BÖLÜM 2:MUHACİRLERİN İSKANI VE UYUM PROBLEMLERİ 2.1.OSMANLI DEVLETİNİN MUHACİRLERİ İSKANI 2.1.OSMANLI DEVLETİNİN MUHACİRLERİ İSKANI
2.5. İskan Sırasında ve Sonrasında Karşılaşılan Zorluklar
2.5.5. Muhacir-Ahali Çatışması
Se em relação às grandes obras do período o saneamento foi preterido pela ampliação do sistema energético e pela construção de rodovias, no que tange ao próprio setor do saneamento, o tratamento de esgotos historicamente recebeu menos atenção, investimentos e planos se comparado ao abastecimento de água. Isso pode ser aferido pela sequência de planos de esgotos não implementados ou implementados parcialmente desde a década de 1950 (OSEKI, 1991). De qualquer forma, cabe destacar que o tratamento de esgotos somente receberá maiores investimentos em meados dos anos 1970, mas permanece como um problema até hoje, quando ainda se reproduz o modelo adotado a partir do Sanegran (1976).
As primeiras tentativas de tratamento pela Repartição de Águas e Esgotos, em meados dos anos 1940, foi a montagem de uma estação experimental de pequeno porte - Ponte Pequena e a construção da estação experimental no bairro do Ipiranga, onde se estudaram diversos tipos de tratamento.
Após o plano geral de esgotos elaborado por Whitaker (1942), cuja execução ficou comprometida com a Segunda Guerra Mundial, duas estações experimentais de tratamento de esgotos em pequena escala foram construídas.
Em 1946, foram publicados os resultados de um estudo93 sobre a situação de poluição do rio
Tietê, que recebia o volume de 3,3 m³ de esgotos por segundo, em regime seco, o que correspondia a uma população de 750.000 habitantes, ou seja, 50% da população da cidade (NETTO, 1946, p.100). Como o rio Tietê era de baixa vazão, os esgotos não se diluíam e a poluição era bastante concentrada. Como resultado, identificaram-se, no curso do rio a jusante da cidade: I) uma zona de degradação, dentro do perímetro da cidade ao longo de 17km
93
O estudo coletou amostras em 9 pontos no curso do rio Tietê, a jusante da cidade, para verificar as depressões de oxigênio dissolvido. O oxigênio dissolvido resulta da decomposição dos esgotos e provoca a desoxigenação de suas águas, comprometendo também a vida aquática. Também verificaram temperatura, presença de germes e bactérias, e a presença de poluentes químicos lançados pelas indústrias. (NETTO, 1946).
extensão), II) uma zona ativa de decomposição, situada a jusante do ponto de descarga dos esgotos em 47km de extensão, III) zona de recuperação, caracterizada pela progressiva ascendência da curva do oxigênio dissolvido, um trecho de 15km. Essas zonas foram representadas no seguinte esquema:
Figura 12 Figura 12 Figura 12
Figura 12 – Esquema do curso do rio Tietê e zonas de poluição, 1946.
Fonte: Boletim da Repartição de Águas e Esgotos, nº17, 1946, p. 102.
Em relação aos padrões bacteriológicos, o estudo afirmava que o rio Tietê, 92km abaixo das descargas dos esgotos, não possuía as qualidades exigidas para as águas potáveis. Portanto, o tratamento dos esgotos era algo que deveria ser implementado e, segundo o engenheiro autor do estudo, a variedade de tipos de tratamento para diferentes graus de desinfecção, era algo que deveria ser objeto de experimentações, para que se chegasse ao tratamento adequado.
Nesse sentido foi construída a estação experimental da Ponte Pequena94, que ensaiava o tratamento de esgotos desse rio, numa pequena escala. E a partir dessa experiência foi projetada e construída a estação experimental do Ipiranga, para atender 34.000 habitantes do distrito do bairro do Ipiranga, com rede de esgotos separadora, lançando os efluentes tratados no rio Tamanduateí. Essas foram as duas experiências concretas de tratamento de esgotos em São Paulo, nos anos 1940, e destaca-se seu caráter experimental, a busca de diversas formas de tratamento, e a utilização do gás resultante do tratamento de esgotos na produção de energia para a própria estação.
