema continuava sendo o recrutamento forçado, levando a camada popular a cada vez mais ojerizar a farda, isto é , o serviço militar. Esse recrutamento, apesar de ser forçado, pagava prêmios em dinheiro, numa tentativa de levar os cidadãos a cumprirem seus deveres com a pátria, minimizando a violência dessa ação. De acordo com o Ministério da Secretaria dos Negócios da Marinha, esses prêmios variavam entre cem mil réis e duzentos mil réis, quantia significativa diante de uma sociedade sem perspectiva de trabalho, conforme vemos no ofício37 abaixo,

30 de Maio de 1865

Illmo e Exª Snr. Convido promover com a maior actividade e urgência o alistamento

de praças para a guarnição dos navios de guerra, mande V Exª proceder aos meios legaes e convenientes para consecução de tal fim, fazendo pagar os respectivos prêmios na rasão seguinte:

37Livros do Ministério dos Negócios da Marinha, Livro 97, Referência 728, Anos de 1865-1871, Arquivo

1ª Aos marinheiros, que se contractarem por um anno, cem mil e aos que o fiserem por dous, duzentos mil reis, aos grumetes, no primeiro caso, trinta mil reis e no segundo, sessenta mil reis. 2ª Aos indivíduos, que se apresentarem voluntariamente, além do premio que lhes competir, o promettido aos engajadores, entregue na occasião. [...] E o Governo Imperial, certo de que V Exª considera nos devidos termos as circunstancias criticas, em que se acha empenhada a honra nacional, espera n‘este importante serviço novas provas de seu reconhecido zelo e patriotismo. Contudo, poucos se alistavam. Assim, o governo, mais uma, vez convocou as autoridades para provarem seu patriotismo. Fato que os colocava diante da população local como ―vassalos‖ atendendo as ordens dos ―senhores feudais‖, que requisitavam o direito sobre a vida de seus ―servos‖. Momento utilizado por muitas dessas autoridades para se livrarem de seus inimigos políticos.

Alguns cidadãos tentaram burlar o recrutamento, fugindo com o prêmio e desertando. Para minimizar esse contratempo, as autoridades criaram como estratégia a efetivação do pagamento desses prêmios apenas na Côrte, como cita o ofício38 abaixo:

05 de Dezembro de 1865

Tendo se dado casos de desertarem, quando em viagem para a Côrte, indivíduos engajados nas províncias, defraudando, assim a nação na importância dos prêmios de engajamento recebido, cumprindo abviar-se a reproducção de tal abuso fique V. Exª na intelligencia de que d‘ora em diante o pagamento dos citados prêmios terá lugar n‘esta Corte segundo a nota, que acompanha praça. Nesse sentido expeça V Exª as ordens, que forem necessárias. Deos Guarde v. Exª Francisco de Paula da Silveira Lobo.

Mesmo diante dos prêmios em dinheiro, criados para conquistar adeptos à causa da nação, o número de indivíduos não atendia as necessidades imediatas, uma vez que além das fugas, no próprio teatro de guerra, vidas já vinham sendo ceifadas, assim como muitos precisavam ser afastados por ferimentos, por moléstia e mesmo pela não adaptação ao clima.

No calor da guerra, o valor dos prêmios para os marinheiros nacionais foi elevado de duzentos mil réis para quatrocentos mil réis, os dos grumetes de sessenta mil réis para cento e cinqüenta mil réis. O governo recorreu também à contratação de marinheiros e grumetes estrangeiros, como ocorreu durante o processo de independência, e como herança na política de recrutamento de Portugal, como citou Rômulo de Carvalho.

Todos os esforços foram pensados e tentados, mas não atendiam as necessidades impostas e outras vias foram (re)pensadas, como engajamento de ex-praças, aumento do alistamento de voluntariado, que iriam se juntar aos Voluntários da Pátria.