Em 1953, o Departamento de Águas e Esgotos (DAE) contratou uma empresa americana chamada Greeley & Hansen, de Chicago, que elaborou um projeto inspirado no Tennessee Valley Authority, experiência americana de uso múltiplo de recursos hídricos. Havia uma preocupação especial em relação ao lançamento de resíduos industriais. E estudo resultou num plano geral para a grande São Paulo, com a indicação de três alternativas possíveis95, e no projeto da Estação de Tratamento de esgotos de Vila Leopoldina. O projeto Greeley Hansen, foi
94
Nesta estação da Ponte Pequena a RAE coletou as primeiras informações sobre os esgotos mistos e ensaiou a utilização do gás dos esgotos para geração de energia elétrica, por meio de motor de combustão interna, utilizado pela primeira vez nessa estação.
95
parcialmente implantado. O projeto selecionado previa estações de tratamento de esgoto em pontos estratégicos da cidade (6 pontos) distribuídas nas várzeas dos rios Pinheiros e Tietê, com a utilização de filtros biológicos. Só foi construída a estação Vila Leopoldina e iniciada a estação em Pinheiros (OSEKI, 1991; BUENO, 1994).
Figura Figura Figura
Figura 11113333 – Estações de tratamento de esgotos DAE.
Fonte: Boletim do Departamento de Águas e Esgotos, nº25, 1954.
Em 1953, tentou-se ampliar o projeto Hazen Sawyer executado também por uma firma americana que transformava as estações de tratamento em estações elevatórias que bombeariam os esgotos brutos até a Billings onde seriam decantados numa lagoa de estabilização (no Guacuri). O projeto não foi executado (OSEKI, 1991, p.38). Em 1964-67 foi elaborado o projeto Hibrace96, que retoma o bombeamento previsto no projeto anterior, ou seja, o esgoto bruto seria tratado na Billings cujos braços seriam transformados em lagoas de estabilização, o corpo central permanecendo sujo, pois recebia esgotos brutos do Tietê. Era ainda o primado energético de gerar energia em Cubatão (BUENO, 1994, p.121).
Em 1970 é formulada a Solução Integrada (projeto da equipe na qual Rodolfo Costa e Silva participa) que propõe a reversão do rio Pinheiros (ao curso normal), drenagem dos esgotos por gravidade, ao longo dos rios Tietê e Pinheiros, e depois, por túnel, a partir da estação de Vila Leopoldina, sob a Cantareira, até a represa de Pirapora onde seriam tratados (por estabilização anaeróbica), para depois serem despejados no Tietê. Assim, era contrária ao bombeamento dos esgotos sem tratamento em direção à Billings.
96
O Plano HIBRACE foi desenvolvido por um consórcio de três empresas nacionais, a Hidroservice, Brasconsult e CESA, contratadas pelo DAEE. Tais empresas participaram ativamente dos grandes planos e projetos de saneamento em São Paulo (BUENO, 1994, p.121).
Quando esta solução estava sendo implantada, surge o Plano Diretor Sanegran - Saneamento da Grande São Paulo, aprovado em 1976, já no contexto do Planasa. Conhecido como Projeto Sanegran, desenvolvido pela Hidroservice, visava ampliar os investimentos no tratamento de esgotos, dado o descompasso em relação aos investimentos em abastecimento de água, uma situação que vinha se repetindo há muitos anos. Em 1975, a Região Metropolitana de São Paulo tinha a população urbana de 9.454.486 habitantes, sendo 67% desta atendida por água tratada e 36% atendida por redes de esgotos. A população atendida por tratamento primário de esgotos era de 4,7%. O plano tinha como prazo final o ano 2000 e sua meta era chegar ao atendimento de 88% da população (cerca de 21 milhões de habitantes) com coleta e tratamento de esgotos (GRUPO..., 1982).
A concepção original do Plano Greeley & Hansen foi abandonada em definitivo e abriu-se mão da implantação de tratamento secundário nas ETEs Pinheiros e Vila Leopoldina, em função da não disponibilidade de áreas para a ampliação das respectivas unidades, consequência da intensa urbanização registrada no em torno das mesmas (SABESP, 2010).
O Projeto Sanegran previa a construção de três estações de tratamento de esgotos: na cota do Tietê em Barueri, em São Caetano no ABC97, e em Suzano (cuja localização seguia a proposta da
Solução Integrada)98, esta última foi a primeira unidade a entrar em operação, em 1982. O Projeto manteve o complexo Billings-Cubatão, apesar da nacionalização da Light (pela Eletropaulo) e da pouca importância deste sistema na época para a geração da energia elétrica na grande São Paulo.
Inúmeras críticas de técnicos renomados, imprensa e população, recaíram sobre o Sanegran devido ao seu gigantismo e alto custo. No entanto, o plano teve prosseguimento, ainda que as obras tenham sido implementadas lentamente, por motivos econômico-financeiro e técnico como justifica a Sabesp. Os projetos de coletores-tronco e redes coletoras foram contratados em parte pelos meios convencionais da Sabesp. Quanto às obras, foram executadas por pequenas e médias empreiteiras, contratadas diretamente pela Sabesp, sem interferência do gerenciamento privado (BUENO, 1994, p.177).
A construção de um sistema de esgotos baseado em estações elevatórias, coletores-tronco e grandes estações de tratamento consolidou um modelo que se mantém até hoje. Os esgotos “são tratados da forma mais natural possível – só que com sacrifício da metrópole” paulista (OSEKI, 1991, p.38); pois para que eles alcancem tais estações, o percurso é longo e depende da realização de obras complexas, pois são executadas no tecido urbano consolidado. Porém, nem todo esgoto coletado é tratado, voltando a contaminar os mesmos corpos d’água com os lançamentos diretos de efluentes provenientes das áreas não servidas por redes, mantendo assim uma espécie de ciclo da poluição da água.
97
A estação do ABC seguia a diretriz proposta pelos projetos HIBRACE e Hanzen & Sawyer, de concentração de esgotos da região sudeste da metrópole uma estação de grandes dimensões em São Caetano. (BUENO, 1994, p.169)
98
Os recursos que viabilizaram a construção da ETE eram do BNH, do Banco Mundial e do Governo do Estado de São Paulo, totalizando Cr$ 7.483 bilhões (GRUPO..., 1982, p.49).
De fato há dificuldades técnicas e financeiras para a execução de um sistema como esse, que depende de planejamento, disponibilidade de recursos, negociação com prefeituras, proprietários de imóveis e população que mora em locais onde se prevê a passagem de redes. Quando construídas, decorrem as dificuldades de ligação de redes domiciliares à rede local, particularmente quando se trata de famílias de baixa renda que passam a pagar tarifas quando conectadas às redes. Mas isso explica somente parte do atraso acumulado no tratamento de esgotos, que por se configurar como solução única e centralizada, depende de planos de longo prazo que estão historicamente aquém da velocidade de reprodução do espaço urbano. Não se trata somente de uma opção técnica, mas também de uma estratégia de investimentos da empresa. O argumento que sustenta essa opção, além da realização de grandes obras com grandes empreiteiras que prestam serviço nesse setor, é a relação custo-benefício defendida pela Sabesp, que opta por realizar investimento de porte para otimizar as estruturas existentes99.
Sendo assim, há pouca articulação da ação de saneamento com a política de desenvolvimento urbano e o plano de esgotamento sanitário segue como se pudesse ser independente das dinâmicas que conformam os espaços e o ambiente urbano.
Para além do impacto ambiental na metrópole, o que queremos por enquanto pontuar, é que a adoção desse modelo teve (e tem) implicações importantes no que se refere ao saneamento da bacia do Alto Tietê e em particular da bacia da Billings.