Um novo caminho surgiu no horizonte. Havia um grupo de jovens sendo preparados, pela via da educação, para se tornarem marinheiros e fazerem parte do Corpo de

38Livros do Ministério dos Negócios da Marinha, Livro 97, referência 728, Anos de 1865-1871, Arquivo Publico

Imperiais Marinheiros, menores aprendizes, pensados em tempo de paz e que nesse momento estavam sendo solicitadas.

A Guerra do Paraguai, fomentada entre países vizinhos - Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai - que em medidas diferentes buscavam se consolidar como países autônomos e soberanos, tinham em comum, contendas no que diz respeito às suas fronteiras. Arrastada durante seis anos, a guerra levou à destruição do Paraguai, que teve seu país devastado, sua população dizimada e sua autonomia e soberania nacional esfaceladas perante os países da América do Sul e Europa.

Um momento histórico que parece ter sido esquecido, uma vez que traz suas mazelas e parcela de culpa, não apenas pela morte de um país, mas também pela morte de crianças, brasileirinhos, como Benedito Joaquim Alcântara, Francisco A. de Paula Alves, Isidoro Moreira Alves, Raimundo José laves, com idades entre 10 e 12 anos, dentre as diversas localidades do país, sobre as quais a maioria prefere não falar ou lembrar, mas que constam na pasta da Guerra do Paraguai39 e vemos acrescida com crianças cearenses, de

acordo com o relatório do Ministério da Secretaria dos Negócios da Marinha de 1867.

A ideia de educação e escolarização proposta pelas autoridades veio, então, contribuir para o tímido desenvolvimento do processo de modernização pelo qual o Brasil buscava implantar para se constituir como Estado-Nação, mas principalmente para, segundo Murilo de Carvalho, promover a unidade territorial e nacional.

A ideia de Pátria era tema e lema central das escolares militares. Nesse sentido, entendemos que a militarização foi processualmente apropriada pelas escolas-quartéis juntamente com a necessidade de controle da camada popular, consolidando-se numa política de Estado, à qual as instituições militares, no caso, as Companhias de Aprendizes Marinheiros, aderiram incondicionalmente, e que foi irreparavelmente institucionalizada pelas circunstâncias que envolveram a Guerra do Paraguai.

Seguindo essa linha de pensamento, no próximo capítulo, veremos como o Ceará participou efetivamente dessa política militarista (e, portanto, patriota, mas castradora) de Estado uma vez que atuou de forma ativa em alguns dos principais conflitos emancipacionistas que culminaram por fundamentar a consolidação do Brasil como estado independente e soberano.

O Ceará, além disso, foi visionário ao investir na ideia do trabalho livre assalariado e introduzir o processo de moderização e, por consequência, o processo de

escolarização e de aformozeamento de sua capital, nos moldes do que ocorria nas demais capitais.

4 “ANTES DE TUDO, UM FORTE”: do sertão ao mar!

Neste capítulo, aumentamos a precisão do enfoque histórico, diminuindo a área de estudo. Analisamos as implicações da evolução nacional, especificamente dentro do Estado do Ceará; verificando como a modernização e a beligerância moldaram o cidadão cearense e estimularam o interesse pela educação e a profissionalização da camada popular. Conhecemos, que, à época, poucos acreditavam que uma terra tão inóspita pudesse se destacar no cenário nacional ou acrescentar peso relevante na guerra. Seca, fome e doenças acirravam as dificuldades da falta de trabalho. A economia mudava, mas não na velocidade que pudesse absorver a enorme quantidade de mão de obra em potencial, e o processo de modernização caminhava a passos lentos sob forte carga escravocrata, mas necessitada de profissionais. Mostramos, então, como a mão de obra livre do Ceará foi aproveitada nas mais diversas frentes de serviço e como o serviço militar e o processo de militarização foi visto, pelo povo, também como oportunidade de profissionalização.

4.1 O Ceará nos conflitos civis, no processo de modernização e durante a Guerra