Primeiro é preciso esclarecer que em relação aos sistemas públicos de infraestrutura de água e esgoto, a Lei Estadual de Proteção aos Mananciais – LPM (nº 898/1975 e nº 1.172/1976) não proibiu totalmente sua instalação. Ao contrário, permitiu a implantação nas áreas mais distantes do corpo d’água da represa (classes A e B)100 e restringiu nas demais, onde aceitava alternativas,
exceto em área de primeira categoria (nas quais deveriam ser instaladas fossas sépticas, seguindo a norma vigente). A diretriz para os efluentes dos sistemas públicos é que eles deveriam ser afastados da área de proteção101. Isto porque a lei considerou apenas a capacidade de autodepuração dos reservatórios sem incorporar os sistemas de tratamento de efluentes
99
Essa estratégia está presente atualmente, conforme defendem os técnicos da Sabesp, de acordo com as entrevistas realizadas pela autora.
100
Trata-se do artigo 22 da Lei de Proteção aos Mananciais nº 1.172/1976. Artigo 24 — Os sistemas particulares de esgotos não ligados ao sistema público deverão ser providos, pelo menos, de fossas sépticas, construídas segundo normas técnicas em vigor, com seus efluentes infiltrados no terreno através de poços absorventes ou irrigação subsuperficial, assegurando-se a proteção do lençol freático.
101
Conforme artigo 23 da mesma lei, os efluentes dos sistemas públicos de esgotos sanitários deverão ser afastados das áreas de proteção: 1) Quando na bacia receptora não houver sistema de esgotos adequado, os efluentes deverão ser previamente tratados, de acordo com as exigências da Cetesb; 2) Nos casos em que o afastamento e o tratamento forem inviáveis, somente será permitida a disposição de efluentes de sistemas públicos de esgotos nas áreas de 2ª categoria e desde que recebam o tratamento mais conveniente (1. tratamento biológico e desinfecção do efluente; 2. tratamento a nível primário, no mínimo, seguido de infiltração ou irrigação subsuperficial, assegurada a proteção do lençol freático); 3) A Cetesb poderá estabelecer limites à concentração de nutrientes nos efluentes, nos casos em que o manancial manifeste tendências à eutrofização acelerada; 4) Na eventualidade de o órgão responsável deixar de atender ao disposto neste artigo, poderá o Estado assumir os sistemas de saneamento básico para adequá-los às normas desta lei.
(ANCONA, 2002, p.179). Ou seja, todo o esgoto deveria ser exportado e tratado fora das bacias protegidas. Portanto, em termos de concepção do sistema de esgotamento, a LPM era compatível com a diretriz do Sanegran. Mas o próprio modelo do Sanegran, baseado em grandes obras de coletores e grandes estações não se completou, tornou o reservatório Billings o receptor desses esgotos.
A ETE ABC que atende os municípios inseridos na bacia da Billings, projetada no Plano Sanegran, somente começou a operar em 5 de Junho de 1998102, ou seja, antes dessa data não havia
alternativa de tratamento de esgotos para Diadema, São Bernardo do Campo, Santo André, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul e parte de São Paulo, hoje atendidos por essa estação. Além da ausência da estação de tratamento até essa data, não houve a elaboração de estudos alternativos que pudessem melhorar a qualidade ambiental da bacia, que após os anos de 1980 apresentava uma ocupação acelerada. Tampouco houve convergência entre a política de saneamento com as demais políticas setoriais urbanas, especialmente de habitação e meio ambiente, apesar da legislação de proteção aos mananciais.
Essa situação acarretou em graves índices de poluição da represa, durante os anos 1980, como se verá na parte III dessa tese. Os municípios de Diadema e Santo André, que têm empresas municipais de saneamento, passam a seguir a diretriz de exportar o esgoto da bacia a partir dos anos 2000, quando passam a ter mais recursos para execução de obras.
***
Considerando o período abordado nesse capítulo, de 1930 a 1980, cabe destacar as principais mudanças no setor do saneamento e sua interface com o espaço da moradia, tanto como elemento de constituição de espaço metropolitano como do ponto de vista da política pública, em dois grandes momentos, de 1930 a 1949 e 1950 a 1980.
A partir de 1930, o Estado brasileiro passa a regular fatores de produção da economia e a intervir em setores que anteriormente delegava à iniciativa privada, visando a industrialização, em um processo que combinou modernização e atraso, crescimento econômico e desigualdade social. O problema habitacional que começou a ser tratado como questão de Estado, articulado às necessidades de desenvolvimento econômico e industrial do país, entretanto, sem se generalizar como solução promovendo o acesso à moradia pela população de baixa renda. Houve uma tímida produção de unidades (com os IAPs) e o preço dos aluguéis foram controlados (com a Lei do Inquilinato), ao mesmo tempo em que cresceram os loteamentos na periferia, que passaram a exigir a extensão de infraestruturas.
O setor do saneamento, que já era atribuição do Estado, passou por uma reformulação institucional com a criação, por orientação do governo federal, de órgãos e entidades municipais em todo o país, para que recebessem recursos a fundo perdido e empréstimos internacionais para a realização de obras de saneamento. O saneamento se dissocia da saúde, e o sanitarismo
102
Conforme Sabesp, informação disponível em http://site.sabesp.com.br/site/interna/Default.aspx? secaoId=55, acesso em: 13/12/2012.
deixa de ser a tônica das intervenções urbanas. A noção de saneamento básico é construída, pautada pela engenharia de obras de água e esgoto, e por uma visão empresarial do serviço público.
O município de São Paulo formula, em 1942, sob coordenação de Plínio Whitaker, um Plano Geral de abastecimento de água e esgotos que visava planejar a ação do poder público, até então predominantemente reativa às situações de emergência. O Plano não foi executado devido a eclosão da Segunda Guerra Mundial. Ao mesmo tempo, o Projeto Serra é implementado, e os interesses do setor energético prevaleceram sobre o saneamento.
No período de 1950 a 1980, o aumento do crescimento urbano e da industrialização acelera o processo de urbanização desigual, resultando no aumento significativo de assentamentos precários autoconstruídos em escala metropolitana. Após o golpe de estado de 1964, a instituição do BNH altera o quadro dos financiamentos habitacionais, ainda sem atender as faixas de mais baixa renda. Mas a partir de 1971, os financiamentos em saneamento superam os habitacionais, e o Planasa estrutura o desenho centralizado de gestão por meio de companhias mistas estaduais. Apesar do impacto dos investimentos terem significado um aumento do atendimento de água, em menor grau de coleta de esgotos em todo o país, os serviços de saneamento continuaram não atendendo a população pobre. A sua principal herança foi, portanto, a centralização da gestão dos serviços de saneamento.
Além disso, o projeto Sanegran, concebido durante a vigência do Planasa, definiu o sistema de coleta e tratamento de esgotos baseado em grandes estações de tratamento, que dependem de investimento de monta, e intervenções de longo prazo. A primazia desse modelo não equacionou os impactos da poluição dos corpos d’água metropolitanos, que continuaram alcançando a represa Billings, até a paralisação do bombeamento dos rios Pinheiros e Tietê, na década de 1980.
Ao mesmo tempo, a distribuição desigual das redes manteve as favelas e loteamentos populares, que apresentaram altas taxas de crescimento nos anos 1970, à sua margem, sendo que as primeiras intervenções nesse sentido foram realizadas em São Paulo na década de 1980, como se verá no capítulo a seguir.
Nesse contexto, evidencia-se que o tratamento tecnicista do saneamento construído desde os anos 1950 e reforçado pelos investimentos em obras durante o BNH, distanciou-o da possibilidade de sua constituição enquanto política ambiental e como elemento fundamental do desenvolvimento urbano.